Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Giddens: Cap 11 - Pobreza, Exclusão e Previdência

No description
by

Gabriel David

on 8 July 2015

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Giddens: Cap 11 - Pobreza, Exclusão e Previdência

Anthony Giddens:
Pobreza, Exclusão Social e Previdência - Cap 11

Ideias Principais:
1- Pobreza:
parâmetros de classificação, teorias, desigualdade econômica.

2- Exclusão Social:
origem, mecanismos e consequências.

3- Previdência:
prós e contras, possíveis problemas.

Biografia:
Metodologia:
Introdução dos conceitos e parâmetros (dicotomia).

Análise descritiva destrutiva.

Reformulação do conceito ou estabelecimento de novo padrão.
Previdência Social:

Qual o objetivo da previdencia social? Ele define como neutralizar os efeitos negativos de mercado para as pessoas por diversas razões.

Cada país possui um gasto com a previdência.Exemplo:Suécia chega a 50% do PIB.

Diferenças partidárias: Institucional(afirmam que o acesso aos serviços assistenciais devem ser para todos) e Residualistas(acreditam que a previdência social deveria estar disponível apenas para os membros da sociedade que necessitam de auxiílio e que nao tem condições de satisfazer.


Duas teorias que influenciaram essa prática: Marshall e Esping Andersen.

Marshall aborda o caminho hitórico britânico com estágios chaves da evolução da cidadania: direitos civis(séc XVIII), direitos políticos(séc XIX) e direitos sociais(séc XX).

Esping-Andersen identifica 3 esferas da previdência social: social democrata, conservador corporativista e liberal.Utiliza de um termo chamado decommodification (que significa o grau de liberdade dos serviços assistenciais em relação ao mercado) como uma das formas para diferenciar essas esferas.
O Estado Social ou Welfare State:
Começa, realmente, após a 2° Guerra Mundial, mesmo existindo alguns relatos da era elisabetana.

Mudança da visão previdenciária seletiva para universalista com o Beveridge Report( que pretendia erradicar os 5 males: a carência, a doença, a ignorância, a miséria e o ócio).

Mas houve o término do consenso sobre a finalidade do Estado social.

Inicialmente na década de 70 e teve seu estopim em 1980 com os governos de Margareth Thatcher e Ronald Reagan.

Esses governos promoveram um alto corte com os gastos da previdência de diversas formas:privatização das moradias, introdução de princípios de mercado no oferecimento de serviços públicos e apoio a desinstunacionalização.
Ascenção do Estado Social no Reino Unido:
Cristopher Pierson afirma que os Estados Assistenciais sairam ilesos após a era conservadora mesmo sem negar o aumento de desigualdades

Chegada do Novo Governo Trabalhista em 1997.

Argumenta que as políticas assistenciais são fundamentais para lidar com as desigualdades, bem como melhorar a educação e a saúde mas, mesmo assim, concorda com algumas críticas dos conservadores.

Apresenta a ideia do contrato social e as pessoas

O Estado não iria simplesmente ajudar as pessoas quando estiverem fora do mercado de trabalho.
Novo Trabalhismo:
Pobreza:


Uma das novas fontes de desigualdade.

Preferível ao termo classe baixa.

Não participação do indivíduo na sociedade.

Três vias de análise (Econômica, Política e Social).

Relacionada à produção e consumo.

Participação efetiva do mercado de trabalho (fundamental para a inclusão).

Comunidades com privação material possuem oportunidades limitadas.

Padrões de consumo (insumos e serviços da vida diária).

Ausência de uma residência fixa contribui de forma muito significativa na exclusão.

Exclusão Social:
Econômica:
Moradias e bairros:
(A estratificação do mercado imobiliário atinge as comunidades, excluindo-as da sociedade dominante e seus costumes).

Jovens:
(A transição do jovem para a vida adulta mudou nas últimas décadas, sai mais cedo de casa e com o mercado de trabalho inconstante, acaba voltando para a casa dos pais ou passa a dormir nas ruas.

Áreas rurais:
(Acesso a serviços básicos e mercadorias limitadas, assim como o lazer. Depende muito de automóvel, pois o transporte público possui curto alcance e horários reduzidos.

Mecanismos de Exclusão:
Por opção ou força externa.

Na Grã-Bretanha: ¼ são ex-pacientes de hospitais psiquiátricos (Desinstitucionalização).

O indivíduo raramente acaba nas ruas por uma causa-efeito, o processo geralmente se dá por vários desastres pessoais sucessivos.

A causa do fenômeno divide os sociólogos (Moradia / Autoestima, rupturas familiares, etc).

Os sem-teto:
Elo entre o crime e a exclusão social.

Índices de criminalidade relacionados ao aumento de indivíduos que se sentem desvalorizados na sociedade.

Elliot Currie:
jovens crescendo desamparados, atração dos bens de consumo e a falta de oportunidades de emprego resultam no incentivo a criminalidade.

Necessidade de mais de um emprego para sobreviver.

Retirada de programas do estado e serviços públicos.
Crime:
Não participação do processo político.

Indivíduo/comunidade não tem acesso às informações necessárias para tomar posição.

Participação de comícios e reuniões políticas exige mobilidade.

Política:
Exclusão:
Anthony Giddens nasceu em 18 de janeiro de 1938 na cidade de Londres na Inglaterra. É considerado um dos principais sociólogos britânicos da atualidade.

