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TCC CAROLINA

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by

Carolina Ferraz DEly

on 29 June 2013

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Transcript of TCC CAROLINA

HISTÓRICO
PARTIDO ARQUITETÔNICO
nova proposta para penitenciária
PARA ALÉM DAS GRADES
CARACTERIZAÇÃO
Carolina Ferraz D'Ely

Professor Orientador Cristiano Fontes de Oliveira

INTRODUÇÃO
OBJETIVOS
REFERENCIAIS
ANÁLISE DA ÁREA
DIRETRIZES

INVESTIGAR A ARQUITETURA PENITENCIÁRIA

DEMONSTRAR A FALÊNCIA DO SISTEMA PARA O DESENVOLVIMENTO DA PROPOSTA ARQUITETÔNICA
ESGOTAMENTO DO SISTEMA PENITENCIÁRIO

NECESSIDADE DE REFORMULAÇÃO
Séc. XVIII
Séc. XVIII
Contexto mundial
Código penal
Sentido regenerador da pena


Prisões abertas
3 anteriores
Preparação do reclusÃO à vida livre
PROGRESSIVO IRLANDÊS
sistema de montesinos- espanha
1846
pena privativa de liberdade

isolamento completo
isolamento noturno, trabalho diário
período da comunidade
PROGRESSIVO INGLÊS
1846
trabalho e refeições em comum +
visitas íntimas lazer e atividades físicas –

regime disciplinar rigoroso
cartigos cruéis
panóptico
`pan =tudo óptico= ver”
1800 eua
BENTHAM
religião
recolhimento celular
trabalho diário
condições higiene e alimentação
isolamento absoluto
SISTEMA AUBURN
1821
Séc. XIX
SISTEMA PENSILVÂNICO
HOWARD
Séc. XVIII- 1790
humanização do sistema prisional
MOVIMENTOS CONTRÁRIOS
Séc. XVIII
INSALUBRES
SUBTERRÂNEAS
INFECTAS

FORMA DE PUNIÇÃO EM PRAÇA PÚBLICA
NORMAS DE HIGIENE
MORAL
casas de correção
Séc. XVII
pessoas consideradas com comportamento imoral
EUROPA Séc. XVI
atividades laborais
silêncio e solidão
PRISÕES COM FIM DISCIPLINAR E CORRETIVO
PRISÃO
CANÔNICA
INEXISTE PREOCUPAÇAO COM PRINCIPIOS PENITENCIARIOS
Contexto brasileiro
base para arquitetura Penitenciária
prisão celular
reclusão
prisão com trabalho obrigatório
prisão disciplinar
casa de correção

grandes casarões

agressões
1769
Séc. xviii
2 código penal

pena privativa de liberdade
1 código penal
1890
1830
4. modelo compacto
3. modelo panóptico
2. estilo pavilhonar
Insalubridade
Cnpcp- Diretrizes básicas para arquitetura penitenciária

Lep: regras e direitos não atingidos pela lei, propõe aspectos para recuperar o preso

Divergência histórica entre o que é estabelecido pelas leis e políticas criminais e a realidade penal
Características plásticas rígidas
Segregação
Impossibilitam a recuperação

Função da pena de reclusão não é observada nos estabelecimentos
1. poste telegráfico
Modelos
Ênfase no custo e segurança em detrimento a reintegração social e condições ambientais mínimas
“Universidades do crime”





Divisão em função do
grau de periculosidade

Superpopulação
déficit 77% no país
ESPAÇO X INDIVÍDUO
sujeito – adaptação – necessidades
tranformações


Participação dos usuários para uma nova postura de planejamento de criação do espaço

Repensar manutenção da segurança excessiva -> papel educativo para o espaço

Ações que podem modificar a situação atual do sistema penal
Macro sistema
Políticas institucionais
Mesossistema
Relação mútua com o microssistema
Dinâmica dos fluxos, atividades existentes
Participação dos sujeitos presos e dos agentes penitenciários
Aspectos reguladores e delimitadores
ambiente cela: delimitação do microssistema
atividades desenvolvidas relacionada com a configuração de residências unifamiliareS
Exo
Influências indiretas
Normas, regras fora da instituição
Macro
Instituição penal
MESO
Interconexão com o micro
Transformações em convívio coletivo
MICRO
proximo a pessoa- cela
sistemas
Micro
Meso
Macro
Exo
Exclusão do preso

Arquitetura como mediadora do desenvolvimento do sujeito
“O sujeito inserido no espaço, e a instituição – neste caso, penitenciária – se produzem mutuamente, uma vez que as práticas institucionais produzem sujeitos como efeito dessas práticas, que, por sua vez, são tomados como alvos de manutenção delas ou se organizam como focos de resistência à ordem institucional, por meio do uso dos espaços e/ou componentes arquitetônicos que se configuram em elementos de negociação” (CORDEIRO, 2011).
componentes arquitetônicos funcionam como delimitadores dos sistemas de relações entre os indivíduos, nos ambientes, e também como reguladores dos sistemas de relações.
Operação isolada
Rapidez na execução

Habitabilidade

Resistência e durabilidade
Segurança máxima
Racionalidade arquitetônica
1. SISCOPEN
Sistema construtivo industrializado- rs
Arquitetura qualificada e PREOCUPAda COM AS RELAÇÕES ENTRE OS INDIVÍDUOS PRESOS E os espaços
PARLATÓRIO
“a privação de liberdade representa uma pena suficientemente dura, a qualidade da construção pode melhorar significativamente a reinserção social” (Josef Hohensinn )
Utilização das cores
Pátio interno
ESPAÇOS LUMINOSOS FLUXOS LIVRES

HUMANIZAÇÃO “LIBERDADE”

ROTINA DE TRABALHO TECNOLOGIA
2. ESTABELECIMENTO PRISIONAL NA AUSTIRA
REFERENCIAIS
ÁREA EXTERNA
USO DE CORES VIBRANTES
BIBLIOTECA
A CELA
CORREDORES DAS CELAS
ESPAÇO DE USO COMUM
REABILITAÇÃO
EDUCAÇÃO E TRABALHO
QUALIDADE DOS ESPAÇOS
OCUPAÇÃO DOS PRESOS
3. PRISÃO NA NORUEGA
REFERENCIAIS
6. REFERENCIAIS
ATIVIDADES LABORAIS
APENAS 2 FUGAS
NENHUMA REBELIÃO
SALAS DE AULA
ÁREAS DE LAZER
O controle do comportamento do preso não está associado apenas à idealização de um espaço disciplinar exaustivo. A abertura para uma arquitetura que seja mais receptiva à participação ativa de cada preso na organização de seu cotidiano é uma das possibilidades da proposta da ‘Prisão Aberta’.
GESTÃO DIFERENCIADA- SOCIEDADE
DINÂMICAS MAIS FLEXÍVEIS
PARTICIPAÇÃO DOS INTERNOS
ASSISTÊNCIA A SAÚDE
4. PRISÃO ABERTA- APAC
SISTEMA VIÁRIO E MOBILIDADE URBANA
USO DO SOLO
MORFOLOGIA URBANA
localização:
grande florianópolis- município de são josé, bairro areias.

ocupação antiga e de baixa renda
área em desenvolvimento

inserção do edificio
prisional no contexto
urbano
7. ANÁLISE DA ÁREA
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