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Os princípios inatistas sobre o conhecimento linguístico: as

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Gabi Raw

on 21 November 2013

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Transcript of Os princípios inatistas sobre o conhecimento linguístico: as

Os princípios inatistas sobre o conhecimento linguístico: as proposições de Chomsky.
O modelo teórico
• Análise da linguagem humana de uma forma matemática e abstrata (formal), se aproximando da linha interdisciplinar de estudos da mente humana conhecida como “ciências cognitivas”;
• Observação dos fatos das línguas naturais com as perguntas:

- Quais as semelhanças e diferenças entre todas as línguas humanas?
- Em que consiste o conhecimento que um indivíduo possui quando é capaz de falar e compreender uma língua?
- Como o indivíduo adquire esse conhecimento?
- De que maneira esse conhecimento é posto em uso pelo indivíduo?
- Quais são as sustentações físicas presentes no cérebro/mente que esse conhecimento recebe?
Noam Chomsky
• Nasceu na Filadélfia (Estados Unidos) no dia sete de
dezembro de 1928;
• Estudou na universidade da Pensilvânia, onde se tornou
doutor (1955) com uma tese sobre a análise transformacional;
• Foi pesquisador assistente na Universidade de Harvard,
onde realizou a maior parte de suas pesquisas relacionadas
à linguística, entre os anos de 1951 e 1955;
• Professor do renomado MIT
(Massachussetts Institute of Technology), a partir de 1961;
• Chomsky é a Política;
• Chomsky continuou a pesquisar, a escrever e a ensinar,
contribuindo regularmente com novas propostas teóricas
que virtualmente definiram os problemas e questões centrais
da investigação linguística nos últimos 50 anos.
Gerativismo (Inatismo)
“Deveríamos ser mais claros sobre o que entendemos “por uma língua”. Tem havido muita controvérsia acalorada sobre a resposta certa para essa questão e, mais genericamente, para a questão de como as línguas deveriam ser estudadas. A controvérsia não tem sentido, porque não existe uma resposta certa. Se estamos interessados no modo como as abelhas se comunicam, tentamos aprender algo sobre a sua natureza interna, a sua forma de organização social e o seu ambiente físico. Essas abordagens não se conflitam; elas se beneficiam mutuamente. O mesmo é verdadeiro a respeito do estudo da linguagem humana: ela pode ser investigada do ponto de vista biológico, e de inúmeros outros. Cada abordagem define o objeto de sua investigação à luz de suas preocupações especiais; e cada uma deveria tentar aprender o que pode com as outras.” (CHOMSKY, 1998, p.20).
A gramática como sistema de regras
• A primeira elaboração do modelo gerativista;
• Desenvolvida e reformulada muitas vezes durante as décadas de 1960 e 1970;
• Objetivos: Descrever como os constituintes das sentenças eram formados e como transformavam-se em outros por meio da aplicação de regras.

- Os gerativistas perceberam que, a partir de um finito sistema de regras (a gramática), podia-se formar infinitas sentenças de uma língua. Esse sistema que se assumia como o conhecimento linguístico existente na mente do falante de uma língua, o qual deveria ser descrito e explicado.

Universidade de Brasília (UnB)
Instituto de Letras (IL)
Departamento de Linguística, Português e Línguas Clássicas (LIP)
Disciplina: Fundamentos de Aquisição de Primeira e Segunda língua
Professora: Ana Adelina Lopes
Alunas: Brenda Paula - 12/0111951
Edna Costa - 12/0169487
Gabriella Raw - 12/0075776
Lubna Fontoura - 12/0069059
Smenia Vasconcelos - 12/0070715

1926 - A teoria quântica: Teóricos: Bohr, Heisenberf, Schoedinger e outros. Compreensão das moléculas. Considera as partículas que compõem a matéria (quarks, lépton).

1953 – A estrutura do DNA. Teóricos: Watson e Crick. Propuseram uma estrutura para o DNA. Possui um considerável caráter biológico. Artigo científico publicado na Revista Nature. Decifração do genoma humano.

