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EFAI - Validade e Fiabilidade

Dissertação de Mestrado em Psicologia Social e das Organizações
by

Rui Baptista

on 29 January 2013

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Transcript of EFAI - Validade e Fiabilidade

Avaliação Fatorial
das Aptidões
Intelectuais Teoria Hierárquica EFAI - 4 Validade e Fiabilidade Bateria de testes multi-fatorial, constituída por 5 componentes, que podem ser utilizados individualmente ou em conjunto. Amostra É composta por 189 sujeitos estudantes do ensino superior:
- 126 do sexo feminino;
- 63 do sexo masculino.

Demográficamente a amostra divide-se:
- 121 indivíduos da cidade do Porto;
- 68 indivíduos da cidade de Lisboa.

Quanto à área de estudo:
- 79 indivíduos do curso de engenharia;
- 61 indivíduos do curso de Psicologia;
- 49 do curso de Gestão/Economia. Validade Fiabilidade Analisadas individualmente cada uma das provas, comprova-se que eram compostas por mais que um fator, sendo a prova V, a única em que poderíamos induzir a um único fator.

Quando forçadas a 2 ou 4 fatores o que se verificou, é que cada fator estava relacionado positivamente com itens de provas distintas.

Pelo que, mais uma vez poderíamos induzir que as provas estariam avaliar aptidões distintas. Brainstorming Procedimentos EFAI
(Evaluación Fatorial de las Aptitudes ) O estudo do alfa de Cronbach, para a fiabilidade: Depois de analisar a Fiabilidade e Viabilidade das provas, sentimos necessidade de identificar se a performance das amostra era influenciada segundo três critérios:

- Género sexual,
- Área de formação
- Local geográfico onde se formou. A presente investigação foi desenvolvida para testar esta bateria, ao nível da Validade e Fiabilidade, e identificar a existência de diferenças significativas ao nível dos seus resultados Tendo em conta:

- o Sexo;
- a Área de formação e
- a Área geográfica onde essa formação decorre.
•Teste E - avalia a aptidão espacial;

•Teste N - avalia a aptidão numérica;

•Prova R - avalia o raciocínio abstrato;

•Prova V - avalia a aptidão verbal;

•Prova M - avalia a memória.
Santamaría, Arribas, Pereña e Seisdedos (2005) desenvolvem uma bateria composta por cinco testes: Fatores de
2ª Ordem Os testes dão-nos acesso diretos aos resultados das aptidões: A recolha de dados inseriu-se no projeto de formação “Preparação para a Vida Ativa”, desenvolvido com o objetivo de sensibilizar alunos finalistas universitários.

As provas foram aplicadas em grupo e a todos os participantes segundo a ordem pré-estabelecida: folha de Memória, Espacial, Raciocínio Abstrato, Verbal, Numérico e Memória.

Para potenciar a heterogeneidade da amostra, procurou-se recolher os dados em diferentes cidades e diferentes áreas de formação. 22 perguntas de escolha multipla - 7 minutos 25 perguntas de escolha multipla - 14 minutos 25 perguntas
de escolha multipla
- 11 minutos 22 perguntas de escolha multipla - 5 minutos 20 perguntas
de escolha multipla
- 6 minutos Efetuou-se uma análise fatorial a fim de definir a sua Validade Com um grau fiabilidade aceitável ou adequada, provas:
- E (aptidão espacial) - .68
- N (raciocínio numérico) - .68
- M (memória) - .67

Com uma fraca fiabilidade, prova:
- R (raciocínio abstrato) - .60

Com uma boa fiabilidade, prova:
- V (raciocínio verbal), aproximadamente .80 > .63
< .75
< .72


