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FOTOGRAFIA

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by

Denis Nicola

on 29 February 2016

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Transcript of FOTOGRAFIA

regra dos terços
espiral de fibonacci
Essa é a uma das regras mais simples e eficazes que existem. para entender essa regra pegue a sua imagem e desenhe mentalmente um “jogo da velha” nela. Os pontos importantes da sua foto devem ficar em alguma das 4 convergências dessas linhas recém-desenhadas. Se existirem linhas na imagem, dê preferência em posicioná-las junto às linhas do jogo da velha. Esses pontos e linhas são considerados os pontos fortes da imagem, quando lemos ela.
A regra dos terços funciona em alguns casos, e é uma ótima ajuda, mas se conhecer e dominar a espiral de Fibonaci na fotografia, verá que nunca olhará para uma fotografia da mesma forma.

O que é a espiral de Fibonacci?
esquema da regra
aplicação prática
Em qualquer foto ou tema essa regra é aplicavel. Mesmo que a fotografia seja de algo extraórdinario ou banal, a leitura da imagem torna-se mais prazeirosa para quem vê e lê a fotografia.
Não é necessário que os objetos na fotografia coincidam sempre com os pontos ou linhas. A proximidade com elas funcionam de do mesmo jeito. As áreas (quadrados) também podem ser usados.
Muitos estudos fotográficos chegaram à conclusão que quem observa uma imagem olha mais depressa para um dos pontos de cruzamento do que para o centro da fotografia, evitando simplesmente centrar o elemento fotografado. O resultado é uma imagem mais natural, contrabalançada e atrativa ao olhar.

Como exercício, deve-se analisar fotografias que foram tiradas segundo este princípio, para depois passar à prática. Tão fundamental como a visualização e aplicação dessa regra , é saber, em primeiro lugar, quais os pontos de interesse do cenário que pretende fotografar; e, em segundo lugar, conseguir posicioná-los sobre a linhas e pontos de forma intencional.

Por ultimo não é necessário utilizar todas as linhas e pontos. Pode-se levar em conta apenas as linhas horizontais ou verticais em cada foto. O uso dessa regra dependerá 'do que' o fotógrafo quer passar e 'como' quer para o observador.
A espiral (ou rácio) de Fibonacci foi descoberta por Leonardo Fibonacci por volta do ano 1200, sendo também conhecido como a proporção divina ou número de ouro. Fibonacci apercebeu-se que existia uma espiral matemática absoluta que surgia muitas vezes na natureza, uma espécie de ordem universal que desenha a natureza e que a faz ao olho humano, natural e bela. Desde a Renascença que pintores, escultores e arquitetos baseiam as suas obras nesta espiral.


A proporção divina pode-se ver em obras famosas como a Mona Lisa ou a Última Ceia, obras de Leonardo da Vinci. Essa sequência aparece na natureza, no DNA, no comportamento da refração da luz, nos átomos, nas vibrações sonoras, no crescimento das plantas, nas espirais das galáxias, nos marfins de elefantes, nas ondas no oceano, furacões, etc. Hoje em dia, também é usada por muitas empresas de design um por todo o mundo.

Embora a regra dos terços seja muito mais fácil de usar, a espiral de Fibonacci pode ser um grande trunfo, se o compreender bem. Aplicar a proporção divina à fotografia pode fazer com que uma foto seja algo que uma pessoa considere agradável à vista, sem saber bem porquê; na realidade o subconsciente humano detecta esta espiral de modo inconscientemente.
Para aplicar o rácio de Fibonnaci a uma fotografia, basta aplicar o que é semelhante à regra dos terços: uma imagem que é dividida em 3 partes. A diferença é que agora, em vez de termos o jogo da velha (ou grelha) dividida em 3 partes iguais, temos divisões na fotografia em 3 partes diferentes.

