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Psiquiatria

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by

Larissa Ferreira

on 22 November 2014

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Transcript of Psiquiatria

Psiquiatria
Escola Francesa de Psiquiatria
Jean-Martin Charcot
(1825 - 1893)
Antiguidade pré-clássica: as doenças eram explicadas como resultantes da ação sobrenatural.

A partir de 600 a.C.: filósofos gregos trouxeram a idéia organicista da loucura

Até o começo da Idade Média: o tratamento era
de apoio e conforto aos doentes mentais.

Final da Idade Média até a Idade Moderna:
houve uma mudança radical desses conceitos e o doente mental passou a ser visto como um
possuído pelo demônio.
Martelo das Bruxas (1484) de Heinrich Kraemer e James Sprenger
Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são serviços de saúde estratégicos para a Reforma Psiquiátrica.
Têm caráter aberto e comunitário, constituídos por equipe multiprofissional que atua sob a ótica interdisciplinar.
Realizam atendimento às pessoas com transtornos mentais graves, transtorno mental em geral, incluindo aquelas com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas.
São serviços substitutivos ao modelo asilar e apresentam diferentes modalidades de acordo com o porte e abrangência populacional:
CAPS I, II e III - sendo que o CAPS III funciona 24 horas por dia, os 7 dias da semana.
O CAPS ad e CAPS ad III atendem especificamente as pessoas com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas;
CAPS i (CAPS Infantil) são responsáveis pela atenção em saúde mental para infância e juventude.
Surge na Europa no fim do primeiro milênio os primeiros "asilos" ou hospitais para doentes mentais. Os primeiros foram a colônia de Geel na Bélgica e o Bethlem Royal Hospital em Londres.
No Brasil, o processo de Reforma Psiquiátrica é iniciado no final dos anos 70, a partir do Movimento de Trabalhadores de Saúde Mental.
História da Psiquiatria
Hipócrates (460-377 a.C.)
Um dos seus grandes
méritos foi distanciar a
origem das doenças
psíquicas a causas
sobrenaturais.
doentes mentais
criminosos
mendigos
inválidos
portadores de doenças venéreas
libertinos
PHILIPPE PINEL
(1745-1826)
Considerado o pai da psiquiatria,
teve o mérito de libertar os doentes mentais das correntes, influenciado pelos ideais iluministas.
Os asilos foram substituídos, então, pelos manicômios, estes somente destinados aos doentes mentais.
"(...) há sempre um resto de razão no mais alienado dos alienados."
Escola Alemã de Psiquiatria
Jean-Étienne Esquirol
(1772 – 1840)
Emil Kraepelin
(1856 - 1926)
Freud
(1856 - 1939)
Estudava a psiquiatria "pesada" (psicoses e asilos). Kraepelin fez prevalecer os dados da observação clínica sobre os anátomo-patológicos.
Estudava a psiquiatria "ligeira" (neuroses e consultórios). Para Freud, a biografia individual e os fatores psicológicos têm papel fundamental no estudo da doença.
Período entreguerras
A psiquiatria estava dividida entre duas teses inconciliáveis: uma de natureza organicista e outra de natureza psicologista. Mas essa dualidade psiquiátrica sofreu um grande abalo na Primeira Guerra Mundial. A incidência de quadros clínicos resultantes de situações emocionais causadas pela guerra causaram uma reação contra a "rigidez" das entidades clínicas propostas por Kraeplin.