< .70


> .77 O alfa de Cronbach Obtido na análise de INV (E+R) é .71 < .76 Na análise de IV (E+R) é .81 < .83 Na análise de IG (N+E+R+V) é .85 < .87 Na análise de IG2* é .83 < .86 * exclui a prova E E v EM R N Forçar a 2 fatores Para tal decidiu-se comparar o número de respostas certas com cada uma destas 3 variáveis, individualmente. somente nas provas E, N e M é que os resultados são significativamente diferentes, não sendo o género sexual uma variável diferenciadora no caso das provas R e V Nas provas E e N, os resultados são significativamente diferentes

Enquanto nas provas R e V, o género sexual não é uma variável uma diferenciadora Podemos inferir,
que a área de formação tem influência nos resultados obtidos nas provas utilizadas. Existe uma diferença significativa ao nível dos resultados De uma forma geral, a localização da amostra não tem influência no resultado das provas Quanto ao Alpha de Cronbach, apesar de em algumas provas ser inferior ao da prova original, de uma forma geral o valor pode-se considerar aceitável (prox. de .70).

A única exceção é a prova R, pelo que não é aconselhável ser usada individualmente. Algumas das razões das diferenças verificadas:
- a tradução para português, pois identificamos itens que afetam negativamente o alpha
- como as diferenças verificadas não são muito acentuadas, poderá ser um indicador de que já na versão original, existam itens nocivos

Tendo em conta estes resultados, estimulo que a versão portuguesa da EFAI, seja aplicada enquanto bateria, pois conseguem atingir um alpha na ordem dos .80.

A única prova que poderá ser utilizada individualmente, é a prova V, raciocínio Verbal. Ao nível do género, esperavamos obter diferenças significativas relativamente a todas as habilidades específicas (e não só E e N).
- Estudos referem que os homens tendem a apresentar melhores resultados em provas de memória visual, aptidão numérica e espacial;
- E mulheres em provas de aptidão verbal e velocidade precetiva.

Local geográfico, só foram observadas diferenças na prova N (raciocínio numérico).
Cremos-se que este resultado surja relacionado com a própria amostra, pois no Porto era também constituída por alunos de Economia e Gestão, além de Psicologia e Engenharia.

Área de formação, podemos induzir que tendo em conta a área de formação e o próprio percurso académico, há a tendência para estar sensibilizado para determinado tipo de tarefas, conferindo-lhes vantagem perante outros indivíduos. Estes resultados já eram de esperar, dado que já na prova original o autor verifica diferenças naquilo que ele define como “Áreas de Ciências Técnicas”, “Ciências da Saúde”, e “Humanidades” e “Ciências Sociais”.

Outros autores faziam referência a que “Cientistas e Matemáticos” teriam maior tendência para possuiram aptidões lógicas e matemáticas mais desenvolvidas, enquanto “pensadores” as áreas linguísticas. Pode ser uma boa hipótese no estudo da Inteligência, no entanto há que ter em conta que a segurança dos resultados obtidos é maior quando a bateria é utilizada na totalidade.

Existem itens que deveriam ser retificados, uma vez que prejudicam a validade da(s) prova(s).
E itens dentro de cada uma das provas, que parecem estar a avaliar aptidões destintas das pretendidas.

A formação dos indivíduos a quem esta vai ser aplicada, tem influência nos resultados obtidos. Conclusões Rui Baptista - 11907 - 2013 Tem uma posição mais conciliatória relativamente à disputa entre a teoria do fator Geral e as teorias multifatorais.
Pressupõem a existência de fatores cognitivos mais gerais e comuns a várias tarefas, enquanto outros mais específicos. E - Capacidade para imaginar mentalmente movimentos e transformações de um objeto no espaço. N - Capacidade de raciocinar com números e utiliza-los de forma metódica, ágil e apropriada. R - Capacidade do sujeito estabelecer vínculos entre diversos elementos e descobrir a relação existente no seio dos conjuntos abstratos complexos. V - Faculdade para compreender as subtilezas da língua e manejar corretamente os dados verbais, conceitos e ideias expressas verbalmente. M - Capacidade de uma pessoa reter e consolidar novas informações na memória a médio-prazo, recordando-as posteriormente de forma fluída.
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