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Apresentação MTBworkgroup

Caracterização e proposta de desenvolvimento
by

Ricardo Pinto

on 14 March 2016

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Transcript of Apresentação MTBworkgroup

raízes
caraterização
Mountain Bike
Durante séculos as levadas foram construídas exclusivamente com a força de homens valentes que usavam instrumentos rudimentares. Esses rocheiros trabalhavam suspensos por cordas amarradas em troncos de árvores ou em cabeços de rocha. Metidos em cestos, esses heróicos trabalhadores perfuravam as rochas até abrir a concavidade para passar a levada.
Muitos desses percursos ancestrais em levadas e veredas são hoje utilizados por locais na prática do BTT.
poiso
fanal
prazeres
ponta do pargo
serras de machico
santo antónio
enduro e xcountry
A Noroeste da Ilha encontramos o Fanal. Serpenteado por antigas veredas e levadas que percorrem uma das mais antigas manchas da floresta Laurissilva a zona apresenta-se com um enorme potencial para o desenvolvimento de circuitos e percursos de BTT. Deve ser tido em consideração, no entanto, o caráter de maravilha natural e património da UNESCO e adaptar muito dos trilhos já existentes duma forma pouco intrusiva e com o menor impacto ambiental possível.
Património natural e cultural;
Possibilidade de criação de multiatividades;
Trilhos para todos os níveis;
Alguns dos percursos apresentam já intervenções pouco adaptadas ao uso de bicicletas
"As íngremes escadarias de poios e as levadas são as mais ricas peças do património cultural da Ilha da Madeira e a expressão viva de como foi possível a intervenção humana sem criar ruturas significativas no funcionamento dos ecossistemas." R. Quintal
Desde cedo que os velhos costumes foram sendo considerados como parte importante do Turismo na Madeira
A "Meca" do Downhill
Local de nascença do melhor atleta português da modalidade, a Ponta do Pargo apresenta também condições únicas para a sua prática. As suas serras com bastante exposição solar e relevos fluídos apresentam já notoriedade na comunidade do Downhill nacional. Respirar o mesmo ar que os Pombos e descer nas "suas" pistas de treinos, tem vindo a atrair muitos atletas nacionais.
A notoriedade do Emanuel Pombo;
Rede de pistas de "treinos" e envolvimento da comunidade local;
Fraca oferta turística;
Paisagem dilacerada pelos incêndios;
Um caso de sucesso?!...
existe grande potencial para a prática do enduro e allmountain;

proximidade com os trilhos dos prazeres, constituindo uma zona aplidada de "Sunset Hills"
!
Uns amigos, umas pás e muito suor foram moldando um trilho que fim de semana após fim de semana trazem aos Prazeres dezenas de "riders" e vão mexendo com a economia local. Neste momento existem duas linhas, a original "Pista dos Prazeres" e a "Red Line".
Partilha o mesmo início no topo da serra, zona administrada pela cooperativa de criadores, que após alguns problemas iniciais tem permitido o desenrolar das atividades.
Existem já alguns projetos que fazem passeios com locais e tentam agora organizar-se de forma a atrair turistas para Bike Holidays e escolhem a zona dos Prazeres como base da atividade.
"Yes, it's a fresh FREERIDE Magazin, distributed in Germany, Austria and Switzerland. Madeira is the spot to ride your bike!"
Rede de trilhos existentes;
O envolvimento da comunidade local;
O interesse em desenvolver a zona por parte de empresas privadas.
Muitos dos terrenos são privados e carecem de autorizações.
!
North shore Epics
No Poiso nasce uma das descidas mais conhecidas da região e aquela, que na minha opinião, é mais capaz de definir o caráter e a alma do mountain bike na Madeira, O Porto da Cruz.
O seu nome lembra-nos também o seu final, bem na Praia da Lagoa, que convida a um mergulho para relaxar os músculos.
É esta dualidade, Serra/Mar que define o seu caráter, descida longa que percorre paisagens distintas e vilarejos acabando num mergulho regado por "bejecas" e tremoços. Tem na alma os trilhos húmidos e muito técnicos que desafiam os mais experientes e os deixam, não poucas vezes, com vontade de repetir a dose.
Ribeiro Frio
Porto da Cruz
Portela
Ilha
Achada do Teixeira
Maiata
Percursos épicos com grande valor cultural;
Programas Sky to Sea;
Alguns desses percursos apresentam riscos elevados;
!
Toda a zona do Poiso, Montado do Pereiro e levada da Serra, podem formar uma zona excecional para a prática de All mountain e XCountry, bastando para isso juntar algumas peças do puzzle. Este circuito terá grande valor do ponto de vista da oferta de trilhos para todos os níveis de praticantes!
Enduro no seu melhor
Parte integrante do North Shore, da Portela ao Caniçal estende-se uma língua com trilhos secretos e paisagens de cortar a respiração.
Projeto Piloto
O Pico do Areeiro é o ponto de partida por excelência. Com estacionamento e instalações de apoio aos turistas funciona também como ex libris obrigatório.
Aos dois percursos já utilizados, marcados a vermelho, juntam-se agora mais possibilidades, ideias e novas alternativas...
Madeira
perfil
turista
São maioritariamente homens com idades compreendidas entre os 25- 45, com níveis de educação e rendimentos normalmente acima da média, solteiros e casados e a maioria sem filhos.
Quando solicitado que pontuassem de 0 a 5 os factores que influenciaram as suas escolhas, os inquiridos reponderam que a reputação e a sugestão de outros ciclistas foram os aspectos mais relevantes. A pesquisa na internet, os artigos em revistas da especialidade foram outros factores chave na escolha do destino.
O Estudo demonstrou igualmente que as viagens marcadas através de agências são raras e que a grande maioria dos turistas levaram a sua própria bicicleta. A preferência por alojamentos simples, e pequenas residências é maioritária enquanto que os alojamentos em hotéis se ficam pelos 8%.
Estudos mostraram igualmente que o turista de mountain biking possui o chamado “willingness to pay” (WTP) ou seja disponibilidade para pagar se o destino for aprazível e reconhecido mundialmente.
“willingness to pay”
(WTP)
O mountain bike representa cerca de
4% de 1.3 biliões de visitas turísticas a zonas rurais.