A espiral de Fibonacci é uma excelente ferramenta na composição de fotografias, criando fotos originais e diferentes do que quando se utiliza a regra dos terços. Não deve nunca ser vista como uma pequena variante da regra dos terços, porque na realidade a diferença é muito grande. Esta é a grande diferença que faz com que se consiga uma fotografia que naturalmente se gosta.
Nestes casos o ponto dominante está no olho, poisque se encontra numa das intersecções ou no início da espiral de Fibonacci
A espiral de Fibonacci pode ser usado para fotografar diversos temas, podendo ser usado em fotografia de detalhes...
... assim como fotografias de planos e áreas mais abertos. Tanto a natureza como a arquitetura, por vezes, permitem brincar com essa regra, se utilizando de construções de composição...
... as vezes de forma bem evidente. Cabe ao fotografo brincar com esses elementos, burlando ou quebrando um pouco as regras para conseguir composições criativasao olhar.
linhas
Quando pensamos sobre composição fotográfica de imagens um dos mais poderosos elementos são as linhas. Esse elemento pode ser adicionado as fotos facilmente, com um pouco de prática e trabalhados da forma certa podem dar mais impacto ao seu trabalho e conduzir o espectador pela foto.

Podemos trabalhar com três tipos de linhas: horizontais, verticais e diagonais. Cada uma tem um impacto diferente nas fotografias e devem ser utilizadas conforme o que você quer transmitir com aquela imagem. Aprender como utilizar linhas na fotografia não é um tipo de coisa que apenas acontece. Você precisará de tempo e prática para ficar bom.

Tanto as linhas horizontais quanto as verticais podem se aplicar utilizando a regra dos terços, onde as horizontais transmitem a ideia de establididade enquanto que as linhas verticais a ideia de profundidade e tamanho
Já as linhas diagonais geralmente trabalham melhor para levar os olhos da pessoa que está visualizando a imagem através dela. Elas criam pontos de interesse quando fazem intersecções com outras linhas e também podem ser utilizas para dar idéia de perspectiva nas fotos. Elas podem também adicionar um senso de ação e dinâmica na imagem.
exemplo de linhas horizontais
exemplo de linhas verticais
exemplo de linhas diagonais
As linhas inclinadas em relação ao plano são chamadas de 'linhas de fuga'. No desenho de perspectiva, são linhas que reproduzem o efeito de profundidade convergindo para um ponto distante, dentro da imagem, chamado de 'ponto de fuga'. As linhas de fuga dão a sensação de tridimensionalidade e são elementos muito fortes na imagem. Elas podem ser reais, como as linhas da estrada e dos prédios, ou imaginárias (projeção), como as linhas da base e da copa das árvores.
Mas mesmo na ausência das linhas de para o ponto de fuga, a perspectiva ainda assim pode ser formada por outros elementos que dão a ilusão de profundidade. nesta fotografia podemos perceber eles:












- Efeito atmosférico de esfriamento de cores, tendendo ao azul;
- Perda de contraste, onde as cores vão esmaecendo com a distância, por causa da atmosfera;
- Luz lateral que enfatiza relevos, com sombras longas, criando a sensação de profundidade.

esquematização de linhas e pontos de fuga
fotografia utilizando ponto de fuga bem centralizado
Nessas fotografias podemos perceber alguns efeitos da perspectivas com e sem linhas de fugas na foto da esquerda, Ja na direita vemos uma diagonal que começa no canto superior esquerdo e desce até o canto inferior direito. Podemos também perceber que os corpos humanos criam linhas horizontais na imagem. Por último, há um balanço de composição da área superior do guarda-sol com a inferior com o mar e a areia.
Podemos percerber e usar diversas regras em conjunto. Existem múltiplas linhas em diagonais, aliada a regra dos terços, onde pessoas e arquitetura encontram-se em áreas, linhas e pontos fortes. Ao observar, poderiamos construir uma espiral de Fibonacci inclusive. Podemos também perceber o olhar do fotógrafo em esperar o momento certo (que será comentando posteriormente) onde as pessoas estejam todas em cena, escolher o ângulo desejado e os objetos que irão aparecer ou não na nossa fotografia. Notem que ao lado, nao vemos a inscrição da Igreja, ou seja, não é um detalhe importante essa informação. A construção do lado esquerdo junto a escada mal aparece também, que poderia criar linhas de fuga. Nessa foto em particular, estes não são elementos que o fotógrafo procurou elencar.
movimento
Uma boa fotografia de movimento depende do fator antecipação. Procure o melhor lugar para posicionar a máquina antes que se faça a fotografia, e depois tente interpretar como a ação vai se desenrolar.

