Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Primeiros Socorros

No description
by

Sava Bezerra

on 30 May 2014

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Primeiros Socorros

Podemos definir primeiros socorros como sendo os cuidados imediatos que devem ser prestados rapidamente a uma pessoa, vítima de acidentes ou de mal súbito, cujo estado físico põe em perigo a sua vida, com o fim de manter as funções vitais e evitar o agravamento de suas condições, aplicando medidas e procedimentos até a chegada de assistência qualificada.
Primeiros Socorros
Primeiros socorros são uma série de procedimentos simples com o intuito de manter vidas em situações de emergência, feitos por pessoas comuns com esses conhecimentos, até a chegada de atendimento médico especializado. Wikipédia
Os 10 mandamentos do socorrista
1. Mantenha a calma.
2. Tenha em mente a seguinte ordem de segurança quando você estiver prestando socorro: Você é a prioridade (o socorrista). Depois a sua equipe (incluindo os transeuntes). E por último e nem menos importante, a vítima. Isso parece ser contraditório a primeira vista, mas tem o intuito básico de não gerar novas vítimas.
3. Ao prestar socorro, é fundamental ligar ao atendimento pré-hospital de imediato ao chegar no local do acidente. Podemos por exemplo discar 3 números: 112.
4. Sempre verifique se há riscos no local, para você e sua equipe, antes de agir no acidente.
5. Mantenha sempre o bom senso.
6. Mantenha o espírito de liderança, pedindo ajuda e afastando os curiosos.
7. Distribua tarefas, assim os transeuntes que poderiam atrapalhar ajudá-lo-ão e sentir-se-ão mais úteis.
8. Evite manobras intempestivas (realizadas de forma imprudente, com pressa).
9. Em caso de múltiplas vítimas dê preferência àquelas que correm maior risco de vida como, por exemplo, vítimas em parada cárdio-respiratória ou que estejam sangrando muito.
10. Seja socorrista e não herói (lembre-se do 2o mandamento).
Sinais Vitais
· Temperatura
· Pulso
· Respiração
· Pressão arterial.
Sinais vitais são aqueles que indicam a existência de vida. São reflexos ou indícios que permitem concluir sobre o estado geral de uma pessoa.
Nosso corpo tem uma temperatura média normal que varia de 35,9 a 37,2ºC. A avaliação da temperatura é uma das maneiras de identificar o estado de uma pessoa, pois em algumas emergências a temperatura muda muito.
Variação de Temperatura do Corpo
Estado Térmico Temperatura (°C)
Sub-normal 34-36
Normal 36-37
Estado febril 37-38
Febre 38-39
Febre alta (pirexia) 39-40
Febre muito alta (hiperpirexia) 40-41
O pulso é a onda de distensão de uma artéria transmitida pela pressão que o coração exerce sobre o sangue. Esta onda é perceptível pela palpação de uma artéria e se repete com regularidade, segundo as batidas do coração.
Pulso normal Faixa etária
60-70 bpm Homens adultos
70-80 bpm Mulheres adultas
80-90 bpm Crianças acima de 7 anos
80-120 bpm Crianças de 1 a 7 anos
110-130 bpm Crianças abaixo de um ano
130-160 bpm Recém-nascidos
Recomenda-se não fazer pressão forte sobre a artéria,
pois isto pode impedir que se percebam os batimentos.
Local de localização de pulso
Tipos de respiração
