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IRI - Poder (2:Elementos, Projeção, Balança e Classificação)

IBMEC Belo Horizonte
by

Vladimir Feijo

on 18 September 2014

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Transcript of IRI - Poder (2:Elementos, Projeção, Balança e Classificação)

Prof. Vladimir Pinto Coelho Feijó
vladimir.pcf@gmail.com

Introdução às
Relações Internacionais

Elementos de Poder
e Projeção de Poder

Estados Unidos
Efetivo: 1.414.000 soldados
Gasto militar anual: 329 bilhões de dólares (1.138 dólares por habitante)
Armas nucleares: sim

Rússia
Efetivo: 988.100 soldados
Gasto militar anual: 48 bilhões de dólares (333 dólares por habitante)
Armas nucleares: sim

China
Efetivo: 2.270.000 soldados
Gasto militar anual: 48 bilhões de dólares (37 dólares por habitante)
Armas nucleares: sim

Índia
Efetivo: 1.298.000 soldados
Gasto militar anual: 13 bilhões de dólares (13 dólares por habitante)
Armas nucleares: sim

Reino Unido
Efetivo: 210.400 soldados
Gasto militar anual: 35 bilhões de dólares (590 dólares por habitante)
Armas nucleares: sim
A grande maioria dos países do mundo dispõe de forças armadas. No entanto há algumas exceções:

Andorra
 - a defesa é fornecida em conjunto pela França e Espanha.
Costa Rica
 - a Constituição proíbe forças armadas, mas a Guarda Nacional tem unidades de combate.
Haiti 
- os rebeldes pedem seu restabelecimento. A polícia nacional mantém algumas unidades de combate.
Islândia
 - defesa a cargo dos EUA que mantêm, para isso, a Icelandic Defense Force.
Kiribati 
- defesa com assistência da Austrália e Nova Zelândia.
Liechtenstein
 - defesa e diplomacia a cargo da Suíça.
Mônaco
 - defesa a cargo da França.
Nauru
 - defesa a cargo da Austrália.
Palau
 - defesa a cargo dos Estados Unidos da América.
Panamá
 - A polícia nacional panamenha tem unidades de combate, com defesa garantida pelos EUA por tratado.
São Marino 
- defesa a cargo da Itália. Apesar de São Marino dispor, formalmente, de várias forças militares, elas apenas desempenham funções cerimoniais e policiais.
Vaticano
 - defesa a cargo da Itália. A Guarda Suíça, apesar de ser, formalmente, uma força militar é apenas cerimonial, agindo como uma força polícial.
Defini-se poder, na sua mais pura essência,
como capacidade ou possibilidade de agir,
de produzir efeitos.

E o que confere poder a um pais?
http://www.globalfirepower.com/ (2012)
http://www.globalfirepower.com/ (2012)
http://www.globalfirepower.com/ (2010)
Destinam-se à defesa militar do país, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer um destes, da lei e da ordem.
As forças armadas são instituições nacionais autorizados pela sua nação a usar a força, geralmente incluindo o uso de armas, em defesa do seu país (ou atacar outros países), através do combate real ou ameaça do uso da força. As Forças Armadas, muitas vezes funcionam como sociedades dentro de sociedades, por ter suas próprias comunidades militares, leis, economia, educação, medicina e outros aspectos de uma sociedade civil.
PIB (paridade poder de compra / per capita)
Para Luhmann, a sociedade é mais evoluída quanto mais complexidade estruturada ela tiver, havendo um incremento da capacidade sistêmica de criar complexidade estruturada.

O PODER É UM COMPLEXO DE ELEMENTOS que permitam confirmar seus interesses.

