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Weber

Beatriz Della Manna, Flávia de Sá, Helena Niero, Maria Beatriz Rotondi
by

Maria Beatriz Rotondi

on 23 June 2014

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Transcript of Weber

O Papel do Cientista
Tipos Ideais
Ação Social
- Em uma de suas obras mais conhecidas e importantes
A ética protestante e o espírito do capitalismo
, Weber estuda a relação entre a racionalidade e a crença religiosa. Seu objeto de estudo nessa obra é o protestantismo e o comportamento capitalista ocidental moderno.
- Para elaboração de suas conclusões, os sociólogo partiu de estatísticas que mostravam a saliência de adeptos da Reforma Protestante entre os grandes homens de negócio, empresários e comerciantes bem-sucedidos e trabalhadores qualificados. A partir disso, Weber estabelece conexões entre a doutrina protestante e seus efeitos no comportamento dos indivíduos, e consequentemente, no desenvolvimento do capitalismo.
- Max Weber descobriu que os valores do protestantismo (como a disciplina rígida, a poupança, a austeridade, a vocação, o dever e a propensão e valorização do trabalho) atuavam de maneira decisiva sobre os indivíduos.
- Nas famílias protestantes, os filhos eram criados para o ensino especializado e para o trabalho fabril, optando por atividades mais lucrativas, preferindo os estudos técnicos ao estudo humanístico.
A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo
Método
Período Histórico
- Nas duas maiores potências europeias dos séculos XVII e XVIII, a França e a Inglaterra, a preocupação com a cientificidade do pensamento social resultou do desenvolvimento industrial e urbano.
- O desenvolvimento da indústria e a expansão marítima e comercial, colocaram esses países em contato com culturas muito diferentes das suas, obrigando seus pensadores a interpretarem e estudarem essas diversidades sociais.
- Devido ao sucesso e ao pioneirismo das ciências físicas e biológicas nesses países (assim como o desenvolvimento de novas tecnologias), as primeiras escolas sociológicas foram fortemente influenciadas por princípios e metodologias dessas ciências, que foram, por vezes, adaptados à realidade social.
- Usando a história como sua ciência de integração, o pensamento alemão valoriza as diversidades.
- Acreditavam que para entender a verdade, deve-se analisar o movimento, não o estático, já que o ser está em constante transformação.
-As contruções teóricas deveriam ser feitas por indução combinada com análise empírica. O sociólogo deveria compreender o sentido das ações sociais e encontrar seus nexos causais.
- O cientista deve também abandonar o seu juízo de valores, mas não ter completa neutralidade em relação ao objeto estudo, para Weber, as ideais pessoais do cientista estimulam-no a uma análise profunda e objetiva, que não compromete, entretanto, o estudo da realidade.
- Para Weber, o objetivo da sociologia não era a transformação social (diferente de Durkheim).
- Weber descarta a oposição durkheimiana entre indivíduo e sociedade. Diferentemente de Durkheim, Weber acredita que as atitudes e motivações individuais são importantes, pois dão sentido às ações sociais e permitem que o sociólogo compreenda o significado das mesmas.
- Também não valoriza a análise quantitativa dos fenômenos sociais, acredita que o que garante cientificidade às análises sociais, não é notar a ocorrência constante dos fatos, mas sim a compreensão e o método de interpretação adotado para esses eventos.
- Os acontecimentos sociais são o resultado de diversas causas que se complementam (econômicas, políticas ou religiosa), sem nenhuma relação de superioridade entra as mesmas.


