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Aproximação à prática de educação física em saúde - Introdução

Aulas do curso de Educação Física - UNIFESP Campus Baixada Santista
by

Conrado Federici

on 24 April 2014

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Transcript of Aproximação à prática de educação física em saúde - Introdução

atividade física e saúde
“Se as práticas corporais representam um profundo culto ao corpo e levam a uma acentuação do narcisismo, até que ponto essas práticas devem ser incentivadas? Se o narcisismo leva a uma permanente insatisfação, na medida que as experiências com o mundo são desvalorizadas frente a um ego exacerbado, estariam essas práticas corporais, em última análise, prestando um desserviço aos indivíduos que as procuram? Se há culto ao corpo, baseado na busca por um modelo hegemônico de beleza, que é realizado de forma irrefletida, não se está incentivando, ainda mais, a perda de autonomia do sujeito?”

(SILVA, Ana Márcia. Das práticas corporais ou porque “narciso” se exercita. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, Florianópolis; v. 3, n.17, p.244-251, maio 1996.)
corpo/mente
Platão – dualismo psicofísico – mente-corpo

Medievo – cristianismo e pecado (religião) – exercício como disciplina espiritual e autocontrole

Renascimento – dissecção e dessacralização – corpo objeto da ciência – Descartes 1596-1650) (pensamento/matéria) – corpo máquina

Modernidade – fenomenologia: corpo como primeira experiência humana – integração holística com a cultura (Merleau-Ponty)

Contemporaneidade – BOA FORMA x CORPO (mercado, capital)
CORPOLATRIA (Inversão de valores: é pelo corpo que se moldam as formas de pensar, desde as mais visíveis, como a tortura, prisão, escravidão, até as mais silenciosas, como as cirurgias plásticas, fitness, moda). Disciplina/Corpos dóceis.
*conceito de saúde calcado em lógicas de mercado com imperativos capitalistas:
-acúmulo
-exagero
-lucro
-exploração
-compulsão ao consumo
*atividade física (diferente de EF)
Spinoza
o que é
educação física?
O fato é que ninguém determinou, até agora, isto é, a experiência a ninguém ensinou, até agora, o que o corpo – exclusivamente pelas leis da natureza enquanto considerada apenas corporalmente, sem que seja determinado pela mente – pode e o que não pode fazer.
(1632-1677)
O QUE PODE O CORPO,
ÉTICA ≠ MORAL
o que pode ≠ o que deve
POTÊNCIA
imanência x transcendência
a mente e o corpo são um único e mesmo indivíduo, concebido ora sob o atributo do pensamento, ora sob o da extensão
Ética, Parte II – A natureza e a origem da mente:
Axioma 1. Todos os corpos estão em movimento ou em repouso.
Axioma 2. Todo corpo se move ora mais lentamente, ora mais velozmente.
Lema 1. Os corpos se distinguem entre si pelo movimento e pelo repouso, pela velocidade e pela lentidão, e não pela substância.
Postulados:
1. O corpo humano compõe-se de muitos indivíduos (de natureza diferente), cada um dos quais é também altamente composto.
3. Os indivíduos que compõem o corpo humano e consequentemente, o próprio corpo humano, são afetados pelos corpos exteriores de muitas maneiras.
4. O corpo humano tem necessidade, para conservar-se, de muitos outros corpos, pelos quais ele é como que continuamente regenerado.
6. O corpo humano pode mover e arranjar os corpos exteriores de muitas maneiras.
Ética, Parte III - A origem e a natureza dos afetos: "o corpo humano pode ser afetado de muitas maneiras, pelas quais sua potência de agir é aumentada ou diminuída, enquanto outras tantas não tornam sua potência de agir nem maior nem menor".
desejo, alegria, tristeza
Os Outros: o melhor de mim sou Eles - Manoel de Barros
Parte IV da Ética - A servidão humana ou a força dos afetos -"o que é de máxima utilidade para o homem é aquilo que concorda, ao máximo, com sua natureza, isto é (como é, por si mesmo, sabido), o homem".
BIODINÂMICAS
PEDAGÓGICAS
SOCIOCULTURAIS
Teorias
Desenvolvimentista
(Go Tani - 1988)

-Objetivo principal da EF escolar:
aquisição de habilidades básicas

O andar é reconhecido como o primeiro padrão fundamental de movimento ou habilidade básica a se desenvolver. A ele se seguem outros padrões fundamentais como correr, arremessar, receber, saltar, quicar, rebater e chutar. Entende-se como habilidade básica comum com uma meta geral, sendo ela a base para atividades motoras mais avançadas e altamente específicas.

-Aspectos biológicos do crescimento e desenvolvimento humano, relacionados à dimensão motora.

Construtivista
(João Batista Freire - 1989)

Fundamentos piagetianos do desenvolvimento motor

A formação do símbolo em estágios:
1. sensório-motor do nascimento até o surgimento da linguagem
2. pré-operatório (simbólico ou intuitivo) até 6/7 anos
3. operatório-concreto até 10/12 anos
4. operatório-formal (hipotético-dedutivo) adolescência em diante

-Aproveitamento da experiência e do repertório motor da infância;
Ênfase no jogo, na brincadeira e no faz-de-conta, no brinquedo simbólico, nas relações com o mundo material e afetivo
Crítico-superadora
(Coletivo de Autores - 1992)

CULTURA CORPORAL

Reflexão pedagógica sobre o acervo de formas de representação do mundo que o homem tem produzido no decorrer da história, exteriorizadas pela expressão corporal: jogos, danças, lutas, exercícios ginásticos, esporte, malabarismo, contorcionismo, mímica e outros, que podem ser identificados como formas de representação simbólica de realidades vividas pelo homem, historicamente criadas e culturalmente desenvolvidas.
Dentre outras:

Ciência da Motricidade Humana (Manuel Sérgio - 1989)

Crítico-emancipatória (Elenor Kunz – 1991)

Sistêmica (Mauro Betti - 1991)

Cultural (Jocimar Daólio - 1994)

Aptidão Física (American College of Sport Medicine – anos 90)

A subjetividade, ela própria, como um produto.
Campo comum entre a subjetividade (diferente de indivíduo) e todos os processos de produção social e material (Yara Maria Carvalho, 2004, p.50)
mito?
utopia da extinção completa da doença...
que remete a vida para o futuro e para a dependência imposta de muitos outros, que a vincula com a possibilidade de pagar...
liberdade
O acontecer do homem demanda a presença de um outro
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