Um fator importante é como você deseja apresentar sua imagem. Talvez queira congelá-la para que cada detalhe apareça nítido e o movimento seja sugerido por outros elementos. Mas você poderá desejar um fundo sem nitidez, para transmitir a ideia de velocidade. Congelando um carro de corrida com uma alta velocidade, a foto não ficará diferente de uma tirada com ele parado. Pense no tipo de efeito que você deseja, para saber utilizar os métodos necessários de acordo com o que deseja para a sua fotografia
Imagem congelada

Se você quer congelar o movimento de algum objeto em alta velocidade, use altas velocidades de obturador. Para isso, é preciso prestar a atenção na iluminação, uma vez que, usando um obturador muito rápido, a fotografia vai precisar de mais luz para continuar corretamente exposta.

Além disso, se você estiver usando uma câmera amadora no modo automático, usar muita luz é essencial para conseguir congelar a imagem. A câmera vai entender que, para aquelas condições, é possível usar um obturador mais rápido para conseguir uma imagem corretamente exposta. Uma boa dica é fazer fotos com essa técnica sempre sob a luz do dia.
Panning

Panning vem da palavra Panorâmica. A técnica consiste em deixar a velocidade do obturador baixa e fotografar um objeto (como um carro, por exemplo) acompanhando com a câmera o seu movimento. O resultado é um ponto nítido em contraste com um fundo borrado.


Para fotografar carros com a técnica, o ideal é setar o obturador entre 1/60 e 1/125 segundos. Para pessoas andando, 1/8 é o suficiente. Nesses casos, é indicado usar um tripé de cabeça móvel ou um monopé para não correr o risco de tremer a imagem.
Em câmeras amadoras talvez seja dificil fazer isso devido a suas limitações. Logo, escolha uma função, como fotografar de noite ou pouco luz, que possibilita um tempo de exposição maior.
Imagem borrada

O próprio movimento é o tema nas fotografias dessa técnica. O objeto que você fotografa torna-se um borrão impressionista que por vezes fica até mesmo irreconhecível. As fotos borradas são conseguidas com velocidades baixas que depende do quanto seu tema esteja se movimentando.

Se você precisar utilizar velocidades muito baixas, pode ser necessário utilizar um tripé ou algum outro apoio fixo para a câmera. Em alguns casos, o uso do temporizador/timer pode ser muito útil. Em camaras amadoras, procure utilizar funções que permitam um longo tempo de exposição como 'fotografia noturna' ou 'luz de velas', por exemplo.
Câmeras amadoras

Muitas câmeras compactas não permitem o controle manual das funções da câmera, como diagfragma ou obturador. Mas algumas delas possuem opções automáticas para esse tipo de imagem. O modo “esporte” ou modo “ação” (normalmente ilustrado por um bonequinho correndo) é o mais adequado para congelar a imagem de fotografias em movimento. Quando a câmera trabalha nesse modo, ela aumenta o ISO, reduz a abertura do diafragma para ganhar mais profundidade de campo e aumenta a velocidade do obturador para congelar a imagem.

Com uma câmera sem ajustes manuais, o ideal é trabalhar com o modo de cena para esportes. Dessa forma, o sistema da própria câmera regula velocidade, abertura e foco para obter as imagens desejadas.


Câmeras amadoras

Outra limitação de câmeras amadoras (ou celulares) limitação da lente. Apesar de algumas câmeras mais avançadas oferecerem uma aproximação considerável através do zoom ótico, a maioria das compactas depende do zoom digital. Nessa configuração de lente, inevitavelmente uma perda de qualidade acontecerá, já que o zoom digital nada mais é do que um tratamento da imagem feito pelo processador da câmera.

Uma segunda grande dificuldade das compactas é o lapso de tempo entre a pressão no obturador e a captação da imagem pelo sensor. Em alguns modelos, a diferença de tempo pode chegar até mesmo a um segundo inteiro. Para resolver essa diferença, pode-se pré-enquadrar uma cena e, um pouco antes do assunto entrar no quadro, fazer o disparo. Mesmo não sendo ideal, é uma possibilidade de conseguir fotos mais interessantes, apesar das limitações do equipamento. Essa dica valerá muito quando queremos captar o momento certo
Apesar de todas essas regras, deve-se levar em conta que existe um elemento principal por trás de tudo isso: o FOTÓGRAFO!

