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FORMAÇÃO RETICULAR

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helena rodi

on 26 November 2014

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FORMAÇÃO RETICULAR


Acadêmicos: Ester Cristina Andreatta
Helena Fóes Rodi
João Vitor Paim Firmino
Juliana Fortunato

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ
CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE - CCS
CURSO DE MEDICINA

Primeiros Estudos
Até o início do século XX era pouco explorada;
Frederic Bremer

(1936) -
relação de estruturas do tronco encefálico com a regulação do sono e vigília (gatos);
Magoun e Moruzzi (1949) -

"Brain system reticular formation and activation of the EEG" - SARA;
Scheibel & Scheibel (1958) -
ausência de célula típica; projeção rostral ou caudal de axônios;
Nauta e Kuypers (1958) -

axônios além do mesencéfalo.
Conceitos
"Pequena rede":
agregado difuso de neurônios de tamanhos e tipos distintos, separados por fibras nervosas multidirecionais no tronco encefálico;
Outras denominações:
Substância Reticular
Sistema Reticulado do tronco encefálico
Sistema Ativador Reticular Ascendente (SARA) - conceito funcional
Anatomia
Localização -
tronco encefálico (parte central), diencéfalo, medula espinal (níveis mais altos);
Tronco encefálico -
regiões não ocupadas por fascículos, tratos e núcleos;
Intermediário entre substância branca e cinzenta -
corpos de neurônios em redes de fibras;
Constituintes:
área hipotalâmica lateral
núcleos mediais
regiões interligadas do tegmento do TC
núcleos intralaminares
núcleos reticulares do tálamo
Núcleos da Formação Reticular
Núcleos da rafe
Locus ceruleus
Substância cinzenta periaquedutal
Área tegmental ventral
Divisão
Zona magnocelular - efetuadora da Formação Reticular
Zona parvocelular
Representação esquematizada da formação reticular
Visível espessamento da “rede”
para formar núcleos isolados de
tamanhos diversos, que são
encontrados em todo o tronco
cerebral.

1 - zona mediana
2 - zona medial
3 - zona lateral
Funções
REGULAÇÃO DO SONO E VIGÍLIA
Modelo de interação recíproca
Influência da concentração de GABA e glutamato na duração do sono e da vigília
SISTEMA ATIVADOR RETICULAR ASCENDENTE (SARA)
CONTROLE NEUROENDÓCRINO
CONTROLE DO SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO
CONTROLE EFERENTE DA SENSIBILIDADE
CONTROLE DA MOTRICIDADE SOMÁTICA
INTEGRAÇÃO DE REFLEXOS
Controle da respiração
- centro respiratório
Controle vasomotor
- centro vasomotor
Frederic Bremer (1936)
Moruzzi e Magoun (1949)
Regulação do sono
Aserinsky e Kleitman (1953):
Rapid Eye Movement (REM).
Sono normal:
alternância dos estágios REM e não REM.
Sono REM:
ondas dessincronizadas no EEG; chamado de "sono paradoxal" - locus coeruleus
Sono não REM:
ondas sincronizadas e lentas no EEG. 4 estágios - núcleos da rafe.
Compare o estado de vigília e o sono REM: embora o indivíduo no estágio REM encontre-se em sono profundo, assemelha-se à vigília (traçado eletroencefalográfico é dessincronizado).
Atividade rápida e de baixa voltagem, relaxamento muscular, respiração irregular.
Hipotálamo:
peptídeos hipotalâmicos hipocretinas - narcolepsia e cataplexia
Análise do eletroencefalograma
(EEG)
Modelo funcional
Sono REM:
estado colinérgico

Vigília:
estado aminérgico
Sono não REM:
intermediário entre vigília e sono REM.
Grupos celulares
Células REM-on colinérgicas
(ativadas no sono REM)
Células REM-off serotoninérgicas-noradrenérgicas
(ativadas na vigília, gera a dessincronização do EEG e inibe células REM-on)
"O sono REM somente ocorre quando o sistema aminérgico (REM-off) suspende a atividade inibitória sobre o sistema colinérgico (REM-on)". (ALOÉ, AZEVEDO, HASAN, 2005)
GABA:
ácido gama-aminobutírico neurotransmissor inibidor do SNC.
Glutamato:
neurotransmissor excitatório

