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Fernando Pessoa

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by

Mariana Luísa

on 28 November 2013

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Transcript of Fernando Pessoa

Cansa sentir quando se pensa
- Fernando Pessoa Ortónimo

Cansa sentir quando se pensa.
No ar da noite a madrugar
Há uma solidão imensa
Que tem por corpo o frio do ar.

Neste momento insone e triste
Em que não sei quem hei de ser,
Pesa-me o informe real que existe
Na noite antes de amanhecer.

Tudo isto me parece tudo.
E é uma noite a ter um fim
Um negro astral silêncio surdo
E não poder viver assim.

(Tudo isto me parece tudo.
Mas noite, frio, negror sem fim,
Mundo mudo, silêncio mudo -
Ah, nada é isto, nada é assim!)
Simbologia da noite na poesia de pessoa
Verificamos neste poema uma insistência significativa no campo semântico de noite e de silêncio "
noite", "antes do amanhecer", "negro astral", "silêncio mudo" "Mundo mudo"
, que simbolizam movimento noturno e silencioso, demonstando a incapacidade do sujeito poético de aceitar a sua condição humana, e a sua inquietação perante a ausência de respostas por parte da noite, como se esta fosse alguém que o conseguisse ajudar.
Caracterização do estado de espírito do sujeito poético
Tristeza
Incerteza
Solidão
Dúvida
Incapacidade de viver a vida
Confusão Interior
Cansa sentir quando se pensa.
No ar da noite a madrugar
Há uma solidão imensa
Que tem por corpo o frio do ar.

Neste momento insone e triste
Em que não sei quem hei de ser,
Pesa-me o informe real que existe
Na noite antes de amanhecer.

Tudo isto me parece tudo
.
E é uma noite a ter um fim
Um negro astral silêncio surdo
E não poder viver assim.

(Tudo isto me parece tudo.
Mas noite, frio, negror sem fim,
Mundo mudo, silêncio mudo -
Ah, nada é isto, nada é assim!
)
Cansa Sentir quando se pensa
Identificação dos Recursos Expressivos
Cansa sentir quando se pensa.
No ar da noite a madrugar
Há uma solidão imensa
Que tem por corpo o frio do ar.

Neste momento insone e triste
Em que não sei quem hei de ser,
Pesa-me o informe real que existe
Na noite antes de amanhecer.

Tudo isto me parece tudo.
E é uma noite a ter um fim
Um negro astral silêncio surdo
E não poder viver assim.

(Tudo isto me parece tudo.
Mas noite, frio, negror sem fim,
Mundo mudo, silêncio mudo -
Ah, nada é isto, nada é assim!)
Integração das temáticas do Ortónimo no Poema
Cansa sentir quando se pensa.
No ar da noite a madrugar
Há uma solidão imensa
Que tem por corpo o frio do ar.

Neste momento insone e triste
Em que não sei quem hei de ser,
Pesa-me o informe real que existe
Na noite antes de amanhecer.

Tudo isto me parece tudo.
E é uma noite a ter um fim
Um negro astral silêncio surdo
E não poder viver assim.

(Tudo isto me parece tudo.
Mas noite, frio, negror sem fim,
Mundo mudo, silêncio mudo -
Ah, nada é isto, nada é assim!)
Extrutura Externa
Cansa sentir quando se pensa.
No ar da noite a madrugar
Há uma solidão imensa
Que tem por corpo o frio do ar.

Neste momento insone e triste
Em que não sei quem hei de ser,
Pesa-me o informe real que existe
Na noite antes de amanhecer.

Tudo isto me parece tudo.
E é uma noite a ter um fim
Um negro astral silêncio surdo
E não poder viver assim.

(Tudo isto me parece tudo.
Mas noite, frio, negror sem fim,
Mundo mudo, silêncio mudo -
Ah, nada é isto, nada é assim!)
Estrutura Externa
Can
sa
sen
tir

quan
do
se

pen
sa.
a
No ar da noite a madrugar
b
Há uma solidão imensa
a
Que tem por corpo o frio do ar.
b

Neste momento insone e triste
a
Em que não sei quem hei de ser,
b
Pesa-me o informe real que existe a
Na noite antes de amanhecer.
b

Tudo isto me parece tudo.
a
E é uma noite a ter um fim
b
Um negro astral silêncio surdo
a
E não poder viver assim.
b

(Tudo isto me parece tudo.
a
Mas noite, frio, negror sem fim,
b
Mundo mudo, silêncio mudo -
a
Ah, nada é isto, nada é assim!)
b
Estrutura Interna
Cansa sentir quando se pensa.
No ar da noite a madrugar
Há uma solidão imensa
Que tem por corpo o frio do ar.

Neste momento insone e triste
Em que não sei quem hei de ser,
Pesa-me o informe real que existe
Na noite antes de amanhecer.

Tudo isto me parece tudo.
E é uma noite a ter um fim
Um negro astral silêncio surdo
E não poder viver assim.

(Tudo isto me parece tudo.
Mas noite, frio, negror sem fim,
Mundo mudo, silêncio mudo -
Ah, nada é isto, nada é assim!)
Trabalho Realizado Por:

Luísa Viegas, nº11, 12º4
Mariana Marques, nº13, 12º4
A Noite Estrelada de Vincent Van Gogh
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