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Câncer de Pulmão

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by

Luana Leonel Dos Santos

on 4 February 2014

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Transcript of Câncer de Pulmão

Câncer
do Trato
Respiratório

Introdução
Epidemiologia
• Mais comum de todos os tumores malignos – aumento de 2% por ano;

• 90% casos diagnosticados estão associados ao uso de tabaco;

• Mortes em 2008 – 20.622;

• Estima-se que em 2025 ocorrerão 3 milhões de mortes (OMS).
• Taxa de Sobrevida média:
Países desenvolvidos - 13 à 21%
Países em desenvolvimento - 7 à 10%;

• Estimativa de novos casos em 2014:
10.930
16.400
• Mortes em 2011:

13.698
8.726
FONTE: INCA
FONTE: INCA
• Incidência a cada 100.000 habitantes (2001):
6,9
17,9
Traquéia e brônquios
• Óbitos em 2010 - 21.868;
FONTE: DATASUS
• Internações em 2013 - 1.656;
Fatores de Risco
• Tabaco;

• Fumante passivo;

• Radônio;

• Exposição ocupacional;

• Predisposição genética;

• Doenças pulmonares.
Sinais e Sintomas
LOCAIS
METASTÁSICOS
SÍNDROMES
PARANEOPLÁSICAS
Dor Torácica
Tosse
Hemoptise
Sibilos ou estridor
Dispnéia
• Rouquidão e paralisia do diafragma;

• Derrame Pleural;

• Síndrome de Poncoast;

• Síndrome da veia cava superior.
• Caquexia e anorexia;

• Manifestação músculo-esquelética;

• Síndromes hematológicas;

• Secreção inapropriada do hormônio antidiurético;

• Hipercalcemia;

• Síndrome de Cushing.

Traquéia e Brônquios
Os sintomas são semelhantes aos do câncer de pulmão, podendo ocorrer obstrução das grandes vias aéreas, causados por tumores na laringe ou brônquios, tosse crônica e hemoptise associados com dispnéia progressiva e insidiosa.
Tratamento
Cura do
carcinoma
Brônquico
Estadiamento
Precoce
Comportamento
do Tumor
Diagnóstico
Adequado
Terapêutica
Correta
• Classificado em:
Carcinoma de
não pequenas
células
Carcinoma de
pequenas células
Estádio I
Estádio II
- Dividido em IIA (T1N1M0) e IIB (T2N1M0-T3N0M0;

- Pode-se associar quimioterapia adjuvante para erradicar possíveis micrometástases não diagnosticadas.
Estádio III A
- Lesões com extensão extrapulmonar T3 e envolvimento de linfonodo hilar ou mediastinal (N1 ou N2);

- Ressecção cirúrgica ainda é a melhor alternativa --> associada com radioterapia e quimioterapia;

- Faz-se a radioterapia para aumentar a ressecabilidade. Os quimioterápicos podem potencializar a radioterapia no controle local.
Estádio III B
- Neoplasias localmente avançadas, com envolvimento de estruturas extrapulmonares, linfonodos mediastinais contralaterais, supraclaviculares e derrame pleural com citologia positiva;

- Pacientes classificados em T1N3M0 ou T4N0M0;

- Quimioterapia associada ou não à radioterapia.
Estádio IV
- Quando existe qualquer envolvimento metastático;

- 27% dos pacientes com CPNPC estão nesse estádio;

- Esses casos são irressecáveis e o tratamento é baseado em quimioterapia e radioterapia paliativa.
- Tumores T1N0M0 e T2N0M0;

- Considerados nódulos pulmonares de tratamento cirúrgico.
- Comportamento clínico mais maligno;

- Menor tempo de multiplicação celular e menor sobrevida após o diagnóstico;

- Maior sensibilidade aos quimioterápicos;

- Drogas utilizadas são: alquilantes (ciclofosfamida), derivados de podofilina (teniposide), alcaloides da vinca (vincristina), doxorrubicina, inibidores de topoisomerase I (tapotecam).
Tratamento radioterápico
- Importante papel coadjuvante no tratamento do câncer de pulmão;

- Indicado após o esvaziamento linfonodal do mediastino para evitar recidiva local, metástase cerebral e controle da dor;

- Pode ser utilizada associada á quimioterapia e paliativamente na síndrome de compressão de cava superior, desobstrução brônquica e controle da hemoptise.
Diagnóstico
• Caso suspeito de CA de pulmão
Raio x de Tórax evidenciando
massa pulmonar
Não tem valor no rastreamento rotineiro
• Melhor maneira de diagnosticar precocemente:
Tomografia computadorizada helicoidal.
• Classificação dos tumores - biópsia pulmonar;

• Métodos endoscópicos:
Broncofibroscopia
Mediastinoscopia
• Meios citológicos:
- Exame do escarro;
- Material do líquido pleural;
- Punção transparietal.