Dedicou-se ao estudo da hipnose e da histeria. Charcot considerava que estes dois fenômenos eram devidos a uma debilidade orgânica do sistema nervoso.
Seus esudos tinham
como meta compre-
ender os transtornos do
humor e da melancolia como importantes
agentes que conduzem
à perda do juízo.
Com a psiquiatria moderna tem-se a “era psicodinâmica” onde ficam em evidência os estudos da origem dos fenômenos mentais e dá-se importância aos acontecimentos e reações em situações que poderiam vir a desencadear patologias.
O acontecido, o vivido e a reação da pessoa frente o vivido tornam-se alvo de atenção.
São nomes representativos dessa época Babinski, Janet, Jaspers, Minkowski e Breuler.
No Brasil, em 1830, não havia ainda tratamento para os doentes mentais: os ricos eram mantidos isolados em suas casas, longe dos olhares curiosos, enquanto os pobres perambulavam pelas ruas ou viviam trancafiados nos porões da Santa Casa da Misericórdia.
Sensibilizado por denúncias e impressionado com os gritos dos loucos vindos dos porões da Santa Casa, D. Pedro II assinou, em 1841, o decreto de criação do hospício que leva seu nome.
Palácio dos loucos
Em 1852, próximo a Praia Vermelha (RJ) um edifício planejado aos moldes de hospitais franceses, em estilo neoclássico, provido de espaços suntuosos e decoração de luxo, fica popularmente conhecido como o “Palácio dos Loucos”.
A amplidão dos espaços, a disciplina, o rigor moral, os passeios supervisionados, a separação por classes sociais e diagnósticos, e a constante vigilância do alienado representam o nascedouro da psiquiatria no Brasil.
Enquanto os pacientes de primeira e segunda classes viviam em quartos individuais ou duplos e se entretiam com pequenos trabalhos manuais, jogos e leitura, os de terceira e quarta trabalhavam na cozinha, manutenção, jardinagem e limpeza.
Paradoxalmente, os últimos recuperavam-se com mais facilidade que os primeiros, que, paralisados pelo ócio, perpetuavam-se na internação.
Inauguradas em 1890, as colônias de alienados instaladas na Ilha do Governador representavam uma tentativa de resolver os problemas da superlotação e da mistura de pacientes curáveis e incuráveis em um mesmo estabelecimento. Os “incuráveis tranqüilos”, removidos para muito além do centro urbano, eram encarregados de trabalhos agrícolas e artesanais que compensavam a incapacidade das famílias de custearem o tratamento.
A psiquiatria no Brasil
brancos, membros da Corte, fazendeiros e funcionários públicos
lavradores e serviçais domésticos
pessoas de baixa renda e escravos pertencentes a senhores importantes
marinheiros de navios mercantes, indigentes, ex-escravos e escravos de senhores que comprovadamente não tivessem recursos para a despesa do tratamento.
Tratamentos
Malária inoculada, por Wagner-Jauregg (1917);
Choque insulínico, por Manfred Sakel (1927);
Convulsoterapia, por Von Meduna (1933);
Eletroconvulsoterapia, por Celetti e Bini (1937);
Lobotomia, por Egas Moniz (1935);
Psicofarmacologia (a partir da década de 50);
- Clorpromazina, por Paul Charpentier (1950).

