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Conflitos na regiaõo da ex-URSS

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Vanessa Arruda

on 22 May 2014

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Transcript of Conflitos na regiaõo da ex-URSS

Crimeia
O território da Crimeia está no centro da atual disputa entre a Ucrânia e a Rússia que ameaça a segurança mundial.
Das cerca de 2 milhões de pessoas que moram naquela península, mais da metade se considera de origem russa e, inclusive, fala russo no dia a dia. Na verdade, a Crimeia resume uma divisão política e cultural que acontece em toda a Ucrânia. O leste do país tende a ser pró-Rússia e o oeste, pró-UE. Isso se reflete, por exemplo, nos resultados das eleições. A maioria dos votos de Yanukovich saiu do leste.


INTRODUÇÃO
O fim da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), há duas décadas, não foi suficiente para pôr fim a uma série de conflitos que até hoje afligem os países que nasceram das cinzas do antigo regime comunista. "A desintegração pode causar confrontos e até mesmo guerras entre nações e repúblicas", alertou o então presidente Mikhail Gorbachev nos últimos dias da União Soviética.

E será sobre esses conflitos que iremos falar em nosso trabalho.
O mais antigo dos conflitos : Azerbaijão e Armênia
Perdura até hoje. Após uma violenta guerra de quase quatro anos (1991-1994) e que deixou 25 mil mortos, os dois países assinaram um cessar-fogo, Mas a tensão na fronteira não indica que o problema esteja perto de seu fim.

O desejo é conceder autonomia à região de Na gorno Karabakh.

Armênia por sua vez diz ter direito sobre o território e o Azerbaijão ja declarou que o insucesso das negociações obrigará o país a recorrer á força.
A troca
No fim de fevereiro, governo e oposição assinaram um acordo de paz que, no entanto, não durou 24 horas. Viktor deixou o país, e um governo interino pró-UE assumiu o poder.
O Ocidente reconheceu a troca, mas o governo russo viu nela um golpe de Estado. Com base nisso, alegou que havia ameaça aos cidadãos de etnia russa que vivem na Crimeia e foi, aos poucos, tomando o controle da área.

Outros conflitos
Não menos violentos foram os conflitos em próprio solo russo, nas províncias do Cáucaso do Norte, como a Ossétia do Norte e a Inguchétia, que antes mesmo do ocaso soviético já brigavam por territórios. Em 1994, explodiu a violenta guerra da Chechênia. Até hoje, separatistas desta província realizam atentados terroristas, que também são praticados por militantes de regiões vizinhas.

Estes conflitos são apenas a ponta do iceberg. Praticamente todos os estados surgidos das ruínas da URSS têm problemas parecidos.
Conflito na região da ex-URSS e Ucrânia
Tudo começou quando multidões foram às ruas da capital ucraniana, Kiev, para pressionar o então presidente ucraniano Viktor, a fechar um acordo comercial com a União Europeia em detrimento de um com a Rússia.
Mas, para a revolta multidão Viktor deu as costas para os UE e fechando com Moscou. O movimento se fortaleceu diante da derrota e ocupou a Prefeitura de Kiev e a Praça da Independência. O governo reagiu com violência e prisões arbitrárias, além de uma lei que proibia o uso de capacetes, a reunião de grupos de mais de cinco pessoas e a ocupação de prédios públicos.

Conflitos na região da ex-URSS
Gás
Cerca de 80% das exportações russas de gás para a Europa passam pela Ucrânia, e a Europa importa da Rússia cerca de um terço do gás que consome
Os gasodutos mais importantes são aqueles que levam à Eslováquia e, depois, à Alemanha, à Áustria e à Itália, e existe a preocupação de que uma guerra atrapalhe o abastecimento.
A disputa pelo gás entre a Rússia e a Ucrânia teve início em março de 2005, quando a Rússia começou a mudar radicalmente os preços para o gás natural vendido na Ucrânia. Os dois países não foram capazes de entrar num acordo para resolver a disputa, e a Rússia cortou as exportações de gás para a Ucrânia em 1º de Janeiro de 2006, o que passou a afectar vários países europeus.

Concluimos Internacionalmente
Um abismo está sendo aberto entre a Rússia e potências do Ocidente, com sanções e quebras de acordo de todos os lados. Não há clareza sobre quem é responsavél por inflamar a situação, desta vez, mas as reações ao redor do mundo dão o tom de uma crise que pode estar longe de acabar.
Alunos: Aline Pereira
Camila Vasconcelos
Gabriel Amancio
Vanessa Arruda
2º ano B
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