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Apresentação Qualificação Mestrado - 18/06/12

Apresentação para o exame de qualificação do mestrado. Bruno Gâmbaro - 18/06/12.
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Bruno Gâmbaro

on 15 September 2012

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Transcript of Apresentação Qualificação Mestrado - 18/06/12



Lantec – Laboratório de Novas Tecnologias Aplicadas na Educação
Faculdade de Educação / UNICAMP - 2011-2012 Sumário 1. Introdução 2. Educação, Comunicação e TIC 3. Colaboração e Espaços Virtuais na Educação 4. Metodologia 5. Espaço Infinitus ∞∞ 6. Conclusão 7. Referências Pós-Graduando: Bruno Gâmbaro Pereira
Orientador: Sérgio Ferreira do Amaral Desenvolvimento de uma Comunidade Virtual Colaborativa de professores para a troca de conteúdos digitais 1. Introdução: problematização Contexto: Sociedade do Conhecimento, da Informação ou Sociedade em Rede (CASTELLS, 2005);

Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) como propulsoras do desenvolvimento humano, econômico e social;

Internet e Web 2.0;

Cibercultura, Rede de Conhecimento e Inteligência Coletiva (LÉVY, 1999); Transformação nos processos relacionais, entre os indivíduos e as instituições sociais --> Nova realidade para a Educação e a Escola;

Processos de ensino mediados pelas TIC --> promovem ampliação da capacidade de percepção dos alunos, produção de conteúdos coletivos e de novos conhecimentos e aprendizagens;

Comunidades Virtuais e Ambientes Virtuais de Aprendizagem aplicadas na Educação. 1. Introdução: justificativa da pesquisa Comunidade Virtual e Comunidades de Aprendizagem:
Desenvolvem a capacidade crítica, analítica e reflexiva do sujeitos que integram este ambiente. (LÉVY, 2001).
Promovem a construção de sociabilidade, ou seja a possibilidade de construir significados durante um processo comunicacional e educativo (LÉVY, 2001; MUSSO, 2004).
Propicia a oportunidade de ocorrência da aprendizagem colaborativa e coletiva. “Os conceitos de CA e CVA têm um destacado componente reformista, no sentido de que apontam para a necessidade de revisar os objetivos e conteúdos da educação escolar, o papel do professorado e, inclusive, os cenários nos quais ocorrem o ensino e a aprendizagem. Os conceitos de CA e CVA são portadores de ares de mudança, de expectativas de inovação, de esperanças de aperfeiçoamento no âmbito educacional, mesmo que, por enquanto, quase sempre sejam anelos e ilusões com escasso apoio empírico, mais do que realidades comprovadas e generalizáveis.” (COLL et al., 2010). 1. Introdução: questão e objetivos Questão de Pesquisa: Como o desenvolvimento de uma comunidade virtual centrada no professor pode promover a colaboração e favorecer o compartilhamento de conteúdos?

Objetivo Geral: criar uma comunidade virtual para professores de um mesmo eixo comum, identificando as ações que favorecem a colaboração e o compartilhamento de conteúdos digitais.

Objetivos específicos:

1) Verificar, a partir da literatura, as contribuições que uma comunidade virtual pode oferecer aos professores;

2) Criar uma comunidade virtual levando-se em conta os aportes conceituais da literatura e as necessidades e interesses dos professores que a integram;

3) Desenvolver na comunidade virtual espaços de compartilhamento verificando a forma como os professores colaboram entre si e trocam conteúdos digitais;

4) Analisar as percepções dos professores a partir do compartilhamento de conteúdos feito por eles na comunidade virtual. 2. Educação, Comunicação e TIC 2.1 Educação

Termo latino --> promove surgimentos das potencialidades individuais;
--> formação multipla do sujeito; 2.1 Educação

Educando e educador representam uma relação dinâmica de troca (FREIRE, 1981, 1997).
Ato educativo se faz no diálogo e na comunicação --> tem caráter intencional

Na escola, deve estar estruturada pedagogicamente para:
1. transmitir os conceitos para enfrentamento do mundo e da realidade;
2. possibilitar que se controle e organize o ambiente por meio da ciência e tecnologia em função da sua necessidade;
3. fazer com que se adquira conhecimentos construídos histórico e culturalmente pela humanidade;
4. possibiltar a construção de novos conhecimentos. 2. Educação, Comunicação e TIC Conceito relacionado a diversas correntes pedagógicas e a diferentes contextos culturais O homem é um agente de seu próprio desenvolvimento à medida que constrói o entendimento e o conhecimento acerca do mundo (PIAGET, 2001; VYGOSKY, 1998) --> abordagem construtivista. Diante do contexto da Sociedade em Rede, entendimento de que: 2.1 Educação

Conhecimento no construtivismo é fruto de uma reflexão baseada na experiência pessoal e cultural.

