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aulas de algodão

Técnicas de cultivo de algodoeiro
by

João araujo

on 9 January 2013

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Transcript of aulas de algodão

Adubação:
N - deve ser fornecido ao algodoeiro na ocasião do plantio e fracionado (2-3 vezes) em cobertura até 40 dias após emergência.
P- a planta requer grandemente o fósforo entre 30 e 50 dias,
K- entre 30 e 50 dias e em torno de 90 dias,
Mg -a partir de 35 dias,
S - em torno de 50 dias e 80 dias após a emergência. Preparo do solo: Calagem (correção do solo):
Antecedência ao plantio (120 dias) deve-se retirar amostras de solo da área de plantio, enviar para laboratório de solos para obtenção de resultados de análise e recomendações para aplicação de corretivos de solo (calcários, outros) e adubos em geral.
Havendo necessidade de uso de calcário aplicar:
1) metade da dose antes da aração e
2) a segunda metade antes da 1ª gradagem.
Teor de magnésio acima de 1,0 meq./100cm3 não há necessidade de usar calcários magnesianos ou dolomíticos; Preparo do solo: Destruição da Soca Destruição da Soca
Recomenda-se a utilização de grades leves (até 2 gradagens) e incorporação com arado (preferencialmente “aiveca”).


Portaria da Ministério da Agricultura (n.º 75 de 16 de junho de 1993, n.º 77 de 23 de junho de 1993 e n.º 116 de 16 de junho de 1994). Preparo do solo: Época de Plantio e Colheita Fenologia Planta de Clima Tropical;

Exige:
muito calor,
muita luminosidade e
umidade regular no solo Zoneamento Agroclimático Características comerciais da fibra:

- Comprimento.

- Finura.

- Maturidade.

- Resistência. Botânica: Sementes Botânica: Capulho: Maçã : Botânica: Coloração da flor: Botânica: Flores:

- Hermafroditas.

- Axilares.

- Isoladas ou não.

- Cor creme nas recém-abertas (que
passam a rósea e purpúreo).

- Com ou sem mancha purpúrea na
base interna.

- Abertura: a cada 3-6 dias. Botânica:
Folhas:

- Pecioladas.

- Cordiformes.

- Consistência coriácea ou não.

- Inteiras ou recortadas (3 a 9
lóbulos). Botânica:
Caule:

- Herbáceo ou lenhoso.

- Altura variável.

- Ramos vegetativos:

4 a 5, na parte de inferior.

- Ramos frutíferos:
variável, na parte superior. Botânica:
Característica da planta:

- Ereta, anual ou perene.

- Raiz principal cônica, pivotante, profunda e com pequeno número de raízes secundárias grossas e superficiais. Botânica:
Família:

- Malvaceae.

Nome cientifico:

- Gossypium hirsutum L. Botânica:
Aproveitamento:

-Fibra (35% do peso da produção).

- Caroço (65%).

- O caroço (semente):

- Rico em óleo (18-25%).

- 20-25% de proteína bruta.

- O óleo é refinado e destinado à
alimentação humana e fabricação de margarina e
sabões. Uso do algodoeiro: Exportações Brasileiras
- 81 países cultivam o algodoeiro,
economicamente liderados pela China, E.U.A. e
Índia.

- No Brasil, estima-se que a demanda
aumentará das atuais 900 mil toneladas/ano para
1.200 mil toneladas/ano.

- US$25 bilhões/ano investidos na cadeia.

- 4% do PIB nacional e 13,5% do PIB
industrial. Importância: Algodão no Brasil:
- Principais regiões produtoras:

- Centro-Oeste (74,47%).

- Sudoeste (10,96%).

- Nordeste (10,92%).

- Sul (3,65%).
- Maiores produtores nacionais (2005):

- Mato Grosso (54,36%).

- Goiás (13,17%).

- São Paulo (6,97%).

- Mato Grosso do Sul (6,94%).

- Minas Gerais (3,99%).

- Paraná (3,65%).

- Maior produtividade:
- Mato Grosso (2.471kg/ha). Algodão no Brasil: Algodão no mundo: http://www.abrapa.com.br/estatisticas.asp#conab - O algodoeiro é conhecido desde 8 mil anos A. C..