Teorias
Como as doenças psíquicas podem se desenvolver nos indivíduos:
Perspectiva das tarefas do desenvolvimento, por Robert J. Havighurst (1982);
Perspectiva psicanalítica¸ por Freud (1917);
Perspectiva do vínculo afetivo;
Perspectiva da aprendizagem;
- Processos de condicionamento
- Transtorno dos processos de aprendizagem
- Processos cognitivos



MODELO STRESS-VULNERABILIDADE
• Fatores genéticos
• Fatores biológicos
• Fatores psicológicos
• Fatores socio-culturais
- Efeito patogênico
- Efeito pato-seletivo
- Efeito pato-plástico
- Efeito pato-facilitante
- Efeito pato-reativo
- Idioma de stress

Neurose X Psicose

Neuroses: Psicopatologias leves nas quais o paciente tem uma noção vaga das suas manifestações psicossomáticas, porém não consegue controlá-las. São classificadas em:

- Distúrbios de ansiedade: Fobias, pânico,
TOC ( Transtorno Obsessivo Compulsivo).

- Distúrbios Afetivos: Depressão e Transtorno Bipolar de Ânimo.


Psicoses: Patologias graves nas quais o paciente é um verdadeiro doente mental e perde a noção da realidade, incapaz do discernimento. A psicose não tem cura definitiva. São classificadas em:

- Pela manifestação: Esquizofrenia e Transtorno Bipolar de afeto.

- Aspecto neurofisiológico:
>Funcional: age apenas no funcionamento do aparelho psíquico, nas suas ligações.
>Orgânica: tem como característica mudanças ocorridas na química do cérebro, ou em mudanças fisiológicas e estruturais.
Exemplos: Alzheimer, autismo, Parkinson.

- Intensidade:
>Aguda: fase do surto. É quando o doente oferece risco para si e para aqueles que estão a sua volta, necessitando de tratamento psiquiátrico.
>Crônica: fase do relaxamento. O doente está fora da realidade, porém não oferece risco a si e aos outros.

- Distúrbios de personalidade: Ser antissocial ou psicopata.



Fobia
O que é:
É o medo exagerado e irracional diante de uma situação ou um objeto específico. Por exemplo: medo de insetos, medo de lugares fechados, etc.

Sintomas:
- Falta de ar
- Dores no peito
- Sensação de sufocamento
- Tontura
- Ondas de calor ou de frio
- Sudorese

Tratamento:
- Técnicas de relaxamento
- Exposição gradual à situação na vida real.

Pânico
O que é:
O Pânico é um ataque agudo de ansiedade, acompanhado de sentimento de morte iminente e perda total de controlo.

Sintomas:
Os sintomas são basicamente os mesmos da fobia, mas no pânico o medo de morrer é mais intenso, podendo haver uma sensação de desconexão com a realidade.

Transtorno Obsessivo-Compulsivo
Transtorno de ansiedade;
Pensamentos incontroláveis​​ indesejáveis ​​e repetitivos;
Cérebro cria pensamentos fóbicos ou de urgência;
Obsessões são involuntárias, pensamentos incontroláveis, imagens ou impulsos que ocorrem repetidamente na mente;
Compulsões são comportamentos ou rituais;
São executadas numa tentativa de eliminar as obsessões;
Causam ansiedade;
Ciclo contínuo
Possuir pensamentos obsessivos ou alguns comportamentos compulsivos não significa ter TOC!
comportamentos

pensamentos não desejados
Existem dois tipos de TOC
Transtorno obsessivo-compulsivo propriamente dito;
Transtorno obsessivo-compulsivo subclínico;
Higiênicos;
Verificadores;
Céticos e os pecadores;
Contadores e consertadores;
Armazenadores;
Categorias
As causas do TOC não estão bem esclarecidas;
Problema multifatorial;
Alterações na comunicação entre zonas cerebrais;
Fatores psicológicos e histórico familiar;
Causas
Presença de pensamentos obsessivos que levam à realização de um ritual compulsivo;
Sintomas do TOC podem aumentar e diminuir ao longo do tempo;
Muitas vezes, pioram em momentos de stress;
20% das pessoas com TOC apresentam tiques;
Sintomas e sinais
Terapia cognitivo-comportamental com base na aceitação;
Terapia cognitivo-comportamental;
Exposição e prevenção da resposta;
Terapia cognitiva;
Medicação;
Terapia familiar;
Terapia de grupo;
Tratamentos
É uma doença psiquiátrica, crônica e recorrente, que produz uma alteração do humor. Apresenta alterações químicas no cérebro do indivíduo deprimido, principalmente com relação aos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e dopamina).
Diferentemente do que se pensa, os fatores psicológicos e sociais, muitas vezes, são consequência e não causa da depressão.
A prevalência da depressão é estimada em
19%
, o que significa que aproximadamente uma em cada cinco pessoas no mundo apresenta o problema em algum momento da vida.
Depressão
1) alteração de peso (perda ou ganho de peso não intencional);
2) distúrbio de sono (insônia ou sonolência excessiva praticamente diárias);
3) problemas psicomotores (agitação ou apatia psicomotora, quase todos os dias);
4) fadiga ou perda de energia constante;
5) culpa excessiva (sentimento permanente de culpa e inutilidade);
6) dificuldade de concentração (habilidade diminuída para pensar ou concentrar-se);
7) ideias suicidas (pensamentos recorrentes de suicídio ou morte);
8) baixa autoestima;
9) alteração da libido.