Se dá pela interação permanente que fazemos com outros homens

Abordagem construtivista: foca na descoberta de relações contextuais; exploração de multiplas perspectivas ou represetações sobre um tema; na exposição dos alunos ao contexto real no qual a aprendizagem se mostra mais relevante.

Alunos aprendem melhor quando descobrem as coisas por si mesmos, quando usam professores, tecnologias e outros agentes do processo educativo como recursos mediadores para construírem suas próprias visões da realidade.

Espaço social promove a relação entre as pessoas e envolve a coperação, a comunicação, a partilham, atenção e a moldagem de nós próprios já que nos construímos à medida que interagimos com os outros (VYGOTSKY, 1998).

As pessoas são fontes referenciais e servem de base para nossos comportamentos e raciocínios 2. Educação, Comunicação e TIC Aprendemos a partir dos outros 2.1 Educação

- Educação envolve diferentes caminhos --> metáfora de uma teia de intenções e ações (GRINSPUN, 2001). 2. Educação, Comunicação e TIC - novos pressupostos, premissas e ações por conta do advento das tecnologias digitais que, em si, inserem princípios colaborativos e participativos
- e alinhamento aos projetos pedagógicos e incorporação do uso nas práticas de ensino A partir destas tecnologias digitais o homem estabelece novas relações consigo próprio e com a realidade que o cerca. Neste sentido elas são mais do que simples instrumentos que servem para melhorar a qualidade de vida das pessoas: são canais que promovem a constituição de uma `rede de significações’, na qual estão envolvidos a subjetividade e todo o contexto cultural subjacente ao homem. Exige: 2. Educação, Comunicação e TIC 2.2 Comunicação

Termo latino --> comum. Derivações sugerem os significados 'pertercer' ou 'estar em relação a'.
Ação ocorrida entre dois sujeitos.
Elemento organizador da racionalidade humana e propiciador da coesão entre os homens.
Promove dinâmicas relacionais oferecendo possibilidade de ressignificar, dando novos sentidos às coisas.

Conceito complexo; envolve várias facetas do comportamento humano e da sociedade.

Necessidade de se pensar a comunicação como um conceito sistêmico e complementar --> ocorre aonde existir a presença de homens interagindo, independente do espaço. 2. Educação, Comunicação e TIC 2.2 Comunicação

A relação comunicação e educacão é indissociável --> ocorre pela co-participação dos sujeitos no ato de se conhecer (FREIRE, 1981). Aprendizagem acontece numa relação dialética e dialógica Autores que estudaram a inter-relação entre essas duas áreas nas décadas de 30-40 (SOARES, 2000):

Martín-Barbero;
Mário Kaplún;
Célestin Freinet;
Paulo Freire; Intensificação da presença de meios de comunicação (jornais, revistas, rádio, TV etc.) na vida cotidiana e nos espaços escolares;
Barateamento dessas tecnologias. 2. Educação, Comunicação e TIC 2.2 Comunicação

A Sociedade em Rede expõe as pessoas a muitas e variadas informações, que invadem todos os espaços, inclusive o escolar. --> importância do homem como sujeito central que decide e organiza a informação que vai consumir e a forma como a fará (POZO, 2002). Avanços tecnológicos, a informação se fragmenta e o conhecimento se descentraliza. As TIC potencializam o uso da informação, criando novos espaços de interação, comunicação e educação. É neste cenário que:
se instala a crise do atual modelo de escola;
se estabelece a criação do campo de estudo da Educomunicação. 2. Educação, Comunicação e TIC 2.2 Comunicação

Educomunicação: corpo de ações integradas às práticas educativas; ao estudo sistemático dos sistemas de comunicação que objetiva criar e fortalecer ecossistemas comunicativos em espaços educativos, melhorando o coeficiente expressivo e comunicativo das ações educativas. (SOARES, 2002).

Envolve as função:
- planejamento, implementação e avaliação de processos relacionados ao espaço comunicativo ou a ação educativa. (SARTORI, 2006).

No Brasil, destacam-se ações como as da USP e UNICAMP. 2. Educação, Comunicação e TIC 2.3 TIC

Termo de origem latina: arte ou habilidade. Significados referentes à técnicas, equipamentos, artefatos tecnológicos --> Definição complexa que varia de acordo com a época vivida pela sociedade. Tecnologia é a decorrência de um processo social que acontece quando o homem lida com os problemas que o cercam e altera o conteúdo de toda a sua ação em função dela. (SOUZA et al., 2011)

É ao mesmo tempo meio e fim sendo indissociável sua relação aos valores sociais e à forma como o homem se apropria dela para sua sobrevivência. (CASTELLS, 2006) As TIC geram a Sociedade em Rede --> poder de se infiltrarem no tecido social, alterando e ampliando as nossas habilidades comunicacionais, interativas e conceptivas acerca do mundo e da realidade que nos permeia (DUARTE e FIRMINO, 2011). 2. Educação, Comunicação e TIC 2.3 TIC

