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Os partidos políticos no Brasil

SOCIOLOGIA: 3º ANO - 4º Biimestre - Aula 2
by

Jean Pierre

on 10 May 2016

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Transcript of Os partidos políticos no Brasil

Os partidos políticos no Brasil
Os partidos nacionais
Só depois da ditadura de Vargas formaram-se partidos nacionais. Os primeiros eram a União Democrática Nacional (UDN), que representava a burguesia industrial e as classes médias urbanas, o Partido Social Democrático (PSD) que reprentava os setores rurais e semirrurais, e o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), que representava o sindicalismo e o movimento trabalhista. O PCB permanecia ativo, mas, cassado em 1947, passou a atuar clandestinamente. Em 1966, entretanto, com a nova ditadura militar, todos os partidos foram cassados e, em seu lugar, foi imposta uma estrutura bipartidária - com a Arena, que apoiava e defendia o regime militar, e o MDB, de oposição, ainda que controlada pelos militares.
Os partidos políticos atuais
O sociólogo brasileiro Rudá Ricci, analisando os atuais partidos políticos, afirma que eles se transformaram em imensas máquinas empresariais em busca do voto, com uma estruturação burocrática na qual aparecem os administradores partidários, os técnicos de
marketing
, os institutos de pesquisa e os elaboradores de programas de governo que, muitas vezes, são contratados para fazer o partido ganhar as eleições. Assim, os partidos perderam a capacidade de politizar a sociedade, ou seja, não alimentam debates políticos que possibilitem à população identificar as diferenças nos projetos para a sociedade brasileira.
Introdução
Os partidos políticos no Brasil foram, em sua maioria, representantes dos setores dominantes da economia na sociedade. Até 1930, os partidos eram apenas agregados de oligarquias locais e regionais que se organizavam para tirar vantagens do Estado. Havia apenas uma exceção: o Partido Comunista do Brasil (PCB), criado em 1922, que se propunha ser a voz dos trabalhadores.
A credibilidade dos partidos
No cotidiano do Parlamento brasileiro, o que se vê são grupos que se reúnem em torno de corporações de interesses - os grupos (bancadas) ruralistas, evangélicos, sindicalistas ou grupos regionais, como os dos paulistas, mineiros, gaúchos, nordestinos. Ou seja, são grupos que geram verdadeiras oligarquias setoriais. O Congresso Nacional, as Assembleias Legislativas e as Câmaras de Vereadores são as instituições políticas com o mais baixo índice de credibilidade nacional. As instituições da democracia representativa, portanto, ainda são vistas como espaços para conchavos, corrupção e negociatas, e poucos de seus membros têm credibilidade perante a população.
A fragmentação dos partidos políticos
No plano interno, quando observamos a tomada de decisões para a escolha dos candidatos de um partido, o que constatamos é a falta da democracia e a pouca vontade de promover a alternância entre diversas facções. Os partidos políticos caracterizam-se cada vez menos como representantes de determinados interesses, apresentando-se sem uma definição muito clara. As diferenças entre um e outro são praticamente dissolvidas, pois há uma fragmentação de interesses internos que os limites dos partidos não comportam.
Prof. Jean Pierre
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