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Didier Anzieu

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Ana Sampaio

on 28 November 2012

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Transcript of Didier Anzieu

} O grupo, a imago paterna e o superego Didier Anzieu Biografia Nasceu em Melun, França, em 8 de Julho de 1923. Irmã natimorta grande atenção dos pais A. Perturbações num grupo organizado pela imago paterna. depressão da mãe Teve que ser criado pela tia materna. Chegou à psicologia depois de cursar filosofia, na Sorbonne. Tese de doutorado abordando a autoanálise de Freud e seu papel na criação da psicanálise. Analisou-se com Jacques Lacan. Lacan também foi analista de sua mãe, Marguerite Anzieu. O caso envolve a dificuldade do diretor-presidente de uma empresa em "fazer o comitê de direção funcionar" O comitê de direção compreende quatro pessoas: BERNARD jean-denis XAVIER ROBERT Ruptura entre Anzieu e Lacan "Da psicose paranóica e sua relação com a personalidade" 1953: Anzieu começou a análise com Daniel Lagache. 1964: Tornou-se vice-presidente da Sociedade Psicanalítica Francesa. Estudou psicanálise, métodos projetivos, psicodrama. diretor geral diretor técnico diretor administrativo chefe da oficina 1962: Usando as dinâmicas de formação de grupos de Lewin, criou o CEFFRAP - Centro de Estudos Franceses para a formação e pesquisa em psicologia. Na CEFFRAP, desenvolveu suas primeiras pesquisas e experiências em psicanálise de grupo e em psicodrama. As reuniões eram improdutivas, devido às discordâncias. Assim, Bernard tomava as decisões sozinho, ou optava por reuniões individuais. Foi editor e escritor de crônicas, ensaios e dramas. Apesar de se considerar um ortodoxo da psicanálise, sempre buscou adequar a interpretação à necessidade do paciente. Postulava a psicanálise em qualquer situação de tratamento, fosse individual, em grupo, com o paciente sentado, deitado ou nos processos de criação. XAVIER ROBERT BERNARD JEAN-DENIS A Ilusão Grupal: um ego ideal comum Anzieu optou por entrevistar cada um dos envolvidos, inclusive o antigo diretor-presidente Jean-Albert. JEAN-ALBERT "O estilo de Jean-Albert transparece logo durante nossa conversa. É o self-made-man, carrasco de trabalho para si e para os outros; de suas ascendêcias nórdicas, conservou caráter rígido, duro, autoritário: esmagou o filho" (anzieu, dIDIER) ... colocação em comum do quê? Imaginário popular
Durkheim
Fourier
Tarde Todo grupo é uma colocação em comum. ... Freud: grupo é a identificação dos membros com o chefe e entre si. O Imaginário nos grupos Todas as concepções possuem base sobre fatos observáveis. + a 'ilusão' estrutura nossas relações afetivas, reais, e, com isso, mascara um núcleo insuportável, real, impossível Sendo estes fatos resultantes de processos psíquicos ilusão grupal ilusão religiosa ilusão artística ilusão ideológica Mas por que tal indivíduo experimenta pelo outro simpatia, antipatia, indiferença? Como essas impressões afetivas se reforçam, se modificam? "A observação de grupos reais confirma que, também neles, funciona o memso equilíbrio econômico descoberto por Freud para o aparelho psíquico individual entre a libido do objeto e a libido do Ego:

Existe uma correlação inversa entre o investimento grupal da realidade e o investimento narcísico do grupo" "Fazer eco" Grupo como ... ...angústia dos participantes. ...uma colocação em comum das imagens interiores +... O grupo, lugar de fomentação de imagens "O grupo é um lugar de fomentação de imagens. Assim que seres humanos se reúnem para trabalhar, se distrair, se defender, roubar e matar, crer, mudar o mundo, serem instruídos ou tratados, sentimentos os invadem, os agitam, desejos, medos, angústias os excitam ou os paralisam, [...] às vezes vários membros se fecham e se defendem contra a emoção comum que sentem como ameaçadora, [...]; às vezes também todos se curvam diante da emoção invasiva e o grupo fica morno, apático, loquaz (ANZIEU, 1993, p. 21)." emoção comum impressão de unidade emoções que se debatem rompem o grupo surgimento de imagens (precisas, poderosas e despercebidas) emoções comportamentos "No grupo, assim como no sonho, o aparelho psíquico sofre uma tripla regressão: cronológica, tópica e formal". Regressão ao
narcisismo secundário.