• Tomografia multicanais - utilizada rotineiramente para avaliar o tamanho do tumor e busca de metástase.
Marcadores biológicos
• Imuno-histoquímica - reconhecer antígenos e assim identificar e classificar células específicas dentro de uma população celular morfologicamente heterogênea.
Marcadores tumorais em CA de pulmão

- Antígenos oncofetais

- Isoenzimas
-
Novos marcadores moleculares
Imuno-histoquímica dos marcadores Neuroendócrinos
- L-dopa descarboxilase;
- Cromogranina-A;
- Enolase;
- Bombesina (GRP);
- Sinaptofisina;
- Leu-7.
Mutações p53, RAS no escarro ou soro.
Enrolase neurônio específica
Antígeno carcinoembrionário
Tratamento cirúrgico
- Segmentectomia ou cunha - ressecção menor que a lobectomia;

- Lobectomia - retirada de um lobo do pulmão (80% dos casos);

- Pneumectomia - retirada de todo pulmão;

- Tumores T1N0 e T2N0

- Margem de segurança: um lobo pulmonar ou todo o pulmão.
Lobectomia
Metástase
* Supra-renal única
- Biópsia ou punção por agulha fina da supra-renal;
- Avalia-se a possibilidade da sua ressecção;
- Quimioterapia neoadjuvante seguida de ressecção pulmonar.

* Cerebral única:
- Avalia-se a possibilidade de ressecção da metástase cerebral seguida de ressecção pulmonar;
- Se possível, completa-se com radioterapia paliativa cerebral.
Referências Bibliográficas
FERNANDEZ, A. Diagnóstico e estadiamento do câncer de pulmão.
J Pneumol
, v. 28, n. 4, p. 219-228. 2002.

FEREZ, D.
Fisiologia Respiratória
. UNIFESP. Disponível em: < http://www.anestesiologia.unifesp.br/fisio_resp.pdf >. Acesso em: 27/01/2014

INSTITUTO NACIONAL DO CÂNCER. Situação do câncer no Brasil. INCA. 2006. Disponível em: <www1.inca.gov.br/enfermagem/docs/cap1.pdf‎>. Acesso em: 14.01.2014.

INSTITUTO NACIONAL DO CÂNCER.
Tipos de câncer – Pulmão – Diagnóstico
. INCA Disponibilizado em: <http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/pulmao/diagnostico1 >. Acesso: em 24.01.2014.

INSTITUTO NACIONAL DO CÂNCER. Carcinoma de Pulmão de Células não Pequenas.
Revista Brasileira de Cancerologia
, Rio de Janeiro, v. 48, n. 4, p. 485-492. 2002.
INSTITUTO NACIONAL DO CÂNCER.
Tratamento Cirúrgico
. INCA. Disponível em <http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=98>. Acesso em: 22.01.14.

INSTITUTO NACIONAL DO CÂNCER.
O que é o câncer
. INCA. Disponível em: <http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/cancer/site/oquee > Acesso em: 29/01/2014

KUMAR, V.; ABBAS, A.K.; FAUSTO, N.
Robbins e Cotran patologia:
bases patológicas das doenças. 7 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.

MARIEB, E.N.; HOEHN, K.
Anatomia e Fisiologia
. Porto Alegre: ARTMED, 2009.

PALAGI, S., et al. Relato de experiência: cuidados de enfermagem pré e pós-operatório na lobectomia. In: Congresso de Inciação Científica - ENPOS, XIX, 2010, Pelotas.
Anais...
Pelotas, 2010. p. 1-4Disponível em <http://www2.ufpel.edu.br/cic/2010/cd/pdf/CS/CS_00442.pdf> Acesso em 23.01.14.
Fatores protetores
• Fatores genéticos hereditários negativos;

• Não fumar;

• Morar em área rural;

• Evitar exposição à substâncias nocivas;

• Não possuir nenhuma doença pulmonar.
Estadiamento
• Sistema de classificação do estadiamento - TNM (Tumor-Nódulo-Metástase);

• Carcinoma de pequenas células
Doença limitada
Doença avançada
• Estadiamento clássico para CA de pulmão, brônquios e traqueia:
- Tomografia de tórax;
- Tomografia/ultrassonografia de abdome superior;
- Mapeamento ósseo;
- Tomografia de crânio;
- Ressonância magnética.
BRASIL. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Taxa de Mortalidade Populacional. 2011.