Concentrações de GABA na formação reticular pontina:
Diminui:
sono REM e sono não REM
Aumenta:
vigília (aumentando-se concentração de GABA, aumenta-se a vigília).
Via núcleos inespecíficos do tálamo e informações trazidas por nervos.
"Um indivíduo adormecido quando submetido a um ruído muito alto é acordado devido à ativação do córtex pelo SARA, que é ativado pela via auditiva." (MACHADO, 2013)
Fibras noradrenérgicas e serotoninérgicas;
Hipotálamo:
controle da atividade hipofisária;
Liberação de ACTH e ADH
Centros supra-segmentares que controlam o SNA -
hipotálamo e sistema límbico.
Trato retículo-espinal:
liga-se a neurônios pré-ganglionares do SNA.
Hipotálamo
Conexão direta:
fibras hipotálamo-espinais.
Conexão indireta:
através da formação reticular.
Sistema Límbico
Conexão com a formação reticular do mesencéfalo
Neurônios monoaminérgicos do tronco encefálico
1950:
monoaminas no SNC
Neurotransmissores
Neurônios monoaminérgicos:
corpos na formação reticular
Vias serotoninérgicas
Núcleos da rafe
Vias ascendentes:
córtex, hipotálamo, sistema límbico, cerebelo.
Vias descendentes:
fibras rafe-espinais (sistema descendente de controle da dor).
Mecanismo do sono
Vias noradrenérgicas
Núcleo locus coeruleus
Sono paradoxal
Vias dopaminérgicas
Mesencéfalo:
Substância negra:
sistema mesoestriatal (via nigro-estriada) - atividade motora
Área tegmentar ventral:
1) Via mesocortical
2) Via mesolímbica:
regulação do comportamento emocional
esquizofrenia
Núcleos correlatos

Formação reticular:
não homogênea;
Núcleos que difererem entre si pela
citoarquitetura
,
conexões
e
fisiologia
.
Divisão funcional
Núcleos da rafe
Rafe:
linha ou junção entre duas partes homólogas;
8 núcleos (
nucleus raphe magnus
);
Neurônios serotoninérgicos;
As aferências dos núcleos da rafe:
córtex cerebral, formação reticular e hipotálamo;
Regulação da dor (via da analgesia) e indução do sono (sono não REM);
Locus ceruleus
Núcleo pigmentado da ponte;
Neurônios noradrenérgicos;
Localização:
no assoalho do IV ventrículo, abaixo da área de mesmo nome.
Neurônios de tamanho médio:
com grânulos de melanina;
Neurônios menores:
sem grânulos;
Funções do
locus coeruleus
Coordena a preparação de respostas apropriadas a estímulos sensoriais novos ou intensos;
Coordenam o sono REM;
Neurônios da parte lateral do tegmento:
Agem no sistema nervoso autônomo: queda da pressão arterial e da frequência cardíaca.
IV ventrículo - vista posterior
Substância cinzenta periaquedutal
Área tegmental ventral
Parte ventral do tegmento mesencefálico;
Medialmente à substância negra;
Neurônios dopaminérgicos;
Regulação do comportamento emocional
(cognição, motivação, prazer, paixão).
Mesencéfalo (esquema)
Divisão citoarquitetural
Zona magnocelular:
2/3 mediais;
células longas/ maiores;
Zona efeturadora da formação reticular;
Origina fibras ascendentes e descendentes;
Zona parvocelular:
1/3 lateral;
células menores;
Zonas/colunas da formação reticular
Zona mediana
Com neurônios que constituem os núcleos da rafe:
agregados em lâminas verticais (bilaterais);
Núcleo escuro da rafe + Núcleo pálido da rafe
(2/3 superiores do bulbo);
Núcleo magno da rafe
(ponte);
Núcleo da rafe da ponte;
Núcleo central superior da rafe
(mesencéfalo);
Zona medial
Núcleo gigantocelular da medula oblonga
(bulbo);
Núcleo gigantocelular da ponte
(ponte);
Núcleos reticulares do tegmento
(ponte);
Núcleos caudais da ponte
(ponte);
Núcleo reticular oral da ponte - núcleo cuneiforme e núcleo subcuneiforme;
Zona lateral
Núcleos parvocelulares: neurônios pequenos e intermediários -
núcleos lateral, medial e parabranquial;
Núcleos reticulares central e ventral da medula oblonga
(bulbo)
;
Núcleo do funículo lateral;
Núcleo do funículo ventral;
1 - Zona mediana
2 - Zona medial
3 - Zona lateral
Respiração involuntária e automática;
Localização -
FR do bulbo
Núcleo do trato solitário -
nervo vago
;
Conexões com as porções cervical e torácica da medula -
fibras reticuloespinais
;
Influência do hipotálamo - emoções;
Alterações no CO2 e O2 (quimiorreceptores do corpo carotídeo -
nervo glossofaríngeo
).
Calibre vascular, pressão arterial e rítmo cardíaco;
Localização -
FR do bulbo;
Núcleo do trato solitário - barorreceptores do seio carotídeo -
nervo vago
;
Mecanorreceptores do coração e quimiorreceptores da aorta;
Hipotálamo -
emoções/estresse
(aumento da pressão)
Fibras eferentes moduladoras;
Tractos espino-reticular e espino-mesencefálico;
Estimulação da parte ventro-medial:
inibição;
Estimulação da parte ventro-lateral:
facilitação;