- A Índia é tida como centro de origem do algodoeiro.

- Indígenas transformavam o algodão em fios e tecidos na época do descobrimento do Brasil. Um pouco de história Centro-Sul: DEZ a JAN
Nordeste: JAN a MAR Plantio Adubação:
Seguir as recomendações da análise de solos;
Parcelada:
plantio (1/3)
em coberturas – (1/3 dos 25 aos 30 dias e 1/3 aos 45 dias pós emergência).
Obs: no plantio deve ser colocada a 5cm de profundidade e ao lado da semente; já na adubação de cobertura é aplicada a uma distância de 15 a 25cm da planta e incorporada ao solo (cultivador).
O superfosfato simples e sulfato de amônio ou potássio suprem as necessidades de enxofre. Preparo do solo: Deve-se evitar ao máximo o uso da grade aradora pesada na movimentação do solo; deve-se optar pelo uso inicial da grade leve (para triturar ervas/restos de cultura) e seguido de aração (preferentemente com arado de aiveca).

Essa ação visa conservar o solo, permitir maior infiltração de água no solo e facilitar o controle de ervas daninhas. Uma ou duas gradagens podem se seguir ( a 2ª próximo ao plantio).

A movimentação do solo deve ser feita quando os torrões quebrem-se com facilidade quando apertados entre os dedos. Preparo do solo: Bicudo-do-algodoeiro Condições Edáficas Cultivares diferenciam-se quanto ao:

- Tamanho da fibra:

- Curta, média e longa.

- Ciclo:

- Curto (120-150 dias) ou ciclo
longo (150-180 dias).

- Porte:

- Alto ou baixo. Botânica: Frutos:

- “Maçãs“, quando verdes.

- “Capulhos“, após a abertura.

- Cápsulas de deiscência (abertura)
longitudinal.

- 3 a 5 lojas cada uma, encerrando 6
a 10 sementes. Botânica: Preços atrativos;
Perspectiva de aumento em 45,3% da área plantada;
Área plantada de 378,8 mil ha;
Produção de 1.835 mil ton de Pluma;
Produtividade média 1.511Kg/ha, ou seja, 5,7% superior a 2009/2010. Safra 2010/2011 - Produção de algodão em pluma

Maiores produtores :
China,
Estados Unidos,
Índia
Brasil. Algodão no mundo: Prof. João Araujo
UFRRJ Cultivo do Algodoeiro Colheita Mecanizada Colheita Manual
Eliminação total da “soca”.


Restos da planta colhida, o mais rapidamente possível, por incorporação ou quimicamente. Preparo do solo: R1 – Primeiro botão floral: Primeiro botão floral (BF) com 5 mm de comprimento, encoberto por brácteas, na primeira posição do primeiro RF, e assim sucessivamente. R2 – Primeira flor: Início do florescimento com abertura da primeira flor, na primeira posição do primeiro ramo frutífero. Plantas com 14 a 16 folhas.
R3 – Crescimento da primeira maçã: Inicio da frutificação. Primeira maçã com 1,0 cm de diâmetro na primeira posição do primeiro ramo frutífero. R4 – Primeira maçã visível: Plantas com florescimento pleno fechando o dossel. Maçã visível na primeira posição do primeiro ramo frutífero. VR – Primeiro ramo frutífero: A partir do V5 ou V6 surge o primeiro ramo frutífero (simpodial) com botão floral e folha correspondente fechados. Desta fase em diante, o algodoeiro acelera a desenvolvimento vegetativo emitindo novos ramos frutíferos (RF) nos nós vegetativos subseqüentes. V1 – Primeiro nó vegetativo: Primeira folha cordiforme com 30% a 50% de expansão e segunda folha também em forma de coração aberta.. V2 – Segundo nó vegetativo: Segunda folha cordiforme com 30% a 50% de expansão e primeira folha lobada (com lóbulos) aberta. V3 – Terceiro nó vegetativo: Primeira folha lobada com 30% a 50% de expansão e segunda aberta. Devido as hábito de crescimento indeterminado, o algodoeiro tende a vegetar indefinidamente, emitindo sucessivos nós vegetativos com folhas lobadas. Os cultivares anuais (algodoeiro herbáceo) associados ao ambiente e ao manejo completam o ciclo natural com 20 a 25 folhas. FENOLOGIA DO ALGODOEIRO FENOLOGIA DO ALGODOEIRO

subdivide-se em duas fases: vegetativa e a reprodutiva.