"O confronto com os outros é vivido como uma ameaça angustiante de perda da identidade do ego".

A situação grupal aviva, nos membros, a ferida narcísica.

Alguns reagem com uma redobra protetora sobre si próprios, outros pela afirmação obstinada ou reinvindicante de seu ego Nem o ego nem o superego podem mais controlar suficientemente os representantes-representações da pulsão. Se observa no recurso as formas de expressão arcaicas mais próximas do processo primário. "[...] o inconsciente é, de fato, captado nos grupos como uma realidade não mais intra, porém inter e transindividual". A produção da ilusão pode ser tanto grupal quanto individual. Chamo ilusão grupal a um estado psíquico particular que se observa tanto nos grupos naturais como nos terapêuticos ou formativos, e que é espontaneamente verbalizado pelos membros da seguinte maneira: Mesmo definido no papel, o problema da sucessão não se estabeleceu nos espíritos, então a imagem de Jean-Albert continuava, inconscientemente, se impondo como chefe. Assim, Bernard "experimentava sentimentos de culpa para com Jean-Denis, de quem havia surrupiado o lugar. Em razão desses sentimentos, ele dava-lhe a maior independência possível, enquanto esse rapaz, habituado desde a infância a ser encoberto solidamente pelo pai, só mostrava sua capacidade plena se fosse comandado e controlado." (anzieu, dIDIER) A ilusão grupal é uma fase inevitável na vida dos grupos, naturais ou de formação; acontece que meios coercitivos são usados contra ela; uma investida psicanalítica não saberia garantir - em nome de quê, aliás - sua prevenção. BERNARD ROBERT E XAVIER Como é possível tratar psicanaliticamente a ilusão grupal? "Durante anos, Jean-Albert os tiranizava. Quisera mesmo lhes impor seu filho, um rapazola intelectual e apagado. Então, sem perceber, eles iam à forra: faziam esse filho pagar o que o pai os havia feito sofrer." (anzieu, dIDIER) JEAN-DENIS (anzieu, dIDIER) "Ele havia levado ao pé da letra a promessa paterna, e nunca suspeitara de que a sucessão não lhe coubesse." 1. "O que estava prometido lhe era devido [...]; Bernard era um usurpador"

2. "...esperava sua hora, em que a verdade se revelaria, em que seu direito seria reconhecido" A ilusão grupal responde a um desejo de segurança, de preservação da unidade egoica ameaçada; para tanto, ela substitui a identidade do indivíduo por uma identidade do grupo.

À ameaça visando ao narcisismo individual, ela responde instaurando um narcisismo grupal. Do ponto de vista dinâmico, a situação de grupo acarreta uma ameaça de perda da identidade do Eu.