Assim, quanto maior a interação social, política, econômica e militar de um Estado, também maior será a capacidade de extrair elementos que lhe confiram poder.
A sociedade é composta por organizações e interações, mas não se resume à soma destas e não pode se restringir a elas. Pode ser definida como espaço em que há comunicações, sendo um conjunto abrangente de comunicações, de interações, que não estão veiculadas ao modelo de organização. A evolução social, dentro da teoria sistêmica, é a transformação do improvável, do implausível, em provável ou plausível. Esta transformação está ligada ao aumento da complexidade e, conseqüentemente, ao aumento da pressão seletiva.
Tendo por premissa que o Sistema Internacional e a própria disputa pelo poder consolida uma anarquia é preciso ter em mente que, para alcançar os objetivos traçados e manter sua segurança, as unidades em uma condição de anarquia (pessoas, corporações, Estados, etc) precisam confiar nos meois que podem gerar e extrair poder bem como nos acordos que podem cunhar para se favorecer.
Ranking do Poder Militar na América do Sul - 2009 / 2010
Ranking do Poder Militar na América do Sul - 2007 / 2008
Poder: Fator Militar
As forças armadas de uma nação constituem o conjunto das suas organizações e forças de combate e de defesa. Dependendo do país, as forças armadas podem adoptar designações oficiais alternativas como "forças de auto defesa", "forças militares" ou "exércitos". Na grande maioria dos países, as forças armadas são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, geralmente sob a autoridade directa do ministro da Defesa ou equivalente, e sob autoridade suprema do Chefe de Estado ou de Governo, dependendo do regime político.
PIB (nominal)
Poder: Fator Econômico
O peso e significancia do somatório de tudo que é produzido e comercializado constitui outro elemento indispensável às condições necessárias a vida material da sociedade.

Geralmente ligado ao chamado hard power.

A existência de uma economia ativa e pujante assegura a continuidade do crescimento, da disseminação do desenvolvimento social e tecnológico.
Poder: Fator Demográfico
A densidade populacional constitui outro elemento indispensável às condições necessárias a vida material da sociedade.

Geralmente ligado ao chamado hard power.

A própria existência de população assegura a manutenção e ocupação do território, bem como é elemento que assegura a economia ou mesmo pode dificultar a vida coletiva (fecundidade, fome, etc)
Elementos do Poder
Para Luhmann, as estruturas são limites de possibilidades de operação do sistema. São processos de redução ou limitação das operações do sistema.
As estruturas estão sempre vinculadas a condições de limitações das relações.
A estrutura orienta as pessoas, que limitam as operações entre os elementos. A estrutura nos sistemas sociais é a consciência.
Desenvolvimento Humano
Poder: Fator Natural
Também referido como elemento geográfico é predeterminado uma vez que é condição necessária e permanente da vida material da sociedade.

Geralmente ligado ao chamado hard power.

Trata-se do próprio espaço e suas características, inclusive os recursos naturais nele inseridos.
A capacidade de um estado para projetar as suas forças em uma área pode servir de uma alavanca diplomática eficaz, influindo no processo de tomada de decisão e atuando como um impedimento no comportamento de outros países.
Os ativos da projeção de poder muitas vezes podem servir a usos dualistas, como o desdobramento de militares de vários países durante a resposta humanitária ao terremoto (Tsunami) de 2004 no Ocêano Índico, e os grande terremotos no Haiti e Chile em 2010.
O Departamento de Defesa dos Estados Unidos da América, na sua publicação J1-02: o Department of Defense Dictionary of Military and Associated Terms, além disso define a projeção de poder como:

A capacidade de uma nação aplicar todos ou alguns dos seus elementos de poder nacional - político, econômico, informativo, ou militares -
rapidamente e efetivamente desdobrar e segurar forças em múltiplas posições dispersadas para responder a crises, para contribuir para intimidação, e realçar estabilidade regional.
Relatório do Departamento de Defesa (2007) sobre a situação militar dos EUA:
http://www.defense.gov/pubs/BSR_2007_Baseline.pdf

Artigo científico sobre a Projeção de Poder dos EUA: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0034-73292003000100007&script=sci_arttext
Enquanto as medidas tradicionais da projeção de poder tipicamente se concentram muito em ativos de poder (tanques, soldados, aviões, navios, etc.), a teoria que se desenvolve do termo Soft power observa que a projeção de poder não tem necessariamente que implicar o uso ativo de forças militares no combate.
Existem outros elementos que contribuem para aumentar a capacidade de influência de um Estado, sociedade e/ou nação. O elemento cultural pode servir como meio de dominação, no mínimo como influência política.
Até mesmo países com tecnologias de hard power consideráveis (como um grande exército permanente) só podem ser capazes de exercer a influência regional limitada contanto que eles necessitem efetivamente de meios para projetar o seu poder em uma escala global. Geralmente, apenas um número seleto de países é capaz de superar as dificuldades logísticas inerentes ao desdobramento e direção de uma moderna, mecanizada força militar, fazendo da projeção de poder uma necessidade de estados que aspiram à posição de grande potência.
Esta capacidade é um elemento crucial de um país nas relações internacionais.
Poderia dizer-se que qualquer estado capaz de dirigir as suas forças militares fora dos limites do seu território tivessem algum nível da capacidade de projeção de poder, mas o próprio termo é usado mais freqüentemente na referência para militares com um alcance mundial (ou pelo menos significativamente mais largo do que a área imediata de um Estado).
Projeção do Poder
A Projeção de poder (ou
Projeção de força
) é um termo usado na ciência militar e ciência política para referir-se à capacidade de um estado para implementar a política por meio da força, ou a ameaça disso, em uma área distante do seu próprio território.
Elementos de Poder
Indice de Competitividade Global
Projeção de Poder
Poder nacional é composto de vários elementos, também referidos como instrumentos ou atributos, estes podem ser agrupados em duas categorias baseadas em sua aplicabilidade e origem - "nacionais" e "social".