Permitem formas mais democráticas no processo comunicacional e de produção de conteúdo;
Perspectiva participativa, dinâmica e horizontal entre as pessoas;
Construção de um produto coletivo fruto das relações ocorridas no ciberespaço
Comunicação não hierarquizada e bidirecional;
Capacidade interativa entre os agentes envolvidos no processo comunicativo;
Possibilidade de elaboração e compartilhamento de significados e sentidos;
Indivíduos como sujeitos sociais ativos construtores de si e do mundo que os cerca. (PRIMO, 2007; CASTELLS, 2005).

Web 2.0

Trabalhada como plataforma que viabiliza funções on-line;
Permite co-autoria;
Compartilhamento de banco de dados;
Oferta de páginas dinâmicas;
Ferramentas de colaboração e relacionamento interpessoal;
Combinação de aplicativos e interoperabilidade;
Promove interatividade e interação (PRIMO, 1998 e 2007;SILVA, 2003; MACHADO, 1997). 2. Educação, Comunicação e TIC 2.3 TIC

Aprendizagem colaborativa: refere-se a ambientes e metodologias que engajam estudantes para uma tarefa comum, sendo que cada um é responsável pelo outro e os benefícios para os alunos podem ser enumerados em:
possibilitar o aumento do envolvimento com o conteúdo trabalhado;
desenvolver o pensamento critico e a capacidade de resolução de problemas;
encorajá-los a aprender a realizar tarefas. (LAN e JIANG, 2009). Neste cenário, as TIC trazem a vantagem de introduzir práticas colaborativas como recurso para a aprendizagem a partir da participação do envolvimento e contribuição ativa dos alunos e professores na aprendizagem um dos outros. 2. Educação, Comunicação e TIC 2.3 TIC

Desafios no uso das TIC na educação (CGI.br):
Integração das TIC ao currículo;
Implantação de infraestrutura tecnológica;
Provimento de acesso às tecnologias;
Letramento digital dos sujeitos da educação;
Políticas consistentes de uso;
Inserção dos envolvidos dos envolvidos no mundo das tecnlogias (SILVA e ALMEIDA, 2010). 2. Educação, Comunicação e TIC 2.3 TIC

Possibilitam a produção de conteúdos de forma colaborativa e interativa, devendo ser trabalhados:

em conformidade com o projeto pedagógico --> integração com todos os conteúdos do curso;

organizados e estruturados em formatos diversos, usando diferentes mídias --> ampliam as chances de apropriação, oferecendo autonomia para construção de novos conteúdos e conhecimentos. Necessidade do professor possuir meios/canais para discutir com outros docentes o uso, co-produção e compartilhamento dos conteúdos digitais para favorecer sua prática pedagógica --> Comunidades Virtuais como uma forma colaborativa de criar conteúdos digitais. 4. Metodologia 4.1 Característica da Pesquisa

Discussão sobre a construção de conhecimento (GIL, 2010; ZAVAGLIA, 2008; MORIN, 1999).
Discussão do conceito de ciência (JAPIASSU, 1975; MINAYO, 1994).
Circunscrita às ciências sociais e humana (BOGDAN e BIKLEN, 1994; DEMO, 2004; GIL, 2010);

4.2 Abordagem da pesquisa
Por conta do objeto de estudo ser de natureza qualitativa --> opção pela abordagem qualitativa. (DEMO, 2004; GUNTHER, 2006).
Discussão sobre as razões da escolha pela abordagem qualitativa (ANDRE, 1995; NEVES, 1996; SANTOS FILHO, 2009).

4.3 Tipo de pesquisa: estudo de caso
Sinalização dos vários tipos de pesquisa qualitativa --> opção pelo estudo de caso (YIN, 2003; GIL, 2010).
Discussão sobre as razões da escolha --> método de caráter exploratório, descritivo e interpretativo (BOGDAN e BIKLEN, 1994; OLIVEIRA, 2008). 4. Metodologia 4.4 Procedimentos metodológicos

•Será descrito o tipo de instrumento de coleta de dados escolhido – questionário aberto on-line para os integrantes da comunidade e as interações mediadas pelo ambiente virtual comunitário;

•Será descrita a justificativa da escolha deste instrumento;

•Será descrita a forma como os dados serão analisados: utilização do software NVivo;

•Será descrita a justificativa da escolha deste instrumento de análise de dados informando ainda os tópicos-guias que serviram de categorias de análise dos conteúdos abstraídos das entrevistas e das ações realizadas pelos professores na Comunidade Virtual Espaço Infinitus ∞∞. 5. Espaço Infinitus ∞∞ 5.1 Descrição do Espaço Infinitus ∞∞