É ele que decide todos os elementos necessarios para uma boa foto. Mas todas essas regras são apenas dicas do que e como fotografar os objetos do mundo. O fotógrafo deve se postar como tal, mas precisa perceber algumas nuances que estão presentes no cenário que pretender fotografar e apresentar depois.

A seguir mais algumas dicas!
Segure a câmera com firmeza - Uma mão sem firmeza apertando o botão disparador da câmera produzirá uma foto tremida. Segure firmemente a câmera com as duas mãos. Mantenha os braços junto ao corpo para dar maior firmeza. Aperte suavemente o botão disparador. As fotos sairão nítidas.
Aproxime-se do assunto - Quando em dúvida, aproxime-se do assunto que você vai fotografar (atenção para a distância mínima recomendada para o foco da sua câmera). Aproximar-se do assunto é, provavelmente, o passo mais importante para se obter boas fotos. Tente fazer com que a sua foto diga: "este é o meu assunto". Preencha um terço ou mais da área da foto com o assunto que você escolheu para fotografar.
Escolha um fundo neutro e simples - Olhe através do visor de sua câmera e examine o cenário de fundo antes de pressionar o botão disparador. Movimente-se até eliminar tudo aquilo que possa desviar a atenção do assunto de sua foto. Experimente escolher como fundo o céu, a água ou a grama.
Mantenha as pessoas entretidas - No caso de fotografar pessoas, mantenha elas entretidas em seus ambientes naturais. Mostre uma criança brincando com sua bicicleta, ou um adulto esculpindo um objeto, etc. Converse com elas para mantê-las à vontade. Pergunte o que estão fazendo. Agindo assim, você fará com que elas fiquem relaxadas em atitudes espontâneas e sem fazer pose.
Componha um cenário - Estude a cena de sua foto. Coloque o assunto principal afastado do centro da fotografia. Ao fazer fotos de paisagens, acrescente algumas linhas acentuadas como uma estrada, cerca ou curso de um rio que direcionem a atenção para o assunto principal da foto.
Observe a luz - De novo a luz! Ela é fator primordial para a fotografia, pois sem luz não há fotografia. A iluminação tem uma influência decisiva em sua foto. Estude a luz antes de tirar a foto, como os tons dourados de um amanhecer ou pôr-do-sol. Verifique como a direção da luz afeta o assunto: luz frontal (o sol atrás de quem está fotografando), para obter fotos brilhantes e nítidas; iluminação por trás (o sol por trás do assunto), para criar silhueta; iluminação lateral (o sol iluminando um dos lados do assunto) para mostrar a textura do assunto.
Escolha um ângulo diferente - Movimente-se até encontrar o ângulo para tirar a foto. O simples fato de você se curvar, esticar ou abaixar pode melhorar bastante suas fotos. Comece com a escolha de ângulos diferentes. Ajoelhe-se ou deite-se no chão para mostrar flores no primeiro plano. Ou, então, fotografe do alto (da janela do segundo andar de um prédio, por exemplo) para mostrar os desenhos de uma calçada.

Capture sentimentos - Por que fotografamos alguma coisa? Geralmente porque nos interessa fotografar tudo aquilo que faz as pessoas se sentirem felizes ou até mesmo tristes. Ao fazer uma foto, tente captar seu próprio sentimento.

Faça experiências - Regras, regras, sempre regras. Ao fotografar, tenha sempre em mente que você está sob o controle de uma série delas. Desobedecer as regras, contudo, pode levar a uma foto bastante original. Aquela que faz você dizer em alto e bom som: "esta é minha foto preferida".

Fotografias relizadas no periodo noturno são perfeitas para conseguir borrar a foto. Assim como objetos em grande velocidades, como carros e pessoas correndo
Fotos noturnas

Cenas de rua bem iluminadas, parques de diversões, fogueiras, edifícios iluminados e fontes luminosas são alguns assuntos excelentes para boas fotos à noite. O melhor horário para fotos noturnas ao ar livre é pouco antes da escuridão total, quando ainda existem no céu tonalidades de azul e laranja.