A presença de uma pluralidade de desconhecidos materializa os riscos de fragmentação. No plano fantasmático, portanto, Jean-Albert permecia ocupando o espaço de verdadeiro chefe. O fato de morar em uma mansão do lado da fábrica reforçava a idéia de que permanecia a par da situação, julgando tudo. "Estamos bem juntos, constituímos um bom grupo, nosso chefe ou nosso monitor é um bom chefe, um bom monitor" IMAGO PATERNA SUPEREGO "é comum que uma personalidade com caracterologia obsessiva projete seu Superego no grupo..." (ANZIEU, DIDIER) O grupo é uma boca:
Uma fantasmática oral em grupo O medo de ver revelada aos outros [...] sua própria castração conduz os participantes a evitarem esse fantasma por uma regressão ou sadismo oral, que possui um caráter de defesa neurótica provisória e reversível. a contribuição de bion A aplicação do método psicanalítico aos grupos reais e aos grupos psicoterápicos. É importante notar que o silêncio pode ser a expressão do medo de ser "devorado" pelo grupo. A pulsão sádico-oral exprime-se pelo silêncio. uma angústia correlativa de perda da identidade e uma busca compensatória de fusão com a imago da mãe boa. Comportamento de um grupo 1° nível 2° nível tarefa comum emoções comuns racional consciente O sucesso da tarefa em comum depende da análise da realidade exterior, da distribuição e coordenação dos papéis no grupo, articulação de metas... Processos psíquicos "secundários": percepção, memória, juízo, raciocínio. O 2° nível interfere no 1° através dos processos psíquicos "primários". A cooperação consciente requer uma circulação emocional e fantasmática inconsciente. "Os outros, que não param de falar desde o início, manifestam-me, abrindo sem parar a boca, que estariam prestes a me devorar, se eu mesmo, abrindo a boca aparentemente para falar, fizesse-me suspeitar de querer devorá-los". Três pressupostos de base Dependência O grupo pede para ser protegido pelo líder O grupo não progride profundamente Regressão à situação da 1° infância Luta-fuga Recusa da dependência Os participantes se reúnem para lutar ou para fugir A atitude luta-fuga é um sinal de solidariedade do grupo Pode assumir inúmeras formas, mais ou menos camufladas Pareamento ANALOGIA ENTRE O GRUPO E O SONHO: O GRUPO, REALIZAÇÃO IMAGINÁRIA DE DESEJOS E AMEAÇAS De acordo com Freud, o sonho noturno seria a realização alucinatória do desejo. Dito de outra forma, o sonho, como sintoma neurótico, é um "debate com um fantasma subjacente". Anzieu, então, faz uma associação com esta "realização dos desejos" - presente nos sonhos- com o posicionamento de um indivíduo dentro de um grupo. Unidade de tempo: → horário fixo, duração regular, assiduidade, etc;
Unidade de lugar: na sala destinada para o grupo, ninguém é proprietário de nenhum lugar;
Unidade de ação:uma tarefa precisa é determinada aos participantes para cada tipo de grupo. Dispositivos complementares: Um grupo é um envelope que faz indivíduos ficarem juntos.

O envelope grupal
- É um sistema de regras.
Toda vida de um grupo está presa numa trama simbólica: é ela que o faz perdurar.

- Edifica uma barreira protetora contra o exterior (filtro das energias e das informações). Imaginário grupal, estrutura típica e
organização fantasmática dos grupos

Pode ser interpretação da transferência, do silêncio ou do acting out. O trabalho psicanalítico
nos grupos É constituído pelas consignas e o pelo programa;
Garante a entrega à experiência;
Previne descompensações psicopatológicas dos participantes;
Referência do monitor à um fiador simbólico (supervisores e/ou teoria psicanalítica). Sistema operativo do grupo: A situação psicanalítica do grupo: Recorrer ao vocabulário psicanalítico em seus enunciados teóricos;
Todo processo inconsciente pode ser explicado através de muitas perspectivas: dinâmica, econômica, topográfica, genética, fantasmática;
A interação entre inconsciente dos sujeitos e o inconsciente do analista e/ou interpretadores faz com que cada efeito inconsciente que se manifesta num campo qualquer corresponda à uma resistência. Critérios de ordem psicanalítica para grupos:
Cada hipótese deve ser deduzida de hipóteses já estabelecidas pela psicanálise (ex.: produção ideológica do grupo como extensão do processo individual). Método psicanálitico e suas regras nas situações de grupos Atividade de fantasiar;
Atividade do pré-consciente que articula representações de coisas e representações de palavras;
O estudo da fantasmização dos grupos →é a via de acesso à estruturação econômica-tópica do aparelho psíquico grupal. Fantasmatização O Eu-pele Entendendo os conceitos de Didier Anzieu “Há, no ato de tatuar, a necessidade de vir a materializar a barreira simbólica que toca a pele. Por esta ‘pele prótese’ tatuado na tentativa de corrigir numa 'eu-pele' uma falta ou um defeito”.

