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Emprego dos pronomes relativos

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Transcript of Emprego dos pronomes relativos

O Que são…
Usos do pronome
Norma e uso
Emprego dos pronomes relativos
Usos

Esta é a profissão de que gosto.
(= Esta é a profissão. Gosto desta profissão.)
O racismo é um sistema que afirma
a superioridade de um grupo racial sobre outros.

(afirma a superioridade de um grupo racial sobre outros = oração subordinada adjetiva).
O pronome relativo "que" refere-se à palavra "sistema" e introduz uma oração subordinada.

Diz-se que a palavra "sistema" é antecedente do pronome relativo que.
O antecedente do pronome relativo pode ser o pronome demonstrativo o, a, os, as.

Não sei o que você está querendo dizer.
Às vezes, o antecedente do pronome relativo não vem expresso.
O pronome que é o relativo de mais largo emprego,
sendo por isso chamado relativo universal. Pode ser substituído por o qual, a qual, os quais, as quais, quando seu antecedente for um substantivo.

Por exemplo:
O trabalho que eu fiz refere-se à corrupção. (= o qual)
A cantora que acabou de se apresentar é péssima. (= a qual)
Os trabalhos que eu fiz referem-se à corrupção. (= os quais)
As cantoras que se apresentaram eram péssimas. (= as quais)

O qual, os quais, a qual e as quais são exclusivamente pronomes relativos: por isso, são utilizados didaticamente para verificar se palavras como "que", "quem", "onde" (que podem ter várias classificações) são pronomes relativos.

Todos eles são usados com referência à pessoa ou coisa por motivo de clareza ou depois de determinadas preposições:

Regressando de São Paulo, visitei o sítio de minha tia, o qual me deixou encantado. (O uso de que neste caso geraria ambiguidade.)

Essas são as conclusões sobre as quais pairam muitas dúvidas? (Não se poderia usar que depois de sobre.)
Esse módulo trata do uso do pronome relativo QUE . Em certos casos ele deve ser acompanhado da preposição EM ,

Como no caso da letra da música
“GOSTAVA TANTO DE VOCÊ” (Edson Trindade).
Tim Maia canta:

“…Pensei até em me mudar, lugar qualquer que não exista o pensamento em você …”.

Leila Pinheiro corrige e canta:
“… lugar qualquer em que não exista o pensamento em você

…” Leila Pinheiro tem razão. Afinal,, se esse pensamento
existe em algum lugar, o correto seria dizer “lugar qualquer em que não exista o pensamento em você”. Trata-se do emprego da preposição com o pronome relativo “que”.

Na linguagem do dia-a-dia essa preposição desaparece.
É comum as pessoas dizerem “A empresa que eu trabalho”. Se eu trabalho em algum lugar, deverei dizer
“A empresa em que trabalho”.
Há pouco tempo foi exibido na televisão um anúncio cujo texto dizia: “… a marca que o mundo confia.”
Acontece que, “quem confia, confia em”. Logo, o correto seria dizer: “… a marca em que o mundo confia.”

As pessoas falam “A rua que eu moro”, “Os países que eu fui”, “A comida que eu mais gosto”. O correto seria dizer “A rua em que moro”, “Os países a que fui”, “A comida de que mais gosto”.


O problema também está presente em uma letra
da dupla Roberto e Erasmo Carlos, “Emoções”.

“… são tantas já vividas são momentos que eu não me esqueci…”

Se eu me esqueci, eu me esqueci de Quem esquece, esquece algo Quem se esquece, esquece-se de algo Logo, o correto seria:

“são momentos de que não me esqueci.”

Pode-se, também, eliminar a preposição de e o pronome me. Ficaria “são momentos que eu não esqueci”
Em um jornal de grande circulação o texto de uma campanha afirmava:
“A gente nunca esquece do aniversário de um amigo..”

O correto seria:
“A gente nunca esquece o aniversário de um amigo” ou “A gente nunca se esquece do aniversário de um amigo.”

Vale o mesmo esquema para o verbo lembrar.
Quem lembra, lembra algo
Quem se lembra, lembra-se de algo

Ex: Eu não lembro o seu nome.
Eu não me lembro do seu nome.

Como você pode notar, esses erros de regência são muito comuns. É necessário redobrar a atenção para não cometê-los mais.
* O pronome deve aparecer antecedido de preposição sempre que a regência dos termos posteriores exigir. Vejamos:

Aquela é a família de cuja casa todos gostam.

Analisando a regência do verbo gostar, constata-se que ele se classifica como transitivo indireto, requerendo, pois, o uso da preposição.

Esta é a professora em cuja experiência todos acreditam.

Acreditamos em alguma coisa, logo, todos acreditam na experiência da professora.
* Tal termo somente é utilizado no sentido de posse, fazendo referência ao termo antecedente e ao substantivo subsequente. Observe:

O garoto cujo pai esteve aqui...
A enunciação diz respeito ao pai do garoto, expresso antes.

* Não se usa artigo definido entre o pronome ora em discussão (cujo) e o substantivo subsequente. Voltemos ao exemplo anterior:

O garoto cujo (o) pai esteve aqui (situação inadequada)
O garoto cujo pai esteve aqui... (forma conveniente)
Eis a amiga com cujas atitudes não concordamos.

Ao concordarmos, concordamos com algo, ou seja, não concordamos com as atitudes da amiga.

Tratando-se, sobretudo, dos casos relacionados à regência, alguns “soam” de forma estranha. Contudo, é preciso passar por cima desse aspecto, optando pelo seu correto uso, sempre que assim se fizer necessário.


Onde é um pronome relativo invariável, que pode ser empregado sem antecedente, indicando “quietude”.

Exs.: Onde mora a Adriana?
Desculpe, pode dizer-me onde fica a biblioteca?
Maria, sabes onde está o livro que estava a ler ontem à noite?

Onde, antecedido de: a e de, produz as formas:
Aonde e Donde.

Aonde – destino sem demora.

Ex.: – Aonde vai tão apressada, tia Rosa?
- Vou ao mercado (à sala; à praia; ao cinema; a Lisboa – regressa nesse dia -, etc.)

Donde – proveniência.

Ex.: Donde vens tão satisfeito?
-Do encontro com a Mariana!… (do concerto, da festa, do Porto, etc.)
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