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Terapia do Esquema Capítulo 3

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Mariana Dilascio

on 12 May 2013

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Transcript of Terapia do Esquema Capítulo 3

Profa. Dra. Mariana Guimarães Diláscio - CRP/04 15394
mariana_dilascio@hotmail.com Terapia do Esquema - Técnicas Jeffrey Young Por meio das estratégias cognitivas o
paciente reconhece, pela primeira vez,
que o esquema não é correto. Paciente e terapeuta trabalham a ideia de que o esquema é uma hipótese a ser testada Essa postura significa que o terapeuta se solidariza com as razões para as crenças dos pacientes. Ao mesmo tempo ele confronta a imprecisão dessas crenças que levam a padrões doentios que devem ser modificados para melhorar a qualidade de vida.

Requer alternância entre empatia e testagem da realidade. Confrontação Empática 1 - Testar a validade de um esquema;
2 - Relativizar as evidências que sustentam o esquema;
3 - Avaliar as vantagens e desvantagens dos estilos de enfrentamento do paciente;
4 - Conduzir diálogos entre o "pólo do esquema" e o "pólo saudável";
5 - Elaborar cartões-lembrete sobre o esquema;
6 - Preencher o diário de esquema. Técnicas Cognitivas É realizada por meio do exame das evidências objetivas a favor e contra o esquema.

Assemelha-se à testagem da validade dos pensamentos automáticos.

O terapeuta usa as informações a respeito da história de vida do paciente como dado empírico para realizar a testagem. Testando a validade dos esquemas
O terapeuta deve partir da lista de evidências que sustentam o esquema.

Busca gerar explicações alternativas.

Assim atribui outras causas aos eventos que o paciente vê como prova do esquema.

OBJETIVO: desacreditar as evidências que sustentam o esquema. Relativizando as evidências que sustentam o esquema Terapeuta e paciente estudam cada esquema e cada resposta de enfrentamento individualmente e listam suas vantagens e desvantagens.

Pretende-se que o paciente reconheça a natureza autoderrotista de seus estilos de enfrentamento.

Pretende-se que o paciente perceba que poderia aumentar as suas chances de felicidade se substituísse esses estilos. Avaliando as vantagens e desvantagens das respostas de enfrentamento do paciente Adaptação da técnica da "Cadeira Vazia".

O paciente troca de assento enquanto incorpora um diálogo entre o "Pólo do Esquema" e o "Pólo Saudável".

Num primeiro momento o terapeuta pode incorporar o pólo saudável. Conduzindo diálogos entre o "pólo do esquema" e o "pólo saudável" Reconhecimento do sentimento atual
Atualmente eu me sinto......................porque.............................................................

Identificação de Esquema(s)
Contudo, sei que isso provavelmente é(são) meu(s) esquema(s) de .................................... que aprendi.....................................................................................
Esses esquemas me levam a exagerar o nível de..................................................

Testagem da realidade
Ainda que eu acredite ....................................................................a realidade é que...........................................................................Entre as evidências em minha vida que sustentam a visão saudável estão.................................................................................

Instrução comportamental
Portanto, embora tenha vontade de ....................................................................................
eu poderia, em vez disso,.......................................................................................................... Cartões-lembrete de esquemas Diário de esquemas
Com o diário os pacientes constroem suas próprias respostas saudáveis aos esquemas à medida que esses são ativados no cotidiano.




Elementos que devem constar do diário:
1- Gatilho
2- Emoções
3- Pensamentos
4- comportamentos
5- Esquemas
6- Visão saudável
7- Preocupações realistas
8- Reações exageradas
9- Comportamento saudável Fases do tratamento: Fase de avaliação e educação

Fase de mudança

Estratégias cognitivas
Estratégias vivenciais
Estratégias comportamentais Estratégias Cognitivas Estratégias Vivenciais 1. Ajuda a identificar os esquemas mais fundamentais de cada paciente;

2. Possibilita que o paciente vivencie os esquemas em nível afetivo;

3. Ajuda o paciente a relacionar emocionalmente as origens de seus esquemas na infância e adolescência com os problemas atuais. Trabalho com imagens mentais:
Fundamentação " Agora, feche os olhos e deixe que surja uma imagem. Não force as imagens, apenas deixe que uma delas venha a sua mente e diga o que vê." Início do Trabalho com Imagens Mentais "As imagens mentais não são como pensar ou fazer associação livre, em que um pensamento leva a outro; elas são como assistir a um filme, mas mais do que assistir a um filme, quero que você o vivencie - tornando-se parte dele e vivendo todos os eventos que acontecerem." Início do Trabalho com Imagens Mentais Sempre começamos e terminamos as sessões de trabalho com imagens, evocando o "lugar seguro" ou "lugar agradável".