A noção de Eu-Pele tem o sentido de entender como se formam os envelopes psíquicos, quais suas estruturas, seus encaixes, patologias e como, através do tratamento psicanalítico, podem ser reinstauradas as fronteiras no sujeito. A tatuagem segundo Anzieu: "Assim, do ponto de vista da dinâmica psíquica, o grupo é um sonho." (anzieu, didier) Práticas Grupais da Psicanálise O grupo não se regula segundo o funcionamento individual;

O papel do analista, nesse contexto, inclui um repensar que levante os aspectos realizadores e reprodutores de ideologias;

A possibilidade de morte do grupo propicia a busca de identidade, permitindo que o sujeito se perceba desejante e constituído por elementos desejantes. De um lado →
participantes engajados num processo inconsciente de transferência → simbolização. De outro lado
monitores se livram da contratransferência inconsciente interanálise; - aprendem e comunicam o sentido da transferência através de um trabalho de interpretação;- essa interpretação enuncia angústias do “aqui e agora” do grupo e é sempre endereçada ao grupo; "As línguas antigas não tinham nenhuma palavra para designar esse grau concreto da realidade social..." (ANZIEU, DIDIER) Tendências na
psicanálise
de grupos "... PARA A MAIORIA DAS PESSOAS, A NOÇÃO DE GRUPO É INEXISTENTE..." "REPRESENTA-SE GERALMENTE O GRUPO COMO UMA ALIENAÇÃO DA PERSONALIDADE, DA LIBERDADE, DA DIGNIDADE INDIVIDUAIS." Modelo da Escola Americana:
Expoentes: Paul Shilder e Samuel Slavson
Objetivos: busca da cura através das motivações intra-individuais dos membros do grupo.
Referência básica: análise individual no grupo. Modelo da Escola Inglesa:
Expoentes: Bion, Foulkes, Sutherland e, na América Latina, Grinberg, Langer e Rodrigué.
Objetivo: integração grupal, com a assimilação de uma identidade grupal por parte de cada membro.
Referência básica: vertente kleiniana princípio do prazer Modelo da psicanálise centrada no grupo:
Expoentes: Bion, Foulkes, Sutherland e, na América Latina, Grinberg, Langer e Rodrigué.
Objetivo: integração grupal, com a assimilação de uma identidade grupal por parte de cada membro.
Referência básica: grupos operativos (Pichon-Rivière) classificação dos grupos Anzieu acredita que a questão da influência das personalidades individuais sobre a forma de funcionar de um grupo poderia progredir caso os estudos se voltassem ao modo de apropriação do desejo por parte destes sujeitos. Corrente institucionalista:
Expoentes: Pagés,  Lapassade, Lourau, Deleuze e Guattari
Objetivo: ler o grupo como uma instituição.
Referência básica: psicanálise. O modelo de
Didier Anzieu Referência básica: sua própria experiência e Ballint, Bion, Burnier, Deleuze, Guattari, Ezriel, Foulkes, Kaes, Klein, LeBon, Pagés, Pontalis,Rogers, Sartre e Slavson, além de Freud, Klein, Winnicott e outros (para tentar conceituar grupos). { processos psiquícos grupais "O grupo tem de se haver, como o sonho, com as mesmas pulsões fundamentais: as pulsões libidinais, as pulsões agressivas, inclusive, cremos, a pulsão de morte." O grupo se organiza como uma metáfora e/ou metonímia do corpo, ou de partes do corpo.

Todo grupo humano resulta de uma tópica subjetiva, projetada sobre ele pelas pessoas que o compõe.

O aparelho psíquico grupal se faz com um duplo apoio: dos aparelhos psíquicos individuais e da cultura circundante e as representações coletivas do grupo que ela fornece. Voltado para a realidade interior dos membros do grupo → projeção que os indivíduos fazem sobre ele de suas fantasias. Os fantasmas seriam, de acordo com Anzieu, organizações do inconsciente, nos quais os representantes psíquicos da pulsão seriam barrados pelo Ego. O grupo tem um Si-mesmo próprio (estado psíquico transindividual, idiossincrasia grupal) e esse
Si-mesmo é imaginário e→ é o que torna o grupo vivo.

É o continente no qual uma circulação fantasmática e identificatória vai se
ativar entre as pessoas. No entanto, eles não permanecem inativos, mas sim infiltram o corpo, o pensamento, a ação, a realidade exterior. Postula uma dupla sustentação para o psiquismo: uma, sobre o corpo biológico, outra, sobre o corpo social (em relação com o ambiente).
A complexidade fisiológica das funções da pele antecipa a complexidade do eu no plano psíquico.


