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Nutrição Esportiva: mais do que apenas calorias

Curso ministrado no 9º FÓRUM DE DEBATES CIENTÍFICO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA PARAÍBA - FCM/PB
by

Caio Oliveira

on 4 December 2013

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Nutrição Esportiva: mais do que apenas calorias Caio Victor Coutinho de Oliveira
Nutricionista (UFPB)
Pós-graduando em Nutrição Esportiva - Gama Filho
Msd em Ciências da Nutrição (UFPB)
Nutricionista do Treze Futebol Clube (2011-2012)
Nutricionista da equipe de rugby Rugby Garous
Nutricionista da PM Sossego
Nutricionista Esportivo Avaliar o estado nutricional do atleta; Objetivos específicos da Nutrição Esportiva - Balancear os cardápios voltados aos objetivos dos treinos; - Orientar a suplementação nutricional em cada fase de treino; - Contribuir com processos anabólicos imediatamente após os treinos; Promover a boa alimentação nos locais envolvidos para os atletas; - Educar e ensinar nutrição com o intuito de promover mudança comportamental. - Individualizar dietas e orientações nutricionais; Aspectos Nutricionais Carboidratos 55 a 65% do VET 5 a 7g de cho/kg/dia (atividades moderadas) 8 a 10g de cho/kg/dia (atividades intensas) Refeição pré-competição Depleção das reservas de CHO após 8-12h de jejum 1 a 2g +0,15-0,20g PTN/kg/3h antes da competição Garantir quantidade adequada de CHO e ótima hidratação Preparação do alimento (respeitar as características individuais do TGI Em média 3h antes do evento Se impossível esperar: Refeição pobres em fibras e ricas em CHO Preparação de consistência leve ou líquida Suficiente na quantidade de líquidos para manter hidratação Pobre em gordura e fibras Ricas em CHO (manter glicemia, maximizar estoques de glicogênio) Moderada na quantidade de PTN Durante exercício Após 60': 30 a 60h por hora de exercício a cada 10-15 min com solução a 6% Importante: hidratação Fontes: glicose, sacarose, maltodextrina É visto nas academias? Exercício prolongado: Estoques de Glicogênio Glicogênio Hepático: rápido reabastecimento Glicogênio Muscular: até 20h Intensidade Participação dos CHO Ausência de CHO Catabolismo Proteico Exercício Prolongado Déficit Nutricional Durante exercício Útil para manutenção da glicemia Efeitos metabólicos: Fadiga Central Hipoglicemia Cognição Bochecho com CHO Oxidação de CHO (economia de glicogênio) Redução da imunosupressão Após exercício 0,7 a 1,5g de CHO/kg peso para ressíntese de Glicogênio CHO simples preferencialmente Adição de PTN? Adição de Cr contribui para melhorar efeito do CHO + PTN pós-treino Lipídeos Deve corresponder a cerca de 30% do VCT LIPÍDIOS - TRIGLICERÍDEOS ÁCIDOS GRAXOS OXIDAÇÃO - Remoção de elétrons Transporte de e- na Cadeia respiratória DEMANDA POR ATP é aumentada dezenas de Vezes Sistemas de Recuperação Contínua de ATP ATP-CP, Glicólise e Fosforilação Oxidativa AG podem ter efeito POUPADOR de Glicogênio Armazenados no Tecido Adiposo; Músculo