Deve-se a questões constitucionais da pessoa, com fatores genéticos e neuroquímicos (neurotransmissores cerebrais) somados a fatores ambientais, sociais e psicológicos.

Sintomas
Causas
A depressão é uma doença reversível, ou seja, há cura completa se tratada adequadamente.
O tratamento da depressão é essencialmente medicamentoso. Existem mais de 30 antidepressivos disponíveis. Ao contrário do que alguns temem, essas medicações não são como drogas, que deixam a pessoa eufórica e provocam vício.
Alguns pacientes precisam de tratamento de manutenção ou preventivo.

Tratamento
Esquizofrenia
Definição e características
Como ocorre?
Subtipos
- Paranoide
- Desorganizado
- Catatônico
- Indiferenciado
- Residual
Consequências
Tratamento
Transtorno Bipolar Afetivo
- Antigamente, tal psicose era denominada síndrome maníaco-depressiva;
- É caracterizada pelas flutuações de humor que estão associadas a anomalias cerebrais. Ora a pessoa está eufórica, rindo à toa, ora está mergulhada em uma tristeza profunda. Ocorre uma mudança súbita de humor;


- Tipos da doença:
Transtorno Bipolar I - É a forma mais grave.
Transtorno Bipolar II – O doente pode passar por período estáveis de humor;
Ciclotimia – É a forma mais leve do transtorno;

- As causas não são exatas. É provável que exista a combinação de diversos fatores: a genética, fatores circunstanciais (stress ou grandes mudanças), abuso de drogas, álcool e remédios e o consumo exagerado de cafeína também podem ocasionar essa síndrome.
- O perfil dos mediadores químicos cerebrais também deixam as pessoas predispostas à psicose. Pesquisadores suspeitam que os níveis dos neurotransmissores dopamina (liberada pela cafeína), serotonina, noradrenalina e GABA afetam o desenvolvimento da bipolaridade. Em um cérebro bipolar, há altos níveis de dopamina (causa mania), baixos níveis de serotonina (substância imprescindível para o funcionamento harmonioso cerebral) e GABA (responsável pela excitabilidade neuronal).
Surto de mania
(euforia): Bom humor intenso e incomum, energia excessiva, irritabilidade, sensação de agitação, falar mais rápido do que o normal, ideia e pensamento rápido e incomum, decisões arriscadas, fácil distração, necessidade de dormir pouco, ideia exagerada das capacidades e aumento do apetite sexual;
Surto depressivo
: depressão ou ansiedade, desespero, falta de interesse em atividades prazerosas, fadiga e preguiça, incapacidade de concentração, indecisão, irritabilidade, mudanças de apetite e no peso, dores misteriosas e pensamentos suicidas;

Não há cura. Os medicamentos estabilizam o humor e alteram níveis de neurotransmissores, como o lítio, anticonvulsivantes, antipsicóticos atípicos e antidepressivos;

Os tratamentos são:
Terapia cognitivo-comportamental, familiar, em grupo, interpessoal e social, eletroconvulsiva e
psicoeducação.
Definição e características
Como ocorre?
Sonambulismo
- Crianças
- Adultos
Como lidar com o sonambulismo
Curiosidades
Sonambulismo
- Descrita em 1906 pelo psiquiatra e neuropatologista alemão Alois Alzheimer;
- Doença degenerativa do cérebro, cujas células (neurônios) se deterioram de forma lenta e progressiva, provocando a atrofia cerebral;
- Gera perda de memória, da linguagem, da razão e da habilidade de cuidar de si próprio;
- A causa ainda é desconhecida. Há hipóteses, como: é uma doença geneticamente determinada, hereditariedade, proteína beta-amilóide e TAU.
- Fatores de risco: idade avançada, idade materna, fatores genéticos, traumatismos cranianos.
Alzheimer
Estágios