Ação social
tradicional
: orientada pelo costume, pelo hábito. É considerada irracional, pois é praticada costumeiramente, na maioria das vezes, não é pensada ou questionada pelo indivíduo. Exemplo: almoçar com a família nos domingos.
Ação social
afetiva
: resulta de paixões, sentimentos, desejos. Também considerada irracional, por exemplo, chorar em um funeral ou comemorar uma vitória.
Ação social
racional
: divide-se em duas.
Racional por
objetivo
: ação medida e planejada, pensando em suas consequências, praticada visando um objetivo, uma meta.
Racional por
valor
: ação orientada por valores, princípios e crenças pessoais de um indivíduo, o indivíduo não busca nenhum resultado externo a não ser a fidelidade aos seus valores (estes podem estar relacionados à honra, coragem, ética).
- Construção teórica abstrata que o cientista elabora por meio do estudo de diversas manifestações sociais.
- É uma espécie de parâmetro e é usado especialmente quando se trata de generalizações.
- O pesquisador seleciona um número de características e constrói um "tipo".
- É importante lembrar que o tipo ideal não é um modelo concreto, mas sim um instrumento de análise científica, pois é possível compará-lo com situações da realidade, estabelecendo relações de semelhança ou diferença que ajudam o cientista a explicar tais situações.
- Além disso, o tipo ideal consiste em exagerar as principais e mais marcantes características de cada "tipo" (manifestação social) e reduzir ou descartar as menos importantes ou menos fundamentais.
- No período de formação da Alemanha, teve destaque a denominada escola do idealismo alemão.
- Dela fizeram parte diversos filósofos como Wilhelm Hegel, que preconizou que a razão é histórica, construída ao longo do tempo. Hegel baseava-se na ideia de que o ser estava em constante transformação, assim para conhecer a verdade era preciso conhecer o passado, não apenas focar-se no presente.
-Também afirmava que a história era o resultado de um processo determinado por contradições. Sendo assim, cada sociedade é particular e única, pois cada uma passou por um processo histórico diferente.
- Outra conclusão, é a de que o indivíduo tem um papel importante na sociedade, pois interfere na realidade, ou seja, na história.
- Weber foi muito influenciado por essa escola e pelas ideias de Hegel.
Weber
- Sendo assim, é possível notar que Max Weber opõe-se a diversas ideias positivistas.
- Para o Positivismo, a história é o processo universal de evolução da humanidade, que passa por estágios de evolução, os quais os cientistas pode compreender através da comparação entre as diferentes sociedades. Nesse pensamento, a história particular de cada sociedade não é considerada. Já para Weber, é essencial estudar a história de cada sociedade, para ser possível compreendê-las. Além disso, descarta todo e qualquer determinismo e a ideia de que todas as sociedades evoluem em direção a um mesmo resultado, passando (necessariamente) por uma determinada sucessão de estágios evolutivos, acreditando que as diferenças entre as sociedades davam-se devido ao diferente processo de formação por que passaram em sua história.
- Acredita, logo, que era necessário conhecer e compreender a história de cada sociedade como única, sem analisá-la por meio de valores já conhecidos, mas sim através da análise empírica.
- A Alemanha se unificou e se organizou como Estado nacional, mais tardiamente do que a maioria das outras nações europeias (Inglaterra e França, por exemplo).
- Com isso, seu ingresso na corrida industrial e imperialista (em busca de novos territórios e mercados consumidores) se atrasou.
- Esse diferença gerou no país um interesse por sua própria história como ciência para integração, da memória e do nacionalismo.
- Logo, o pensamento alemão voltou-se para o reconhecimento das diversidades presentes na vida social, enquanto autores franceses e ingleses valorizavam a universalidade (devido ao desejo e à busca e exploração de novos territórios - colônias).
- Assim, os cientistas e pensadores alemães ocupavam-se em estudar a diferença cultural.
- Max Weber foi o grande sistematizador da sociologia na Alemanha.
Alemanha
Dominação
Norma Social
Conduta humana dotada de sentido, de uma justificativa elaborada. De acordo com Weber, ao estabelecer uma conexão entre motivo e ação o homem ganha sentido. Existem 3 tipos de ação social:
Enquanto os valores são o objetivo da ação social, as normas são as restrições ou as coerções às condutas sociais. Essas só se tornam concretas quando se manifestam em cada indivído sob a forma de motivação.
Para os posistivitas, as coerções sociais eram impostas aos indíviduos pela sociedade, já para Weber (que não faz oposição entre o indivíduo e a sociedade), as normas sociais são expressas pelo próprio agente da ação, ou estão implícitas em seu comportamento, já que um indíviduo age levando em conta a reação dos outros.
Beatriz Della Manna 04
Flávia De Sá 11
Helena Boldrini 15
Maria Beatriz Rotondi 27
Max Weber percebe a dominação nas relações socias estando assentada em uma verdadeira constelação de interesses, monopólios econômicos, estabelecida na autoridade, etc.
Por isso ele acrescenta a cada tipo de atividade tradicional, afetiva ou racional um tipo de dominação particular.
Weber definiu as dominações como a oportunidade de encontrar uma pessoa determinada e pronta a obedecer a uma ordem de conteúdo determinado ou a certa situação.
Dominação Legal
Qualquer direito pode ser criado e modificado através de um estatuto sancionado corretamente, tendo a “burocracia” como sendo o tipo mais puro desta dominação.
Os princípios fundamentais da burocracia, segundo o autor são a Hierarquia Funcional, a Administração baseada em Documentos, a Demanda pela Aprendizagem Profissional, as Atribuições são oficializadas e há uma Exigência de todo o Rendimento do Profissional.
A obediência se presta não à pessoa, em virtude de direito próprio, mas à regra, que se conhece competente para designar a quem e em que extensão se há de obedecer.
Weber classifica este tipo de dominação como sendo estável, uma vez que é baseada em normas que, como foi dito anteriormente, são criadas e modificadas através de um estatuto sancionado corretamente. Ou seja, o poder de autoridade é legalmente assegurado.
Dominação Tradicional
A autoridade é, pura e simplesmente, suportada pela existência de uma fidelidade tradicional.
O governante é o patriarca ou senhor, os dominados são os súditos e o funcionário é o servidor.
O patriarcalismo é o tipo mais puro desta dominação. Presta-se obediência à pessoa por respeito, em virtude da tradição de uma dignidade pessoal que se julga sagrada. Todo o comando se prende intrinsecamente a normas tradicionais (não legais) ao meu ver seria um tipo de “lei moral”. A criação de um novo direito é, em princípio, impossível, em virtude das normas oriundas da tradição.
Também é classificado, por Weber, como sendo uma dominação estável, devido à solidez e estabilidade do meio social, que se acha sob a dependência direta e imediata do aprofundamento da tradição na consciência coletiva.
A autoridade é suportada, graças a uma devoção afetiva por parte dos dominados.
Ela assenta sobre as “crenças” transmitidas por profetas, sobre o “reconhecimento” que pessoalmente alcançam os heróis e os demagogos, durante as guerras e revoluções, nas ruas e nas tribunas, convertendo a fé e o reconhecimento em deveres invioláveis que lhes são devidos pelos governados.
A obediência a uma pessoa se dá devido às suas qualidades pessoais. Não apresenta nenhum procedimento ordenado para a nomeação e substituição. Não há carreiras e não é requerida formação profissional por parte do “portador” do carisma e de seus ajudantes. Weber coloca que a forma mais pura de dominação carismática é o caráter autoritário e imperativo.
Contudo, Weber classifica a Dominação Carismática como sendo instável, pois nada há que assegure a perpetuidade da devoção afetiva ao dominador, por parte dos dominados.
Dominação Carismática