A fase vegetativa inicia-se com a emergência da plântula e termina com a formação do primeiro ramo frutífero. Esta fase é identificada pela letra “V”.

A fase reprodutiva inicia-se com o surgimento do primeiro botão floral e termina quando as fibras no capulho atingem o ponto de maturação para colheita. Esta fase é identificada pela letra “R”.   VE – Emergência: Saída da alça do hipocótilo da plântula, elevando os cotilédones acima do solo. VC – Afastamento dos cotilédones: Exposição da gema apical vegetativa à radiação solar. Primeira folha enrolada entre os cotilédones. Fibra/Fio de Algodão:
Cada semente pode conter de 7.000g. a 15.000 fibras individuais.

O crescimento pode variar de 50 a 75 dias (da fecundação à abertura das maçãs).

Da sua superfície à parte mais interna a fibra pode conter cêras, gomas, óleos, cutícula, celulose, proteínas, glicose, ácidos málico, cítrico, outros.

Para produzir o fio de algodão a fibra deve apresentar comprimento necessário, uniformidade, resistência, finura, pureza (limpeza). Composição química aproximada da fibra de algodão, determinada em vase seca:
Celulose.................................94,0 %
Proteínas..................................1,3 %
Cinzas.......................................1,2 %
Substâncias pécticas...............0,9 %
Ácidos málicos, cítrico, etc....0,8 %
Cera..........................................0,6 %
Açúcares totais.......................0,3 %
Não dosados...........................0,9 %
TOTAL.....................................100 % Composição da Fibra: Fibra/Fio de Algodão:
Fecundada a flor do algodoeiro a fibra de algodão desenvolve-se na epiderme (parede mais externa) da semente.

Cada fibra é formada por uma célula simples dessa epiderme que se alonga ( 1mm./dia) até o seu tamanho final (segundo cultivar e condições edafoclimáticas). Beneficiamento do Algodão:
Fases do beneficiamento: dividido em 3 etapas:

Preparatória: recepção, qualificação, armazenamento temporário.

Limpeza e descaroçamento: separação da fibra da semente

Complementar: prensagem, enfardamento e armazenamento da fibra. Tipos de Impurezas 

1)INCONTROLÁVEIS
manchas e descoramento da fibra,
neps (minúsculos nós de fibras verdes),
naps (detritos da semente, que ficam junto das fibras),
motes (sementes abortadas, fibras verdes e imaturas) e
sementes de plantas daninhas.
Obs: podem ser reduzidos no processo de limpeza

2)CONTROLÁVEIS
umidade excessiva,
algodão carimado e
corpos estranhos. Tipos de Impurezas 

Em grandes lavouras, tem-se, em média:
36% de pluma,
58% de sementes e
6% de quebra (que são as impurezas!)

No entanto, as impurezas podem chegar a representar 50%  da produção colhida!!

Dois Grupos de Impurezas:

1)INCONTROLÁVEIS

2)CONTROLÁVEIS Importância do Beneficiamento:

Retirada das impurezas que vieram do campo.

Cuidado: regulagem e a manutenção das máquinas!

evitar esmagamento de sementes,
prejudica a qualidade do algodão,
provocando mudança de cor e pegajosidade na fibra. Cuidados Pós Colheita:
A umidade do algodão não deve ultrapassar 10%;

Deve ficar exposto ao sol, em cima de lonas para não sujarem;
Exposição excessiva ao sol não é recomendada pois prejudica o produto no seu beneficiamento;
O enfardamento ideal deve ser feito com sacos de pano, sacos de estopa muitas vezes soltam fios no meios das fibras, "contaminando" o algodão.
A separação da colheita deve ser feita na hora do enfardamento, a fim de aumentar as possibilidades de melhores preços na comercialização. Colheita Manual:



A colheita  manual, quando bem feita, resulta em melhor qualidade que a mecânica!

