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Projeto TCC - Kleuber Campos

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KLEUBER CAMPOS MORAIS

on 22 April 2013

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Transcript of Projeto TCC - Kleuber Campos

FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA A UTILIZAÇÃO DE PAREDES DE CONCRETO MOLDADA “IN LOCO”: UM ESTUDO DE CASO Orientando: Kleuber Campos de Morais
Orientador: Wandenberg Tavares Junior FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA JUSTIFICATIVA O déficit habitacional nacional vem alimentando a busca de novas tecnologias e no aprimoramento das existentes de forma a atender a reduzir este déficit. FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA OBJETIVO Apresentar um processo construtivo da utilização de paredes de concreto armado moldado in loco. FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA METODOLOGIA A metodologia utilizada na presente pesquisas está assim constituída: FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA ESTRUTURA DO TRABALHO O trabalho apresenta a seguinte estruturação: FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA EMBASAMENTO TEÓRICO FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA EMBASAMENTO TEÓRICO 1. EVOLUÇÃO DOS SISTEMAS CONSTRUTIVOS

Fase 1 – AUTOPRODUÇÃO FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA EMBASAMENTO TEÓRICO 1. EVOLUÇÃO DOS SISTEMAS COSNTRUTIVOS

Fase 2 – PRODUÇÃO PARA O MERCADO FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA EMBASAMENTO TEÓRICO 1. EVOLUÇÃO DOS SISTEMAS CONSTRUTIVOS

Fase 2 – PRODUÇÃO PARA O MERCADO FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA EMBASAMENTO TEÓRICO 2.4. PRODUÇÃO EM SÉRIE

Fase 2 – PRODUÇÃO PARA O MERCADO

No período compreendido entre 1980 e 1990, as chapas de gesso acartonado passaram a se destacas como opção de vedação para alvenarias.
A concorrência fez surgir uma nova tecnologia para vedações verticais, esta inovação, chamada de alvenaria racionalizada, baseou-se numa evolução de um processo tradicional de alvenaria de tijolos, só que de modo a otimizar os recursos de materiais e de mão de obra.

Na década de noventa a menor intervenção do estado provocou diversas mudanças no setor de edificações, consolidando-se a partir daí uma nova situação de mercado. O esgotamento do modelo de financiamento, largamente baseado em fundos públicos, foi, provavelmente, o principal fator para um movimento de reorganização de suas relações internas e externas, nas empresas mais dinâmicas do mercado, visando maximizar seus ganhos através de um controle mais eficaz de todo o processo de produção (AMORIN, 1999).

Evidentemente outras novas tecnologias para vedações verticais internas e externas foram introduzidas no mercado brasileiro até os dias atuais, dentre elas: os painéis arquitetônicos de fachada, que podem ser fabricados com concreto comum ou armado com fibra de vidro (GRFC), os painéis estruturais (autoportantes), as cozinhas e banheiros prontos, e ainda, as placas cimentícias. FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA EMBASAMENTO TEÓRICO 2. CONSIDERAÇÕES FINAIS DO CAPÍTULO FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA ESTUDO DE CASO 1. DESCRIÇÃO DA EMPRESA PESQUISADA

O estudo de caso foi feito numa empresa que atua no mercado da construção civil desde 1944 desenvolvendo trabalhos para clientes de diversos setores em variadas características de obras e diferentes modalidades de contratação; tanto no âmbito nacional como internacional. Figura 3 - Mapa da região da obra em estudo (fonte: google mapas) Figura 4 – Distribuição de unidades da obra em estudo (fonte: arquivo obra) FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA ESTUDO DE CASO 3. APLICAÇÃO DO SISTEMA À OBRA ANALIZADA FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA ESTUDO DE CASO 3.3. APLICAÇÃO DO SISTEMA À OBRA ANALIZADA FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA ESTUDO DE CASO 3.3. APLICAÇÃO DO SISTEMA À OBRA ANALIZADA FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA ESTUDO DE CASO 3.3. APLICAÇÃO DO SISTEMA À OBRA ANALIZADA

II. Estrutura Figura 8 - Execução da pinágem (fonte: arquivo obra) Figura 9 - Execução da armação das paredes (fonte: arquivo obra) FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA ESTUDO DE CASO 3.3. APLICAÇÃO DO SISTEMA À OBRA ANALIZADA