nacional:
Geografia
Recursos
População

social:
Econômica
Política
Militar
Psicológico
Informacional
Uma
Potência Emergente
é um país ou conjunto de países, como no caso da União Europeia, que demonstram ter potencial, seja político, econômico ou militar, para transformar-se em uma superpotência no futuro.
Vários países têm sido considerados como parte do processo de se transformar em uma superpotência em algum momento do século XXI.
Fatores culturais - Forte influência cultural, Soft power. A influência cultural contém uma filosofia desenvolvida e a ideologia.
Fatores geográficos - O território permite a um país extrair minerais e cultivar alimentos, aumentando a sua auto-suficiência. Ele é um fator importante na guerra, como ele permite possibilidades como retirada, reagrupação e reorganização, bem como a colocação de radares distantes e silos de mísseis - até um país mais rico com o mais pequeno território é mais vulnerável em um sentido militar.
O termo foi aplicado primeiramente em 1943 à União Soviética, os Estados Unidos, e o Império Britânico. Depois da Segunda Guerra Mundial, o Império Britânico foi gradualmente descentralizado e desmantelado e a URSS e os EUA foram considerados como as duas únicas superpotências, logo rivalizaram-se na Guerra Fria.

Atualmente, a crença mais comum entre o jornalismo dominante e o mundo da academia considera que só os Estados Unidos cumpre os critérios a ser considerados uma superpotência.
Potência Regional
é um termo usado no campo de relações internacionais para descrever um país com poder e influência que permite que tenha um determinado controle sobre sua região geográfica. Uma potência regional poder ser considerada como um termo permutável, todas as potências reginais são portadores de uma outra posição na hierarquia do poder. Se houver alguma grande potência ou superpotência principal em uma região, recebem status de potência regional automaticamente, mesmo que seus poder e influência espalhem-se bem além dos limites de sua região.
Este princípio do "equilíbrio do poder", uma vez formulado, tornou-se um axioma de ciência política. O princípio formou a base das coalizões contra Luís XIV e Napoleão e o motivo (ou desculpa) para a maioria das guerras européias ocorridas entre a Paz de Vestfália (1648) e o Congresso de Viena (1814), especialmente do ponto de vista britânico (inclusive, em parte, no que tange à Primeira Guerra Mundial).
O conceito de equilíbrio de poder tornou-se central às relações internacionais da Europa, em particular, após a Paz de Vestfália. O tratado de Utrecht, de 1713, menciona-o expressamente.

No princípio do século XVII, quando a ciência do direito internacional tornou-se uma disciplina jurídica nas mãos de Grócio e seus sucessores, a teoria do equilíbrio de poder foi formulada como um princípio da diplomacia.
Assim sendo ele conclui que o Estados secundários, se puderem escolher, fluem para o lado mais fraco; porque é o lado mais forte que os ameaça.
No lado mais fraco, eles são, ao mesmo tempo, mais apreciados e seguros, desde que, claro, a coligação a que se juntarem alcance força defensiva ou impeditiva suficiente para dissuadir os adversários de atacarem.
Kenneth Waltz destaca que os Estados formam balanças quer queiram ou não.
Teoricamente, a formação de balanças tem embasamento na simples necessidade de sobrevivência, porém, vez por outra, a própria estrutura do sistema é que determinará a formação ou não de balanças.
Isso quer dizer que, os Estados equilibram-se uns aos outros ou se aliam ao mais forte, de acordo com a estrutura do sistema.
A preocupação em preservar o equilíbrio de poder, embora certamente conhecida no mundo antigo, reemergiu na Europa pós-medieval entre as cidades-Estado italianas no século XV. Francesco Sforza, duque de Milão, foi o primeiro governante a adotar ativamente esta política, embora os historiadores tenham geral e incorretamente atribuído esta inovação aos soberanos Médici de Florença, cuja atuação foi divulgada pelos famosos escritores florentinos Nicolau Maquiavel e Francesco Guicciardini.
Dá-se o nome de equilíbrio de poder a uma situação, nas relações internacionais, de competição entre diversas potências nacionais, mais ou menos iguais em poder. Trata-se na verdade de um mecanismo que assegura a estabilidade do sistema internacional. O equilíbrio de poder surge quando existe uma paridade ou estabilidade entre forças competitivas. O termo expressa uma doutrina que propugna impedir um único Estado de tornar-se forte o suficiente para impor a sua vontade sobre os demais Estados.
Segundo a teoria realista das relações internacionais, um Estado, no seu relacionamento com outros atores internacionais, defronta-se com a escolha entre:
- alinhar-se com os Estados mais fortes (em inglês, bandwagoning) ou
- procurar contrabalançar o poder dos mais fortes por meio de coalizões (equilíbrio ou balance, em inglês).