Fotografar ao ar livre à noite é fácil, principalmente devido aos resultados satisfatórios que você obtém com uma grande variedade de exposições. Exposições curtas tendem a deixar as sombras escuras e a registrar cores nas áreas brilhantes, por exemplo, anúncios luminosos. Exposições mais longas tendem a desbotar as áreas mais brilhantes, mas apresentam mais detalhes nas sombras. Parques de diversões bem iluminados são assuntos fascinantes para fotos noturnas à luz ambiente.

Você pode criar notáveis configurações luminosas, registrando os riscos desenhados pelo tráfego noturno ou fogos de artifícios. lembre-se que aqui, é aconselhável o uso de um apoio ou um tripé.
planos
A fotografia propiciou, posteriormente, a criação do cinema, que nada mais era que a fotografia em movimento, quadro a quadro. Com o tempo, o cinema, em conjunto com a fotografia, criaram-se alguns tipos de planos, ou seja, enquadramentos do objeto em cena. Podemos assim, destacar o objeto em si e o cenário em volta do mesmo, a relação do mesmo comfundo ou não.
luz e sombra
Falar de fotografia sem pensar em luz é impossivel. O próprio nome dessa arte (fotografia quer dizer “escrever com a luz”) já adianta qual é o cuidado mais importante que deve ser tomado ao capturar uma cena.

Porém, não é somente a a quantidade de luz que importa e sim como utilizamos essa mesma luz que torna possivel fotografar, seja com filme ou digitalmente.

Existem alguns tipos de luz básicas que podem ser usadas e fotometradas das mais diversas maneiras
momento
Por último, podemos falar do momento certo na fotografia. O momento de apertar o botão da maquina. Mas qual é esse momento? Como não podemos saber o futuro, e saber qual o momento certo para fotografar, temos que que antever as coisas do mundo, ou seja saber ler aquilo que está diante de nós e antecipar o quando 'aquilo' vá ocorrer para podermos capturar aquele instante pra sempre,
esquematização dos tipos de planos existentes
Plano Geral
É um plano de ambientação. Consiste em fotografar o objeto com toda a cena na qual ele se relaciona. Se queremos uma foto panorâmica ou de paisagem, a própria cena é o nosso objeto. Pode ser chamado também de PLANO ABERTO
Plano Médio
É bem mais fechado que o plano aberto/geral. Tem mais detalhes da cena, e foca mais no objeto que queremos fotografar. Nesse plano podemos fotografar a pessoa inteira ou não. Geralmente aparece algo que a pessoa esta fazendo ou o cenário mais próximo dela.
Primeiro Plano
É um plano muito comum em filmes e novelas, mas tambem em fotografia de moda. Consiste em fotografar a pessoa da altura do peito pra cima, focando na pessoa, suas ações e expressões faciais. Uma variante é o MÉDIO PRIMEIRO PLANO, onde é fotografado a pessoa da cintura pra cima, ou seja, um pouco mais aberto.
Plano Americano
É um plano um pouco mais aberto que o MÉDIO PRIMEIRO PLANO. Foi "inventado" pelo cinema americano, para que o espectador pudesse ver o revólver no coldre do caubói. Também é muito usado na fotografia de moda ou em retratos.
Plano Detalhe (Close Up)
Podemos enquandrar nesse plano uma parte do rosto ou do corpo (um olho, uma mão, um pé, etc.). Também é usado para objetos pequenos ou detalhes de um objeto maior, como o farol de um carro, uma caneta sobre a mesa, um copo, uma caixa de fósforos, etc. Nas câmeras amadoras, a função 'macro' (icone de uma flor) serve para fotografar nesse tipo de enquadramento onde o foco fica perto do objeto fotografado.
Câmera alta e baixa
Basicamente são planos que se utilizam de uma câmera mais baixa ou mais alta que o objeto fotografado, estando acima ou abaixo da linha dos olhos da pessoa. O PLONGÉE é muito usado pra dar a impressão do local, num plano mais aberto, enquanto que o CONTRA-PLONGÉE parece uma inferiozação do fotógrafo com o objeto fotografado. Podemos também ligar com um modo de observar o mundo de um ponto de vista de um objeto, animal, ou de algo parecido, assim como uma impressão de uma câmera escondida.
plongée
contra-plongée
Sobre enquadramentos


A noção de enquadramento é importante da linguagem fotografica, pois estamos decidindo o que vai fazer parte da foto e o que nao vai. Enquadrar também é determinar o modo como o espectador perceberá a imagem que foi criada.