Eupnéia - Respiração que se processa por movimentos regulares, sem dificuldades, na freqüência média
Apnéia - É a ausência dos movimentos respiratórios. Equivale a parada respiratória.
Dispnéia - Dificuldade na execução dos movimentos
respiratórios.
Bradipnéia - Diminuição na freqüência média dos movimentos respiratórios.
Taquipnéia - Aceleração dos movimentos respiratórios.
Ortopnéia - O acidentado só respira sentado
Hiperpnéia ou Hiperventilação - É quando ocorre o aumento da freqüência e da profundidade dos movimentos respiratórios.
A respiração é uma das funções essenciais à vida. É através dela que
o corpo promove permanentemente o suprimento de oxigênio necessário
ao organismo, vital para a manutenção da vida.
A pressão arterial é a pressão do sangue, que depende da força de contração do coração, do grau de distensibilidade do sistema arterial, da quantidade de sangue e sua viscosidade.
A freqüência média por minuto dos movimentos respiratórios varia
com a idade se levarmos em consideração uma pessoa em estado normal
de saúde. Por exemplo: um adulto possui um valor médio respiratório de
14 - 20
respirações por minuto (
no homem
),
16 - 22
respirações por
minuto (
na mulher
), enquanto uma
criança nos primeiros meses de vida
40 - 50
respirações por minuto.
É importante perguntar à vítima sua pressão arterial e passar essa informação ao profissional que for prestar o socorro especializado.
O atendimento de primeiros socorros pode ser dividido em etapas básicas que permitem a maior organização no atendimento e, portanto, resultados mais eficazes.
1. Avaliação do Local do Acidente
Esta é a primeira etapa básica na prestação de primeiros socorros.
Ao chegar no local de um acidente, ou onde se encontra um acidentado, deve-se assumir o controle da situação e proceder a uma rápida e segura avaliação da ocorrência. Deve-se tentar obter o máximo de informações possíveis sobre o ocorrido. Dependendo das circunstâncias de cada acidente, é importante também:
a) evitar o pânico e procurar a colaboração de outras pessoas, dando
ordens breves, claras, objetivas e concisas;
b) manter afastados os curiosos, para evitar confusão e para ter
espaço em que se possa trabalhar da melhor maneira possível.
2. Proteção do Acidentado
A avaliação e exame do estado geral de um acidentado de emergência clínica ou traumática é a segunda etapa básica na prestação dos primeiros socorros. Ela deve ser realizada simultaneamente ou imediatamente à "avaliação do acidente e proteção do acidentado".
O exame deve ser rápido e sistemático, observando as seguintes prioridades:
·
Estado de consciência
: avaliação de respostas lógicas (nome, idade,
etc).
·
Respiração
: movimentos torácicos e abdominais com entrada e saída
de ar normalmente pelas narinas ou boca.
·
Hemorragia
: avaliar a quantidade, o volume e a qualidade do sangue
que se perde. Se é arterial ou venoso.
·
Pupilas
: verificar o estado de dilatação e simetria (igualdade entre
as pupilas).
·
Temperatura do corpo
: observação e sensação de tato na face e
extremidades.
A pessoa que está prestando os primeiros socorros deve seguir um plano de ação baseando-se no P.A.S., que são as três letras iniciais a partir das quais se desenvolvem todas