I (forma inicial) - alterações na memória, personalidade e habilidades espaciais e visuais;
II (forma moderada) - dificuldade para falar, realizar tarefas simples e coordenar movimentos. Agitação e insônia;
III (forma grave) – resistência à execução de tarefas diárias, incontinência urinária e fecal, dificuldade para comer, deficiência motora agressiva;
IV (forma terminal) - restrição ao leito, mutismo, dor à deglutição e infecções intercorrentes.

Não há um diagnóstico específico. A doença só pode ser totalmente diagnosticada na autopsia. São feitos exames, como ressonância magnética, para excluir as possibilidades de outras doenças;
Não há cura. São aplicados medicamentos para preservar temporariamente as funções não atacadas, porém não impedem a evolução da doença;
Crianças Psicopatas
• APA - nenhum menor de 18 anos pode ser chamado de psicopata, uma vez que sua personalidade não está totalmente formada;
• Transtorno de conduta - um padrão repetitivo e persistente de comportamento que viola regras sociais importantes em sua idade, ou os direitos básicos alheios;
• ABP - cerca de 3,4% das crianças brasileiras apresentam transtorno de conduta;

Fatores de risco para a psicopatia:

Predisposição genética;
Ambiente hostil;
Possíveis lesões cerebrais no decorrer do desenvolvimento;
Abuso na infância.

"Nascemos com um programa inviável, que é atender os nossos instintos, mas o mundo não permite."

Freud
"Qualquer gene precisa, para haver a chamada expressão adequada, de determinadas circunstâncias externas, sejam bioquímicas, sejam físicas, sejam fisiológicas"
Howard S. Friedman
e Miriam W. Schustack
"Isso mostra que os problemas não podem vir dos genes, pois eles têm genes iguais, e também não podem vir diretamente do ambiente, pois tiveram os mesmos pais, vizinhos, casa. Acredito que essas diferenças venham simplesmente de um processo randômico, do acaso, e têm uma grande influência naquilo que somos. Acasos como um bebê que cai de cabeça no chão, um vírus que ele pega, um pensamento que deixe uma impressão permanente"
Steven Pinker
Transtorno de conduta é um padrão de comportamento antissocial em meninos e meninas com mais de 6 anos e menos de 18. Ocorre se acontecerem 3 ou mais dos itens abaixo no último ano e um ou mais no último semestre:

Mata aula frequentemente (começa antes dos 15 anos).
Passa a noite fora várias vezes contra a ordem dos pais (começa antes dos 13).
Foge da casa dos pais pelo menos duas vezes.
Persegue, atormenta, ameaça ou intimida os outros frequentemente.
Inicia lutas corporais.
Usa armas como pau, pedra, caco de vidro, faca e revólver.
É cruel com pessoas ou com animais a ponto de feri-los fisicamente.
Rouba ou assalta, confrontando diretamente a vítima.
Força alguém à atividade sexual.
Inicia um incêndio com a intenção clara de provocar sérios danos.
Destrói a propriedade alheia deliberadamente.
Arromba ou invade a casa ou o carro de alguém.
Mente e engana pessoas por ganhos materiais ou para fugir de obrigações.
Daniel Blair
Mary Bell
Serial killer

Matador em Massa
: Mata quatro ou mais vítimas em um só local, num só evento. Em geral, sua explosão de violência é dirigida para o grupo que supostamente o oprimiu, ameaçou ou rejeitou.