O rendimento da colheita manual depende de vários fatores:
idade e saúde do colhedor,
estado de maturidade dos capulhos,
tamanho dos capulhos,
produtividade da cultura,
tamanho da planta e altura,
estado de abertura dos capulhos e
condições do ambiente, especialmente temperatura e umidade relativa do ar. Colheita Manual: Critérios para obter Qualidade

A colheita deve ser realizada por etapas;
a primeira “apanha” quando 50 a 60% dos frutos já se encontrarem abertos (capulhos).

A colheita deve ser realizada em dia de sol;

Efetuada por camadas de planta do algodão;
baixeiro, meio, ápice

Colher os capulhos do terço inferior da planta separadamente; assim como das duas outras partes.


Em ano seco, o algodoeiro cresce pouco e não é possível se fazer tal separação, caso em que se recomenda uma a duas colheitas, no máximo, em se tratando do  algodão herbáceo.
 
Rendimento de colheita: um bom colhedor apanha cerca de 45kg de algodão por dia. Fatores Extrínsecos
1)Nas fases de colheita e armazenamento

Depende do grau de contaminação do produto, envolvendo:
pena de aves, especialmente de galinha;
juta, sisal; 
retalho de tecidos; 
polipropileno (plástico); 
restos da cultura, como folhas, brácteas e galhos; 
Carimãs (capulho de algodão mal aberto);
capulhos doentes e/ou praguejados ; 
sementes de plantas daninhas, como as de carrapicho (Cenchrus echinatus  L.); 
umidade excessiva, acima de 12%; 
pedras, entre outros; Características da Cultivar;

cultivar tem que ser produtiva,
apresentar elevada percentagem de fibra (no mínimo 37%),
possuir boas qualidades tecnológicas de fibra, objetivo primordial da industria.

Colhido com um mínimo possível de contaminantes e

Bem armazenado e beneficiado. Determinantes da Fibra

  Dependem:
da cultivar,
influência do manejo cultural,
condições edafoclimáticas de cada região e
fatores extrínsecos, que depende das condições da própria colheita, do armazenamento e do beneficiamento Colheita

Cultura industrial!!!

Foco: Linhas de qualidade capazes de competir no mercado internacional.

A qualidade global do algodão envolve vários aspectos da fibra, tais como:
comprimento,
uniformidade do comprimento,
finura,
resistência,
maturidade,
brilho,
cor,
elasticidade, Estratégias Para o MIP Estratégias Para o MIP Estratégias Para o MIP Vazio Sanitário do Algodão (Força de Lei- MAPA)
O Bicudo do Algodoeiro possui habilidade para permanecer nessas lavouras durante a entressafra.

Por esse motivo, fica estabelecido em cada Estado produtor período (geralmente entre agosto a outubro) para o período do Vazio Sanitário do Algodão.  
O Vazio é uma das medidas fitossanitárias para a prevenção e controle do Bicudo e visa proteger a produção do Estado dos prejuízos ocasionados pela praga.
Nesse período não pode existir nenhuma planta viva de algodão no Estado.  
A eliminação de todos os restos culturais ou soqueira deve ocorrer no prazo de 15 dias após a colheita.

É de responsabilidade dos produtores, proprietários, arrendatários ou ocupantes de propriedades produtoras de algodão.  Estão desobrigadas somente as áreas de pesquisa científica e de produção de sementes genéticas, quando autorizadas. Estratégias Para o MIP Doença causada pelo AbMV (vírus) e pode ser encontrada em todas as regiões produtoras e sua incidência pode chegar a 50%.

Segundo o estado de desenvolvimento a planta pode apresentar nanismo e torna-se parcial ou totalmente estéril.

O vírus é transmitido pela mosca branca (Bemisia tabaci e B. argentifolii). Pragas Secundárias Pragas Secundárias Fitossanidade Fitossanidade Resumo Ações dos Fitorreguladores Efeitos nas Plantas Efeitos nas Plantas
Reguladores de Crescimento

POR QUE?