Esquelético e Plasma Total de energia estocada é 60 vezes maior

que o glicogênio ESTOQUES ENERGÉTICOS LIPÍDEOS GLICOGÊNIO 81000 kcal 259 horas de caminhada 67 horas de corrida Armazenamento Ilimitado TAD - TGIM 1400 kcal 4,8 horas de caminhada 1,2 horas de corrida Armazenamento Limitado Fígado – Músculo MOBILIZAÇÃO DOS ÁCIDOS GRAXOS Lipólise TAP Capacidade de Transporte Capacidade de Captação Controlada por Hormônios e SNC Insulina Adrenalina
Noradrenalina
Epinefrina
Cortisol Ação no receptores Beta e Alfa adrenérgicos OXIDAÇÃO DOS LIPÍDIOS Exercício = aumento significativo da liberação de hormônios lipolíticos Exercício = aumento da disponibilidade plasmática de AG, sua captação e oxidação APENAS EM ATIVIDADES LEVES E MODERADAS (ATÉ 70-85%VO2Máximo) Repouso = 0,8mg.min.kg
Exercício leve (40% VO2Máx) = 4,2mg.min.kg
1ªh após o exercício = 1,2mg.min.kg Etapas para utilização dos AG como energia Mobilização Transporte Plasmático CAPTAÇÃO Transporte Intracelular Ativação Transporte Mitocondrial Oxidação TAD e TAG-IM Albumina (Fluido Intersticial e plasma) e
Lipoproteínas LPL (Lipase Lipoproteica)
FAT (Fat Asted Transporter) Proteína Ligadora de AG - FABT Acetil-Coa Sintetase = AG + CoA Carnitina; Carnitina Aciltransferase (I e II) B-Oxidação – CK – Cadeia de Transporte e- Substrato Energético para atividades aeróbias de longa duração e intensidade moderada/alta Carboidrato Reservas Corporais de Glicogênio Limitadas Depleção associada à Fadiga Lipídios tem Reservas Corporais praticamente ilimitadas Poupar os estoques de Glicogênio otimizando a Oxidação de AG Aumento da [ ] plasmática de AG imediatamente antes do exercício podem retardar o surgimento da fadiga Destes, 10% saturados, 10% poliinsaturados e 10% monosaturados Possibilita absorção de vitaminas lipossolúveis
Adequar a ingestão calórica e de nutrientes.
Fracionar as refeições (evitar catabolismo e viabilizar síntese protéica)
Melhorar oferta de nutrientes (absorção, circulação, vasodilatação)
Adequar nutrientes pré, durante e pós treino. Métodos


GENÉTICA
TREINO
ATITUDE MENTAL E COMPROMISSO
NUTRIÇÃO ADEQUADA CHAVES DA PERFORMANCE ATLETICA 37 a 41 kcal/kg/dia
Modificação: 30 a 50 kcal/kg/dia

Ex.: Indivíduo de 70 Kgs
2590 kcal a 2870 kcal /dia

Ganho de peso: 3500 kcal
Perda de peso: 2100 kcal Diretrizes – SBME, 2003 FAO / WHO, 1985
Gasto Energético é influenciado por:
Massa corporal,
Composição Corporal,
Idade (+ / - massa magra)
Sexo (+ / - massa magra)
Clima, Estresse, ... 1. Metabolismo Basal Taxa de Metabolismo Basal

Atividades Físicas

Efeito Térmico do Alimento Necessidade Nutricional Harvard,2000. Estilo de Vida – responsável por 54% do risco de morte por infarto.
RDA, 1989
DRI(DietaryReference Intakes), 2000
Consenso da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte, 2003 Recomendações Nutricionais Recomendações e Orientações são diferentes!! Orientação Dietética Prevenir lesões e/ou sua
recuperação mais rápida

Prevenir doenças

Melhor recuperação entre treinos
Melhora da composição corporal Melhorar o desempenho Nutrição Esportiva Evitar o catabolismo
Aumentar glicogênio muscular
Retardar a fadiga Melhorar o desempenho Objetivos da Intervenção Nutricional Energia necessária para digerir, absorver e metabolizar nutrientes.

Dependente do conteúdo das refeições:

Carboidrato 5 a 10%
Gordura 0 a 5%
Proteína 20 a 30%

Termogênese Induzida pela dieta – TID ou
Ação Dinâmica Específica dos Alimentos 3- Efeito Térmico dos Alimentos Sedentário: 1,0 – ambos os sexos
Leve: 1,11 (sexo masculino) e 1,12 (sexo feminino)
Moderada: 1,25 (sexo masculino) e 1,27 (sexo feminino)
Intensa: 1,48 (sexo masculino) e 1,45 (sexo feminino) Sexo feminino
EER = 354 – 6,91 x idade + NAF x [9,36 x peso + 727 x altura] Sexo masculino
EER = 662 – 9,53 x idade + NAF x [15,91 x peso + 539,6 x altura] DRI´s 1 LO2 consumido
=
5 kcal Calorimetria Direta (mede-se ≠ Temperatura em uma câmara...)
Calorimetria Indireta (Estima-se o gasto energético através do Quociente Respiratório – QR)
QR = VCO2 produzido
VO2 consumido




Equações (Harris & Benedict, Henry & Rees, Schofield, Cunningham, etc...) Mensurando o Metabolismo Menor em obesos ativos do que em magros sedentários; (Farrel et al,1998)

Menor em hipertensos ativos do que em normotensos sedentários;