II. Estrutura FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA ESTUDO DE CASO 3.3. APLICAÇÃO DO SISTEMA À OBRA ANALIZADA

II. Estrutura Figura 14 - Acessórios de fixação (fonte: manual FORSA)) FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA ESTUDO DE CASO 3.3. APLICAÇÃO DO SISTEMA À OBRA ANALIZADA

II. Estrutura Figura 15 - Sistemas de alinhamento dos painéis (fonte: manual FORSA) FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA ESTUDO DE CASO 3.3. APLICAÇÃO DO SISTEMA À OBRA ANALIZADA

II. Estrutura FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA ESTUDO DE CASO 3.3. APLICAÇÃO DO SISTEMA À OBRA ANALIZADA

III.Acabamento FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA ESTUDO DE CASO 3.3. APLICAÇÃO DO SISTEMA À OBRA ANALIZADA

III. Acabamento Figura 19 - Eexecução do estucamento (fonte: arquivo obra) FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA CONCLUSÃO 4.1. VANTAGENS Figura 20 - Execução do revestimento cerâmico (fonte arquivo obra) Figura 21 - Instalações aparentes (fonte: arquivo obra) Figura 22 - Louças e metais (fonte: arquivo obra) FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA CONCLUSÃO 4.2. DESVANTAGENS FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA CONCLUSÃO Com os dados e informações coletados no estudo de caso, não resta dúvida na eficácia e na eficiência do sistema, como solução viável para construção de moradias populares. Figura 13 - Instalação de gravatas, camisas e espaçadores (fonte: arquivo obra) Figura 12 - Instalação de camisas e aplicação de desmoldante (fonte: manual FORSA) Aliado a este fato, soma-se o aquecimento da economia nacional, que fez a indústria da construção civil se deparar com a escassez de mão de obra qualificada, um quadro que a muito já era previsto, más que poucos conseguirão se preparar. Realização de uma pesquisa bibliográfica com foco na evolução das técnicas construtivas; 1 – Tece as considerações iniciais, a justificativa e a metodologia;
1. EVOLUÇÃO DOS SISTEMAS CONSTRUTIVOS Baseando-se nos estudos de Farah (1992), podem-se dividir a evolução das atividades de produção na construção de edificações em duas fases construtivas. Autoprodução
O fim da fase de autoprodução foi consequência das várias transformações ocorridas na sociedade brasileira, destacando-se: a substituição do trabalho escravo pelo trabalho assalariado; a imigração europeia; a emergência do trabalho industrial; o desenvolvimento dos transportes; e a importância crescente das cidades (HOLANDA, 2003). Nesta fase, cada indivíduo era responsável pela edificação de sua própria moradia e predominou no Brasil desde a sua descoberta, no século XVI. (HOLANDA, 2003). Nesta fase, três estágios foram identificados devido ao foco na evolução das técnicas construtivas das vedações verticais. Ocorreu neste período uma reorientação econômica para o setor industrial; em função da intervenção do Estado, através dos Institutos de Previdência e da Fundação da Casa Popular e a criação do BNH (Banco Nacional da Habitação), em 1964, iniciou-se uma nova etapa do desenvolvimento da indústria da construção civil. O relatado nos tópicos anteriores vem demonstrar a evolução pela qual passou o setor. Alguns fatores sempre estiveram presentes e muitas vezes influenciando diretamente estas mudanças. Pode-se destacar entre estas, as variações econômicas e financeiras do governo, que fizeram com que o mercado se retraísse, consequentemente causando um aumento na competitividade entre as empresas. 2. OBRA ANALISADA

O estudo foi realizado em canteiros de uma obra localizada em Fortaleza – CE (Figura 3), focada na construção de moradias para famílias com renda entre 0 e 10 salários mínimos.
A obra em estudo é composta por 2846 unidades divididas em 12 quadras distribuídas conforme demostrado na Figura 4. A viabilidade do processo construtivo não se resume a utilização de formas metálicas nem a concretagem da alvenaria in loco, mas depende de todo o ciclo construtivo; desde a limpeza do terreno ao acabamento final, de forma a otimizar ou eliminar etapas construtivas. I. Infraestrutura