De uma estimativa de 11.8 milhões de pessoas que possuem bicicleta de montanha, aproximadamente
5.5 milhões são praticantes regulares da modalidade.
A Internacional Mountain Biking Association estima que 12 a 14 milhões de pessoas nos EUA pratiquem o desporto com regularidade.
IMBA
O Mountain bike é também muito popular noutros países Europeus. Na
Alemanha dos 7.2 milhões de praticantes de ciclismo
, cerca de 4 milhões são praticantes de MTB. A percentagem de praticantes na Suíça e Áustria são muito semelhantes estimando-se portanto que existam cerca de
1 milhão entusiastas
pela modalidade só nesta zona europeia.
O desporto é igualmente popular na Itália, Espanha, França, Bélgica, Holanda e na maioria dos países nórdicos.
UK
EU
Cerca de 80% dos inquiridos disseram que fizeram pelo menos uma viagem exclusivamente para praticar MTB.
Destes alguns apresentam bastante potencial turístico
+
-
+
-
+
-
+
-
12
dicas para atrair turistas de MTB
criar e promover trilhos para todos
desenvolver
pouca manutenção e impacto ecológico;
importância económica e social
um destino maduro e com boa reputação oferece trilhos capazes de porpocionar desafios ajustados a todos os níveis de praticantes
apresentar as belezas naturais
desenhar e recomendar rotas que mostrem locais de interesse histórico, cultural e natural
sinalizar bem os percursos
trail system map
sinais direcionais
sinais de aviso
Informação do nível
sinais reguladores
trilhos sustentáveis
Why, Who and What?
guia detalhado
dos percursos
perfis de elevação
tipo de terreno
nível de dificuldade técnica e fitness
descrição do percurso, meteorologia e avisos de segurança
envolver a
comunidade
mostrar que é uma atividade com grande valor económico e social e que apresenta um baixo impacto ambiental
providenciar
alojamentos para
ciclistas
os ciclistas procuram alojamentos que complementem o seu estilo de vida, gostam de estar perto dos trilhos, dum local seguro para guardar as bicicletas
fotografar os trilhos
profissionalmente
uma imagem vale mais do que mil palavras...
enviar boas reportagens fotográficas para revistas, operadores turísticos, imprensa.
happy riders on beautiful trails
publicitar outras
atividades
mountain bikers são turistas ativos que mostram interesses noutras atividades, o surf, o mergulho, hiking etc.
criar pacotes
pacotes de viagem com alojamento, alimentação, serviço de transfer e guia
hype the media
oferecer experiências a editores e jornalistas de revistas, não só da especialidade, mas dos media em geral
quantificar
sermos capazes de mostrar onde estávamos e onde chegamos é muito importante para podermos manter o apoio das entidades e comunidades locais.
+
beleza natural e paisagística
extensão e variedade dos percursos
-
percursos pouco recomendados sem guia
Requalificação ambiental de alguns percursos mal desenhados;
Oferta importante para turistas e riders locais;
Possibilidade de criar um circuito multi-atividades;
+
-
Serra despida de vegetação;
Dificuldade de criar um circuito em loop;
Miradouro da
Eira do Serrado
vista para o Curral
Fantasticable...
IMBA
que possam servir os vários elementos da equipa multidisciplinar
Plano de Gestão
Modelo que regula a utilização dos recursos naturais para a prática do BTT em espaços públicos.
Objetivo
O principal objetivo do plano deverá ser a conservação e valorização das belezas naturais, biodiversidade, e o aproveitamento destes espaços para a prática de atividades recreacionais, no caso o BTT.
Este plano deve ser simples e eficaz, para que consiga ser rápidamente implementado sem necessidade de recursos adicionais significativos.
Estrutura Organizativa
O plano de gestão envolverá diversas organizações e grupos de pessoas.
A SRA através da sua DRF e PNM são as autoridades gestoras dos espaços públicos florestais e parques naturais, e portanto cabe a ela (SRA), a aprovação dos planos de desenvolvimento em avaliação.

