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Racismo

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by

Taís Milena

on 27 June 2014

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Transcript of Racismo

Racismo
Universidade Federal de Pernambuco-CAA
Núcleo de Formação Docente
Disciplina: Educação e Inclusão Social
Docente: Ana Duarte
Discentes: Emilia Rayanne
Regina Clemente
Roberta Araújo
Stefani Tamires
Taís milena

O Movimento Negro surge como uma das principais forças atuantes, com lideranças de projeção nacional, na luta de direitos igualitários;
A Marcha Zumbi contra o Racismo, pela Cidadania e a Vida em 1995;

III Conferência Mundial contra o Racismo, em Durban, no ano de 2001.

Dentre algumas iniciativas governamentais estão o Decreto 4.886/20/11/2003 que determina A Política Nacional da Promoção da Igualdade Racial/PNPIR e a Lei 10.639/2003 que estabelece a obrigatoriedade do ensino da História e da Cultura africana e afro-brasileira no ensino fundamental.
Os debates a cerca do tema apresentados em Fóruns, promovidos pelo Ministério da Educação em pareceria com as Secretarias de Educação e o Movimento Negro.
A questão racial brasileira passa por toda uma construção histórica marcada pela questão do racismo
• A luta dos negros no processo educacional;

• Leis que contribuíram para legitimar vivências de discriminação em virtude da cor;

A trajetória dos povos negros no processo
de escolarização
Pesquisas apontam que a população negra é o segmento mais pobre da sociedade, a menos escolarizada e a que ocupa os postos mais inferiores do mercado de trabalho.

• 1945 Surge a ONU, com o propósito de preservar a paz e a segurança no mundo, promovendo uma cooperação entre diversos países.

• 1948 Elaboração da Declaração Universal dos Direitos humanos, que estabelece em alguns de seus artigos princípios de igualdade e valorização da vida.
• A partir de 1970 ocorre uma maior democratização das escolas públicas com o ingresso de alunos negros ou afro-descendentes.
• 2003 Criação da Secretaria Especial de Política de Promoção de Igualdade Racial (SEPPIR);
• 2009 A SEPPIR lançou o Plano Nacional de Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais Para a Educação Das Relações Étnico-Raciais e Para o Ensino de História e Cultura Afrobrasileira e Africana.
Metodologia de Intervenção
na prática docente

A escola, na perspectiva de construção de cidadania, precisa assumir a valorização da cultura de sua própria comunidade e, ao mesmo tempo, buscar ultrapassar seus limites, propiciando às crianças pertencentes aos diferentes grupos sociais o acesso ao saber, tanto no que diz respeito aos conhecimentos socialmente relevantes da cultura brasileira no âmbito nacional e regional como no que faz parte do patrimônio universal da humanidade.
Parâmetros Curriculares Nacionais (1997)
Lüdke e André (1986) Autoras utilizadas como referencial teórico na pesquisa;
As intervenções propostas fundamentaram-se pelos conceitos de ensino, currículo e das relações étnico-raciais;
A importância de um professor consciente;
Projeto Político Pedagógico da escola;
Material didático
Referências
- Mito da democracia racial
(No Brasil, a visão eurocêntrica e racista resultou no dilema de formar uma nação através de um projeto de homogeneização).

-Movimento Negro
(estabelecer um novo paradigma para emancipação dos afrodescendentes).

-Inserção social dos negros
A desigualdade racial no contexto escolar
“A escola torna-se o primeiro contato de vivência das tensões raciais, que podem acontecer de forma natural ou conflituosa, segregando, excluindo, fazendo com que a criança negra tenha em alguns momentos uma postura introvertida”. (ZEBRAL, 2012, P. 12).
Reeducação nas relações
ético-raciais
Como se dá o preconceito racial?
“Cabe aos professores estarem bem preparados para assumirem o papel de interventores para transformar essa realidade”. (IDEM, p. 14).
ZEBRAL, D. F.
ROMPENDO BARREIRAS DO PRECONCEITO RACIAL NO AMBIENTE ESCOLAR.
Conselheiro Lafaiete. Universidade Federal de Ouro Preto – MG, 2012.
Reflexão de conceitos
Ampliação de conhecimentos

Análise e reconhecimento da sociedade da qual os alunos fazem parte
Processo educativo livre de preconceitos
MUNANGA, Kabengele .
Uma abordagem conceitual das noções de raça, racismo, identidade e etnia
: Disponível:https://www.ufmg.br/inclusaosocial/?p=59 Acesso em: 30/05/2014.
Raça/Racismo
Etnia
Ideologia
Essencialista
Divisão
Grupos
Culturais

Linguísticos

Religiosos
Conjunto
Historicamente
Ancestral
Língua
Religião/ cosmovisão
Cultura
Território
Etnia

Diferença cultural
Identidade cultural
DELIANE FERNANDES ZEBRAL
ROMPENDO BARREIRAS DO PRECONCEITO RACIAL NO
AMBIENTE ESCOLAR

Racismo no
Brasil

Mau
Feio
Sem inteligência
Bom
Bonito
Inteligente
Democracia Racial
conceito
Gilberto Freire
Casa Grande e Senzala
O qual perpetuo a ideia de um convívio pacífico entre os senhores de engenho e escravos, na casa do senhor de engenho
Anos 20
Conceito
-Brincadeiras;

-Piadas;

-Apelidos.