O enquadramento depende de três elementos: o plano, a altura do ângulo e o lado do ângulo (esse lado pode ser de frente, de lado/perfil, etc). Basicamente, podemos colocar que escolher o plano é determinar qual é distância entre a câmera/nós e o objeto que está sendo fotografado.

Os planos/enquadramentos podem ser reunidos em um ou mais tipos, podemos dar o close num objeto, usando uma câmera alta por exemplo. Tudo dependerá de como queremos mostrar o que estamos fotografando para as pessoas que irão ver a fotografia em questão.
Luz Dura e Luz Difusa

A primeira coisa que devemos saber é a diferença de luz dura e luz difura. E essa é facil de saber: basta observamos e comparar a nossa sombra num dia de sol e num dia nublado. No dia de sol, temos a projeção (e o contorno) da nossa sombra bem definida, enquanto que num dia nublado a sombra projeta se confunde com o ambiente e as vezes fica imperceptível.








Na primeira foto, podemos observar uma luz dura (luz do sol) sobre a pessoa, pois exergamos bem a definição das áreas de luz e sombra. Ja na foto da direita não existe muito bem definidas essas áreas.
Há uma diferença entre luz dura e difusa, mas não quer dizer que luz dura seja direta e luz difusa seja indireta. Como vimos, a luz do sol é direta e o filtro das nuvens torna ela difusa. Uma lâmpada incandescente funciona como luz dura, mas uma superficie translúcida entre ela e o objeto que queremos fotografar, como um papel vegetal ou vidro jateado, por exemplo tornam ela difusa. Diversas luminárias com lâmpadas fluorescentes geram luz difusas também. Num estúdio fotográfico podemos ter maior controle destes elementos, mas na rua ou em outro ambiente que não temos o controle, devemos conseguir trabalhar com as condições que se apresentam.

Fotografar com a luz dura gera uma dramaticidade muito maior devido as áreas de luz e sombra bem definidas. Ela é utilizada para definir o volume de objetos, mas também mostrar mais as imperfeições das coisas. Já a luz difusa nos transmite uma áurea de suavidade, delicadeza e calma. É muito comum passar a ideia de beleza e felicidade com esse tipo de luz. No entanto vale lembrar que nada impede de usar uma luz diferente para passar outra mensagem. Cabe ao fotógrafo saber se utilizar da luz.

Fotometragem

Toda câmera tem um fotômetro. É o que mede a luz que entra pela lente e faz uma média dessa luz, evitando que a nossa foto fique muito clara ou muito escura. Cada câmera, amadora ou profissional tem um e ele pode medir de modo diferente a mesma luz da cena, dependendo pra onde apontarmos.

De modo simples, o fotômetro da câmera mede a luz refletida pelos objetos. conforme vemos abaixo:
Neste exmplo, na foto A e B vemos a diferença de medir a mesma luz sobre o mesmo objeto e criar fotos diferentes. Na B vemos que a medição se deu em todo objeto/cena, fazendo uma média da luz, para que aparecesse todos os elementos da cena, desde a parte iluminada até a sombra embaixo do carrinho
Já na foto A podemos perceber que a fotometragem deu-se na parte mais iluminada apenas. Isso acarretou no escurescimento do resto da imagem, deixando as demais áreas quase na penumbra total. No entanto, nenhuma das fotos esta errada. Depende da intenção de quem tira a foto para saber o que fotografar e como. Na foto A criou-se uma foto mais dramática e quase abstrata enquanto que na B percebemos uma foto normal, bucólica. Ambas com o mesmo tipo de luz.
Mas como funciona a medição da luz no um fotômetro realmente? Observe a figura ao lado. É um exemplo de fotômeto que podemos encontrar numa câmera. Neles observamos diversos tipos de medição
Cameras mais profissionais, podemos escolher como medir a luz. Algumas câmeras amadoras e celulares, as vezes também tem essa possibilidade. Partindo por base essa figura, a grade é um modo de medição que faz a média de luz de toda cena, sem distinção. Já os pequenos quadrados, tanto os de fora como o de dentro, servem para medir a luz que bate nesses pontos somente. Ainda assim teremos uma média, porém mais acentuada, criando áreas mais claras e mais escuras do que a grade. O círculo central serve pra medir somente aquela área, ignorando tudo o que esta fora dela. pegando as fotos A e B novamente, podemos estabelecer que na Foto A foi Utilizado a medição com o circulo e na Foto B com a grade.