1964 – A genética aplicada à sociedade. Teórico: Hamilton. Biólogo evolucionista. Vários artigos científicos na área de sociobiologia. Entre os diversos artigos está The Genetical Evolution of Social Behaviour publicado pelo Journal of Theoretical Biology. Hamilton explica, biologicamente, comportamentos sociais como o altruism.

As descobertas científicas no século XX


Empirismo X Racionalismo
“Do ponto empirista, a criança nasce sem nenhuma capacidade especial para a linguagem, apenas com uma habilidade geral para aprender. Um sistema linguístico é construído pela experiência por meio da mesma habilidade intelectual básica (associação, por exemplo) que é responsável pela formação de todos os outros aspectos da estrutura cognitiva.” (LANGACKER, R. 1975, p. 247).
• A criança nasce sem nenhuma capacidade especial para a linguagem.
• Habilidade geral para aprender
• Sistema linguístico: Construído pela experiência por meio da mesma habilidade intelectual básica (associação, por exemplo).
• Essa mesma habilidade intelectual básica é responsável pela formação de todos os outros aspectos da estrutura cognitiva.

Empiristas:
“Do ponto de vista racionalista, por outro, há, além da inteligência geral, uma capacidade especial congênita para a linguagem. Acima e além de nossa habilidade natural para formar e manipular conceitos, somos dotados de uma predisposição inata específica para aquisição de um sistema linguístico com certas propriedades, em oposição a todos os outros que se possa conceber.” (LANGACKER, R. 1975, p. 247).

• Inteligência geral + Capacidade especial congênita para a linguagem
• Habilidade natural para formar e manipular conceitos
• Predisposição inata específica para aquisição de um sistema linguístico
Racionalistas:
Termo Behaviorismo: (Ambientalismo).
Behavior, em inglês, “comportamento”
Inaugurado pelo estadunidense John B. Watson
1913: Publicação do artigo “Psicologia: como os behavioristas a vêem”

1920: O behaviorismo é fortemente difundido.

1957 - Publicação de “O comportamento verbal” B. F. Skinner
Segundo Skinner, o comportamento verbal é definido como todo aquele que necessita de reforço mediado por outras pessoas. Para o comportamentalista, qualquer movimento que altere o comportamento do outro é considerado verbal. Sendo assim, vocalizações, linguagem corporal, e a escrita são consideradas comportamentos verbais.

Estruturalismo estadunidense:
Leonard Bloomfield, o fundador do estruturalismo estadunidense, orientou a tese de doutorado de Avram Noam Chomsky.
Em 1933, Bloomfield apresenta o método de análise distribucional, com a publicação de Language.

Contexto:
• Uniformidade da aquisição da linguagem

Toda criança aprende língua. Exceto em casos extremos de deficiência mental ou isolamento do uso da linguagem.
Se a linguagem dependesse do treinamento linguístico do treinamento recebido pela criança haveria diferentes níveis de aquisição da linguagem.

• Apenas os seres humanos falam
A linguagem é peculiar à nossa espécie.

• Relativa perfeição da aquisição
• O caráter abstrato e a complexidade estrutural da língua
As crianças dominam um sistema complexo de estruturas, o sistema linguístico. Faz isso com base em dados fragmentados em uma idade em que ainda não é capaz de ter um raciocínio lógico e analítico.

Evidência da determinação inata
Gramática transformacional:
Faculdade da linguagem ou GU
Estruturas sintáticas (1957) - Noam Chomsky

A natureza da linguagem é relacionada à estrutura biológica humana/ DAL (Dispositivo de Aquisição da Linguagem)

• Capacidade linguística escrita no código genético humano

A experiência estimula a faculdade da linguagem

Princípio do Inatismo / Herança genética
Princípio da modularidade da mente

Proposta locatista

Competência e desempenho

Competência linguística - É a porção do conhecimento do sistema linguístico do falante

Falante competente
Racionalismo
• Razão como fonte de conhecimento
• Utilizam método dedutivo
• Apresenta um caráter explicativo e universalista
"Por isso, todos os falantes são criativos, desde os analfabetos até os autores dos clássicos da literatura, já que todos criam infinitamente frases novas das mais simples e despretensiosas às mais elaboradas e eruditas. Pensemos por exemplo, na frase que acabamos de produzir nesse mesmo texto, é muito provável que ela nunca tenha sido proferida exatamente da maneira como fizemos, bem como jamais será dita da mesma forma."
(Noam Chomsky)

O Programa Minimalista
O programa minimalista mantém as ideias fundamentais da linguística gerativa, ou seja, o fato de que há um componente inato na predisposição humana a aprender uma língua e o fato de todas as produções linguísticas, em qualquer língua, serem geradas por um componente computacional comum a toda espécie humana (a chamada: gramatica universal).