Plantas acima de 1,5m de altura, dificultam:
Colheita mecanizada;
O controle de pragas e
Ocasionam sombreamento das partes mais baixas da planta resultando no apodrecimento de maçãs. Efeitos nas Plantas Conclusão:

A irrigação, principalmente a mecanizada, pode, em alguns casos, triplicar a produção, quando comparada à de sequeiro;

Um fator determinante na economia de trabalho, de água e de energia, em áreas irrigadas, é a determinação da época de supressão das irrigações de forma a não comprometer o rendimento nem a qualidade da fibra do algodoeiro;


Adicionalmente, promove o amadurecimento fisiológico precoce das plantas e antecipa a queda das folhas, o que, no caso da colheita mecânica, pode dispensar o uso de desfolhantes. Mais de 60% do cultivo do algodoeiro no mundo é em regime de irrigação. Isto porque, embora o algodoeiro seja considerado uma planta resistente à seca, às vezes, sua exploração só sob regime de sequeiro, não se tem mostrado compensadora, haja vista a ocorrência de veranicos durante o seu ciclo fenológico, quando a umidade no solo não é suficiente para atender às necessidades hídricas da planta, refletindo-se em baixa produtividade.
No Brasil, a cotonicultura irrigada começa a ganhar espaço, porque, além de garantir a estabilidade da produção, ainda possibilita ganhos excepcionais de produtividade, se comparados com os da agricultura de sequeiro. Manejo da irrigação: Práticas Culturais Cuidado: Controle de invasoras: Problemas: Controle de invasoras: Problemas: Controle de invasoras: Estratégia: Controle de invasoras: Controle de invasoras:
Vários produtos registrados:
Pré-Emergência
Pós-Emergência

Alachlor, Alachlor+Trifluralin, Amônio;
Glufosinato, Clethodim, Clomazone,
Cyanazine, Diuron, Diuron + MSMA, Diuron +
Paraquat, Fluazifop;
P- Butil, Linuron, MSMA, Norflurazon, Oxadiazon, Oxyfluorfen, Paraquat, Pendimethalin, Propaquizafop, Pyrithiiobac;
Sodium, Sethoxidin e Trifluralin. Controle de invasoras: Controle de invasoras: Práticas Culturais COLORIDOS Para a produção na Região Nordeste: BRS Rubi, BRS Safira, BRS Verde e BRS Topázio.

A principal vantagem:
fato de serem mais valorizadas no mercado;

além de reduzirem os custos da indústria e

serem ecologicamente corretas, uma vez que dispensam as fases de preparo para tingimento, o que requer a utilização de produtos químicos. Isso reduz o consumo de água e energia, bem como a quantidade de efluentes a serem tratados. Cultivares: FIBRA BRANCA (SAFRA 2010/2011):


cultivares de algodão de fibra branca da EMBRAPA BRS 269 – Buriti e BRS 293, dentre muitos outros

Regiões de Cerrado – abrangendo os Estados de Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rondônia, Maranhão e Piauí Cultivares: Características de uma boa cultivar:
Produtividade elevada (200 a 300 arrobas/ha).
Alto rendimento de fibras (38 a 41%).
Ciclo normal a longo (150 a 180 dias de ciclo).
Maturidade acima de 82%.
Teor de fibras curtas inferior a 7%.
Comprimento de fibras acima de 28,5 mm. Cultivares: Centro-Sul: DEZ a JAN
Nordeste: JAN a MAR Plantio Adubação:
Seguir as recomendações da análise de solos;
Parcelada:
plantio (1/3)
em coberturas – (1/3 dos 25 aos 30 dias e 1/3 aos 45 dias pós emergência).
Obs: no plantio deve ser colocada a 5cm de profundidade e ao lado da semente; já na adubação de cobertura é aplicada a uma distância de 15 a 25cm da planta e incorporada ao solo (cultivador).
O superfosfato simples e sulfato de amônio ou potássio suprem as necessidades de enxofre. Preparo do solo: Adubação:
N - deve ser fornecido ao algodoeiro na ocasião do plantio e fracionado (2-3 vezes) em cobertura até 40 dias após emergência.
P- a planta requer grandemente o fósforo entre 30 e 50 dias,
K- entre 30 e 50 dias e em torno de 90 dias,
Mg -a partir de 35 dias,
S - em torno de 50 dias e 80 dias após a emergência. Preparo do solo: Calagem (correção do solo):
Antecedência ao plantio (120 dias) deve-se retirar amostras de solo da área de plantio, enviar para laboratório de solos para obtenção de resultados de análise e recomendações para aplicação de corretivos de solo (calcários, outros) e adubos em geral.
Havendo necessidade de uso de calcário aplicar:
1) metade da dose antes da aração e
2) a segunda metade antes da 1ª gradagem.
Teor de magnésio acima de 1,0 meq./100cm3 não há necessidade de usar calcários magnesianos ou dolomíticos; Preparo do solo: Deve-se evitar ao máximo o uso da grade aradora pesada na movimentação do solo; deve-se optar pelo uso inicial da grade leve (para triturar ervas/restos de cultura) e seguido de aração (preferentemente com arado de aiveca).

