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Cópia de Literature Lesson

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Roberto Cardia

on 20 November 2015

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Transcript of Cópia de Literature Lesson

Pessoa Portadora de Deficiência
Paralisia cerebral (PC)
Lesão de uma ou mais áreas do sistema nervoso central, tendo como consequência alterações psicomotoras, podendo ou não causar deficiência mental. Geralmente os portadores de paralisia cerebral possuem movimentos involuntários, espasmos musculares repentinos chamados esplasticidade (rigidez) ou hipotonia (flacidez). A falta de equilíbrio dificulta a marcha e a capacidade de segurar objetos. (IBC)

Deficiência mental (DM)
A deficiência mental refere-se a padrões intelectuais reduzidos, apresentando comprometimentos de nível leve, moderado, severo ou profundo, e inadequação de comportamento adaptativo, tanto menor quanto maior for o grau de comprometimento.

Deficiências físicas (motoras)
Paraplegia ou paralisia:
perda de todas as funções motoras dos membros inferiores ou superiores;
paraparesia:
perda parcial das funções motoras dos membros superiores ou inferiores;
monoplegia:
perda total das funções motoras de um só membro (podendo ser superior ou inferior);
monoparesia:
perda parcial das funções motoras de um só membro (podendo ser superior ou inferior);
tetraplegia:
perda total das funções motoras dos membros superiores e inferiores;
tetraparesia:
perda parcial das funções motoras dos membros superiores e inferiores;
triplegia:
perda total das funções motoras em três membros;
triparesia:
perda parcial das funções motoras em três membros;
hemiplegia:
perda total das funções motoras de um hemisfério do corpo (direito ou esquerdo);
hemiparesia:
perda parcial das funções motoras de um hemisfério do corpo. (direito ou esquerdo). (IBC)

Roberto Cardia
Taekwondo Adaptado
Considera-se Pessoa Portadora de Deficiência (PPD) aquela que apresente, em caráter permanente, perdas ou reduções de sua estrutura, ou função anatômica, fisiológica, psicológica ou mental, que gerem incapacidade para certas atividades, dentro do padrão considerado normal para o ser humano.


A deficiência visual é a perda ou redução de capacidade visual em ambos os olhos em caráter definitivo, que não possa ser melhorada ou corrigida com o uso de lentes, tratamento clínico ou cirúrgico. Existem também pessoas com visão sub-normal, cujos limites variam com outros fatores, tais como: fusão, visão cromática, adaptação ao claro e escuro, sensibilidades a contrastes, etc. (IBC)

Deficiência visual (DV)
A deficiência auditiva inclui perda de audição leves, moderadas, severas e profundas e são assim classificadas: perda moderada, perda severa e perda profunda. (IBC)
Deficiência auditiva ('DA')


Quando a pessoa apresenta conjuntamente duas ou mais deficiências.

Deficiências múltiplas (DM)
O Setor de Reabilitação atende pessoas com deficiência visual adquirida na idade adulta (reabilitandos) proporcionando-lhes um elenco variado de atividades: orientação e mobilidade, atividade da vida diária, habilidades básicas de preparação para o braille, leitura e escrita através do Sistema Braille, escrita cursiva, inglês básico, música, teatro, cestaria, artesanato (biscuit, tricô, tapeçaria) cerâmica, educação física, capacitação de usuários de computadores equipados com software do sistema dosvox, do magic (ampliador de tela para pessoas com baixa visão) e do jaws (leitor de tela), atendimento social e psicológico. Oferece também cursos profissionalizantes: massoterapia, shiatsuterapia, drenagem linfática manual, reflexologia dos pés, afinação de piano, oficina de cerâmica. A reabilitação desenvolve ainda o Programa de Atendimento e Apoio ao Surdocego e o encaminhamento ao mercado de trabalho de alunos e reabilitandos. (IBC)
Reabilitação
Conceituando baixa visão
“A pessoa com baixa visão apresenta uma perda visual severa, que não pode ser corrigida através de tratamento clínico ou cirúrgico, nem com o uso de óculos convencionais. Entretanto, ela mantém um resíduo visual que é individual e sua capacidade de usá-lo não depende somente da acuidade ou da patologia. Esse resíduo compreende uma extensa gama de possibilidades, variando de pessoa para pessoa, e seu uso pode estar restrito desde a apenas algumas atividades da vida diária até a utilização da leitura e escrita em tinta, com recursos especializados (IBC)
Área: 4m X 4m.
Demarcação: fita adesiva e barbante sobreposto (marcações internas e contorno total da área).
Tempo: dois rounds de um minuto e trinta segundos por um minuto de descanso.
Proibição: chutes na cabeça, comentários do técnico na luta.
Equipamento de proteção: capacete gradeado, protetor acolchoado de peito de pé e demais proteções (as mesmas dos videntes).
Cores dos equipamentos: se tratando de baixa visão, as chamativas são preferenciais, ou seja, ambos protetores são vermelhos, o que diferencia os atletas em uma competição é a numeração lateral na calça de cada um ou faixa de cores diferenciadas.
Competições: regras e adaptações


Glaucoma: pressão intra-ocular elevada. Obs.: não pular, não mergulhar, não levar impactos na cabeça.
Catarata: opacificação do cristalino.
Pterígio: membrana vascular, proveniente da conjuntiva, que “invade” ou "sobe" a córnea, provocando uma mancha branca. O leigo confunde com a catarata.
Retinose pigmentar: degeneração progressiva de neuroeptélio retiniano, acometendo primariamente os bastonetes e secundariamente os cones, seguindo-se atrofia geral de toda retina.
Deslocamento de retina: a retina se desprende da camada da coróide, junto a ela, ou se solta e se levanta por inteira. Sintomas de clarão de luz, cortinas, teias de aranha, visão distorcida. Obs.: não pular, não mergulhar, não levar impactos na cabeça.
Hipermetropia: o ponto de focalização está atrás da retina; má visão para perto.
Miopia: o ponto de focalização está na frente da retina; má visão para longe.