Tracto retículo-espinhal;
As concentrações de GABA e glutamato reduzem significativamente durante os sonos REM e não REM.
Experiência de Bremer (1936)
Cérebro isolado:
secção entre os colículos;
Somente
traçado de sono
.
Experiência de Bremer (1936)
Encéfalo isolado:
secção entre medula oblonga e medula espinhal;
Ritmo normal de sono e vigília.
Patologias relacionadas à formação reticular
• Grande complexidade estrutural –
problemas geralmente atingem outras estruturas do sistema nervoso e não só a formação reticular;
• Distúrbios de consciência –
podem ser causados por lesões diretamente no diencéfalo ou tronco encefálico ou devido a uma compressão dessa estrutura ou por distúrbios vasculares secundários;
• Normalmente resultam em:
ataques intermitentes de inconsciência acompanhados por convulsões tônicas;
• Anestésicos –
redução da atividade dos sistemas ativadores ascendentes e descendentes;

Coma
• Perda total da consciência;
• Lesão na formação reticular com interrupção do SARA –
informações impedidas de chegar ao córtex cerebral;
• Quando o local afetado é o tronco encefálico o risco de vida é iminente –
comprometimento dos núcleos de nervos cranianos;
• Em alguns casos, o coma pode ser devido a uma lesão causada diretamente no córtex cerebral.

Poliomielite
• Em estágios mais avançados da doença, podem ser encontradas alterações na formação reticular;
• Responsável pelos espasmos
(contração involuntária e convulsiva dos músculos);
• Local afetado –
área dorsal à oliva caudal.

Lesões na via auditiva
• Ruído alto – informação recebida pela via auditiva, a qual estimula o SARA que ativa o córtex cerebral –
o indivíduo que está dormindo acorda;
• Lesão na via auditiva após passagem pela FR –
o indivíduo acorda sem que o barulho seja ouvido;
• Lesão da parte mais cranial da FR – vias auditivas são mantidas –
o indivíduo não acorda, mesmo que haja ruídos muito fortes.

Conexões da formação reticular
Eferentes
Medula espinhal
Tronco encefálico
Cerebelo
Córtex cerebral
Sistema límbico
Hipotálamo
Corpo estriado
Aferentes
Tálamo
Núcleos de nervos cranianos
Medula espinhal
Cerebelo
Núcleos da rafe
Substância negra
Córtex cerebral
Circunda o aqueduto cerebral;
Importante na percepção da dor -
Portão da dor;
Vias de analgesia.
Obrigado!!!
Referências bibliográficas
ALOÉ, F.; PINTO DE AZEVEDO, A.; HASAN, R.. Mecanismos do ciclo sono-vigília. Rev Bras Psiquiatr.; São Paulo; v.28, p.33-39, 2005.
BRODAL, A. A Formaçâo Reticular e Alguns Núcleos Correlatos. In: BRODAL, A. Anatomia Neurológica com Correlaçôes Clínicas. 3. Ed. Roca, cap. 6, p. 317-360. 888 p.
GIL-VERONA, J. A., et al. Neurobiología de la adicción a las drogas de abuso. Rev Neurol.; v.35, p.1-5, 2002.
KINOMURA, S., et al. Activation by Attention of the Human Reticular Formation and Thalamic Intralaminar Nuclei. Science.; v.271, p.512-515, 1996.
MACHADO, A.. Formação reticular. In: MACHADO, A. Neuroanatomia funcional. 3. ed. São Paulo: Atheneu, cap. 20, p. 197-203, 2013. 363 p.

MOYA, E. G.. Bases científicas de la analgesia acupuntural. Rev Med Uruguay.; v.21, p.282-290, 2005.
VANDERLEI, S.R. da S., et al. A formação reticular no controle da atividade elétrica cortical pelo sistema ativador reticular ascendente (SARA). s/p., s/d.
WATSON, C.; LYDIC, R.; BAGHDOYAN, H. A.. Sleep duration varies as a function of glutamate and GABA in rat pontine reticular formation. Journal of neurochemistry.; v.118, p.571-580, 2011.


Estímulos químicos, comandos corticais ou hipotalâmicos ou aferências sensoriais
(nesse caso são integradores de reflexos)
;
Centros respiratório e vasomotor -
vitais/osciladores
- avidade rítmica endógena.
Centros de grupos de neurônios que
coordenam reflexos e geram respostas motoras estereotipadas
;
Localizações distintas
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