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Copy of The STOMACH

Everything About The STOMACH
by

Dâmaris Araújo Peixoto

on 20 May 2012

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Transcript of Copy of The STOMACH





Fonte: INCA
Sinais e sintomas
Metastáticos
Helicobacter pylori
Câncer Gástrico
Indivíduos com alimentação pobre em carne e peixes e nas vitaminas A e C, ou ainda alto consumo de alimentos defumados, enlatados, com conservantes, corantes ou conservados em sal;
Alimentação
Fumantes que ingerem bebida alcoólica ou que já tenham se submetido a cirurgias no estômago;
Tabagismo, etilismo e gastrectomia
Doenças preexistentes, como anemia perniciosa, lesões pré-cancerosas (gastrite);
Outros fatores
Liga de Oncologia - UFT
Jorge Francisco de A. Paulino
André Coy

Enter and Explore
Principais Localizações:
Pequena Curvatura
JEG
Cárdia
No Brasil: 3º lugar na incidência entre homens e 5º lugar entre as mulheres;
O pico de incidência se dá em sua maioria em homens por volta dos 70 anos de idade;
Cerca de 65% dos homens diagnosticados têm mais de 50 anos;
Maior número de casos ocorre no Japão (780 doentes por 100.000 habitantes;
No restante do mundo dados estatísticos revelam declínio da doença.
Fatores de risco
Fatores genéticos: história familiar de câncer gástrico.
Manifestações clínicas
Histopatologia do Adenocarcinoma
Estadiamento
Classificação dos tumores gástricos proposta por Borrmann (1926) Câncer Gástrico Avançado
Estadiamento
Em 1971 uma Comissão para Estadiamento de Câncer propôs, em Chicago, a Classificação usada até os dias de hoje.
Classificação da Sociedade Japonesa de Endoscopia Digestiva (1962)
Estadiamento Precoce
Estadiamento
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-69912000000300013
Outros métodos
TC e USG
Principal função: mostrar se há comprometimento dos órgãos adjacentes ao estômago ou se há metástase à distância
Sendo assim, são métodos importantes no estadiamento dos tumores
Em alguns casos, estes exames detectam o câncer gástrico
Mas de forma alguma, devem substituir a endoscopia digestiva como melhor método diagnóstico.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-69912000000300013
Tratamento

Tipo intestinal;
< 3 cm;
Precoce: elevado ou deprimido;
Sem ulceração;
Bem ou moderadamente diferenciado.
Mucosectomia
Linfadenectomia
Endoscópico
Cirúrgico
Indicações:
Único tratamento efetivamente curativo.

Não indicado quando há metástases à distância.

O
tipo
e a
extensão
da ressecção gástrica dependem do
tamanho
e
localização
do tumor, da presença de metástases linfonodais e das condições clínicas do paciente.

Tentar ressecar
todo
o tumor mesmo em alguns casos de estágio T4 (invasão esplênica, do lobo esquerdo hepático, da cauda ou cabeça do pâncreas).

Margem de segurança de 5-6cm.

No PO nutrição com catéter Dobbhoff nasoenteral (considerar jejunostomia).
Tumores de corpo
Gastrectomia total a D2 com reconstrução em bolsa ou em Y de Roux
Tumores de terço proximal
Gastrectomia total a D2 com ressecção de linfonodos para -aórticos esquerdos e reconstrução em Y de Roux
Tumores de terço distal
Gastrectomia subtotal (T1/T2) ou total a D2 com reconstrução em Y de Roux
Complicações
Brida
Hemoperitônio
Ascite quilosa
Gastrite alcalina
Hérnia incisional
Tratamento neoadjuvante
Defesa do uso:
1 - O foco da radioterapia é mais facilmente determinado no pré -operatório.
2 - A tolerância é melhor no pré -operatório.
3 - Possibilidade de diminuir disseminação de células neoplásicas durante a cirurgia.
4 - Diminui o tamanho do tumor possibilitando uma ressecção mais completa, objetivo maior da cirurgia oncológica .
Tratamento adjuvante
Estudos mostram benefícios na quimioterapia adjuvante, porém
sem padronização
dos ciclos a serem usados
Quimioterapia paliativa com 5-fluoracil + ácido folínico + etoposídio. Reduz sintomas e aumenta sobrevida.
ECF = epirubicina+cisplatina+5-fluoracil
Stent para reduzir obstrução antro-pilórica.
Prognóstico
Idade
Tamanho do tumor
Diferenciação histológica
Localização do tumor
Invasão:
profundidade tumoral e linfonodos acometidos
Radioquimioterapia pós-op com 5-fluoracil + ácido folínico (leucovorin). Maior sobrevida em 3 anos.
(acometimento linfonodal ou de órgãos adjacentes).
Sobrevida em 5 anos:
Estadiamento+cirurgia (média oscilando em 15-30%)
Estágio IA: 80-95%
Estágio IB: 60-85%
Estágio II: 35-55%
Estágio IIIA: 20-35%
Estágio IIIB: 8-10%
Estágio IV: 7%
Relato de caso
Identificação: JGF, 73 anos, paciente do HUAP.

HDA: apresentava dor epigástrica e sintomas dispépticos inespecíficos associados de perda ponderal.

HPP: Paciente epilético (Faz uso de Valpakine® e Carbamazepina) e apresentava estenose valvar aórtica e mitral, com espessamento parietal da cavidade ventricular esquerda com disfunção diastólica mostrada pelo ecocardiograma.
Exames:
Hemograma, leucograma e bioquímica não mostraram alterações relevantes;
TC: Mostrou bronquiectasias nos lobos inferiores de ambos os pulmões com bandas parenquimatosas nas mesmas regiões, linfonodomegalias mediastinais;
USG do abdômen: Mostrou imagens sugestivas de colelitíase, e elevação do assoalho da bexiga devido a possível hipertrofia prostática.
Endoscopia Digestiva Alta:
Mostrou hipertrofia do pregueado mucoso do corpo e do fundo gástricos, enantema generalizado da mucosa, lesão com mucosa irregular, friável, com erosões sugestivas de adenocarcinoma gástrico classe Borrman I - Foram recolhidas biópsias;
Exame Histopatológico:
Biópsia de lesão mostrando adenocarcinoma pouco diferenciado com células em anel de sinete, ulcerado. Biópsia de mucosa superficial mostrando gastrite crônica, metaplasia difusa, atividade inflamatória moderada. Teste para H.Pylori pelo método Giemsa mostrou-se negativo.

Após avaliação clínica decidiu-se que a conduta seria cirúrgica -
Gastrectomia total com linfadenectomia D2
e reconstrução de trânsito através da
técnica Roux-en-''Y''
. A colecistectomia também fora realizada, mas não foi possível a gravação do procedimento.
Conduta
Envio de peça para exame anatomopatológico
R0 – Ressecção com margens microscopicamente negativas;
R1 – Remoção de toda doença macroscópica, mas as margens microscópicas são positivas;
R2 – Indica doença macroscópica residual.
Seguimento
Todos os pacientes
Anamnese e exame físico
3 em 3 meses nos 2 primeiros anos;
6 em 6 meses entre o 2º e 5º ano; anualmente após o 5º ano
Hemograma completo
EDA com biópsia, anualmente , nos primeiros 5 anos
Obrigado!
Referências:
RODRIGUES, J. J. G.; MACHADO, M. C. C.; RASSLAN, S. Clínica cirúrgica. 2ª ed, São Paulo: Ed. Manole, 2008.
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