Essa ação visa conservar o solo, permitir maior infiltração de água no solo e facilitar o controle de ervas daninhas. Uma ou duas gradagens podem se seguir ( a 2ª próximo ao plantio).

A movimentação do solo deve ser feita quando os torrões quebrem-se com facilidade quando apertados entre os dedos. Preparo do solo: Destruição da Soca
Recomenda-se a utilização de grades leves (até 2 gradagens) e incorporação com arado (preferencialmente “aiveca”).


Portaria da Ministério da Agricultura (n.º 75 de 16 de junho de 1993, n.º 77 de 23 de junho de 1993 e n.º 116 de 16 de junho de 1994). Preparo do solo: Colheita Mecanizada Colheita Manual
Eliminação total da “soca”.


Restos da planta colhida, o mais rapidamente possível, por incorporação ou quimicamente. Preparo do solo: Época de Plantio e Colheita Fenologia Condições Edáficas Planta de Clima Tropical;

Exige:
muito calor,
muita luminosidade e
umidade regular no solo Zoneamento Agroclimático Cultivares diferenciam-se quanto ao:

- Tamanho da fibra:

- Curta, média e longa.

- Ciclo:

- Curto (120-150 dias) ou ciclo
longo (150-180 dias).

- Porte:

- Alto ou baixo. Botânica: Características comerciais da fibra:

- Comprimento.

- Finura.

- Maturidade.

- Resistência. Botânica: Sementes Botânica: Frutos:

- “Maçãs“, quando verdes.

- “Capulhos“, após a abertura.

- Cápsulas de deiscência (abertura)
longitudinal.

- 3 a 5 lojas cada uma, encerrando 6
a 10 sementes. Botânica: Flores:

- Hermafroditas.

- Axilares.

- Isoladas ou não.

- Cor creme nas recém-abertas (que
passam a rósea e purpúreo).

- Com ou sem mancha purpúrea na
base interna.

- Abertura: a cada 3-6 dias. Botânica:
Folhas:

- Pecioladas.

- Cordiformes.

- Consistência coriácea ou não.

- Inteiras ou recortadas (3 a 9
lóbulos). Botânica:
Característica da planta:

- Ereta, anual ou perene.

- Raiz principal cônica, pivotante, profunda e com pequeno número de raízes secundárias grossas e superficiais. Botânica:
Família:

- Malvaceae.

Nome cientifico:

- Gossypium hirsutum L. Botânica:
Aproveitamento:

-Fibra (35% do peso da produção).

- Caroço (65%).

- O caroço (semente):

- Rico em óleo (18-25%).

- 20-25% de proteína bruta.

- O óleo é refinado e destinado à
alimentação humana e fabricação de margarina e
sabões. Uso do algodoeiro: Preços atrativos;
Perspectiva de aumento em 45,3% da área plantada;
Área plantada de 378,8 mil ha;
Produção de 1.835 mil ton de Pluma;
Produtividade média 1.511Kg/ha, ou seja, 5,7% superior a 2009/2010. Safra 2010/2011
- 81 países cultivam o algodoeiro,
economicamente liderados pela China, E.U.A. e
Índia.

- No Brasil, estima-se que a demanda
aumentará das atuais 900 mil toneladas/ano para
1.200 mil toneladas/ano.

- US$25 bilhões/ano investidos na cadeia.

- 4% do PIB nacional e 13,5% do PIB
industrial. Importância: Algodão no Brasil:
- Principais regiões produtoras:

- Centro-Oeste (74,47%).

- Sudoeste (10,96%).

- Nordeste (10,92%).

