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Intervenção, término e prevenção de recaída.

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by

Carla Daolio

on 30 October 2013

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Transcript of Intervenção, término e prevenção de recaída.

O que nós não vemos...
Intervenção, término e prevenção de recaída.
Prof.ª Dr.ª Carmem Beatriz Neufeld
Monitoras: Carla C. Daolio e Gabriela Affonso.

Perfis cognitivos
RelaçãoTerapeuta-Paciente
Progredindo como terapeuta cognitivo
Referências
Beck, J. (1997). Termino e prevenção de Recaídas. Terapia Cognitiva: Teoria e prática. Porto Alegre: Artmed.

Friedberg, R. D., & McClure, J. M. (2004). Técnicas cognitivas e comportamentais comumente usadas. A prática clínica de terapia cognitiva com crianças e adolescentes. Porto Alegre: Artmed.

Rangé. B. (2001). Técnicas Cognitivas e comportamentais. Psicoterapias cognitivo-comportamentais: Um diálogo com a psiquiatria. Porto Alegre: Artmed.
Exemplo de caso
Treino de assertividade / Treino de Habilidades Sociais;


Solução de problemas;


Exposição e prevenção de respostas;


Agenda de preocupações;


Programação de eventos;


Teste de evidências;
Intervenção
Término e prevenção de recaída
Perfil do Transtorno de Personalidade Histriônica
Descrição do caso
História
Conceitualização Cognitiva
Tratamento
Elaborar o plano de metas


Hierarquizar as metas


Psicoeducação sobre as dificuldades (sintomas)


Aprender a responder para os pensamentos automáticos
Fortalecer as potencialidades


Investir em habilidades deficitárias


Flexibilizar crenças


Reestruturação cognitiva
Ensinar formas socialmente adequadas
de expressão verbal e motora;


Expressão de afeto, opinião de
modo diretivo, livre de demanda
abusivas;


Para alcançar tais objetivos pode ser utilizado em orientação de respostas específicas ou pelo ensaio comportamental.
Treino de assertividade/ Treino de habilidades sociais
Solução de problemas
Formas adequadas de enfrentamento de situações da vida real;


Disponibilizando um conjunto de
respostas eficazes para o manejo de
situações-problemas;


Treinamento para assumir a
responsabilidade de tomar decisões
difíceis.
Exposição e prevenção de respostas
Técnica de exposição: Exposição direta aos estímulos ou situações temidas e evitadas;
Bloqueio da resposta compulsiva /Prevenção da resposta;
Agenda de preocupações
Diário de preocupações;

Anotação de todos os pensamentos relacionados ao sintoma;

Anotação das preocupações diárias;
Programação de eventos
Programação de eventos prazerosos;


Juntamente com o paciente é programado as atividades que serão necessárias durante a semana;


Objetivo: desenvolver motivação
para as atividades.
Teste de evidências
Avaliar os fatos que comprovam suas crenças e aqueles que as invalidam;


Testar generalizações exageradas, conclusões falhas e inferências infundadas;


Respondendo com novas
conclusões com base nas
evidências encontradas.
Conjunto de crenças e atitudes, afetos e estratégias comportamentais.


É possível identificar
características de um perfil distintivo dos diferentes transtornos
de personalidade.
Vetores dos perfis:
estratégias de como os perfis usam o espaço interpessoal, podem mover-se,
ou situar-se contra, na direção de, para longe de, acima de ou abaixo de.
Os perfis exibem padrões superdesenvolvidos e subdesenvolvidos.
Preparar o paciente desde a 1ª sessão

Fazer um gráfico do progresso da terapia

Atividades AO LONGO DA TERAPIA

1. Atribuindo progresso ao paciente (fortalecer crenças de auto-eficácia)

2. Ensinando e usando técnicas/ferramentas aprendidas na terapia

3. Preparando para retrocessos durante a terapia (levantar PAs se o paciente piorar e preparar estratégias)
Atividades PRÓXIMAS AO TÉRMINO

1. Respondendo a preocupação sobre diminuição gradativa das sessões (vantagens e/ou reestruturar as desvantagens)

2. Respondendo às preocupações sobre o término da terapia

3. Revisando o que foi aprendido

4. Sessões de autoterapia

5. Preparando para os retrocessos após o término (Cartões de enfrentamento)

6. Sessões de encorajamento
Um tópico recente em TC

Beck vem se interessando muito sobre este tópico e outros atualmente (emoção, bases filosóficas, etc.)

Estudos apontam que pacientes de terapeutas mais calorosos e empáticos obtiveram melhores resultados do que pacientes de terapeutas menos calorosos e empáticos.

“Resitência” – qualquer ocorrência no comportamento, no pensamento, na emoção e no estilo interpessoal do paciente que interfere em sua capacidade para utilizar o tratamento e adquirir habilidades em lidar com problemas fora da terapia e após a terapia haver terminado.
Crítica de Safran (responsabilizar o paciente pelo fracasso e esquecer a característica interativa da terapia)


O paciente resiste, o terapeuta fica defensivo, o paciente não se sente acolhido e resiste, o terapeuta fica hostil...


