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Sistema Respiratório, Medicina 12.2, Embriologia, UFPR

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by

Maisa Okada

on 2 August 2013

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Transcript of Sistema Respiratório, Medicina 12.2, Embriologia, UFPR

Sistema Respiratório
Divisão celular acelerada a nível de pregas traqueoesofágicas longitudinais formarão os septos traqueoesofágicos
Desenvolvimento da laringe
O epitélio da laringe deriva do endoderma do tubo laringotraqueal
Desenvolvimento dos brônquios e pulmões
Finalizando a quarta semana, o broto traqueal se divide em duas tumefações: brotos brônquicos primitivos (primários)
Os brotos brônquicos primitivos crescem lateralmente aos canais pericardioperitoniais
Conclusão
A estrutura pulmonar ao nascimento está com a arquitetura que deveria ter, por que está preenchida por líquido. Na cesária, esse líquido é aspirado das vias aéreas superiores e drenado nas primeiras 24 horas pelo sistema linfático do bebê. No parto normal, a própria pressão faz com que o bebê libere esse líquido das vias aéreas superiroes
Ventrículos laríngeos se formam (durante o processo de reabertura da luz da laringe) e são limitados por pregas da membrana da mucosa que se tornam pregas vocais e as pregas vestibulares
Brônquios principais
O primórdio respiratório aparece por volta do 28º dia como um sulco mediano na extremidade caudal da parede ventral da faringe primitiva
fenda laringo traqueal
Desenvolve-se caudal ao quarto par de bolsas faríngeas
4ª semana
Início do desenvolvimento dos órgãos respiratórios
No final da quarta semana a fenda já se evaginou para formar o divertículo respiratório em forma de saco - o broto pulmonar
Endoderma do sulco laringo traqueal:
epitélio e glândulas da laringe, traqueia e brônquios
epitélio pulmonar
Mesoderma esplâncnico:
tecido conjuntivo, cartilagens e musculatura da laringe, traqueia e brônquios
O divertículo vai se alongando e é envolvido pelo mesênquima esplâncnico. Sua extremidade distal se dilata formando o broto traqueal
Separa-se da laringe primitiva mas mantém-se em comunicação com ela através do canal laríngeo primitivo (tubo laringotraqueal)
Septos traqueoesofagicos dividirão o divertículo laringotraqueal em partes ventral- tubo laringotraqueal - e dorsal - primórdio da orofaringe e esôfago
A abertura do tubo laringotraqueal torna-se o canal laríngeo primitivo
Sulco laringotraqueal
Divertículo laringotraqueal
Broto traqueal
Tubo laringotraqueal
Canal laringeoprimitivo
As cartilagens da laringe desenvolvem-se das cartilagens dos arcos faringes, exceto a epiglote
As cartilagens laríngeas apresentarão tumefações aritenoideas por divisão celular acelerada
Tumefações aritenoideas transformam a glote primitiva em um canal laríngeo com oclusão temporária da luz da laringe
Epiglote se forma da parte caudal da saliência hipobranquial - proeminência resultante da proliferação do mesênquima do 3º e 4º arcos faríngeos
Desenvolvimento da traqueia
O epitélio e glândulas da traquéia derivam do endoderma do tubo laringotraqueal
Cartilagem, tecido conjuntivo e músculos da mesoderme
No início da quinta semana, a conexão de cada broto com a traqueia dará origem ao brônquio principal
Brônquios secundários
(lobares)
Brônquios terciários
(segmentares)
Direito: três
Esquerdo: dois
Direito: dez
Esquerdo: oito ou nove
*Início da 7ª semana
OBS: cada brônquio segmentar, com sua massa mesenquimatosa vai formar um segmento broncopulmonar (estruturas endodérmicas: brônquios e bronquíolos; estruturas do mesênquima: parênquima pulmonar
Até a vigésima quarta semana 17 ordens de ramificação aconteceram. Após o nascimento, ainda vão acontecer mais sete ondas de ramificação
-O mesênquima esplâncnico originará a pleura visceral
-O mesoderma somático originará a pleura parietal
Pleuras
Maturação dos pulmões
a) Período Pseudoglandular
b) Período Canalicular
c) Período do Saco Terminal
d) Período Alveolar

