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EDUARDO CALESTINI - GEOPOLÍTICA RUSSA

EDUARDO CALESTINI
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Eduardo Calestini

on 2 June 2013

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Transcript of EDUARDO CALESTINI - GEOPOLÍTICA RUSSA

GEOPOLÍTICA RUSSA
PROF:. Eduardo Calestini O COLAPSO DA URSS
1991 15 estados independentes;
Rússia representa 2/3 D território da ex-URSS e 1/2 de sua população;
Manteve a cadeira permanente no C.S da ONU da ex-URSS;
Conservou o controle exclusivo do antigo arsenal nuclear soviético;
2 fases distintas da geopolítica Russa pós regime soviético O PERÍODO PÓS-SOVIÉTICO Grande enfraquecimento do ponto de vista geopolítico, que refletiu externamente a perda de poder do Estado russo ( “buraco negro”);
EUA tinham uma política de enfraquecimento sistemático da Rússia ( ajudados pela atitude pró-ocidental russa - Ieltsin defendia a ideia de uma “integração virtuosa” com o mundo ocidental);
Em 1997 é assinado o “Ato Fundador”. (OTAN e a Rússia não se consideram mais adversários ); A RÚSSIA DE BORIS IELTISIN (1991-1999) ECONOMIA "Terapia de choque" tentativa de estabelecer rapidamente uma plena economia capitalista no país, elaborada em conjunto com assessores econômicos estrangeiros que eram diretamente pagos pelo governo dos EUA (os dirigentes russos esperavam obter vultosa ajuda externa americana e europeia) RESULTADO = PIB da Rússia caiu pela metade entre 1991 e 1998 e setores estratégicos da economia russa foram controlados direta ou indiretamente por empresas estrangeiras (europeias) ÁREA MILITAR cortes no orçamento militar (1/2 do contigente de soldados);
herança do arsenal nuclear e estratégico da ex-URSS;
receio dos EUA, preocupados com a proliferação de armas nucleares para as outras antigas repúblicas soviéticas.
o uso da base naval de Sebastopol ( ucrânia, - acesso da frota russa ao Mediterrâneo) POLÍTICA fim do Pacto de Varsóvia (retirada das tropas da EU Central/Leste - manobras americanas para integrar Polônia, a Húngria e a Rep. Tcheca na OTAN - 1999);
o acordo Báltico-EUA, assinado em 1998, selou a entrada da Letónia, da Estónia e da Lituânia na OTAN e na UE, sem que os próprios países europeus ou a Rússia tenham sido consultados - Estados Tampão; encadeamento do processo de exclusão da Rússia das grandes decisões mundiais invasão da Sérvia pela OTAN em 1999 sem a consulta ao C.S da ONU;
Os protestos russos contra a intervenção da OTAN no Kosovo;
Os EUA e seus aliados europeus desenvolveram novas rotas que transportassem o gás e o petróleo das antigas rep. soviéticas da Ásia Central sem passar pelo território russo (projetos BTE (Baku-Tblissi-Erzurum) permitiu trazer para os mercados ocidentais o petróleo do Azerbaijão, sem passar pela Rússia. O BTC (Baku-Tblissi-Ceyhan) também chamado South Caucasus Pipeline, transporta o gás do Azerbaijão para a Turquia). ESCOLA INTERNACIONALISTA - IDEALISTA Ruptura com a ideologia Soviética – postura de cooperação com o Ocidente (aliança da Rússia com as potências ocidentais) ESCOLA REALISTA (antigos membros da burocracia soviética e por segmentos do Partido Comunista – Vladimir Putin) Visão: poder como instrumento de controle e equilíbrio, em detrimento da cooperação internacional ;•Rússia deveria continuar a desenvolver suas potencialidades militares para equilibrar a balança internacional de poder com os Estados Unidos; ESCOLA DOS EXPANSIONISTAS REVOLUCIONÁRIOS (representa o setor de extrema-direita do cenário político russo) Visão: defendem que a expansão é o melhor caminho para se garantir a segurança e que o sistema mundial permaneceria sendo bipolar(Atlantismo e o Eurasianismo). A RÚSSIA DE PUTIN O CHAMADO 1°MOMENTO:
Posição do Putin antes da eleição: manutenção da integridade territorial russa (ameaçada diretamente pelo terrorismo e pelo conflito na Chechênia) e recuperaração da soberania nacional capaz de proteger seus interesses e de garantir um certo controle sobre a antiga área soviética;
Prioridade Inicial: segunda guerra da Chêchenia e o combate ao terrorismo;
colaboração aos EUA na luta contra o terrorismo depois do 11 de setembro de 2001;
apoiaram a intervenção americana no Afeganistão e não se opuseram ao uso pelos norte-americanos e as tropas da coalizão de bases aéreas nas ex-repúblicas soviéticas da Ásia Central;
conseguiu que os movimentos independentistas chechenos fossem considerados terroristas, podendo realizar operações militares na Chechênia e no resto do Cáucaso russo sem enfrentar protestos diplomáticos O 2° MOMENTO •Em 2003, na chamada “cruzada contra o eixo do Mal”, a Rússia abandonou sua solidariedade aos EUA, se recusando a apoiar a intervenção americana no Iraque;
•Oposição em 2007 ao projeto de escudo antimíssil que os norte-americanos queriam instalar na Europa Central (Polônia, República Tcheca), por meio da OTAN. Esse escudo antimíssil deveria supostamente proteger os membros europeus da OTAN contra a ameaça iraniana (Putin declarou em 2008 que instalaria no enclave de Kaliningrado, no meio do território polonês, uma série de estações móveis de mísseis);