Têm a seu cargo a responsabilidade de preservar a integridade ambiental das áreas naturais públicas e deste modo podem establecer regras e regulamentos sobre todas as atividades desenvolvidas dentro dos seus domínios.
A. Trilhos de BTT da Madeira
SRA
Apresentar pareceres e soluções técnicas para a correta conceção e construção dos trilhos;

Desenvolver estratégias e projetos que permitam concretizar a sinalização, requalificação, construção e manutenção da rede de trilhos de BTT nas ilhas da Madeira e Porto Santo.
Ações e Objetivos
Terão lugar duas reuniões anuais, entre a ATBM e a SRA por forma a discutir a implementação do plano e avaliar os indicadores de performance chave definidos neste plano.
Erosão
Prevenir a erosão é um objetivo chave na utilização de bicicletas nos trilhos. O grupo de trabalho e a SRA devem definir procedimentos muito claros para a abertura de novos trilhos, requalificação ou encerramento de trilhos existentes, e na prevenção do aparecimento de "atalhos" ou trilhos ilegais.

A ATBM fica responsável por monotorizar os trilhos e apresentar um sumário a cada reunião sobre o estado dos percursos, ações necessárias e propostas de novos trilhos.

A SRA colabora, se solicitada, na manutenção dos trilhos recorrendo-se dos recursos humanos e materiais que possuí.
Disturbios nos Habitats
O impacto da utilização dos trilhos por ciclistas na vegetação será muito reduzido se, os utilizadores seguirem as normas e não sairem da rota definida.
Ações de reflorestação poderão complementar a construção e requalificação dos trilhos.
Indicadores:
Animais e seus habitats naturais não poderão ser danificados ou perturbados, o planeamento dos trilhos terá este aspeto em consideração. Nenhum trilho será autorizado se passar por zonas sensíveis.
Novos Trilhos
Os seguintes passos são necessários para a abertura de nova rota.
A ATBM vai ao local e avalia em detalhe, tendo em consideração uma variedade de critérios, tais como a sua adequação, conflitos, erosão.
A proposta será então remetida para a SRA e apresentada na reunião seguinte.
A SRA, se achar necessário, conduzirá um estudo de impacto ambiental e aprovará ou rejeitará conforme o resultado dos pontos anteriores.
O projeto será apresentado e posto a discussão pública.
O processo de construção será conduzido e/ou seguido pela ATBM, por forma a cumprir os requisitos dum trilho sustentável e correto seguimento do plano elaborado.
Qualquer pessoa ou organização pode propor uma nova rota à ATBM. Essa proposta terá de ser acompanhada por uma descrição escrita, localização e um sketch do percurso. E deve responder às sequintes questões:
Onde?
Para quem?
Quanto vai custar?
Quem vai pagar?
Quanto tempo vai demorar a construir?
Quem vai construir?
Impacto Social
Perceção
Causa
O BTT causa impactos inaceitáveis no ambiente
Trail design incorreto
Demasiado tráfego
Más práticas dos utilizadores
Pouca manutenção dos trilhos
Erosão causada por outros grupos
Erosão causada pela água
Os praticantes e outros utilizadores correm riscos de quedas e colisões.
Velocidades elevadas
Utilizador de risco elevado
Utilizador com pouca perícia
Curvas cegas e descidas
Falha no alerta entre o ciclista e outros utilizadores
Os ciclistas têm objetivos imcompatíveis com outros grupos.
Disturbio da vida selvagem
Intrusão nas atividades de outros grupos
Intimidação
Falta de etiqueta e boa conduta
Trilhos com multi utilizadores incompatíveis.
Conflitos Sociais
Avaliar a existência de conflitos com outros grupos de utilizadores.
Apresentar soluções para percursos que sejam utilizados por diferentes atividades.
Inventário
Determina o número, a localização o tipo e parametros biofísicos dos trilhos (tipo de solo, vegetação, clima predominante)
Avaliar
Determinar o estado inicial do trilho e avaliar a sua sustentabilidade para a utilização por ciclistas.
Trilho estável e sustentável
Trilho requer intervenção
Trilho não sustentável
Alterar o trilho
Encerrar trilho
Avaliar a condição do trilho periódicamente
Análise dos resultados
Determinar ações a tomar
Proposta
Este plano têm como base um contrato social entre as partes onde competências deveres e atribuições estão definidas e acordadas.
Compromisso da SRA em sinalizar, promover e conservar os trilhos;
Compromisso da ATBM em adoptar e implementar as regras de construção de trilhos sustentáveis;
Compromisso dos ciclistas em obdecer a um código de conduta;
Compromisso dos ciclistas para não abrirem novas rotas clandestinas;
Compromisso da ATBM em formar recursos humanos nas áreas da Construção de trilhos e Bike patrol.
Trilhos Legais
O que são?
(Schuett 1997)
DRF
"Numa perspectiva futura, o ordenamento florestal deverá permitir conciliar as funções de produção com as de protecção ambiental e de usufruto lúdico e atender à existência das actividades económicas inseridas no espaço florestal. Além disso, constitui também um importante recurso económico, enquanto elemento integrante da paisagem, essencial para a sustentação da principal actividade económica da Região —
O turismo
."
Decreto Legislativo Regional n.º 35/2008/M
Artigo 4.º
Exercício de actividades
Dependem de prévia autorização da DRF
a) A realização no espaço florestal de quaisquer actividades lúdico-desportivas (...)
b) A circulação de veículos de qualquer natureza no espaço florestal.
Não carecem da autorização
As actividades realizadas nos terrenos florestais devidamente licenciados para aquele fim, a explorar por entidades públicas ou privadas.
A circulação de veículos no espaço florestal quando, em locais concretamente definidos, for admitida a sua circulação através de sinalização adequada colocada nesses locais.
SRA
É missão da SRA definir e coordenar a política regional nos domínios do ambiente, água, saneamento básico, florestas, parque natural, pescas, agro-pecuária, vinho e artesanato.
Ambiental
Social
Económico
Sustentável?
Se as pessoas visitarem e disfrutarem os trilhos, vão apoiar a preservação da