A aquisição da linguagem se mantem como uma das preocupações teóricas centrais e questões relativas ao uso são reconsideradas.

Há questões minimalistas mais não há respostas minimalistas.

Referências bibliográficas
MARTELOTTA, M.E. (Org.) et al. Manual de Lingüística. São Paulo: Contexto, 2008
CHOMSKY, N. linguagem e Mente. Brasília:UnB, 1998.
<http://dererummundi.blogspot.com.br/2007/07/as-7-maiores-descobertas-cientficas-do.html> Acesso em 09 de nov de 2013.
<http://pt.wikipedia.org/wiki/W._D._Hamilton> Acesso em 09 de nov de 2013.
<http://emaxilab.com/enciclopedia/article_25013.html> Acesso em 19 de Nov de 2013.
<http://behavioristaemacao.blogspot.com.br/2012/12/o-comportamento-verbal.html.> Acesso em 09 de nov de 2013.
LANGACKER, RONALD (1975). A linguagem e a sua estrutura. Petrópolis: Vozes, 1972. Pg. 243-259.

• Essas regras de composição sintagmática explicam como uma estrutura simples é gerada, mas não são suficientes para explicar como uma outra estrutura relacionada seria formada a partir da estrutura de base;

•Pra dar conta da relação entre estruturas diferentes, mas relacionadas, os gerativistas formularam as regras transformacionais.

•Essencialmente, uma transformação forma uma estrutura a partir de uma outra previamente existente.

• Nesse sentido, a voz ativa é interpretada como a estrutura profunda sobre a qual são aplicadas as regras transformacionais que geram a voz passiva, a estrutura superficial.

• Na década de 1990, a ideia dessa transformação seria abandonada em favor de uma visão que não mais representava estruturas, e sim as derivava – mostrando os passos pelos quais uma estrutura é formada (derivada) sem que ela tenha de ser comparada com uma outra estrutura independente. Não obstante, a ideia das transformações como operações computacionais (fenômenos sintáticos) que derivam sentenças é o tópico central da pesquisa gerativista até o presente momento.
• Outro centro de atenção dos gerativistas sempre foi compreender como é possível que os falantes de uma língua tenham intuições sobre as estruturas sintáticas que produzem e ouvem.

• Todo falante nativo de uma determinada língua sabe quando uma frase é gramatical e quando é agramatical.

“João disse que ele vai se casar”
“Ele disse que João vai se casar”

- Competência linguística: O conhecimento linguístico inconsciente, interno e tácito das regras que governam a formação das frases da língua.

A competência linguística não é a mesma coisa que o comportamento linguístico do indivíduo, aquelas frases que de fato uma pessoa pronuncia quando usa a língua.

• Esse uso concreto da língua denomina-se DESEMPENHO LINGUÍSTICO (também conhecido por PERFORMANCE ou, ainda, ATUAÇÃO) e envolve diversos tipos de habilidade que não são linguísticos, como atenção, memória, emoção, nível de estresse, conhecimento de mundo, etc.

De acordo com essa abordagem, é somente através do estudo da competência que será possível elaborar uma teoria formal que explique o funcionamento abstrato da linguagem na mente dos indivíduos. Por isso, não costumam usar dados linguísticos reais (performance) retirados do uso cotidiano, mas estudam o funcionamento da mente que permite a geração das estruturas linguísticas observadas nos dados de qualquer corpus de fala, não interessa o contexto.

• testes de gramaticalidade
• intuição do próprio linguista
• testes e experimentos psicolinguísticos
• testes e experimentos de aquisição da linguagem com crianças
• testes e experimentos neurolinguísticos
• evidências das mudanças linguísticas por que passam as línguas
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