A fotometragem das câmeras amadoras geralmente é feita com o tipo de função escolhida, como função esporte, por-do-sol, noite, retrato, etc.
Alguns Exemplos
Observamos acima que a fotometragem ocorreu na janela, deixando todo o ambiente na escuridão, carregando na dramaticidade da cena com a janela e a sombra projetada. Cria-se a impressão de um lugar ermo e sombrio, contrastando com o lado de fora, vivo e colorido
Aqui houve excesso de luz na cena, pois nao temos detalhes do céu e nem da água. Somente das construções e da ponte. A luz, difusa, traz uma plasticidade a fotografia de um lugar calmo e plácido, Quase nao existe preto na imagem, onde tudo fica em tons de cinza e branco
Alguns Exemplos
Fotografar ambientes com uma luz dura sempre deixa a atmosfera mais carregada, seja de arquitetura ou da natureza. Para conseguir captar as nuances de cada fotografia, muita pratica e observação são precisos. Uma boa câmera também se faz importante, mas nao é a coisa mais relevante. É o fotografo que faz a câmera e nao o contrário.

Aqui temos dois exemplos de luz dura em abientes diferentes. Na foto da esquerda vemos uma luz que transmite, em conjunto com a arquitetura, uma sobriedade do ambiente, enquanto que na segunda, a luz do meio dia, com as folhas das árvers cria um ambiente mágico ou místico.
Os exemplos aqui utilizam-se da contra-luz. Abaixo vemos que a fotometragem foi feita no céu, assim como na foto da direita. Aparecem apenas as silhuetas dos objetos, somente seus contornos pretos, sem definição de mais detalhes.

Na foto do canto inferior direito, existe um equilibrio maior. Embora contra-luz, percebemos a figura do homem e a diferença entre suas roupas. Todas as fotos utiliza a luz dura do sol, mas todas foram fotometradas diferentemente uma das outras, causando assim impactos distintos para quem observa
Por ultimo, a luz e sombra nos possibilida brincar com ela, se utilizando do que ela provoca tanto no espectador quanto na fotografia.

Podemos nos apropriar dos efeitos dramáticos que ela constrói, sabendo utilizar a nossa câmera e, principalmente o nosso olho.

Ao invés de fotografarmos o objeto em questão podemos deixar a impressão dele, dando detalhes ou retirando informações que, quem olha, vai interpretar de 'n' maneiras se possivel.

Isso mostra como a fotografia, mesmo nos dias de hoje, digitalizada, democratizada, expandida e massificada, ainda como algo mágico, que poucos conhecem ou dominam.


Esta apresentação é um pequeno curso de fotografia, de forma bem resumida. Aqui vamos colocar ao leitor/visitante algumas regras, dicas e macetes para utilizar a fotografia como uma ferramenta para trabalho, ensino e até mesmo de lazer.

Uma boa fotografia depende do olhar do fotógrafo, da sua sensibilidade para captar e capturar o que esta diante de si através da câmera. Não depende ddo tipo de câmera, se ela é profissional, amadora ou um celular. Quanto mais recursos uma máquina fotográfica tem, mais possibilidades um fotógrafo também têm. Mas sozinha, uma câmera não tira fotos, não escolhe a cena ou a luz. Isso sempre parte do fotógrafo sempre.