- Sul (3,65%). Algodão no mundo: http://www.abrapa.com.br/estatisticas.asp#conab - Produção de algodão em pluma

Maiores produtores :
China,
Estados Unidos,
Índia
Brasil. Algodão no mundo: - O algodoeiro é conhecido desde 8 mil anos A. C..

- A Índia é tida como centro de origem do algodoeiro.

- Indígenas transformavam o algodão em fios e tecidos na época do descobrimento do Brasil. Um pouco de história R8 – Maturidade plena: Planta com 2/3 de desfolha contendo 60%a 70% de capulhos. Colheita viável desde que a umidade nas fibras esteja por volta de 12% a 15%. R5 – Primeira maçã cheia: Primeira maçã na primeira posição do 1º RF, iniciando a pigmentação (antocianina), consistente ao tato, aquosa, com sementes e fibras imaturas (alongamento das fibras). R6 – Final do florescimento efetivo e frutificação plena: Fertilização da última flor economicamente viável, isto é, que origine um capulho possível de ser colhido. R7 – Primeiro capulho: Final da frutificação e maturidade fisiológica. Primeiro capulho na primeira posição do 1º RF. Translocação intensa devido à carga pendente. Acentuada queda de folhas a partir do baixeiro da planta. Final da deposição de celulose nas fibras, maturação das sementes e desidratação das maçãs cheias, consistentes e pigmentadas. Beneficiamento
Para que as máquinas de beneficiamento operem com maior eficiência e para obter fibra e semente de boa qualidade é recomendado que o algodão em caroço, ao entrar na usina, apresente as seguintes características:

Umidade do algodão em torno de 7% (6,5 a 8%)....
Sem excesso de impurezas (detritos da cultura, brácteas, barbantes, penas de aves, amarrios, arames, terra)...
Isenção de pragas e doenças
Grau de maturidade ideal (verificado em laboratório) Operações Prévias a Colheita Mecanizada: Fatores Extrínsecos

2)Na fase de beneficiamento

Depende do grau de:
manchas de tinta e
restos de sementes

Consequências:

elevam o custo de produção das indústrias, (necessidade de se fazer várias “catagens” dos contaminantes)

depreciam o produto final (O TECIDO), que fica com diversas falhas, dificultando a sua comercialização no Brasil e no exterior. Estratégias Para o MIP MIP !!!!!! Doença causada pelo fungo Colletotrichum gossypii Southi worth, ocorre em todas as regiões produtoras.

Ataca todas as partes da planta podendo aparecer nos cotilédones e caule das plantulas recém – emergidas que podem morrer.

A doença aparece nos cotilédones sob forma de pequenas lesões que servem de foco da doença para estádios mais avançados do desenvolvimento do algodoeiro. Doença dos vasos do algodoeiro causada pelo fungo Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides, A. S. Costa.


Tem importância econômica podendo ocasionar redução em 80% da produção (segundo a cultivar, época do plantio, susceptibilidade da planta).


Temperatura elevada e chuvas intensas são favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Principais Doenças Pragas Secundárias Botões e Maçãs
Hábito noturno
Trichogramma Mede-palmo
Desfolha
Trichogramma Pré-safra
1,30m do solo
300m
Ferormônio “grandlure”
Inseticida Coleoptero, de coloração cinzenta ou castanha, com mandíbulas afiadas utilizadas para perfurar o botão floral e a maçã dos algodoeiros. 

O inseto se alimenta da estrutura reprodutiva das plantas e o botão atacado cai, prejudicando a produtividade e a qualidade da fibra.

É a principal praga do algodão.  

Originado na América Central, chegou ao Brasil em 1983, causando prejuízos nas plantações de algodão do Nordeste, de onde começou a se espalhar para outras regiões do País.

A entrada da praga na lavoura pode ser constatada através do monitoramento com armadilhas.

O ideal é que o controle seja feito ao sinal das primeiras infestações. Fitossanidade Algumas Estratégias
REGULAM:
- Crescimento, desfolhação e maturação. Aplicação de fitorreguladores: Práticas Culturais Importante: as necessidades hídricas da cultura variam com os estádios fenológicos:
mínima, no estádio inicial, após a emergência,
e máxima, entre a floração e a frutificação;
se houver déficit hídrico neste estádio de desenvolvimento, poderá ocorrer redução de produtividade de até 50%.