Para ele, a pele é o mais vital dos órgãos dos sentidos, pois que se pode viver cego, surdo, sem paladar e sem olfato, mas sem a integridade da maior parte da pele não se sobrevive.
Metáfora em que caberiam todas as questões referentes à construção do psiquismo como uma estrutura intermediária do aparelho psíquico: entre a mãe e o bebê, entre a inclusão mútua dos psiquismos na organização fusional primitiva e na diferenciação das instâncias psíquicas (Ego, Id, Superego). O fantasma individual
A imago
Os fantasmas originários
O complexo de Édipo
A imagem do próprio corpo e o envelope psíquico do aparelho grupal. Cinco organizadores psíquicos inconscientes do grupo O espaço imaginário do grupo pode revelar a imago que prevalece (paterna o materna)
A clivagem da transferência (positiva ou negativa)
As manifestações das angústias arcaicas mobiliza processos defensivos contra essas angústias. Como no sonho → erigem processos psíquicos primários (deslocamento, condensação, figuração simbólica e a reinversão). Há também um processo de encenação.
Em todo grupo → imago organizadora inconsciente, que é o denominador comum dos fantasmas individuais dos seus membros. Teoria geral da circulação fantasmática em grupo Circulação fantasmática Cada hipótese tem que confirmar sua verdade por sua fecundidade em outros domínios que não aquele sobre a qual foi estabelecida (ex.: a transferência em grupos grandes). A cada tipo de fato clínico observado deve corresponder uma hipótese que o justifique, e toda hipótese deve se apoiar num material clínico significativo e preciso (ex.: o silêncio). A atitude luta-fuga desemboca na formação de subgrupos o grupo, ameaça primária para o indivíduo O ser humano não existe como sujeito se não tem o sentimento de sua unidade Diante da pluralidade de indivíduos, o sujeito experimenta a fragmentação de seu corpo. Semelhante ao estádio do espelho A criança ao se olhar pela primeira vez acredita estar diante de outro indivíduo. Conforme se identifica com o reflexo se assegura de sua unidade corporal. Quando o indivíduo no contexto do grupo supera a fragmentação de seu corpo, invoca-se o sentimento de "nós", unidade superior a cada indivíduo, o grupo nasce. Cada participante um membro desse corpo vivo. bibliografia ANZIEU, Didier. O grupo e o inconsciente: o imaginário grupal. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2012.

DIAS, H. Z. J.; RUBIN, R. ; DIAS, A. V.; GAUER, G. J. C. Relações visíveis entre pele e psiquismo: um entendimento psicanalítico. PSIC. CLIN., RIO DE JANEIRO, VOL.19, N.2, P.23 – 34, 2007. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/pc/v19n2/a02v19n2.pdf . Acessado em: 17/10/2012

SAIDON, Osvaldo et al. Práticas Grupais – A Psicanálise. Disponível em: http://www.continents.com/Art41.htm Acessado em: 14/10/2012 Baseia-se em duas regras fundamentais: não omissão e abstinência.
Não omissão → liberdade da palavra; obrigação de falar; participação do que ocorrerem entre eles fora da sessão se essas trocas dizem respeito ao grupo.
Abstinência → ausência de relações pessoais entre monitor e os participantes é condição sine qua non da instalação de uma transferência interpretável. D I D I E R A N Z I E R Alexandre cardoso ana sampaio natália gonçalves pompéia borges adriana monteiro ANGÚSTIA "No grupo, como no sonho, as ações são deslocamentos, condensações e figurações simbólicas do desejo." desejo reprimido da infância desejo reprimido na véspera Ideal de Ego é um processo defensivo nem sempre analisado como tal.
Processos de grupo mobilizam a totalidade do aparelho psíquico, inclusive o sistema do Id e do Superego, não só o Ego. A coesão do grupo se dá em torno de uma imago comum.
Participantes procuram encontrar no grupo o “seio bom” depois de sofrerem a angústia persecutória das primeiras reuniões. A ilusão grupal → supõe que o grupo esteja erigido como objeto libidinal, maciçamente investido pelas pulsões libidinais. As fantasias de quebra são→ maciçamente investidas pelas pulsões de morte em suas diferentes formas.
O grupo fabrica ilusões, por isso a analogia entre grupo e sonho, porque também preenche uma função de realização imaginária dos desejos não cumpridos.
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