Esta escolha pode ser crucial em tempo de guerra e até mesmo determinar a sobrevivência do Estado.
O estabelecimento de um planejamento estratégico envolve cinco atividades:

Definição da missão coletiva.
Análise da situação.
Formulação de objetivos.
Formulação de estratégias.
Implementação, Feedback e controle.
A partir da área militar, a estratégia passou a fazer parte nos negócios, sendo o conjunto de objetivos da empresa e a forma de alcançá-los. Muitos estrategistas econômico-comerciais, se utilizam dos conhecimentos oriundos da área militar.
Considera-se que apenas fazer o que outros fazem, mas com maior eficácia operacional, não é propriamente ter uma estratégia. Está implícito no conceito que, para ter uma estratégia, precisamos atuar de forma diferente, com inteligência e planejamento.
Sun Tzu foi o estrategista que no século IV a.C. escreveu um tratado nominado A Arte da Guerra que abordava de forma abrangente as estratégias militares. O Livro dos Cinco Anéis foi escrito em 1645 pelo samurai Miyamoto Musashi e contém as estratégias e técnicas do seu estilo, o Niten Ichi Ryu, onde estão os segredos que o tornaram imbatível por mais de 60 duelos durante toda a sua vida.Nicolau Maquiavel também escreveu uma obra chamada Dell'arte della guerra além de outras obras de suma importância ao estrategismo.
Estratégia é a definição de como recursos serão alocados para se atingir determinado objetivo. Usada originalmente na área militar, esta palavra hoje é bastante usada na área de negócios.

Na área militar, pode ser definida hoje como a ciência dos movimentos e planejamento da guerra e do domínio econômico. Através da estratégia militar foram criados os conhecidos serviços de inteligência e aprimorada a arte de guerrear.
Os critérios de uma superpotência não são claramente definidos, e podem diferenciar-se entre fontes, mas os elementos seguintes são geralmente significantes.

Fatores militares - Capacidade de projetar poder ao redor do mundo. No mundo moderno, isto necessita não só de um forte exército terréstre (que muitas nações têm), mas também aéreo - e capacidades marítimas de desdobrar e fornecer militares no auxílio de interesses nacionais, bem como suporte público.
A world map of 1945. According to William T.R. Fox, the United States (blue), the Soviet Union (red), and the British Empire (green) were superpowers.
O termo "superpotência" foi usado para descrever nações com maior posição de que uma Grande potência na década de 1930. O termo no seu significado político atual foi cunhado no livro As Superpotências, escrito por William Thornton Rickert Fox, um professor de política americano na Universidade de Columbia em 1943. Fox usou esta palavra para identificar uma nova categoria de potência capaz de ocupar a posição mais alta em um mundo no qual, os estados podem se desafiar e lutar um com outro em uma escala global.
Assim a primeira grande superpotência foi Portugal, que durante cerca de duzentos anos foi o mais rico e poderoso país do mundo, tendo o controlo naval do Atlântico e o controlo comercial de todo o mundo. Após a perda de influência do Império Português, Espanha e Holanda tiveram durante um século a supremecia mundial. No século XVIII surgiu como superpotência a França que mais tarde se batia com o Império Britânico pelo estatuto até o início do século XX.
Uma
Superpotência
é um estado com a capacidade de influir em eventos em escala mundial; é considerado um mais alto nível de potênca do que uma Grande potência.