Fatores para o crescimento:
-Espaço torácico (para o crescimento das estruturas)
-Movimentos respiratórios fetais (aspiração de líquido amnioótico para a dilatação dos espaços)
-Volume de líquido aminiótico (será degluitdo, aspirado e metabolizado pelo feto)
Movimentos respiratórios fetais
Para manter a luz das estruturas abertas, a medida que o feto vai se tornando responsivo ao ambiente, ele vai aspirando líquido amniótico e as estruturas são preenchidas por fluido. Essa aspiração reduz o volume de líquido, que deve ser reposto. Se não ocorrer essa reposição -> oligodrâmio -> hipoplasia dos pulmões
Período pseudoglandular - 6ª à 16ª semana
Nessa fase o pulmão se parece com uma glândula exócrina. Existe um grande número de capilares e tecido mesenquimal ao redor do pulmão.
Crescimento dos dusctos broncopulmonares
Surgem os primeiros pneumócitos tipo II
Ocorre proliferação maciça de capilares e aumento da geração de estruturas alveolocapilares
As células ainda são cúbicas, o que não permite a troca gasosa, uma vez que ela ocorre na presença de células pavimentosas
Tipos celulares
Pneumócitos I : trocas gasosas/difusão
Pneumócitos II : produção de surfactante
Período canalicular - 16ª à 26ª semana
O bronquíolo começa a se alongar tornando-se um canalículo (alongamento pequeno, mas significativo para a estrutura pulmonar)
Ocorre expansão da luz dos brônquios e bronquíolos
Bronquíolos terminais se dividem em bronquíolos respiratórios (redução da barreira hematoaérea)
Aumento da vascularização
Afinamento de paredes, modificando as células de cúbicas para pavimentosas
Trocas gasosas são possíveis ao final dessa fase
Podem surgir novos alvéolos mas não mais à partir de um pre-existente, e sim, À partir de outras ramificações bronquiolares
Início da produção de Surfactante Pulmonar
BRONQUÍOLO TERMINAL
2-3 BRONQUÍOLOS RESPIRATÓRIOS
3-6 DUCTOS ALVEOLARES
SACOS TERMINAIS (ALVÉOLOS PRIMITIVOS)
Período do saco terminal - 26ª ao nascimento
Ocorre a formação de muitos sacos terminais
Epitélio se torna muito delgado
Aumento da produção de surfactante
Grande aumento do número de capilares que estão em íntimo contato com os pneumócitos I
A parede do endotélio, sua lâmina basal e a lâmina basal do pneumócito I se fundem facilitando as trocas gasosas
Surfactante pulmonar
Secretado pelos pneumócitos II
Composição: glicerofosfoslipídeos, proteínas, colesterol e lipídeos
Diminui a tensão superficial dos alvéolos
Produzido à partir da 20ª semana
Atinge níveis adequados à partir da 38ª
Diminui o trabalho respiratório
Período alveolar - 32ª semana aos oito anos
Na 32ª semana o alvéolo está pronto mas não está maduro por que ainda não aconteceram trocas gasosas
Ao longo desse período, os alvéolos passam de imaturos para maduros
Fomação da membrana alveolocapilar, camada epitelial pavimentosa e de capilares salientes nos sacos terminais
As alvéolos maduros típicos só surgem após o nascimento
O crescimento dos pulmões se dá principalmente pelo aumento do NÚMERO de bronquíolos respiratórios e alvéolos primitivos, e não do AUMENTO de tamanho dos mesmos
Depois do nascimento, ocorre multiplicação de capilares e alvéolos
Novos alvéolos surgem até os oito anos de idade, mas a maioria, surge até os três
5ª semana
6ª semana
Início do período pseudoglandular
Início da formação da epiglote
7ª semana
Formação dos brônquios segmentares (terciários)
16ª semana
Transição do período pseudoglandular para o canalicular
4ª semana
Formação do sulco laringotraqueal
Formação do divertículo laringotraqueal
Formação do broto traqueal
Formação dos brotos brônquicos primários
Início da formação da laringe e da traqueia
LINHA DO TEMPO
5ª semana
Formação do primórdio do brônquio principal
Início da dicotomização dos brônquios
Primórdio da cavidade pleural
10ª semana
Reabertura da luz do canal da laringe
Início da formação das pregas vocais e vestibulares
26ª semana
Transição do período canalicular para o saco terminal
20ª semana
Início da produção do surfactante pulmonar
14ª semana
Início dos movimentos respiratórios fetais
32ª semana
Início do período alveolar
Fabiana Rutes Zabudowski
Fernanda Louise S. Nascimento
Julia Miguel Leitao
Maisa Okada
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