Esta etapa constitui na preparação do terreno para o recebimento das unidades residenciais, sendo composte pelas seguintes etapas: Limpeza do terreno
Terraplenagem
Sistemas de abastecimento
Fundações – Casas - Radier convencional – h = 15 cm
Prédios: Radier protendido – h = 20 cm A estrutura constitui a base do sistema construtivo e tem como principal característica a moldagem in loco dos elementos estruturais de uma obra: a estrutura e a vedação. II. Estrutura Este sistema é baseado inteiramente em conceitos de industrialização do processo construtivo, tendo o ciclo completo contendo as seguintes etapas: Todas as paredes e lajes de cada ciclo construtivo de uma habitação são moldadas em uma única etapa de concretagem. Marcação de paredes e pinagem dos pisos

Sobre o radier, são fixados pinos para fixação da armaduras das paredes e para alinhamento das formas destas. Armação das paredes

São instalados nos eixos das paredes, os painéis de telas de aço e seus reforços com aço corrido conforme projeto estrutural; estes são ancoradas nos arranques fixados nas lajes ou nos radies. Também são instalados reforços nas aberturas dos vão de portas e janelas. Instalações Elétricas / Hidráulicas embutidas nas paredes

Com a conclusão da armação das paredes, iniciasse a montagem das instalações das tubulações, caixas e eletrodutos embutidos Montagem das formas metálicas das paredes e lajes

A montagem das formas é a etapa mais importante do sistema; que consiste na instalação dos painéis de alumínio conforme projeto específico.

Os painéis da forma foram previamente identificados conforme o mapeamento fornecido pela fabrica; esta identificação se dá por numeração e por cor, de forma a auxiliar na montagem destas. A montagem da forma se inicia primeiro pelos paineis de canto e painéis planos dos ambientes internos. Após a montagem das paredes internas, instalam-se as gravatas e camisas nas mesmas, além dos espaçadores de PVC.
O perfeito alinhamento e prumo dos painéis se dá com a instalação de perfis de aço e alinhadores. Após a instalação dos painéis internos inicia-se a montagem dos painéis externos, complementando a forma das paredes, seguindo-se a pelo travamento e alinhamento dos painéis. O travamento dos painéis é feitor por meio de ferrolhos, pinhos e cunhas. Em paralelo instalam-se os alinhadores, passadores e grapas-cadeado dos painéis de modo a evitar eventuais problemas de alinhamento e prumo na concretagem. Concretagem das paredes e lajes

O processo de concretagem das paredes e lajes é feito em única etapa, utilizando-se concreto bombeado de Fck 20 Mpa, sendo para as paredes auto adensável com Slump 20+3 mm e fibra de polipropileno (350 gramas/m³) e para as lajes Slump 10+2 mm sem adição de fibras. A fibra utilizada nas paredes tem a função de combater fissuras por retração, bem como melhorar o isolamento térmico. Com todas as paredes travadas e alinhadas, se inicia a instalação dos assoalhos das lajes. A forma dos assoalhos é formada por painéis e faixas, estas destinadas à ré escoramento das lajes. Devido à retirada prematura das formas, é aplicado imediatamente no concreto a cura química. Este processo é repetido durante três dias. Desforma de paredes e lajes

O processo de desforma inicia-se no mínimo com 14h após a concretagem dos módulos, desde que sejam atendidas as seguintes diretrizes de projeto:

- Paredes – Fck 14h = 2 Mpa
- Lajes – Fck 14h = 3 Mpa A redução da espessura das camadas de revestimento, ou a total eliminação destas, é uma das principais características do sistema. Não existem restrições quanto ao uso de qualquer tipo de revestimento, sendo exigido apenas o cumprimento das especificações do fornecedor do material.

O acabamento é a etapa mais afetada pelo método construtivo, nele podemos verificar a simplificação ou eliminação de vários processos.