Um amplo suprimento hídrico pode resultar num crescimento vegetativo rápido, enquanto a insuficiência de água retardará ou deterá o crescimento;

Um suprimento adequado de água, em equilíbrio com os demais fatores de produção, estimula tanto o crescimento dos ramos vegetativos como o dos ramos frutíferos, resultando em elevadas produtividades.

O potencial de rendimento do algodoeiro submetido a um manejo de irrigação racional é superior a 3.000 kg de algodão em caroço/ha. Mais de 60% do cultivo do algodoeiro no mundo é em regime de irrigação. Isto porque, embora o algodoeiro seja considerado uma planta resistente à seca, às vezes, sua exploração só sob regime de sequeiro, não se tem mostrado compensadora, haja vista a ocorrência de veranicos durante o seu ciclo fenológico, quando a umidade no solo não é suficiente para atender às necessidades hídricas da planta, refletindo-se em baixa produtividade.
No Brasil, a cotonicultura irrigada começa a ganhar espaço, porque, além de garantir a estabilidade da produção, ainda possibilita ganhos excepcionais de produtividade, se comparados com os da agricultura de sequeiro. Manejo da irrigação: Práticas Culturais
Os principais métodos utilizados na irrigação do algodoeiro são:
irrigação por superfície;
irrigação por aspersão;
a irrigação localizada está em fase de expansão.


Em média, a quantidade de água necessária para atender o algodoeiro é de 700 mm a 1300 mm.

No semi-árido do Nordeste brasileiro, o consumo de água pelas plantas para cultivares, desenvolvidas pela EMBRAPA ALGODÃO, de ciclo curto (100-120 dias) e médio (130-150 dias) varia de cerca de 450 mm a 700 mm. Mais de 60% do cultivo do algodoeiro no mundo é em regime de irrigação. Isto porque, embora o algodoeiro seja considerado uma planta resistente à seca, às vezes, sua exploração só sob regime de sequeiro, não se tem mostrado compensadora, haja vista a ocorrência de veranicos durante o seu ciclo fenológico, quando a umidade no solo não é suficiente para atender às necessidades hídricas da planta, refletindo-se em baixa produtividade.
No Brasil, a cotonicultura irrigada começa a ganhar espaço, porque, além de garantir a estabilidade da produção, ainda possibilita ganhos excepcionais de produtividade, se comparados com os da agricultura de sequeiro. Manejo da irrigação: Práticas Culturais Mais de 60% do cultivo do algodoeiro no mundo é em regime de irrigação.

Embora considerado uma planta resistente à seca, sua exploração só sob regime de sequeiro, não se tem mostrado compensadora,, refletindo-se em baixa produtividade.

No Brasil, a cotonicultura irrigada começa a ganhar espaço, porque, além de garantir a estabilidade da produção, ainda possibilita ganhos excepcionais de produtividade, se comparados com os da agricultura de sequeiro. Manejo da irrigação: Práticas Culturais Controle de plantas invasoras:
- Período crítico de competição:
dos 15 aos 56 DAE Práticas Culturais População de plantas:
200.000 a 320.000 plt/ha.

Espaçamento:
0,75 m entre linhas.
(Colhedoras!)

Profundidade:
5 a 6 cm. Semeadura Destruição da Soca Capulho: Maçã : Botânica: Coloração da flor: Botânica:
Caule:

- Herbáceo ou lenhoso.

- Altura variável.

- Ramos vegetativos:

4 a 5, na parte de inferior.

- Ramos frutíferos:
variável, na parte superior. Botânica: Exportações Brasileiras
- Maiores produtores nacionais (2005):

- Mato Grosso (54,36%).

- Goiás (13,17%).

- São Paulo (6,97%).

- Mato Grosso do Sul (6,94%).

- Minas Gerais (3,99%).

- Paraná (3,65%).

- Maior produtividade:
- Mato Grosso (2.471kg/ha). Algodão no Brasil: Prof. João Araujo
UFRRJ Cultivo do Algodoeiro Estratégias Para o MIP Murcha e queda de Botões
Fibras e sementes danificadas
Trichogramma 3 a 7mm Principais Pragas
Reguladores de Crescimento Efeitos nas Plantas Controle de invasoras: Bicudo-do-algodoeiro
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