O paciente precisa se sentir seguro para realizar o trabalho vivencial. Imagens mentais de um lugar seguro Objetivo da técnica: observar o sentimento do paciente e os temas que vêm à tona, com vistas a identificar esquemas e entender suas origens.

Procuramos trabalhar apenas uma imagem a cada sessão. Imagens mentais da infância 1. Qualquer imagem desagradável da infância.

2. Uma imagem desagradável de cada um dos pais.

3. Imagens desagradáveis de quaisquer outras pessoas importantes para o paciente, incluindo colegas e amigos, que possam ter contribuído para a formação de um esquema. Tipos de imagem que devem ser trabalhadas Após explorar a imagem da infância, o terapeuta pede que o paciente evoque uma imagem do presente que lhe cause sentimentos similares aos experimentados no passado. Imagens mentais que ligam o passado ao presente É o momento de trabalhar diretamente com as emoções. Técnicas vivenciais como instrumento
de mudança Os pacientes realizam diálogos com as pessoas importantes que foram relacionadas à origem dos esquemas desadaptativos remotos. Diálogos nas imagens mentais Primeiro passo: o terapeuta pede permissão para participar da imagem e falar diretamente com a criança vulnerável.

Segundo passo: o terapeuta faz a reparação parental com a criança vulnerável.

Terceiro passo: o adulto saudável do paciente, tendo o terapeuta como modelo, realiza a reparação parental da criança vulnerável. Trabalho com imagens mentais para a reparação parental Objetivos da técnica:

1. Auxiliar o paciente a entrar em contato com as emoções relacionadas à memória traumática buscando, assim, trabalhar os aspectos afetivos do trauma para facilitar a superação das dificuldades relacionadas.

2. Proporcionar proteção e conforto ao paciente remetendo-o, durante o trabalho vivencial, ao modo "adulto saudável". Diálogos nas imagens mentais relacionadas com memórias traumáticas Objetivos da técnica:

1. Visa resumir aquilo que o paciente aprendeu sobre o pai ou sobre a mãe como resultado do trabalho cognitivo ou vivencial feito.

2. Os pacientes utilizam as cartas como uma oportunidade de falar sobre seus sentimentos e de afirmar seus direitos.

Temas a serem tratados:

a) O que o pai ou a mãe fez (ou deixou de fazer) que foi prejudicial à infância do paciente.
b) Como o paciente se sente a respeito.
c) O que ele esperava do pai ou da mãe na época.
d) O que ele espera agora. Carta aos pais Objetivo da técnica:

Auxiliar os pacientes a combater seus estilos de enfrentamento baseados na evitação e na hipercompensação, a fim de descobrirem novas formas de se relacionar. Trabalho com imagens mentais para romper padrões 1. Educar o paciente sobre a fundamentação do trabalho com imagens.

2. Esperar e dar permissão.

3. Usar relaxamento e uma introdução gradual da força dos afetos.

4. Medicação.

5. Usar de trabalho corporal.

6. Estabelecer um diálogo com o Protetor Desligado. Superando obstáculos no trabalho vivencial: a evitação de esquemas RAFAELI, Eshkol; BERNSTEIN, David e YOUNG, Jeffrey. Schema Therapy: distinctive features. New York/London: Routledge, 2011.

YOUNG, Jeffrey; KLOSKO, Janet e E. WEISHAAR, Marjorie. Terapia do Esquema: Guia de técnicas cognitivo-comportamentais inovadoras. Porto Alegre: Artmed, 2008.

YOUNG, Jeffrey e KLOSKO, Janet. Reinventing your Life: The breaktrough program to end negative behavior... and feel great again. New York: Plume, 1994.

YOUNG, Jeffrey. Terapia Cognitiva para Transtornos da Personalidade: uma abordagem focada no esquema. Porto Alegre: Artmed, 2002. Referências:
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