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Building Theories from Case Study Research

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by

Patrícia Bernardo

on 11 December 2013

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Transcript of Building Theories from Case Study Research

Building Theories from Case
Study Research

Apresentação do artigo
Casos “geradores de teoria” é um dos tipos de estudo de caso na área de estudos organizacionais, de acordo com a classificação de Stablein (2001).

A construção de teorias por meio de um estudo de caso
Conexão com a realidade (importante para pesquisas organizacionais),
Falta de clareza quanto ao processo de construção.

Objetivo: descrever o processo de construção desta pesquisa.
Apresentação de um roteiro,
“Análise” deste tipo de pesquisa.
Fraquezas deste tipo de estudo de caso
O uso intensivo de evidências pode produzir teorias excessivamente complexas,

Pode resultar em teorias muito limitadas que impossibilitem a sua aplicação posteriormente.
Quando utilizar este tipo de pesquisa?
Quando a construção de teoria não depende de literatura ou evidência anterior,
As pesquisas relacionadas ao tema ou campo ainda estão na fase inicial.

Quando há necessidade de novas perspectivas sobre um tema,
As existentes não conseguem explicar determinado fenômeno.

Como avaliar estas pesquisas?
Não há diretrizes para a avaliação, mas critérios:
Gerou uma teoria sensata, testável e logicamente coerente,
Há informações claras e suficientes sobre os procedimentos de coleta e análise dos dados,
Resulta em novos insights.

Com base no relatório que o leitor fará sua própria avaliação quanto a validade da pesquisa.
KATHLEEN M. EISENHARDT
Avaliação do trabalho
Possui semelhanças com outros trabalho já realizados por ter tomado os mesmos como base.

Diferenças:
Está focado na construção de teoria a partir de casos,
O processo descrito traz novas ideias, e a sua forma de explicação,
Uma visão positivista, em busca de um processo que direcione o desenvolvimento de hipóteses testáveis e teorias que possam ser generalizáveis (contraste com outros trabalhos).
Tabela 1 - Processo de construção de teoria a partir de estudo de caso
Os primeiros passos
Definição da questão de pesquisa.

Necessidade de foco,

Evita na escolha dos caminhos e coleta de dados desnecessários,

Ampla depois vai ficando mais específica,

Permite maior precisão na construção da teoria,

São tentativas que podem ser alteradas,

O propósito não é testar hipóteses/teorias, mas a construção,

Buscar referências na literatura existente e especificação de variáveis,
Sem a preocupação de correlacionar.
Seleção
Delimitação da população:
“Controle” das variações,
Limites para a “generalização”,
Validade externa.

Amostragem teórica e não estatística:
Devido ao próprio objetivo deste tipo de pesquisa,
Replicar, ampliar, explorar, fornecer novos exemplos.

Concentração dos esforços no que será realmente útil para a pesquisa.
Instrumentos e protocolos
Combinação de vários métodos de coleta de dados;
Fortalecimento da fundamentação,
Evita falsas impressões (tendências),
Diferentes perspectivas.

Vários investigadores;
Potencial criativo e confiança nos resultados,
Táticas: por atividades ou equipes.

Indo a campo
À medida que se coletam os dados há, também, um análise prévia.

“Diário de campo”
Necessidade de realizar anotações durante este período.

Há liberdade de se fazer ajustes no decorrer da pesquisa, de acordo com as necessidades;
Nas questões a serem observadas,
Nas fontes utilizadas.

Hora de analisar
É a principal parte e a mais difícil de ser realizada.
Muitas informações,
Familiarização.

Não há um padrão único para a realização da análise.

Dados e racionalidade limitada;
Tendências (falsas conclusões).

Necessidade de observar os dados (e casos) de diferentes maneiras.
Divisão em grupos para análise conjunta,
Seleção de pares de casos,
Fontes de dados diversas sobre a mesma questão.
Por que estas observações sobre a análise?
O pesquisador necessita ir além das impressões iniciais, aprofundar-se na pesquisa.

Permite a formação de um teoria mais exata e confiável.

Promove novas descobertas.
Formação de hipóteses
Comparação com base na coleta e nas análises realizadas.
Processo de medição e verificação das relações.

Acontece durante o processo de análise.

Não há utilização de um método estatístico para sua elaboração.
Ponto crítico.

1º passo: refinar as construções:
Aprimoramento das definições,
Estrutura das evidências utilizadas.

2º passo: relacionar os construtos existentes com os elementos de cada caso:
Hipóteses analisadas de maneira particular,
Podem tanto confirmar como refutar a teoria.

Exibição integral das provas e procedimentos sobre os resultados.
Quando encerrar a pesquisa?
Quando há saturação em relação aos dados,

Falta de tempo e dinheiro,

Geralmente, quando há um número entre 4 e 10 casos,

Quando as contribuições da pesquisa são mínimas e irrelevantes.
Relacionando a literatura existente
Na comparação verifica-se
O que é semelhante,
Que contradiz,
O por quê.

Resultados conflitantes:
Apresentá-los está relacionado a questão de confiança,
Novas oportunidades de aprofundamento e ampliação.

Resultados semelhantes:
Fortalecimento da teoria (em especial, para a teoria em construção),
Ampliação da generalização,
Aprimoramento do nível conceitual

Pontos favoráveis à utilização deste tipo de estudo de caso
Possibilidade de geração de novas teorias,

Reformulação de teorias já existentes,

Como já foram testáveis várias vezes durante o seu processo, os erros em relação a testabilidade serão reduzidos,

Pode-se criar teorias que refletem a realidade
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