natureza e a manutenção dos espaços naturais.
Um trilho sustentável requer, ao longo do tempo de, muito pouca manutenção.
É fator de desenvolvimento económico de espaços naturais.
Tem muito pouco impacto ambiental, resiste à erosão através dum correto design, contrução e manutenção. Integra-se com a paisagem envolvente.
Um trilho sustentável representa o equilíbrio entre vários elementos.
Um trilho sustentável deve também seduzir e servir a variedade de praticantes, apresentando-se como uma mais valia em termos de ofertas de lazer.
É desenhado para proporcionar aos seus utilizadores desafios, experiências agradáveis e ir ao encontro das suas expectativas.
Numa fase inicial, apresentará um inventário detalhado dos trilhos utilizados atualmente na prática do BTT e sua importância relativa à SRA.
Este grupo de trabalho deverá ser multidisciplinar e representativo dividindo-se em dois objetivos:
IMBA
5 regras para a construção de um trilho sustentável:
International Mountain Bike Association
(2004)
1
2
3
4
5
Half Rule
O desnivel do trilho não deve exceder metade do declive da encosta
10% average
Geralmente um trilho é mais sustentável se a média do seu desnivel não ultrapassar os 10%
Maximum grade
Em condições normais este desnível não deve ultrapassar os 15 a 20%, mas o valor varia de acordo com fatores físicos e climáticos. Terreno rochoso ou "rock gardens" sustentam maiores desníveis. O trafego e tipo de utilização intreferem também nestes valores.
Grade reversal
Elevações e pequenas subidas devem surgir em locais onde a água se acumula (figura)
Outslope
A berma exterior do trilhos deve estar mais baixa (5%) em relação à interior (figura)
By offering an attractive environment for recreational activities, forests may seduce people with a sedentary life style to become more active during their leisure time. Activities such as recreational walking and cycling already have a positive effect on health. It has been shown that more green space within the living environment leads to people visiting natural environments more often Tyrvainen et al., 2005
"how will new trails benefict our community?
In a variety of ways and quite a lot."
IMBA 2004
Um sistema de trilhos bem concebido tem o potencial de trazer turistas, valoriza os espaços naturais e tem reflexos diretos nas ecónomias rurais.

(ATBM)
Reconhecimento!
Legislação razoável!
Faltam os "locais concretamente definidos"!
é
x
Linha do Paulo Sousa
Os Malucos das Bicicletas!
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