Algumas patologias
B1 – cego total: nenhuma percepção luminosa em ambos os olhos ou percepção de luz, mas com incapacidade de reconhecer formatos a qualquer distância ou direção.
B2 – atletas com percepção de vultos.
B3 – atletas que conseguem definir imagens.

Judô
É conhecido também como goalball e foi inventado no ano de 1946 pelo austríaco Hanz Lorenzen e pelo alemão Sett Reindle. O jogo é praticado por atletas deficientes visuais, onde o objetivo é lançar a bola com as mãos em direção ao gol do adversário. Cada time contém três jogadores e todos eles usam vendas nos olhos. Ambos times podem contar com três reservas. No caso de pênalti apenas um integrante ficará no gol enquanto um outro do time oposto realizará a cobrança. A sua percepção é pelo tato e audição.
As linhas do chão delimitam as áreas e são em alto relevo e a bola possui guizos internos. Deve haver bastante concentração, e por este motivo a torcida deve estar sempre em silêncio.
O golbol
Independente de qual seja a modalidade, goalball, judô, futebol de cinco ou mesmo o Taekwondo, o importante é adequar as deficiências ao devido paradesporto. Entretanto, ao que parece, as classificações e adaptações mais satisfatórias para serem utilizadas é a do goalball e a do judô.

(NOTA: importante ratificar que são através de outros esportes que podemos adaptar um modelo para aplicar às regras do Taekwondo para cegos e baixa visão. Devemos também desenvolver novas classificações para outras deficiências (exemplos.: síndrome de down, paralisia cerebral, amputados, etc.)

Adequar
Existem três avaliações nas paraolimpíadas que fazem parte de um sistema chamado “classificação funcional do atleta”: Primeira: exame físico para verificar a patologia. Segunda: avaliação funcional para verificar medição dos membros, coordenação motora, amplitude e força muscular. Terceira: Exame técnico para verificar sua atuação no esporte onde serão observadas as técnicas, os movimentos, as próteses, etc.
Avaliação paraolímpica
Poomsae
Kyesok bandal
Defesa pessoal
Sebom e dubom adaptados com bengala de cego
Defesa pessoal como apresentação em eventos
Quebramentos de telhas (apresentações ou competições)
Kyorugi
Desafio Cegos X Videntes
Adaptações gerais
O que pode ser feito
As deficiências podem ser:

congênitas ou adquiridas.

Classificação das deficiências
É possível
Estimulação precoce
O Setor de Estimulação Precoce do IBC atende a crianças cegas e de baixa visão de zero a três anos e 11 meses de idade, através de programas específicos e individualizados. O objetivo é promover o desenvolvimento global da criança deficiente visual, enfatizando seus sentidos remanescentes: as percepções auditivas, táteis-cinestésicas, olfativas e gustativas, priorizando as ações e interações motoras.
O trabalho é realizado por uma equipe de profissionais especializados na área da deficiência visual e da motricidade, com apoio dos serviços de oftalmologia, clínica médica, psicologia, fonoaudiologia e assistência social do IBC quando necessário.
O ingresso neste setor inicia com uma avaliação da função visual e do desenvolvimento global da criança. A criança de baixa visão realiza atividades próprias para estimular seu resíduo visual para que possa usá-lo de forma máxima. A partir dos dois anos de idade, as atividades também objetivam a socialização e a independência.
No atendimento à criança, os pais são orientados quanto à melhor forma de trabalhar com seu filho.
(IBC)
Funções visuais
Para que possa ocorrer um bom entendimento das classificações da deficiência visual faz-se necessário o entendimento das funções visuais, ocorrendo uma maior compreensão do funcionamento visual dos alunos, que abrange a acuidade visual (capacidade de distinguir detalhes, dada pela relação entre o tamanho do objeto e a distância onde está situado), a binocularidade (é a capacidade de fusão da imagem proveniente de ambos os olhos em convergência ideal, o que proporciona a noção de profundidade), o campo visual (é avaliado a partir da fixação do olhar, quando é determinada a área circundante visível ao mesmo tempo), a visão de cores (capacidade para distinguir diferentes tons e nuances das cores), a sensibilidade à luz (capacidade de adaptação frente aos diferentes níveis de luminosidade do ambiente) e a sensibilidade ao contraste (habilidade para discernir pequenas diferenças na luminosidade de superfícies adjacentes)
(MUSTER e ALMEIDA, 2005).
robertocardia@ig.com.br
(21) 988673575

Rio de Janeiro, 28 de julho de 2015
Elaborado por Roberto Cardia
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