•Rússia pressionou os países vizinhos da ex-URSS que tinham aceitado receber bases militares americanas no seu território para eles não renovassem as concessões dessas bases;
Enfrentamento das revoluções coloridas (Revolução Rosa Geórgia · Revolução Laranja Ucrânia· Revolução das Tulipas Quirguistão · Revolução dos Cedros Líbano · Revolução Púrpura Iraque · Revolução Twitter Moldávia · Revolução Verde Irã · Revolução Bulldozer Iugoslávia; A relação Rússia - China (Organização da Cooperação de Xangai – criada em 2001 para estabelecer uma aliança entre a Rússia e a China em termos militares e de combate ao terrorismo, ao fundamentalismo religioso e ao separatismo na região da Ásia);
fornecedor de armas modernas para China e transferência de tecnologia militar russa para a produção de novas armas chinesas;
•A China é um grande importador de hidrocarbonetos russos (não querem depender da Rússia para seu abastecimento em gás e petróleo); NA ATUALIDADE GUERRA RUSSO-GEORGINANA
ponto mais baixo das relações russoamericanas do pós-Guerra Fria” A tensão entre a Rússia e a Geórgia sobre a questão da Abcásia e da Ossétia do Sul existe desde o esfacelamento da URSS;
A Geórgia, apoiada pelos EUA e pela UE continuou reivindicando sua plena soberania sobre esses dois territórios e resolveu invadir a Ossétia do Sul em agosto de 2008;
Rússia declarou guerra à Georgia e derrotar o Exército georgiano em alguns dias, aniquilando boa parte de sua capacidade militar; •Rússia é hoje um grande fornecedor de armas para os países que querem manter sua independência em relação aos Estados Unidos (como a Índia e que sofrem de embargo sobre armas por parte dos EUA como a China, a Venezuela ou o Irã); A QUESTÃO DOS GASEODUTOS •Os EUA incentivam a criação de novos gasodutos, como o Nabuccono “corredor caucasiano”, que não seriam controlados pelos russos. Os americanos apóiam essa tentativa e promovem uma multi pipeline diplomacyno intuito de diversificar as rotas de exportações para que elas não atravessem países cujos regimes são considerados hostis, como o Irã, ou pelo menos relutantes à sua influência, como a Rússia;
•A Rússia desenvolveu também uma política ativa de diversificação das rotas de dutos para diminuir a capacidade dos EUA de poder atrapalhar sua geopolítica da energia:
a)Yamal 1 - gasoduto capaz de assumir o transporte de 20% do total das exportações russas na direção da Polônia e possivelmente da Alemanha, passando por Belarus, mas não pela Ucrânia;b)Blue Stream, gasoduto atravessando o Mar Negro para ligar a Rússia e a Turquia ;c)NordStream, passando pelo Mar Báltico, que liga a Rússia (campos da Sibéria) e a Alemanha. NordStream evita, assim, de passar pelos Países Bálticos e pela Polônia, aliados incondicionais dos EUA;d)South Stream, que ligaria os recursos do Mar Cáspio e potencialmente da Sibéria à Europa do Sul e do Leste, passando pela Bulgária, pela Sérvia, pela Hungria, pela Áustria e pela Itália. •a Rússia contestou a forma e intensidade da intervenção americano-europeia e esperou a saída de Kaddafi para reconhecer o Conselho Nacional Líbio. Veto russo às sanções propostas pelos EUA contra a Síria;
A Rússia só apóia de forma parcial as sanções internacionais contra o regime de Teerã. Os russos estão tentando preservar sua posição de interlocutor entre o Irã e o resto do mundo, sendo um dos poucos países a manter laços econômicos fortes com o país (PARCERIA DE CONSTRUÇÃO DE REATORES NUCLEARES), junto com a China; A QUESTÃO DO GÁS Preocupação com o surgimento fora da Rússia de tecnologias que permitam um grande barateamento do gás natural liquefeito (GNL), que pode ser transportado por navios e reduziria drasticamente o papel estratégico e econômico dos gasodutos.
Os russos temem o desenvolvimento acelerado de técnicas de recuperação de gás capturado em rochas de xisto, que abriria a possibilidade da Europa se tornar autosuficiente em gás natural. Conscientes destes problemas, os russos tentam diversificar seus mercados, na Ásia principalmente, e a GAZPROM tem investido bastante em desenvolver ela própria tecnologias para tornar mais eficiente o transporte de GNL. CURIOSIDADES RECENTES Em 15/2 um meteorito atingiu o país causando um prejuízo de mais de US$ 30 milhões em danos materiais e deixando mais de 1.000 feridos, em sua maioria devido à ruptura de vidraças;
É o maior objeto a atingir a Terra em um século. O último havia sido em 1908 no lago Tunguska, na Sibéria, quando um objeto de 100 metros explodiu sobre a região;
A região tem forte presença de indústria bélica, inclusive com produção de armas nucleares. Não houve informações de vazamento de radiação, segundo fontes do governo russo;
O QUE PODE SER PERGUNTADO?
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