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Alterações Psicológicas na Gravidez e Pós-parto

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by

Raíssa Santos

on 25 April 2014

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Transcript of Alterações Psicológicas na Gravidez e Pós-parto

O Parto
Depois de tantos
reajustamentos físicos
e psicológicos...

...uma experiência que dura
apenas algumas horas mas que
marcará a vida de três pessoas
de forma inquestionável.

O Parto
Momento crítico: é sentido como uma situação de passagem de um estado para outro.
Processo irreversível: precisa ser enfrentado de qualquer forma.
É importante que o casal vivencie intensamente as emoções do parto da melhor forma possível.



O risco de depressão pós-parto é menor
quando as condições do parto são mais apropriadas.

Puerpério
(período após o parto até 6 semanas)
2º Trimestre
(semana 14 a 27)
Diferenciação – aceitar que o bebé existe, é parte de si mas diferente.
Perceção dos movimentos fetais não controlados - os movimentos fetais têm um papel importante na formação da relação mãe-filho, uma vez que são interpretados como uma forma de comunicação.
Personificação do feto, muitas vezes atribuindo certas características pessoais a esse novo ser.
Idealização das características do bebé.
3º Trimestre
(semana 28 a 40)
A ansiedade aumenta com a proximidade do parto e aumenta ainda mais quando a data prevista é ultrapassada.
Preocupação com a mudança da rotina com a chegada do bebé.
Temores mais frequentes:
- medo de morrer no parto
- medo da episiotomia
- medo de não conseguir amamentar
- medo de ter um filho mal formado
São comuns sonhos envolvendo o bebé, o parto e alterações corporais.

1º Trimestre
(até à semana 13)
A percepção da gravidez / constatação
A partir da confirmação: início da formação da relação mãe – filho
Feto ainda não é concretamente percebido
Alterações do esquema corporal são discretas
Sentimentos de ambivalência: estar ou não grávida / querer ou não a gravidez
Medo do aborto

Alterações Psicológicas na Gravidez e Pós-parto
Sintomas comuns
Considerado o mais estável do ponto de vista emocional.
Diminuição da libido ou até total desinteresse (fatores individuais e culturais).
Por vezes desinteresse social.
É fundamental
Ter informação adequada.
Ter confiança na equipa que vai acompanhar o processo;
Partilha entre o casal das vivências de cada um;
Preparação do ambiente físico para o bebé;
Não se afastar do trabalho e interesses;
Possibilidade de partilhar experiências.

A mulher torna-se extremamente sensível, muitas vezes confusa.
Sintomas de ansiedade e depressão são comuns.
As primeiras 24h devem constituir um período de recuperação da fadiga do parto.
Os primeiros dias são carregados de emoções intensas e variadas.

Vivência psicológica da gravidez
 Grandes mudanças;
 Múltiplas preocupações;
 Insegurança;
 Medos;
 Sonhos diferentes;
 Mudanças de humor;
 A relação com o companheiro;
 Alterações ao nível da sexualidade;
 A mulher passa a ser vista de forma diferente e é tratada de forma diferente;
 Possíveis ciúmes dos irmãos;
 Alterações na situação financeira.

Necessidade de reestruturação e reajustamento pessoal, profissional, social.

Tudo isto é NORMAL e partilhado por muitos casais na mesma situação.

Sintomas comuns
Hipersonia
Náuseas e vómitos / Hiperemese gravídica
Desejos alimentares
Aumento do apetite
Oscilações de humor
Perturbações do puerpério
As perturbações do pós parto pertencem ao mundo de ninguém.
Muitos obstetras deixam de se preocupar com a mulher quando esta dá à luz e a maioria dos pediatras focam-se apenas na criança, esquecendo a mãe.
Alterações emocionais estão presentes, em diferentes graus, em todas as mulheres que tiveram um bebé.
Estudos indicam que se trata de um processo essencial para aliviar a tensão após o parto.

Puerpério
O contato pele-pele entre mãe e filho é especialmente importante.
A privação de contato epidérmico pode resultar em distúrbios físicos e emocionais graves.
A amamentação é o primeiro evento social da criança (interação mãe e filho) e devem ser criadas as condições necessárias para o seu sucesso.

Baby - Blues
 Tristeza após o nascimento do bebé.
 Afecta 50 a 70% das parturientes.
 Surge entre o 4º e 10º dia após o parto.

 Sentimentos de Vulnerabilidade e Susceptibilidade;
 Desprendimento em relação ao bebé;
 Dificuldade em sentir-se “Maternal”;
 Ansiedade;
 Irritabilidade;
 Dificuldade de concentração e memória;
 Desejo de estar só.
No Baby-Blues o importante não é tratar mas sim
ALERTAR
“ É raro que qualquer mulher consiga facilmente
adaptar-se aos ajustamentos físicos e ao
trabalho duro de alimentar, mudar e
confortar um bebé 24 horas por dia, tentando
durante esse tempo todo restabelecer o
controlo sobre o seu próprio corpo”

Ann Dunnewold e Diane Sanford
Depressão Pós-Parto
 Inicio 2 a 3 meses após o parto;
 Instalação de sentimentos depressivos;
 Apatia;
 Labilidade emocional;
 Marcadas alterações de sono ou apetite;
 Extrema fadiga;
 Desinteresse por si e pelo bebé.

Perigo de passar despercebida, sendo a maior
parte dos sintomas lidos como cansaço.
Equilíbrio Emocional
 Normalização de sentimentos;
 Aceitar ajuda;
 Descansar sempre que necessário;
 Boa alimentação;
 Exercício físico;
 Vida sexual ativa;
 Partilhar dúvidas e preocupações;
 Cumplicidade com o companheiro;
 Aprender a dizer Não;
 Evitar fatores de stresse;
 Desistir de controlar tudo.
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