Agradecidas!!!
Adúpé!!
!
Entrevistas
Três entrevistadas/os, sendo duas mulheres e um homem. Identificados por Nãna, Oxum e Xângo.
Suj. 1 Nãna
Suj. 2 Oxum
Suj. 3 Xangô
Questão 1: Durante a sua infância, você vivenciou alguma situação racista ou relacionada a sua cor na escola? Se sim, como foi?
Questão 2: Você se recorda de ter sofrido preconceito de cor em outros ambientes ao longo da sua vida? Como foi?
Questão 3: Você acha que as pessoas negras enfrentam mais dificuldades para alcançar uma ascensão social? Por quê?
Plano de intervenção
Questão 4: Você acha que no Brasil existe Democracia Racial?
Questão5: Pra você qual a importância da escola no combate ao racismo?
Introdução

A proposta de articular neste projeto de intervenção a Lei 10.639/2003 que versa o ensino da cultura afro-brasileira e africana bem como a sua contribuição para a formação da sociedade brasileira (BRASIL, 2003), partiu da premissa desta ser temática recorrente durante nosso percurso acadêmico, dando-nos oportunidade de produzir outros trabalhos que tinham como objeto de estudo as relações étnicas raciais, bem como sua relevância no que tange às lutas dos Movimentos Sociais, que desde sua efervescência a partir da década de 1960, passou a eclodir no cenário brasileiro as reivindicações vindas das minorias. Configurando-se deste modo, como um espaço de discussões relevantes para o campo social, político e cultural.

Objetivo Geral
Analisar as medidas desenvolvidas pelo/a docente para erradicar as práticas racistas e discriminatórias na sala de aula do Ensino Fundamental.
Objetivos Específicos
Compreender a história dos povos africanos e afro-brasileiros;
Analisar a herança histórico-cultural dos africanos no Brasil;
Promover discussões acerca do mito da democracia racial no Brasil.
Metodologia

Nosso projeto de intervenção será realizado numa escola da zona rural de Caruaru-Pe. A qual buscaremos discutir as questões do preconceito racial, bem como conscientizar os/as alunos/as sobre a importância de (re)conhecer a formação sócio-histórica-cultural do nosso país e desenvolver projetos de ações afirmativas para as crianças que não se reconhecem com uma identidade negra. Para tal, utilizaremos a
priori
a observação participante como uma medida de sondagem a despeito do conhecimento que os/as alunos/as já possuem, para posteriormente darmos início à nossa intervenção.

Recorte Teórico

Pautando-nos sobre o pensamento da autora Pimenta apud Franco (2012, p. 112), acreditamos que “a educação como uma prática social, historicamente situada, requer muito esforço para ser estudada, compreendida e interpretada”. Portanto, a partir da afirmação da autora é preciso que a educação no contexto das relações étnico-raciais tenha uma maior reflexão e desconstrução das verdades hegemônicas que se estabelecem na condição e na omissão da história dos/as negros/as trazidos da África e escravizados/as no Brasil. Uma vez que, apenas ao abordar na sala de aula tal temática de uma forma crítica e despida de um discurso eurocêntrico é que se pode fazer essa desconstrução acerca dos conhecimentos que envolvem o continente africano bem como a questão do/a negro/a no Brasil, confrontando “verdades” que durante décadas se perdurou no cenário brasileiro, instaurando dessa maneira, no Brasil o mito da Democracia racial, o que segundo Florestan (2007),

[...] O que parece ser ascensão social no horizonte cultural do negro e do mulato muitas vezes não passa de mera incorporação ao sistema de classes. A ascensão social verdadeira, isto é, a mobilidade social vertical no sentido ascendente, dentro do sistema social vigente, ainda não se organizou, para eles, como um processo histórico e uma realidade coletiva. Atinge a alguns seguimentos (ou melhor, certos indivíduos) da “população de cor”, sem repercutir na alteração dos estereótipos negativos, nos padrões que regem as relações raciais e sem suscitar um fluxo constante de mobilidade social ascendente no “meio negro”. Em suma, a expansão urbana, a revolução industrial e a modernização ainda não produziram efeitos bastante profundos para modificar a extrema desigualdade racial que herdamos do passado (p. 67).
Proposta de Intervenção

Nossa intervenção será realizada dentro de três dias, sendo que, as atividades propostas têm como objetivos compreender como se deu o processo de desconstrução das identidades africanas e colonização dos povos da África; apontar as lutas do Movimento Negro no Brasil; analisar a herança histórico-cultural dos africanos no Brasil. Para desenvolver tal atividade utilizaremos de recursos materiais como o Vídeo Projetor, computador, livros, imagens e mapas do continente africano.