Basicamente, existem duas coisas para se tornar um bom fotógrafo: prática, ou seja, tirar muitas fotos, e ver muitas fotografias.
Se o ditado diz que a "prática leva a perfeição", com a fotografia não é diferente. Muitos fotógrafos conhecidos praticaram muito até conseguirem sensibilizar o seu olhar, cada um do seu jeito próprio, com a sua identidade. Fotografar e olhar fazem parte dessa pratica.

Muitos fotografos antigamente não dispunham do aparato tecnológico que temos hoje. Henry Cartiê-Bresson foi um dos maiores fotógrafos do mundo, e usou a mesma câmera de filme Leica e uma lente de 50 mm durante toda vida. Relembrando, não é a câmera que faz o fotógrafo, mas o contrário

Portanto, antes de fotografar, saiba usar a sua câmera, conheça ela lendo o manual e/ou experimentando todas as suas funções. Experimente também "burlar" as suas funções também, deixando a foto mais clara ou mais escura, por exemplo.
Antes de começar a fotografar usando essas dicas, pesquise como a sua câmera funciona. Busque também algo que lhe agrade fotografar, um tema e algo que nao lhe agrade e compare como você se comporta e olha diantes de temas antagônicos.

As "regras" e dicas aqui foram feitas para melhorar a nossa fotografia, passar para que olha elas aquilo que queremos, criando um canal de comunicação e educação através da imagem com o mundo. Mas as regras também podem ser quebradas, modificadas e contornadas. Cada fotógrafo deve saber suas virtudes e seus limites. Devem também querere e saber fotografar com prazer. A fotografia é uma grande brincadeira de capturar e guardar momentos. Então quando for praticar esses conceitos, divirta-se!

Boas Fotos!
Neste ponto, podemos dizer que o que diferencia um bom fotógrafo de um excelente é o momento. Podemos dominar todas as regras, ténicas e termos os melhores equipamentos, mas o momento é algo insubstancial. Único de cada um.
Podemos ter uma reflexão sobre o que disse Cartiê-Bresson sobre esse tema:

"Na fotografia existe um novo tipo de plasticidade, produto das linhas instantâneas tecidas pelo movimento do objeto. O fotógrafo trabalha em uníssono com o movimento, como se este fosse o desdobramento natural da forma, como a vida se revela. No entanto, dentro do movimento existe um instante no qual todos os elementos que se movem ficam em equilíbrio. A fotografia deve intervir neste instante, tornando o equilíbrio imóvel.

O olhar do fotógrafo está constantemente avaliando. Um fotógrafo pode captar a coincidência de linhas simplesmente ao mover a cabeça uma fração de milímetro. Pode modificar a perspectiva com um leve dobrar de joelhos. Ao colocar a câmara próximo ou distante do objeto, o fotógrafo pode desenhar um detalhe - ao qual toda a imagem pode ficar subordinada ou ainda que tiranize quem faz a foto. De qualquer modo, o fotógrafo compõe a foto praticamente na mesma duração de tempo que leva para apertar o disparador, na velocidade de um ato reflexo."
"Algumas vezes acontece de o fotógrafo paralisar, atrasar, esperar para que a cena aconteça. Outras vezes, há a intuição de que todos os elementos da foto estão lá, exceto por um pequeno detalhe. Mas que detalhe? Talvez alguém repentinamente entrando no enquadramento do visor. O fotógrafo, então, acompanha seu movimento através da câmara. Espera, espera e espera, até que finalmente aperta o botão - e então sai com a sensação de que captou algo (embora não saiba exatamente o quê). "

O momento de fotografar é definido por cada fotografo, pois não existe uma regra clara sobre isso. Cada um definirá qual o momento certo, pois é uma questão de escolha sobre aquilo que esta na nossa frente.

Podemos usar todas as regras aqui escritas e descritas, mas não é somente isso que precisamos para ser um bom fotógrafo ou tirar boas fotos. Assim como saber todas as regras gramaticais da lingua portuguesa nao faz dessa pessoa um escritor de romances, por exemplos. É preciso algo mais que, com o tempo, cada um irá desenvolver suas próprias caracteristicas e necessidades, de acordo com suas prórpias capacidade. Até isso acontecer, divirta-se fotografando e experimentando.
exemplo de primeiro plano
exemplo de médio primeiro plano
Fotografia
Regras e Dicas
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