Publicação de mais de vinte livros. Suas obras mudaram a metodologia de ensino de sociologia e filosofia nas escolas inglesas.

Elaboração de conceitos como: Teoria da Estruturação.

Grande defensor da ideia da Terceira via (uma espécie de conciliação entre as práticas capitalistas de livre mercado e os ideais do socialismo democrático).
Seus interesses acadêmicos são as reavaliações e as reformulações das teorias sociais e compreensão de conceitos como desenvolvimento e modernidade.

Sociólogo pioneiro no estudo do fenômeno da globalização.

Conquistas:
professor de sociologia na universidade de Cambridge. Co-fundador da editora Polity Press em 1985. Entre 1997 até 2003 foi diretor da London School of Economics and Political Science (LSE). Chegou a trabalhar como assessor do ex-primeiro ministro da Inglaterra, Tony Blair.
Conceito amorfo que comumente traz a ideia de privação.

Pobreza absoluta:
subsistência básica (Linha de pobreza). Aplicável de maneira universal.

Pobreza relativa:
padrão de vida. Pobreza é um produto cultural.

No RU:
Ausência de definição por parte do governo. Pobreza é baseada nos pogramas assistenciais do governo.

Definição e Mensuração:
Aumento da desigualdade econômica entre as classes.

Principalmente entre o governo assistencialista de crise e o governo de estado mínimo (Thatcher e Reagan).

Alta especialização da mão de obra.

Trabalho marginalizado, desemprego, aposentadoria.

Tendências de Pobreza no RU:
Desempregados.

Empregados em apenas meio expediente.

Trabalhadores não profissionalizados em empregos não estáveis.

Pais solteiros.

Minorias étnicas (imigração).

Doentes e deficientes.

Crianças (reflexo do desemprego, mortalidade infantil).

Idosos (previdência).

Quem são os Pobres?
Como Entender a Pobreza:
Oscar Lewis:
"cultura da pobreza"

Charles Murray:
"cultura da dependência"

"Teorias que responsabilizam a vítima"

São as visões mais difundidas nas sociedades industriáis.

Contraposição:
de 1/3 a 2/3 das pessoas da classe baixa trabalham, incluindo idosos com mais de 65 anos, deficientes e imigrantes no RU.

O problema é que o tipo de trabalho que exercem não fornece uma renda estável ou uma renda suficiente para a deixarem o estado de pobreza.

A Discussão sobre a Classe Baixa:
Fluxo intenso de entrada e saída da classe baixa mas também constante. Isso enevoa uma distinção clara entre a classe média e baixa.

Problema da nomenclatura
"classe baixa"
devido a sua abrangência e seu significado pejorativo.

Willian Julius Wilson:
bolsões de pobreza nos EUA (guetos). Afirma que a causa já não é tanto a discriminação ativa mas sim pelos fatores econômicos.

Globalização:
manutenção da DIT acaba reforçando os mecanismos de pobreza dos países pricipalmente pela desconcentração da unidade manufatureira.

Ideias Secundárias:
Críticas:
Pergunta:
Conclusão:
Deve-se repensar a desigualdade. A desigualdade econômica existe em todos os sistemas políticos, inclusive nos democratas liberais, que pregam a igualdade como parte da cidadania.

A realidade é contraditória, a desigualdade é uma consequência do livre-mercado.

O conceito de igualdade deve ser revisado de modo mais dinâmico, dando mais importância às oportunidades, do pluralismo e dos diferentes estilos de vida.

Hoje existe mais igualdade entre homens e mulheres.

Notam-se avanços legais e sociais significativos entre as minorias.

Relaciona os problemas de sustentabilidade com o estilo de vida das pessoas que requer mudanças, pois esses problemas são independentes da classe social.

A política social diz respeito a promoção da coesão social, à criação de redes de independencia e a maximização das habilidades das pessoas para tomar iniciativas.
Pobreza:
relativismo dos parâmetros de definição, "Cultura da pobreza". (Durkheim)

Exclusão:
questão da moradia e mobilidade social da classe baixa. (Marx)

Previdência:
Estado conservador ou Estado mínimo. (Weber)
Análise extremamente centrada no RU, EUA e outros países desenvolvidos.

Isso põe em dúvida a universalidade da reformulação dos conceitos trabalhados.

Possível visão egocêntrica quanto a questão da classe baixa no RU.

Em meio de tantos conceitos concorrentes, há vezes em que a posição do autor não fica clara.
Recentemente o Brasil vem adotando várias medidas preventivas contra uma provável crise previdenciária através da reforma de leis e muitos programas do PAC, aumentando as exigências necessárias para se manter os benefícios. Essa prática se assemelha muito com o processo de regulagem do Novo Trabalhismo descrito por Giddens para o R.U.
Essa possível crise é justificável por fatores econômicos e sociais atuais de nosso país (Quais seriam estes fatores?) ou é uma consequência da aplicação dos vários programas assistencialistas que foram inicialmente planejados de forma muito abrangente? Essas reformulações são capazes de melhorar os resultados destes programas ou são uma simples tática para reforçar o estado mínimo e poupar os cofres públicos?

Estrutura da comunidade.

Ação.

Responsabilidade humana.

Social:
Full transcript