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Hobbes, Locke, Rousseau

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by

Silvia Beltrane Cintra

on 7 October 2014

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Transcript of Hobbes, Locke, Rousseau

A origem do Estado Moderno
Principais interpretações:
Origem natural
Contratualista
Origem natural
Proviniente de um desenvolvimento necessário dos grupamentos humanos, pois os homens onde quer que se encontrem, estarão vivendo em sociedade, por isso desenvolveriam naturalmente formas elaboradas de cooperação que atenderiam as suas necessidades de trocas e ajudas recíprocas.
Tal convivência teria cedo ou tarde a necessidade de uma liderança.
Contratualista
A sociedade decorre de um acordo de vontades, segundo o qual seus membros teriam decidido viver juntos. Uma ordem social e política emerge desse acordo, como resultado artificial da criação da razão humana.
O elemento fundante da sociedade é o homem que toma uma decisão - viver em sociedade - e para isso irá criar uma organização social e política.
Thomas Hobbes (1588 - 1679)
Filósofo inglês, tinha a ideia de que os homens vivendo em estado de natureza, não encontram freios a seus impulsos egoístas, a não ser os mesmos impulsos de outros homens, o que instala um estado de violência: a guerra de todos contra todos.
NENHUM É TÃO FORTE QUE NÃO TEMESSE OS OUTROS, NEM TÃO FRACO QUE NÃO FOSSE PERIGOSO DEMAIS.
Da necessidade de reduzir esse estado de tensão surge o poder absoluto, afim de manter a ordem.
John Locke (1632 - 1704)
A base do governo que ele propõe é o consentimento dos cidadãos. Seus ensinamentos influenciaram a Declaração de Independência dos norteamericanos. Acreditava num estado de natureza, mas que nesse estado de natureza existia um princípio organizador baseado na ordem e na razão:
Jean Jacques Rousseau (1712 - 1778)
O homen em estado de natureza é essencialmente livre , feliz e bom, convivendo em situação de plena paz e retirando da natureza todo o seu sustento. A sociedade o torna escravo e mau. Com a divisão do trabalho e a propriedade privada criam-se diferenças entre pobres e ricos, entre poderosos e fracos.
Comparações
Hobbes, Locke, Rousseau
Aulas 19, 20, 21
O Estado pela força promoverá limites às vontades particulares. Hobbes nega aos homens o direito de resistência à tirania do soberano. Partindo do entendimento da igualdade dos homens, chega-se à concepção de um poder absoluto que fundamenta seu sistema de governo, no qual o poder do soberano será ilimitado e indiscutível.
Os homens são iguais e detêm iguais direitos à vida, à liberdade e à propriedade. Mas a ausência de autoridade que resolva os conflitos e defenda os homens contra as injustiças, leva à criação da sociedade política, por intermédio de um contrato.
O Estado é criado para romper a instabilidade social decorrente da igualdade direitos entre indivíduos diferentes entre si, bem como preservar e consolidar os direitos naturais. Diferente de Hobbes, Locke previa a possibilidade de se resistir ao poder do Estado sempre que o governo se tornar despótico, não cumprindo com seu compromisso: interpretar a lei natural e preservar a harmonia entre os homens.
No momento em que o primeiro homem cerca um terreno e o anuncia como seu, tem início a história da servidão humana. A desigualdade provém da apropriação e do uso individual da natureza.
Mediante um contrato os homens criam um Estado para evitar maiores desigualdades. Ao criarem-no, cedem a ele parte de seus direitos naturais, cada indivíduo possui uma parcela do poder do Estado, a liberdade estaria no ato de obediência à lei, pois esta é expressão da vontade geral, portanto, soberana vontade da maioria.
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