Menor em diabéticos ativos do que em não diabéticos sedentários. (Kohl et al,1997) Risco de morte cardiovascular Objetivos???? Conjunto de processos químicos que ocorrem no organismo de forma coletiva Metabolismo Treinamento: intensidade/volume/duração Sexo/Idade
Orientações Orientação Dietética padrão da dieta normal e os alimentos normalmente ingeridos pelo atleta (HÁBITOS);
os horários das refeições;
os componentes específicos das refeições;
os alimentos que devem ser evitados;
tipo de treinamento;
horário da competição (duração)
recuperação. Individualizado Atleta de Elite Praticante esportivo Plano alimentar Alivia Stress


BENEFÍCIOS
PSICOSSOCIAIS Importância da Atividade Física Mantém a
densidade óssea Resistência Física
e Força Muscular Melhora Mobilidade
Articular Melhora Perfil
Lipídico e Resistência
À Insulina Controle da Pressão
Arterial Controle do
Peso Corporal

BENEFÍCIOS FÍSICOS Importância da Atividade Física Regulação Hormonal
Matérias-Primas Normalmente Utilizadas na Indústria de Suplementos Nutricionais Ingestão de bebidas a cada 15 min e potência produzida Qto > glicogênio muscular , > tempo até exaustão Glicogênio Hepático:
Manter a glicemia
Fonte de Energia para o SNC
Degradar para liberar glicose no sangue

Glicogênio muscular:
Fornecer energia para o músculo em atividade
Produção de energia segue a rota glicolítica Destino do Glicogênio Primeiro e maior consenso
Desde 1930, Christensen e Hansen

Estoques Corporais de Carboidrato (Glicogênio) são as maiores fontes de combustível para o trabalho muscular Importância dos Carboidratos
na Atividade Física Classificação dos Carboidratos: Simples e Complexos Estimula a captação de glicose pelas células
Estimula o armazenamento de glicogênio (Glicogênese)
Estimula o armazenamento de aminoácidos (fígado e músculos) e de ácidos graxos (adipócitos) Insulina Maltodextrina
Frutose
Dextrose, ... CARBOIDRATOS 5 - 8 g / Kg / dia
10 g / Kg / dia (treinam.intenso) SBME, 2003 Primeira Fonte de energia



Aumenta/mantém estoques de Glicogênio.
Único Combustível SNC
Evita hipoglicemia, fadiga e catabolismo. CARBOIDRATOS Quanto > a intensidade > utilização do glicogênio

> duração e intensidade: depleção do glicogênio muscular e aumento da dependência do músculo pela glicose plasmática.
Se < 70mg/dL = FADIGA
Suplementação... REGULAÇÃO através
INSULINA
GLUCAGON HIPERGLICEMIA
Alteração
mecanismos de troca
Líquidos extra e intra
Celular, degeneração SNC HIPOGLICEMIA
Tontura, perda de
consciencia, etc GLICEMIA
NORMAL
70 – 110 mg / dL "Egoísta"
- Whey Protein
- Albumina
- Proteína Isolada de Soja
- Colágeno
- Proteína Hidr. Trigo
- Proteína Bioativa PROTÉICOS
Matérias-Primas Normalmente Utilizadas na Indústria de Suplementos Nutricionais Boas fontes de proteínas: “Ao consumir proteína, a síntese protéica é maior que a degradação, sendo que com exercícios físicos + aminoácidos essenciais, aumenta-se a síntese protéica”


Wolfe, R.R, 2006. Então, qual é a necessidade protéica de um atleta?????? As proteínas são absorvidas na mesma velocidade e eficiência? Síntese Proteica Primeiro leite produzido pelas glândulas mamárias após o parto, contém altas concentrações de hormônio do crescimento e fatores de imunidade.

Shing, C.M. et al, Br J Sport Med, 2006 Colostro Bovino Sedentários : 1,0g/Kg


Resistência aeróbia: 1,2 a 1,6g / Kg


Treino de Força: 1,4 a 1,8g / Kg


Novatos: 1,8g / Kg

P/ treino diário não menos que 1,4g/Kg
(SBME) Proteínas e Exercício
• O conteúdo de carboidrato é inversamente proporcional à taxa de catabolismo protéico durante o exercício;

• Cuidado com a ingestão excessiva de CHO para não aumentar as reservas de gordura corporal (na prática o atleta nem sempre repõe o glicogênio). Conteúdo de carboidrato • Ingerir proteína animal pela dieta pode elevar o consumo de gordura saturada e
colesterol;
• História familiar de doenças hepáticas e
renais mais atenção;
• Dieta com excesso de proteínas, em indivíduos suscptíveis, pode levar a redução do
conteúdo mineral ósseo (cálcio). Proteína Superior a 2g/Kg/d:
• É o resultado do acúmulo de
sucessivos períodos de balanço
protéico positivo após exercício quando
a proteína é consumida.