“Contratransferência” - resposta, ante o paciente, que está enraizada nos esquemas ativos e inativos do terapeuta.
Esquemas disfuncionais mais comuns em terapeutas:

Padrões elevados de exigência e/ou perfeccionismo do terapeuta (expectativas irrealistas)

Preocupação com abandono (rejeição pessoal, evitar tópicos difíceis)

Crenças de ser superior e especial (oportunidade de brilhar, dificuldade com as falhas)

Necessidade de aprovação (preocupação em ser agradável)

Senso superdesenvolvido de autonomia (foco na produtividade e na eficiência)
Nabuco de Abreu – aponta fatores de sucesso:


Similaridades entre terapeuta e paciente; pacientes que percebem seu terapeuta como carinhoso, atencioso, interessado e respeitador


Pesquisa de Strong e cols (1971 citado por Silva, 2003) pacientes avaliam melhor terapeutas com altas taxas de comportamentos gestuais (assentimento com a cabeça, sorrisos, aproximação do corpo em direção ao cliente)
Passe pelo processo terapêutico, ou faça autoterapia

Monitore seus humores e identifique seus Pas

Escreva seus PAs (oportunidade de sentir-se no lugar do paciente e verificar os obstáculos)

Identifique seus PAs que interferem em executar o item 2.
Faça seu RPD quando sentir variações de humor

Preencha a metade inferior do Diagrama de Conceituação Cognitiva usando 3 situações típicas de disforia

Preencha a metade superior do DCC

Utilize as técnicas básicas em situações cotidianas.
Comece com paciente de características sintomatológicas mais simples. Existe a tendência a regredir à abordagem anteriormente utilizada de terapia. Inicialmente seja purista no uso da técnica


Obtenha consentimento escrito para gravar as sessões (áudio e/ou vídeo).


Atualize suas leituras constantemente.


Faça treinamentos e supervisão


Associe-se à grupos de TC, auxilia na atualização e busca de suporte.
Característica principal: Atenção.
Passado evolutivo: Sobrevivência e reprodução (canto dos pássaros, pavão).
Presente (vantagem): Dramaticidade para as artes, lecionar, tornar-se atraente.
Presente (desvantagem): Relacionamentos superficiais, exige atenção o tempo todo.
Visão de Si Mesmo: Sente-se com charme, glamour, sedutor(a) e cativante.
Visão dos Outros: Os outros são seus admiradores, seduzíveis e receptivos.
Crenças Principais ou Pressuposições Subjacentes (Regras): Preciso impressionar; as pessoas devem me admirar; ninguém tem direito de negar-me satisfação.
Estratégias superdesenvolvidas (comportamento interpessoal mais frequente): Comportamento emotivo excessivo e busca continuada de atenção e admiração, recorrendo a sedução, exibicionismo, dramatizações, choros e gestos suicidas.
Estratégias subdesenvolvidas: reflexão, controle e sistematização.
Professor do ensino médio


46 anos


Queixas:

dificuldades para manter seus relacionamentos amorosos;

queixava-se de sofrer de mudanças constantes do humor, solidão e vontade de morrer.
Sua expressão não parecia condizer com sua fala.


No decorrer da fase de avaliação, relatou sentir-se incomodado em situações onde não era o centro das atenções.
Relatou que sentia imenso prazer em envolver-se em jogos de olhares e sedução com suas alunas e colegas da escola.


Foram identificadas também dificuldades de relacionamento em seu ambiente de trabalho, pois sua falta de modéstia e a dramaticidade que imprimia a suas falas acabavam por afastar dele as pessoas com quem convivia.
3 irmãos

Pai ausente

Mãe submissa e dramática

Padrão de constituir relacionamentos curtos

Foi casado por 1 ano quando ele tinha 29 anos

Tem uma filha deste casamento
Situação: Quando em viagem sozinho, a noite no hotel.

PA: Preciso sair, preciso de companhia.

Emoção: Ansiedade

Comportamento: Sai para a balada e logo começa a buscar alguém
Situação: Quando a pessoa com quem está ficando não liga para ele na frequência que ele espera.

PA: Esse relacionamento não vai dar certo, ela não me DAR o devido valor.

Emoção: Irritabilidade

Comportamento: Olha na agenda para quem poderia ligar para lhe fazer companhia.
Situação: Quando as pessoas próximas não lhe dão atenção.

PA: Ninguém gosta de mim.

Emoção: Tristeza

Comportamento: tenta chamar a atenção para si, ou ficando muito quieto até que o notem, ou fazendo “drama” sobre o quanto as pessoas não o compreendem.
Crenças centrais: eu sou impressionante, eu sou incapaz de ficar sozinho

Crenças Intermediárias: se eu sou impressionante os outros devem me admirar e me dar atenção integral; se eu sou incapaz de ficar
sozinho tenho que buscar
companhia o tempo todo

Estratégias compensatórias:
seduzir, chamar atenção, fazer drama
48 sessões de frequência semanal

2 sessões de frequência mensal

6 sessões de encorajamento bimestral

10 primeiras sessões: avaliação e conceitualização e intervenção para humor deprimido

11ª sessão início da intervenção em HS (treino de assertividade, treino de empatia e resolução de problemas)

Reestruturação cognitiva
Busca de objetivos no curto prazo (dificuldade de aderir tempo suficiente para a mudança).


Reatar amizades, aprender a escutar os outros, não interromper os outros, lidar com não ser o centro das atenções
Identificar situações de impulsividade e aprender a postergar:
evitar de “aprofundar” relacionamentos no primeiro encontro;

tentar ficar sozinho por um tempo;

tentar não trair as namoradas.
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