Endereço Web: http://lantec.fae.unicamp.br/ed88

Histórico e evolução:
Inicialmente o endereço é criado para fornecer as informações sobre o oferecimento do curso de extensão “utilização de objetos de aprendizagem mediados pelas tecnologias digitais” na modalidade EAD (Ensino a Distância) para professores da rede pública de todo o Brasil. O curso é oferecido pela Escola de Extensão da UNICAMP e realizado pelo LANTEC (Laboratório de Novas Tecnologias Aplicadas na Educação) da Faculdade de Educação. Foram selecionados aproximadamente 250 docentes que atendiam os requisitos de: 1) lecionarem a disciplina matemática; 2) serem da rede pública e; 3) a escola a qual está vinculado possuir índice IDEB igual ou menor a 4.;

Após a divulgação dos selecionados, o site passou a ser o local por onde os professores, agora alunos, fariam o acesso ao ambiente virtual de aprendizagem (AVA) Moodle, compreendido como a sala de aula virtual do curso em questão;

Com estas etapas realizadas o site começa a ser desenvolvido de forma autônoma ao curso, uma vez que ele é aberto à participação de qualquer professor de matemática, seja ele aluno ou não do curso de extensão;

Neste novo momento são apresentados os objetivos do site, que passa a assumir seu caráter de comunidade virtual temática cujo foco seria a colaboração entre professores e o compartilhamento de conteúdos digitais; 3. Colaboração e Espaços Virtuais na Educação 3.1 Ambientes Virtuais de Aprendizagem – AVA
Conceito, objetivos e características para uso na Educação (SCHLEMMER, 2007; VERENGUER, 2010; CASTILHO, 2011;).
Teleduc: conceito e características;
Moodle: conceito e características.

3.2 Comunidades Virtuais de Aprendizagem
Conceito, objetivos e características (BACON, 2010; COLL et al., 2010)
Desenvolvimento sobre o processo de construção de comunidade virtual:
planejamento;
canais de comunicação;
forma de governança;
espaços de compartilhamento.

Conclusão do capítulo:
Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA) e Comunidades Virtuais de Aprendizagem (CVA) são espaços colaborativos essencialmente criados para construir conhecimentos, trocar experiências, informações, conteúdos e aprender
--> suas características reforçam a importância de se desenvolver uma comunidade virtual colaborativa para professores, identificando as ações que favorecem o compartilhamento de conteúdos digitais para uso em sala de aula. É proposta a criação de uma identidade para o espaço, sendo realizada uma enquete com nomes para a comunidade sugeridos pelos próprios membros. É escolhido “Espaço Infinitus ∞∞ - a comunidade dos educadores matemáticos”;

São desenvolvidos espaços colaborativos para o compartilhamento de conteúdos digitais e canais de comunicação abertos para mediarem as interações e colaborações entre os membros da comunidade;

São desenvolvidas ações dentro do espaço comunitário tendo como embasamento os aportes teóricos apresentados nos capítulos anteriores, em especial o capítulo 3, que trata sobre as características das comunidades virtuais;

Com base nos levantamentos bibliográficos e das observações preliminares das interações no ambiente, será elaborado um questionário aberto online para os integrantes da comunidade com o objetivo de um aprofundamento sobre aspectos que dizem respeito à interação, colaboração e vivência na comunidade virtual desenvolvida.

5.2 Análise do compartilhamento de conteúdos a partir dos espaços criados:

Descrição das categorias de análise levantadas no questionário e na observação das colaborações ocorridas durante a criação da comunidade;
Análise dos dados levantados em cada uma das categorias identificadas com o apoio do software Nvivo.

Conclusão do capítulo:
Analisar as percepções dos professores acerca da experiência vivida com o compartilhamento de conteúdos no desenvolvimento da comunidade virtual Espaço Infinitus ∞∞. 5. Espaço Infinitus ∞∞ 6. Conclusão Retomada do objetivo da pesquisa, mostrando o seu alcance;

Caracterização dos resultados mais relevantes:
Abstraídos a partir do estudo de caso (Espaço Infinitus ∞∞);
Abstraídos a partir do referencial teórico (cap. 2 e 3).

Apontamento das lacunas existentes na realização do estudo de caso;

Indicação de prováveis estudos que podem ser realizados por outros pesquisadores para ampliar o conhecimento sobre a utilização de comunidades virtuais colaborativas no contexto educacional. 7. Referências AIRES, J. A.; ERN, E. Os softwares educativos são interativos. Informática na Educação: teoria e prática, v. 5, n. 1, p. 79-87, maio, 2002.

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brunogambaro@gmail.com Figura 2.3 - Competências docentes para o trabalho pedagógico com as tecnologias (GARCIA et al., 2010).
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