Phillips S.M., Nutrition , v.20, p.689-695, 2004
Protein requirements and supplementation in strenght sports Hipertrofia: Importante estar em balanço calórico!!!!!!
Ou o destino dos aminoácidos muda. Balanço Calórico Proteínas e Exercício
A adequação da ingestão de proteínas tem sido baseada nos estudos do balanço nitrogenado.

Quando a ingestão de N (proteínas dietéticas) é igual a sua excreção = balanço nitrogenado

A excreção de N inferior ao seu consumo é denominado balanço nitrogenado positivo

A excreção de N superior ao seu consumo é denominado balanço nitrogenado negativo

Aminoácidos Essenciais: isoleucina, leucina, valina (BCAA), lisina, treonina, metionina, triptofano, fenilalanina e histidina.

Aminoácidos não essenciais: glicina, alanina, serina, cistina, tirosina, ácido aspártico, ác. Glutâmico, prolina, hidroxiprolina, arginina. PROTEÍNA Fonte de aminoácidos

Síntese protéica: músculos (anabolismo), hormônios, enzimas, tecidos...

Transporte

Fonte de Energia

FORMADAS POR COMBINAÇÕES DE 20 AAS EM DIFERENTES PROPORÇÕES.


2 AAS = DIPEPTÍDEO 3 AAS = TRIPEPTÍDEO

UMA PROTEÍNA PODE TER 400 OU + AAS.

Não há reserva de PROTEÍNA ou de AAS livres no organismo, mas há um
Pool de aminoácidos em estado de equilíbrio dinâmico.




. PROTEÍNA SBME
GA E2 Recomendações de proteínas Resistência aeróbia

1,2 a 1,6g.kg (SBME)
• moderado 1g.kg
• intenso 1,1 a 1,7 g.kg
• muito intenso 1,8 g.kg 5. Da intensidade, duração e tipo do exercício. (Fases de treinamento) 4. Do estoque de carboidratos do corpo (glicogênio); 3. Do total de calorias consumidas; 2. Da qualidade e da quantidade das proteínas consumidas; 1. Do estado de condicionamento físico do individuo; A capacidade de manutenção do balanço nitrogenado durante o exercício parece depender : Estudos do Balanço Nitrogenado do organismo 175 g
/ 70 kgs =
2,5g 5 g pele 75g tecido
muscular 25 g sangue 70g trato
intestinal Renovação
Protéica
Diária Proteína e Exercício Conforme Temopolsky et al:
Início do treinamento:
1,78g/kg/d
Manutenção da
musculatura: 1,2g/kg/d
Praticantes não atletas:
0,88g/kg/d
máx 2g/kg/d (Peter Lemon) Conforme Kleiner:
• 1,6g/kg/d
• Novatos + 40%
• Força + aeróbio 1,8g/kg/d
• Vegetarianos: 2g/kg/d
• Fisiculturistas: 1,8 a 2,0g/kg/d (pré-competição) SBME
GA E2 Treinamento de força
1,4 a 1,8g.kg-1 (SBME) Reidratação adequada:

 O American College of Sports Medicine - ACSM (2000), preconiza que:
- 2 horas antes do exercício: devem ser fornecidos 400 a 600 ml de água;
- Durante o exercício: 150 a 350 ml a cada 15 a 20 minutos dependendo da tolerância do atleta;
- A temperatura da água deve girar em torno de 15 a 22ºC para facilitar o esvaziamento gástrico;
- Após 90 min. de exercícios recomenda-se uma solução isotônica, que contenha 6 a 8% de carboidratos e sódio, que facilita a absorção da glicose; Qualquer grau de desidratação afeta a função fisiológica e a termoregulação;

Uso de diuréticos visando a perda rápida de água corporal c/ a finalidade de “ajustar o peso”;

A programação apropriada da reposição hídrica preserva o volume plasmático, de forma que a circulação e a transpiração progridem em níveis ótimos;