Serial killer
: São indivíduos que cometem uma série de homicídios com um intervalo entre eles, durante meses ou anos, até que seja preso ou morto. As vítimas têm o mesmo perfil (prostitutas, mochileiros, crianças, idosos) e mesma faixa etária, sexo, raça etc. As vítimas são escolhidas ao acaso dentro deste perfil e mortas sem razão aparente; ela é objeto da fantasia do serial killer.

Spree Killer
:
(Matador Impulsivo) As vítimas dele estão no lugar errado, na hora errada. O criminoso mata várias pessoas num período de horas, dias ou semanas, e não passa por fases e se acalma até precisar matar novamente. Ele pode parar de matar tão rápido quanto começou.


Os serial killers poderão ser divididos em:

Visionários,
Missionários,
Emotivos.

Aspectos psicológicos:

Enurese;
Violência contra animais ou outras crianças;
Devastação de propriedades;
Piromania;
Isolamento social e familiar;

Aspectos gerais dos serial killers

Controle;
Dissociação;
Empatia;
Abuso na infância.

Mary Ann Cotton
Ed Gein
Francisco de Assis Perreira
Psicopata
Psicopatas são aqueles indivíduos que cometem delitos que se caracterizam pela forma como executam esses crimes, em que se percebe uma grave deficiência de personalidade, demonstrada pela crueldade, violência e falta de sensibilidade.
• A falta de sentimento, uma vez que tratam as pessoas como coisa; eles as seduzem e manipulam e, quando não são mais úteis, são rejeitadas.
• O psicopata não utiliza a mentira da mesma forma que um homem comum utiliza, mas sim como um meio de trabalho, habitualmente.

1. Ausência de sentimentos afetuosos:
2. São indiferentes também aos laços familiares
3. Amoralidade
4. Impulsividade
5. Incorrigibilidade
6. Falta de adaptação social


Os psicopatas não padecem de uma doença, e sim de um transtorno de personalidade, enquanto os psicóticos são doentes mentais, assim pode-se ter também serial killers psicóticos.

Psicótico
Psicopata
Características em comum

Abuso de álcool e drogas;
Abuso psicológico na infância;
Eventos sexuais estressantes na infância;
Enurese noturna;
Crescer só e isolado;
Fantasias;
Preferência de atividades autoeróticas;
Desenvolvimento de voyeurismo e fetichismo na idade adulta;
Realizando fantasias em animais;
Ferimentos;

http://pt.wikipedia.org/wiki/Neurose
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_psiquiatria
http://pt.wikipedia.org/wiki/Clorpromazina
http://www.scielo.br/pdf/rprs/v29n2/v29n2a05.pdf
http://www.ccs.saude.gov.br/memoria%20da%20loucura/mostra/servico.html
http://www.abcdasaude.com.br/psiquiatria/esquizofrenia-e-outros-transtornos-psicoticos
http://pt.m.wikipedia.org/wiki/Esquizofrenia
http://www.uniica.com.br/orientacoes/esquizofrenia/
http://www.einstein.br/einstein-saude/em-dia-com-a-saude/Paginas/como-lidar-com-o-sonambulismo.aspx
http://mundoestranho.abril.com.br/materia/o-que-e-sonambulismo2
http://www.tuasaude.com/cura-do-sonambulismo/
http://www.minhavida.com.br/saude/temas/depressao
http://www.abcdasaude.com.br/psiquiatria/depressao
http://pessoas.hsw.uol.com.br/serial-killer4.htm
http://murderskillers.blogspot.com.br/
http://intertemas.unitoledo.br/revista/index.php/Juridica/article/viewFile/840/817
http://pessoas.hsw.uol.com.br/serial-killer6.htm
http://oaprendizverde.com.br/2014/03/07/robert-ressler-o-homem-que-entendia-serial-killers/
http://hypescience.com/10-caracteristicas-comuns-aos-assassinos-seriais-potenciais/
http://super.abril.com.br/cotidiano/anjos-malvados-620216.shtml
Bibliografia
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