Desde as Primeiras Grandes Civilizações que se pode falar em superpotências, Egito, Império Romano, Império Árabe.
Mas as superpotências que se fazem notar com maior relevância na sociedade atual são as que surgiram depois do século XV. Sendo que algumas delas ainda hoje existem.
Segundo este novo princípio, os Estados europeus eram vistos como uma comunidade cuja condição fundamental era a preservação de um "equilíbrio de poder", isto é, uma situação na qual a nenhum Estado individualmente deveria ser permitido predominar e ditar regras aos demais. E como todos os Estados estavam igualmente interessados nesta situação, considerava-se como um direito e um dever de todas as potências intervir, até mesmo pela força das armas, quando alguma das condições do equilíbrio era violada por um dos Estados.
Antever as mudanças, conhecer a situação atual aumenta as chances de um bom planejamento. Alguns fatores que devem ser levados em conta:

Variáveis Ambientais
Variáveis Culturais/Sociais
Variáveis Demográficas
Variáveis Econômicas
Variáveis Jurídicas/Políticas
Variáveis Psicológicas
Variáveis Tecnológicas
Em um sentido geral, estratégia é a definição dos grandes objetivos e linhas de ação estabelecidas nos planos empresariais ou governamentais.
Tática, em complemento, definiria de forma mais detalhada como atingir esses objetivos.
Entretanto, segundo Mintzberg, estratégia pode ser entendida como plano (curso pretendido) ou idéia de futuro; como padrão (comportamento ao longo do tempo) o que incorpora o oposto da idéia anterior, já que assume um olhar voltado para o passado.
Segundo o dicionário...

• sf (gr strategia) 1 Arte de conceber operações de guerra em planos de conjunto. 2 Ardil, manha,
estratagema. 3 Arte de dirigir coisas complexas.

Fonte: Dicionário UOL Michaelis
A palavra vem do grego antigo stratègós (de stratos, "exército", e "ago", "liderança" ou "comando" tendo significado inicialmente "a arte do general") e designava o comandante militar, à época de democracia ateniense.
O idioma grego apresenta diversas variações, como strategicós, ou próprio do general chefe; stratégema, ou estratagema, ardil de guerra; stratiá, ou expedição militar; stráutema, ou exército em campanha; stratégion, ou tenda do general, dentre outras.
This map shows two essential global spheres during the Cold War in 1959. Consult the legend on the map for more details.
Na anarquia, a segurança é o fim mais importante. Apenas se a sobrevivência for assegurada é que os Estados podem com segurança procurar outros objetivos como a tranquilidade, o lucro e o poder. Isso porque o poder é um meio e não um fim.
Sinteticamente, Waltz diz que o objetivo do sistema é perseguir a segurança e nem sempre o aumento do poder servirá a esse fim.
A primeira preocupação dos Estados não é maximizar o poder mas manter as suas posições no sistema.
Uma
Grande Potência
é uma nação ou o estado que, pela sua grande força econômica, política e militar, é capaz de exercer o poder por cima da diplomacia mundial. As suas opiniões são fortemente consideradas por outras nações antes de empreender uma ação diplomática ou militar.
Caracteristicamente, eles têm a capacidade de intervir militarmente quase em qualquer lugar, e eles também têm o poder suave, cultural, muitas vezes na forma de investimento econômico em porções menos desenvolvidas do mundo.
“Estratégia é a arte da dialética das vontades valendo-se da força para resolver o seu conflito”
André Beaufre
"A percepção é forte e a visão é fraca. Em estratégia, é importante ver o que está distante como se estivesse próximo e ter uma visão distanciada do que está próximo."
Miyamoto Musashi
"A estratégia é a ciência do emprego do tempo e do espaço. Sou menos ávaro com o espaço do que com o tempo. O espaço pode ser resgatado. O tempo perdido, jamais."
Napoleão Bonaparte
"A estratégia é uma economia de forças".
Karl von Clausewitz
"Estratégia sem tática é o caminho mais lento para a vitória. Tática sem estratégia é o ruído antes da derrota."
Sun Tzu
"A liderança é uma poderosa combinação de estratégia e carácter. Mas se tiver de passar sem um, que seja estratégia".
Norman Schwarzkopf
O jogo de Poder
O Poder e o Sistema Internacional
A Classificação do Poder Estatal
Atualmente, apenas os Estados Unidos cumpre os critérios para ser considerado uma superpotência. Entre os mais citados estão a China, a Índia, a União Europeia, a Rússia, e o Brasil. No entanto, esse tipo de previsão não é perfeita. Por exemplo, na década de 1980, muitos analistas políticos e econômicos previram que o Japão acabaria por aderir ao status de superpotência, devido à sua enorme PIB e um elevado crescimento económico naquela época.
(leia: http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,967823,00.html)
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