Um atleta bem hidratado funciona sempre em nível fisiológico e de desempenho mais alto do que outro atleta desidratado. Balanço Hidroeletrolítico A bebida deve estar numa temperatura em torno de 15 a 22º C e apresentar um sabor de acordo com a preferência do indivíduo. Após o exercício, deve-se continuar ingerindo líquidos para compensar as perdas adicionais de água pela urina e sudorese. De acordo com a “Diretriz da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte”, durante o exercício recomenda-se iniciar a ingestão de líquidos já nos primeiros 15 minutos e continuar bebendo a cada 15 a 20 minutos. O volume a ser ingerido varia conforme as taxas de sudorese, na faixa de 500 a 2000 ml/hora. Se a atividade durar mais de uma hora ou se for intensa do tipo intermitente mesmo com menos de uma hora, deve-se repor carboidrato na quantidade de 30 a 60 gramas/ hora e sódio na quantidade de 0,5 a 0,7 g·l1. - A quantidade de carboidratos para reposição é de 30- 60 gramas a cada hora de exercício; 500 ml de bebidas isotônicas contêm 35 gramas de carboidratos, em média;

- Após o exercício: o atleta deverá consumir água na quantidade ideal para a reposição dos líquidos perdidos durante o exercício, em torno de 450 a 675 ml por cada 0,5 Kg de peso perdido durante o exercício físico.  Evitar a superidratação (< 1000ml/h), tanto antes, durante, como após o exercício;

Acrescentar uma pequena quantidade de Na (25mEq/l) ao líquido ingerido;

Inclusão de alguma glicose na bebida para reidratação facilita a captação intestinal da água através do mecanismo de transporte glicose-sódio. Como reduzir o risco de hiponatremia??? Efeitos da desidratação sobre o desempenho:
 
Perda de 2% = alteração da capacidade termorreguladora
Perda de 5% = diminuição da resistência em 5 a 10%
Perda de 4 a 6% = diminuição da força muscular e surgimento de contraturas por calor
Perdas > 6% = contraturas graves, esgotamento físico, hipertermia, coma e morte Exercícios prolongados em alta intensidade em clima quente;
Maior perda de sódio associada com um suor que contenha uma alta concentração de Na em indivíduos relativamente desidratados;
Início da atividade física em um estado co/ depleção de Na em virtude de uma dieta “isenta de sal” ou “pobre em Na”;
Uso de medicação diurética para a hipertensão;
Ingestão freqüente de grandes quantidades de líquido isento de Na durante os períodos prolongados do exercício. Fatores que predispõem para a hiponatremia: ATENÇÃO: hidratar antes,
durante e após o exercício Conseqüências:
- Desidratação provoca  do desempenho físico;

-  da capacidade de regulação da temperatura corporal, da capacidade de trabalho da força muscular, além de deprimir o glicogênio muscular e provocar instabilidade respiratória. Taxa de sudorese:
* 300ml/h – esforço leve
* 4L/h – climas quentes

Fatores que influenciam na taxa de sudorese: condições climáticas, roupas, intensidade e duração da atividade, nível de treinamento;
Principais eletrólitos perdidos no suor: Na, Cl, K, Ca, Mg;
Como hidratar: água, água de côco, repositor hidroeletrolítico ou bebida isotônica. Considerações DESIDRATAÇÃO (hipertermia) (se for intensa e não acompanhada de hidratação adequada) Perda de água e sais minerais Transpiração  Temperatura corporal Calor Energia Realização de trabalho Melhora Auto-
Estima e Diminui
Depressão Mantém Autonomia Melhora atividade
sexual Aumenta Bem Estar Reduz Isolamento
Social Quebra de moléculas maiores em menores , com liberação de energia. Síntese de moléculas complexas a partir de outras mais simples (NEWSHOLME, LEECH, 1993) Reações
ANABÓLICAS Reações
CATABÓLICAS Avaliação Bioquímica Qualidade protéica e respostas ao exercício/treinamento de força Rennie et al., 2006 “A relação entre a disponibilidade de aminoácidos, a disponibilidade de insulina e o estimulação do anabolismo muscular está ainda longe de ser clara.” PÓS-EXERCÍCIO DE FORÇA  Taxa de síntese protéica
 Fluxo sangüíneo
 Concentração de hormônios anabólicos ( 0-1h) (?) “JANELA DE OPORTUNIDADE” PARA O ANABOLISMO MUSCULAR OTIMIZAÇÃO DO ANABOLISMO MUSCULAR EXERCÍCIO DE FORÇA + PTN ANTES?? DURANTE?? APÓS??
QUANTO??