as medidas técnicas e práticas de primeiros socorros.
Prevenir - afastar o perigo do acidentado ou o acidentado do perigo
Alertar - contatar o atendimento emergencial informando o tipo de acidente, o local, o número de vítimas e o seu estado.
Socorrer - após as avaliações
Desta forma um ponto importante tanto para o socorrista profissional ou leigo será em primeiro momento avaliar o nível de consciência de sua vítima usando um parâmetro muito simples, chamado A.V.D.S.:
A (ALERTA)
V (RESPONDE À VOZ)
D (RESPONDE À DOR)
S (SEM RESPOSTA)
Para verificar a respiração, flexione a cabeça da vítima para trás, coloque o seu ouvido próximo à boca do acidentado, e ao mesmo tempo observe o movimento do tórax. Ouça e sinta se há ar saindo pela boca e pelas narinas da vítima. Veja se o tórax se eleva, indicando movimento respiratório.
Resumo:
Para o bom atendimento é imprescindível:
1.Manter a calma. Evitar pânico e assumir a situação.
2.Antes de qualquer procedimento, avaliar a cena do acidente e observar se ela pode oferecer riscos, para o acidentado e para você. EM HIPÓTESE NENHUMA PONHA SUA PRÓPRIA VIDA EM RISCO.
3.Os circunstantes devem ser afastados do acidentado, com calma e educação. O acidentado deve ser mantido afastado dos olhares de curiosos, preservando a sua integridade física e moral.
4.Saiba que qualquer ferimento ou doença súbita dará origem a uma grande mudança no ritmo da vida do acidentado, pois o coloca repentinamente em uma situação para a qual não está preparado e que foge a seu controle. Suas reações e comportamentos são diferentes do normal, não permitindo que ele possa avaliar as próprias condições de saúde e as conseqüências do acidente. Necessita de alguém que o ajude. Atue de maneira tranqüila e hábil, o acidentado sentirá que está sendo bem cuidado e não entrará em pânico. Isto é muito importante, pois a intranqüilidade pode piorar muito o seu estado.
5.Em caso de óbito serão necessárias testemunhas do ocorrido. Obter a colaboração de outras pessoas dando ordens claras e concisas. Identificar pessoas que se encarreguem de desviar o trânsito ou construir uma proteção provisória. Uma ótima dica é dar tarefas como, por exemplo:contatar o atendimento de emergência, buscar material para auxiliar no atendimento, como talas e gaze, avisar a polícia se necessário, etc.
6.JAMAIS SE EXPONHA A RISCOS. Utilizar luvas descartáveis e evitar o contato direto com sangue, secreções, excreções ou outros líquidos. Existem várias doenças que são transmitidas através deste contato
7.Tranqüilizar o acidentado. Em todo atendimento ao acidentado consciente, comunicar o que será feito antes de executar para transmitirlhe confiança, evitando o medo e a ansiedade.
8.Quando a causa de lesão for um choque violento, deve-se pressupor a existência de lesão interna. As vítimas de trauma requerem técnicas específicas de manipulação, pois qualquer movimento errado pode piorar o seu estado. Recomendamos que as vítimas de traumas não sejam manuseadas até a chegada do atendimento emergencial. Acidentados presos em ferragens só devem ser retirados pela equipe de atendimento emergencial.