1º Dia de intervenção

Procure saber através do diálogo com os/as alunos/as o que os/as mesmos/as conhecem sobre a África. Em seguida, leve imagens acerca do continente africano para que eles/as possam conhecer e comparar com seus conhecimentos já estabelecidos previamente. Assim, faça atividade escrita para que aqueles/as que não se sentiram à vontade para falar no meio dos/as colegas se expressem através da escrita.

2º Dia de Intervenção

Disponibilize textos para os/as alunos/as sobre a importância da cultura dos povos africanos que foram trazidas para nós brasileiros/as como as danças, o folclore, a religião, as comidas etc. Após as explanações acerca da herança cultural realize atividade elaborando cartazes e/ou uma pequena produção textual sobre a importância do (re)conhecimento das contribuições da África para a formação de nossa sociedade.

3º Dia de Intervenção

Para finalizar a intervenção leve questões aos/as alunos/as sobre a democracia racial no Brasil. Para que o assunto fique mais bem explicitado leve conceitos acerca do tema, questionamentos sobre expressões e ações racistas, fazendo-os/as perceber a gravidade de certos xingamentos e atitudes para com as pessoas de cor negra. Corrobore para que os/as mesmos/as se aceitem como negros/as e não sintam vergonha de sua herança histórica-cultural, que ser negro/a é tão bonito quanto ser pertencente a qualquer outra cultura.

Avaliação

Identifique através dos diálogos em sala de aula e dos trabalhos e atividades individuais e em grupos, os/as alunos/as que sentem dificuldade para entender a temática e aprofunde melhor os conhecimentos na área, elaborando outros meios para facilitar a compreensão. Para os/as alunos/as que sentem resistência em aceitar as (suas) diferenças étnicas, busque inserir no dia a dia propostas que valorizem a cultura e aceitação das diferenças de cor.

Referências
Agradecidas!!!

SILVA, M. A. L.; SOARES, R. L. S.
Reflexões sobre os conceitos de raça e etnia. IN: Entrelaçando
– Revista Eletrônica de Culturas e Educação. Caderno Temático: Educação e Africanidades. N. 4 p. 99-115, Ano 2. UFRBA, Novembro/2011.

Brasil.
Estatuto da Igualdade Racial: Inclusão da nação negra.
Senador Paulo Paim. Senado Federal. Brasília-DF, 2006.
BRASIL.
Decreto-lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Aprova a consolidação da lei de ensino da cultura afro-brasileira e africana. Planalto.
Congresso Nacional. Brasília: Casa Civil, 2003. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.639.htm>. Acesso em: 20 fev. 2014.

FERNANDES, F.
O negro no mundo dos brancos.
2. ed. São Paulo: Global , 2007.

FRANCO, M. A. R. S.
Pedagogia e prática docente.
1. ed. São Paulo: Cortez, 2012.

XLII - a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei;
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade
Estatuto da Igualdade Racial
Apresentado em 2005
"Garantir à população negra a efetivação da igualdade de oportunidades, a defesa dos direitos étnico-raciais individuais, coletivos e difusos e o combate à discriminação e às demais formas de intolerância étnico-racial”.
Provenientes de acordos e negociações entre as forças presentes no legislativo brasileiro, retrocedendo frente às reivindicações do Movimento Negro, estas construídas em encontros, congressos, seminários e conferências.
O Estatuto não foi discutido em audiências públicas, e pouco se levou em consideração os documentos retirados em conferências, congressos e seminários de organizações do movimento negro sobre o mesmo, isto é, quando as organizações se propuseram a discutir o documento em questão.
Estatuto tem um caráter autorizativo, sem o poder de imposição legislativa;
Não havia nenhum recurso direcionado para a implementação do mesmo, logo, um Estatuto autorizativo, sem verba, seria implementado como?
Se o Estado lhe garante o status de facultativo, e não direciona nenhum recurso para sua implementação, o Estatuto se configura, como a nova Lei Áurea, não muda nada;
BRASIL.
Constituição da República Federativa do Brasil. Senado Federal.
Brasília, 5 de Outubro de 1988. Disponível em: <http://www.senado.gov.br/legislacao/const/con1988/con1988_05.10.1988/art_5_.shtm>. Acesso em: Junho de 2014.

BRASIL.
Estatuto da Igualdade Racial.
Escola de Governo. Brasília, 30 de Junho de 2010. Disponível em: <http://www.escoladegoverno.org.br/biblioteca/424-estatuto-igualdade-racial>. Acesso em: Junho de 2014.

SANTOS, J. L.
Estatuto da Igualdade Racial: o debate que não houve.
Escola de Governo. Disponível em: <http://www.escoladegoverno.org.br/artigos/417-estatuto-igualdade-racial>. Acesso em: Junho de 2014
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