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O Papel das Emoções no Processo de Aprendizagem

O Papel das Emoções no Processo de Aprendizagem
by

Rubina Fernandes

on 11 June 2010

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Rubem Alves (2004)
As Emoções “Homens e mulheres, sem excepção, de todas as idades, culturas, graus de instrução e de todos os níveis económicos, têm emoções (…)”.
(Damásio, 2004)
«Quando ignoramos as componentes emocionais de qualquer disciplina que ensinamos, estamos a privar os alunos da importância do significado pessoal delas» (p.142)
(Jensen 2002) A Motivação A popularidade do behaviorismo nos anos 50 e 60 inspirou uma geração de educadores a encararem as recompensas como uma estratégia de ensino.

(Sprinthall & Sprinthall, 1999)
Como Motivar? Motivar as crianças para a escola passa por educá-las, em primeiro lugar, na vida diária: higiene pessoal, gestão do tempo, organização do material, empenho nas actividades de lazer, entre outras actividades do dia-a-dia.
(Balancho & Coelho, 2001)
A Auto-imagem infantil O êxito na formação de uma criança depende muito da contribuição positiva dos pais, desde os primeiros meses e anos de vida, para a construção de uma auto-imagem positiva.
(Feytosa & Silva,1997)
Auto-estima A auto-estima determina ainda, a autonomia pessoal, possibilita uma relação social positiva e garante a projecção futura da pessoa.

Alcántara (1991) Ajudar a desenvolver a auto-estima «Jamais sugira que o amor que sente pelo seu filho está relacionado com os talentos dele…A confiança desenvolve-se em casas onde há muito amor e afecto. O amor, a segurança e a aceitação são o âmago da vida familiar.»
«Quando o seu filho estiver demasiado desanimado, deixe-o dizer o que sente, mas tente animá-lo. Recorde-lhe algumas proezas anteriores…Incentive-o a divertir-se fazendo aquilo de que gosta, mesmo que não o faça muito bem.»
«Canadian Mental Health Association», referenciado por Bennett & Pitman (2000) O Papel das Emoções no Processo de Aprendizagem Rubina Fernandes Referências Bibliográficas
Alves, R. (2004). Gaiolas ou Asas – A Arte do Voo ou a busca da Alegria de Aprender. Porto: Edições ASA
Balancho, M. & Coelho, F. (2001). Motivar os alunos – criatividade na relação pedagógica: conceitos e prática. Lisboa: Texto Editora
Bennett, H. & Pitman, T. (2000). A Idade Pré-Escolar. Lisboa: Temas e Debates
Damásio, A (2004). O Sentimento de si, a Emoção e a Neurobiologia da Consciência. Mem Martins: Publicações Europa-América
Feytosa, A. & Silva, E. (1997). Aprender o Desenvolvimento da Inteligência. (vol.5). Lisboa: Marina Editores
Jensen, E. (2002). O cérebro, a bioquímica e as aprendizagens – Um guia para pais e educadores. Porto: Grafiasa
Sedó, E. & Valls-Llobet, C. (2008). Emoções, comportamento e inteligência – prevenir os conflitos na escola. Rio de Mouro: Círculo de Leitores
Sprinthall, N. & Sprinthall, R. (1999). Psicologia Educacional – Uma abordagem desenvolvimentista. Amadora: McGraw-Hill
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