9.No caso do acidentado ter sede, não ofereça líquidos para beber, apenas molhe sua boca com gaze ou algodão umedecido.

10.Cobrir o acidentado para conservar o corpo quente e protegê-lo do frio, chuva, etc.

11.Em locais onde não haja ambulância, o acidentado só poderá ser transportado após ser avaliado, estabilizado e imobilizado adequadamente. Evite movimentos desnecessários.

12.Só retire o acidentado do local do acidente se esse local causar risco de vida para ele ou para o socorrista. Ex: risco de explosão, estrada perigosa onde não haja como sinalizar, etc.

Asfixia pode ser definida como sendo parada respiratória, com o coração ainda funcionando.
É causado por certos tipos de traumatismos como aqueles que atingem a cabeça, a boca, o pescoço, o órax; por fumaça no decurso de um incêndio; por afogamento; em soterramentos, dentre outros acidentes, ocasionando dificuldade respiratória, levando à parada respiratória.
Asfixia
Principais Causas
A. Bloqueio da passagem de ar. Pode acontecer nos casos de afogamento, secreções e espasmos da laringe, estrangulamento, soterramento e bloqueio do ar causado por ossos, alimentos ou qualquer corpo estranho na garganta.
B. Insuficiência de oxigênio no ar. Pode ocorrer em altitudes onde o oxigênio é insuficiente, em compartimentos não ventilados, nos incêndios em compartimentos fechados e por contaminação do ar por gases tóxicos (principalmente emanações de motores, fumaça densa).
C. Impossibilidade do sangue em transportar oxigênio.
D. Paralisia do centro respiratório no cérebro. Pode ser causada por choque elétrico, venenos, doenças, (AVC), ferimentos na cabeça ou no aparelho respiratório, por ingestão de grande quantidade de álcool, ou de substâncias anestésicas, psicotrópicos e tranqüilizantes.
E. Compressão do corpo. Pode ser causado por forte pressão externa (por exemplo, traumatismo torácico), nos músculos respiratórios.
Primeiros Socorros
A primeira conduta é favorecer a passagem do ar através da boca e das narinas.
· Afastar a causa.
· Verificar se o acidentado está consciente
· Desapertar as roupas do acidentado, principalmente em volta do pescoço, peito e cintura.
· Retirar qualquer objeto da boca ou da garganta do acidentado, para abrir e manter desobstruída a passagem de ar.
· Para assegurar que o acidentado inconsciente continue respirando, coloque-a na posição lateral de segurança.
· Iniciar a respiração de socorro (conforme relatado a frente), tão logo tenha sido o acidentado colocado na posição correta. Lembrar que cada segundo é importante para a vida do acidentado.
· Repetir a respiração de socorro tantas vezes quanto necessário, até que o acidentado de entrada em local onde possa receber assistência adequada.
· Manter o acidentado aquecido, para prevenir o choque.
· Não dar líquidos enquanto o acidentado estiver inconsciente.
· Não deixar o acidentado sentar ou levantar. O acidentado deve permanecer deitado, mesmo depois de ter recuperado a respiração.
· Não dar bebidas alcoólicas ao acidentado. Dar chá ou café para beber, logo que volte a si.
· Continuar observando cuidadosamente o acidentado, para evitar que a respiração cesse novamente.
· Não deslocar o acidentado até que sua respiração volte ao normal.
O reconhecimento da existência de obstrução das vias aéreas pode ser feito pela incapacidade de ouvir ou perceber qualquer fluxo de ar pela boca ou nariz da vítima e observando a retração respiratória das áreas supraclaviculares, supra-esternal e intercostal, quando existem movimentos espontâneos. A obstrução poderá ser reconhecida pela incapacidade de insuflar os pulmões quando se tenta ventilar a vítima.
Para manter as vias aéreas permeáveis e promover sua desobstrução, para tanto colocar o acidentado em decúbito dorsal e fazer a hiper-extensão da cabeça, colocando a mão sob a região posterior do pescoço do acidentado e a outra na região frontal. Com essa manobra a mandíbula se desloca para frente e promove o estiramento dos tecidos que ligam a faringe, desobstruindo-se a hipofaringe.
Duas manobras principais são recomendadas para a desobstrução
a)Manobra dos Dedos Cruzados Pressionar o dedo indicador contra os dentes superiores e polegar - cruzado sobre o indicador - contra os dentes inferiores
b) Manobra de Levantamento da Língua / Mandíbulam
Deve ser feita com o acidentado relaxado. Introduzir o polegar dentro da boca e garganta do acidentado. Com a ponta do polegar, levantar a base da língua. Com os dedos segurar a mandíbula ao nível do queixo e trazê-la para frente.
Outra forma prática de desobstruir as vias aéreas é o uso de pancadas e golpes que são dados no dorso do acidentado em sucessão rápida. As pancadas são fortes e devem ser aplicadas com a mão em concha entre as escápulas da vítima. A técnica deve ser feita com o paciente sentado, deitado ou em pé.
