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Kant e Stuart Mill

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by

Patrícia Alexandra

on 15 March 2014

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Transcript of Kant e Stuart Mill

PROBLEMA
O utilitarista pensa que fazer o que está certo é promover imparcialmente o bem-estar. As escolhas a fazer dizem respeito às circunstâncias, não há regras morais indiscutíveis
Outras Caracteristicas relevantes para o Utilitismo, apoiado por Stuart Mill
Kant pensava que só somos realmente livres se formos nós próprios a definir as leis a que o nosso comportamento deverá obedecer. Os deveres morais são leis que a razão estabelece de modo idêntico para todos os seres racionais.


Outras Caracteristicas relevantes para a ética deontológica/ de Kant
AÇÕES E INTENÇÕES
Para a ética deontológica (KANT)...
ASSIM...
Ética de Kant vs. Utilitarismo - Características
Ética de Kant
O que é que torna boas/más (corretas/incorretas) as nossas ações?
A Necessidade de fundamentação moral
A ética kantiana é considerada por muitos demasiado formal e inflexível, não nos permitindo ajuizar numa situação onde tenhamos deveres conflituantes.
Por exemplo, perante o dever de não mentir e o dever de proteger a vida humana, qual prevalece?
Críticas à ética Kantiana
As intenções das mesmas
-> Ética de Kant
As suas consequências
-> Utilitarismo (segundo Stuart Mill
Utilitarismo
É um sistema de regras absolutas
O valor moral das acções provém das intenções com que são praticadas
As regras morais devem ser respeitadas independentemente das consequências
As regras morais são leis que a razão estabelece para todos os seres racionais.
Doutrina moral e política cujo principal representante foi o filósofo inglês John Stuart Mill (1806-1873)
É antes de mais uma teoria dos fins da acção humana. A única coisa desejável como fim, é a felicidade
O ideal do utilitarismo, no entanto, é a felicidade geral e não a felicidade individual
Regras Absolutas da Ética de Kant
As obrigações morais são absolutas porque não estão sujeitas a excepções, mesmo se aplicá-las traz consequências negativas.
Esta é uma característica das morais deontológicas: agir moralmente consiste em respeitar direitos. Agir de forma a promover as melhores consequências não é permitido implicar-se a violação de um direito.
A obrigação de não mentir não varia consoante as circunstâncias, devendo nuns casos ser respeitada e não o ser noutros.
Principios do Utilitarismo
O utilitarismo é uma variável do consequencialismo que consiste em avaliar uma ação pelo seu resultado, não pela intenção que preside à sua realização
O princípio objectivo da moralidade é o seguinte: “a máxima felicidade possível para o maior número possível de pessoas é a medida do bem e do mal”, ou seja, as ações humanas são julgadas boas na medida em que proporcionam a maior felicidade ao maior número de pessoas.
Neste sentido, o importante não é aquilo que nos é mais útil enquanto indivíduos (o que não seria mais do que egoísmo), mas aquilo que proporcionará a felicidade máxima consoante as circunstâncias
Para o Utilitarismo (STUART MILL)...
Nem sempre a acção que tem as melhores consequências previsíveis deve ser praticada.
O lançamento da bomba atómica em Hiroxima tinha previsivelmente melhores consequências do que não o fazer: evitava um número de mortos muito superior caso não houvesse a rendição do Japão.
Segundo Kant, e os deontologistas em geral, matar pessoas inocentes é sempre moralmente errado, sejam quais forem as consequências de não o fazermos.
Os utilitaristas foram acusados, frequentemente, de defenderem que os fins a alcançar justificam meios que, habitualmente, consideramos menos próprios (mentir, roubar,…).
Contudo, os utilitaristas não aceitam sem restrições segundo o qual os princípios justificam os meios. Assim, será necessário: a) que o fim seja bom b) que os meios sejam bons ou que os seus inconvenientes sejam menores do que o bem esperado do fim c) que seja como for os meios implicados comportem mais bem (ou menos mal) do que todos os outros que permitiriam alcançar o mesmo fim
Ética de Kant
Utilitarismo
A mesma acção pode ser praticada com diferentes intenções: posso ajudar um amigo por compaixão, para obter um benefício (por exemplo, para ficar bem visto) ou por sentir que tenho esse dever.
Para determinar o valor moral de uma acção é preciso saber a intenção com que foi praticada.
Segundo Kant, ajudar um amigo só tem valor moral se isso tiver sido feito em nome do dever.
A procura do prazer ou da felicidade!
Como já vimos, a felicidade ou prazer preconizado pelos utilitaristas é relativa a todos quantos são envolvidos na acção.
Stuart Mill, põe acima dos prazeres sensíveis os prazeres intelectuais: como ele diz, mais vale ser Sócrates insatisfeito do que um porco satisfeito.
Uma obrigação (ou imperativo) é hipotética quando existe apenas em certas condições, mas não noutras.
Tenho a obrigação de estudar para os exames de acesso a Medicina apenas na condição de querer ser médico.
Esta obrigação apenas existe em função de o agente ter um certo desejo.
Se o agente abandonar o desejo relevante, a obrigação desaparece também.
Imperativos hipotéticos
Serão as nossas obrigações morais apenas hipotéticas?
Se a moral fosse seguir regras hipotéticas, só teríamos, por exemplo, a obrigação de ajudar os outros em certas condições, não em todas.
Mas temos o dever de ajudar quem precisa em todas as circunstâncias, quaisquer que sejam os nossos desejos. Obrigações morais.
A obrigação de ajudar os outros não deixa de existir porque deixámos, por exemplo, de querer agradar. Continua a existir mesmo nesse caso.
Kant conclui que a obrigação de não mentir (como todas as outras obrigações morais), não são hipotéticas.
As obrigações morais não dependem de condições; logo, apenas têm valor moral as ações praticadas em nome do dever.
Uma ação praticada por compaixão, por exemplo, não tem valor moral porque a sua máxima seria apenas hipotética: as máximas morais são absolutas.
Ajudar uma pessoa só por compaixão significa que estamos a seguir a máxima “Ajuda o próximo na condição de sentires compaixão”.
Se esta condição deixasse de se verificar, a obrigação desaparecia. Mas o dever de ajudar o próximo existe mesmo se já não sentimos compaixão alguma.
O Utilitarismo é acusado, por vezes, de poder justificar acções que habitualmente consideramos imorais.
Por exemplo, se estou em dívida para com alguém, mas sei que o dinheiro será utilizado por essa pessoa para comprar droga, que devo fazer?
Críticas ao Utilitarismo
PROBLEMA :
Imaginemos um grupo terrorista que tem 200 pessoas reféns num avião e ameaça destrui-lo com uma bomba. Os terroristas dizem que apenas libertam os reféns se entregarmos um homem que eles querem matar. Essa pessoa é integra e nunca cometeu nenhum crime, eles apenas a querem ver morta para vingar a morte de um colega. Será correto sacrificar a vida dessa pessoa para salvar a vida das duzentas?
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