O ciclo do acabamento tem duração de cerca de 45 dias, obedecendo a seguinte sequência: Estucagem de paredes e fundo de lajes

A estucagem tem como objetivo a retirada das irregularidades das paredes de concreto, o preenchimento da porosidade superficial, o tamponamento de pequenos buracos e a melhoria da qualidade estética destas. Consiste na aplicação de uma camada de argamassa colante AC-3, por meio de desempenadeiras de aço. Revestimento cerâmico

Os revestimentos cerâmicos serão assentados diretamente sobre as estruturas de concreto, tanto no piso quanto nas paredes, com aplicação de argamassa AC II. Destaca-se a ausência completa de substratos em argamassa. Esquadrias, pintura, forro de gesso, Instalações, coberta, louças e metais

Todos estes itens do acabamento seguem os mesmos processos dos sistemas construtivos tradicionais. Otimização - Com a execução de paredes de concreto, muitos serviços deixam de ser necessários, por exemplo, não há a necessidade de se aplicar o chapisco, emboço e reboco, já que o acabamento da parede já está pronto para receber o revestimento cerâmico ou a pintura. Mão de Obra – Com a otimização de etapas do processo construtivo, a redução de serviços resulta também numa redução na quantidade de profissionais qualificados necessários para execução da obra. A eliminação de Chapisco, reboco, emboço, cimentado de regularização e outros serviços reduzem o número de pedreiros e outros profissionais a serem contratados. Velocidade - A velocidade de execução do ciclo construtivo é sem dúvida uma grande vantagem do sistema; um exemplo é a execução da estrutura, após a conclusão do radier, duas casas (um módulo) são executadas por dia com um jogo de formas. Já para os prédios este ciclo é de oito dias, ou seja, com um jogo de formas em oito dias, um prédio de 4 pavimentos está pronto para receber o acabamento. Estoque – Devido à velocidade de execução do processo construtivo, e falta de fornecedores com logística de entrega confiável, se faz necessário manter grandes estoques para suprir a demanda dos serviços. Custo da forma – O custo elevado da forma de alumínio, em média de R$ 800.000,00 (com 1200 utilizações), limita a utilização do sistema a obras com um grande número de unidades. Acabamento – Mesmo com a qualidade que a forma de alumínio propicia as alvenarias, dificilmente se consegue a perfeição no acabamento final, o que restringe o seu uso a obras populares. Mão de obra – Devido à particularidade do sistema, torna-se indispensável o treinamento prévio da mão de obra não qualificada para a formação da equipe de montadores da forma de alumínio.
Outra dificuldade é a falta de profissionais de média liderança (encarregados) com conhecimento prévio das particularidades do processo construtivo. A eficácia na utilização do sistema se dá à medida que nenhum problema encontrado indique a inviabilidade na utilização do mesmo; e que, o sistema em se, colabora para resolver problemas encontrados em qualquer outro tipo de sistema, como é o caso da escassez de mão de obra especializada. A velocidade construtiva, a necessidade de elevada densidade de moradias e a menor exigência na qualidade final do acabamento, são características inerentes a este tipo de moradia. No que se refere à eficiência como opção para empreendimentos de moradias populares, todas as características apresentadas, tanto positivas como negativas, atendem a demanda necessária neste tipo de construção. FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA CONCLUSÃO Obrigado! Desenvolvimento de um estudo de caso realizado em uma empresa construtora em Fortaleza - CE; Análise dos resultados obtidos. 2 – Disserta sobre o embasamento teórico da pesquisa; 3 – Apresenta o estudo de caso realizado em uma empresa de construção civil; 4 – Descreve o resultado da pesquisa e as considerações finais. Produção para o mercado. O primeiro estágio teve início com a vinda da família real para o Brasil, em meados de 1808, e foi até meados da segunda década do século XX. Neste período foram fundadas as primeiras escolas militares e de engenharia do Brasil, o que facilitou a evolução das técnicas construtivas (VARGAS, 1994 apud HOLANDA, 2003). No final da segunda década do século XX iniciou-se o segundo estágio, durando até o final da década de sessenta. Nesse período, houve uma evolução significativa quanto ao uso do concreto armado. O terceiro estágio teve seu início no final da década de 60; onde questionou-se principalmente a competência da indústria da construção e intensificaram-se as discussões quanto ao “atraso tecnológico” do setor. Questões como o aumento da produtividade e redução de custos passaram a ter maior importância devido à produção de bens de consumo em massa (HOLANDA, 2003). A elevação da competitividade das empresas do setor da construção de civil de edificações provocou uma evolução deste, impulsionando as empresas a buscar processos construtivos racionais e até a industrialização de sua produção, sempre visando o aumento da produtividade e consequentemente de competitividade.
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