TIPO DE PROTEÍNA??

ALIMENTO OU SUPLEMENTO?? ROY et al., 1997; BIOLO, 1999; BORSHEIM et al, 2004  INGESTÃO DE CHO NO PÓS-EXERCÍCIO “A pouca disponibilidade de AA parece limitar o efeito estimulatório da insulina na síntese protéica muscular após o exercício.”
Melhorou o balanço protéico muscular (zero)
 Degradação protéica, sem influencia significativa na síntese O papel da insulina na SPM é apenas permissivo e não estimulatório INGESTÃO DE PTN + CHO NO PÓS-EXERCÍCIO STAPLES et al., 2011: Imediatamente após o exercício 25g de whey protein + 0g ou 50g de MDX ESTRATÉGIAS PARA OTIMIZAR O BPML PÓS-ESFORÇO
(Qualidade da proteína) Tang & Phillips, 2009 Tang, 2009 * Significativamente diferente de caseína;
# Significativamente diferente de soja
(método: medida direta de incorporação de AA) Síntese protéica muscular 180min pós-esforço * Significativamente diferente de caseína Concentração sanguínea de AAEs Concentração sanguínea de Leucina * Significativamente diferente de caseína;
# Significativamente diferente de soja Tang JE et al. Appl Physiol;107(3):987-92, 2009 Tang et al., 2009: (10g AAEs) Imediatamente
após o esforço Whey protein (21,4g)
Proteína da soja (22,2g)
Caseína (21,9g) Tang, 2009. ESTRATÉGIAS PARA OTIMIZAR O BPML PÓS-ESFORÇO
(Qualidade da proteína) 40 g (1L) de AA, a cada 20min, até 225min pós-exercício  INGESTÃO DE AA NO PÓS-EXERCÍCIO PLA - placebo
MAA - mistura de aminoácidos
EAA- aminoácidos essenciais Melhorou o balanço protéico muscular (positivo)
 Síntese protéica aguda e transitoriamente, mas não atenuou a degradação
Necessidade de apenas AA essenciais Tipton et al., 1999 PS PB NB ESTRATÉGIAS PARA OTIMIZAR O BPML PÓS-ESFORÇO
(Qualidade da proteína) AA limitantes Tang & Phillips, 2009 PDCAAS:
Caseína e Whey - 99
Proteína da soja - 97 NPU: Utilização líquida de proteína PDCAAS: Digestibilidade Protéica Corrigida pelo Escore de Aminoácidos Hormônio Anabólico Melhora o Balanço Protéico Muscular
(síntese – degradação) INSULINA ESTRATÉGIA DA HIPERINSULINEMIA PÓS-ESFORÇO CHO E BALANÇO PROTEICO
MUSCULAR PÓS-EXERCÍCIO DE FORÇA Captação muscular de AA Taxa de desaparecimento de AA do plasma (síntese protéica) MILLER et al., 2003: 1 e 2 após o exercício 36g sacarose
6g AA essenciais + 36g sacarose (500ml)
6g de AA essenciais INGESTÃO DE AA + CHO NO PÓS-EXERCÍCIO “O efeito combinado de PTN + CHO na síntese protéica pós-esforço é igual a soma de seus efeitos independentes, quando administrados separadamente.” ESTRATÉGIAS PARA OTIMIZAR O BPML PÓS-ESFORÇO
(Qualidade da proteína) PADRÃO DE DIGESTÃO/ABSORÇÃO PADRÃO DA AMINOACIDEMIA ALBUMINA ? PROTEÍNAS LENTAS PROTEÍNAS RÁPIDAS WHEY PROTEIN PROTEÍNA DA SOJA CASEÍNA  URÉIA  Síntese de proteína hepática  Síntese protéica corporal total   Aminocidemia   Oxidação hepática de AA  Síntese protéica corporal total  Moderado na aminocidemia  Moderado na oxidação de AA Lenta (caseína) Lento influxo de AA no fígado PROTEÇÃO CONTRA A HIPERACIDEMIA Rápido influxo de AA no fígado Rápida (soja, whey) MODULADOR INDEPENDENTE DO METABOLISMO PROTÉICO PÓS-PRANDIAL CINÉTICA DE DIGESTÃO E ABSORÇÃO Emagrecimento? Obrigado!!!

caiovco@gmail.com
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