CAPELOZZI, V.L. Entendendo o papel de marcadores biológicos no câncer de pulmão.
Jornal de Pneumologia.,
São Paulo, v. 27, n. 6, p.321-328, nov./dez. 2001.

CAPELOZZI, Vera Luiza. Papel da imuno-histoquímica no diagnóstico de câncer de pulmão.
J. Bras. Pneumol.
, São Paulo, v. 35, n. 4, p. 375-382. 2009.

DATASUS. Informações de Saúde. Epidemiológicas e Morbidade, 2013.

DATASUS. Informações de Saúde. Estatísticas Vitais, 2001.
- Câncer: crescimento desordenado de células;

- Atinge em sua maioria idosos de 50 à 80 anos;
Sistema Respiratório
- Função principal: fornecer oxigênio ao corpo e eliminar o dióxido de carbono.
PULMÃO
FONTE: IBGE
UEHARA, C., et al. Câncer de pulmão.
Medicina Ribeirão Preto,
v. 31, p. 266-276, abr./jun. 1998. Disponível em: < http://revista.fmrp.usp.br/1998/vol31n2/cancer_de_pulmao.pdf >. Acesso em: 18 de janeiro de 2014.

VIEIRA, S.C., et al.
Oncologia Básica.
1 Ed. Teresina: Fundação Quixote, 2012.

WENDER, R., et al. American Cancer Society Lung Cancer Screeing Guidlines.
CA: A Cancer Journal for Clinicians.,
v. 63, n. 2, p. 106-117, mar./abr. 2013.

ZAMBOM, L.; PERROUD, M. W.; BARBEIRO, A.; SAAD, I. A. B. Pneumologia: Câncer de Pulmão. In: LOPES, A. C.
Tratado de Clínica Médica
. 2ª ed. São Paulo: Roca, 2009. p. 3130-37.
Considerações Finais
- O paciente com câncer de pulmão considera-se em constante ameaça de sua auto-estima;

- Avanços no tratamento
- Deve-se buscar o alívio do sofrimento como alvo de intervenção e a qualidade de vida deve ser avaliada.
Tratamento mais adequado
Aumento de sobrevida
Melhoria da qualidade de vida
CA de pulmão:

crescimento desordenado de células desencadeando formação de tumores no local em questão.
- Formados pela reunião de cerca de 300 milhões de alvéolos;

- Envolvidos pelas pleuras;

- Ocupam toda a cavidade torácica com excessão do mediastino;

- Dividido em ápice e base;

- Direito: lobo superior, médio e inferior;

- Esquerdo: lobo superior e inferior
Prognóstico
- A taxa de sobrevida em 5 anos após a ressecção é de 70% no estádio IA (T1N0M0) e de 60% em IB (T2N0M0);

- O Estádio II tem pior prognóstico em relação ao carcinoma epidermoide, taxa de sobrevida de 75% contra 52% no adenocarcinoma;

- No estádio III a taxa de sobrevida em 5 anos é menor que 5%;

- A taxa de sobrevida em 5 anos é próxima de 0%, com sobrevida menor que 1 ano no estádio IV.
Carcinoma de não pequenas células
Carcinoma de pequenas células
Pacientes T1N0M0 tem sobrevida em 5 anos de 60%, enquanto os T2N0M0 têm 28%.
- Os tumores de pulmão geralmente se originam nos brônquios e invadem o parênquima adjacente bem como a pleura, parede torácica e estruturas mediastinais;

- Disseminação: Linfática (rede linfática do parênquima drenando para o hilo homolateral e linfonodos do mediastino) e hematogênica (focos de metástase no cérebro, ossos, pulmões, supra-renais e fígado).
- Prognóstico tenta explicar as chances de evolução de cada paciente e suas relações com os aspectos clínicos da doença;

- Depende:
* Perda de peso (10% ou mais em 6 meses);

* Deleção de gene supressor;

* Mutação no gene K-RAS;

* Presença de C-CAM.
* Sexo, idade ao diagnóstico, etnia;

* Exposição cumulativa aos agentes ambientais, predisposição genética, perfil de expressão imunológica de linfócitos.

* Extensão anatômica
- Taxa de incidência e mortalidade são similares (1,1:1);

- No Brasil, o câncer de pulmão é a primeira causa de morte por câncer em homens e a segunda em mulheres (INCA- Ministério da Saúde, 2006 apud ZAMBON, 2009).

- Mais de 1,3 milhão de mortes por ano (ZAMBON, 2009);

- A OMS estima que 2025 haverá mais de 10 milhões de mortes no mundo pelo hábito de fumar.
Mortalidade
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