Algumas vezes a simples execução de certas manobras é suficiente para tornar permeáveis as vias aéreas, prevenir ou mesmo tratar uma parada respiratória, especialmente se a PR, é devida a asfixia por obstrução e esta é removida de imediato. Em muitos casos, porém, torna-se necessário a ventilação artificial.
Respiração Boca a Boca
Para iniciar a respiração boca a boca e promover a ressuscitação cardío-respiratória, deve-se obedecer a seguinte seqüência:
1.Deitar o acidentado de costas.
2.Desobstruir as vias aéreas. Remover prótese dentária (caso haja), limpar sangue ou vômito.
3.Pôr uma das mãos sob a nuca do acidentado e a outra mão na testa.
4.Inclinar a cabeça do acidentado para trás ate que o queixo fique em um nível superior ao do nariz, de forma que a língua não impeça a passagem de ar, mantendo-a nesta posição.
5.Fechar bem as narinas do acidentado, usando os dedos polegar e indicador, utilizando a mão que foi colocada anteriormente na testa do acidentado.
6.Inspirar profundamente.
7.Colocar a boca com firmeza sobre a boca do acidentado, vedandoa totalmente.
8.Soprar vigorosamente para dentro da boca do acidentado, até notar que seu peito está levantando.
9.Fazer leve compressão na região do estômago do acidentado, para que o ar seja expelido.
10.Inspirar profundamente outra vez e continuar o procedimento na forma descrita, repetindo o movimento tantas vezes quanto necessário (cerca de 15 vezes por minuto) até que o acidentado possa receber assistência médica.
Se a respiração do acidentado não tiver sido restabelecida após as tentativas dessa manobra, ela poderá vir a ter parada cardíaca, tornando necessária a aplicação de massagem cardíaca externa.
É o método efetivo de ressuscitação cardíaca que consiste em aplicações rítmicas de pressão sobre o terço inferior do esterno.
Massagem cardíaca externa
1.Para realizar a massagem cardíaca externa deve-se posicionar a vítima em decúbito dorsal como já citado anteriormente.
2.Posicionar ajoelhado, ao lado do acidentado e num plano superior, de modo que possa executar a manobra com os braços em extensão.
3.Em seguida apoiar as mãos uma sobre a outra, na metade inferior do esterno, evitando fazê-lo sobre o apêndice xifóide, pois isso tornaria a manobra inoperante e machucaria as vísceras. Não se deve permitir que o resto da mão se apóie na parede torácica. A compressão deve ser feita sobre a metade inferior do esterno, porque essa é a parte que está mais próxima do coração. Com os braços em hiper-extensão, aproveite o peso do seu próprio corpo para aplicar a compressão, tornando-a mais eficaz e menos cansativa do que se utilizada a força dos braços.
4.Aplicar pressão suficiente para baixar o esterno de 3,8 a 5 centímetros para um adulto normal e mantê-lo assim por cerca de meio segundo. O ideal é verificar se a compressão efetuada é suficiente para gerar um pulso carotídeo palpável Com isso se obtém uma pressão arterial média e um contorno de onda de pulso próximo do normal.
5.Em seguida remover subitamente a compressão que, junto com a pressão negativa, provoca o retorno de sangue ao coração. Isso sem retirar as mãos do tórax da vítima,garantindo assim que não seja perdida a posição correta das mãos.
As compressões torácicas e a respiração artificial devem ser combinadas para que a ressuscitação cardío-respiratória seja eficaz. A relação ventilações/compressões varia com a idade do acidentado e com o número de pessoas que estão fazendo o atendimento emergencial.
A freqüência das compressões torácicas deve ser mantida em 80 a 100 por minuto. Com a pausa que é efetuada para ventilação, a freqüência real de compressões cai para 60 por minuto.
A aplicação da massagem cardíaca externa pode trazer conseqüências graves, muitas vezes fatais. Podemos citar dentre elas, fraturas de costelas e do esterno, separação condrocostal, ruptura de vísceras, contusão miocárdica e ruptura ventricular. Essas complicações, no entanto, poderão ser evitadas se a massagem for realizada com a técnica correta. É, portanto, muito importante que nos preocupemos com a correta posição das mãos e a quantidade de força que deve ser aplicada.
Freqüência das Manobras de Ressuscitação cardio-respiratória
Obs: iniciar as manobras sempre com 4 respirações

01 pessoa 02 (boca a boca) 15 compressões

02 pessoas 01 (boca a boca) 05 compressões
A manutenção ou aparecimento da respiração espontânea durante a massagem cardíaca externa, associada ou não à respiração boca a boca, é o melhor indício de ressuscitação cardío-respiratória satisfatória.
Full transcript