Legitimidade e legalidade são conceitos essenciais para o estudo do poder, neste caso nos interessa a legitimidade, que é sobre o que Weber disserta. Legitimidade é o fundamento do poder numa determinada sociedade, é o valor que leva as pessoas a aceitarem a obediência a algo, que diz se um comando deve ou não ser obedecido. A legalidade o enquadramento do poder em um sistema de leis, como veremos a seguir, só se dá na dominação Legal, nas palavras de Bonavides:
“A legalidade nos sistemas políticos exprime basicamente a observância das leis, isto é, o procedimento da autoridade em consonância estrita com o direito estabelecido. Ou em outras palavras traduz a noção de que todo poder estatal deverá atuar sempre de conformidade com as regras jurídicas vigentes. Em suma, a acomodação do poder que se exerce ao direito que o regula.”
O poder, para Weber, pode legitimar-se de três formas, uma estatuída, uma consuetudinária e outra afetiva, respectivamente as dominações: Legal, Tradicional e Carismática.

No Brasil temos vários exemplos de liderança carismática, apenas nos primeiros anos da República, temos três casos de grande importância, Lampião, o chefe do maior e mais duradouro bando de cangaceiros; Antônio Conselheiro, o profeta fundador do Arraial de Canudos; e Padre Cícero, até hoje cultuado como santo pelos sertanejos.
Usando o exemplo de Lampião, um estrato do livro de Chico Alencar[7], intitulado História da Sociedade Brasileira, exemplifica bem a importância do carisma para definir a preponderância e a extensão do poder do Líder, perceptível pelo tamanho dos bandos: “O tamanho dos bandos variava (...) segundo o prestígio do líder. O bando de Lampião, Rei do Cangaço, foi o maior de todos (...)”
Em caso do surgimento de dois líderes, o poder e a legitimidade deste só pode estar de um lado, e esse lado será definido pelo carisma de cada um e pela confiança dos apóstolos

O princípio da legalidade em seu sentido amplo é uma forma de legitimação das diretrizes emanadas do Estado, uma forma de limitar o arbítrio estatal e garantir a aceitação de seus preceitos. Atrelar legalidade e legitimidade é expressão da dominação Legal-racional própria de um Estado Moderno. A ideia comum de que o Estado, com todos os seus poderes, submete-se à constituição e esta é expressão da vontade popular, ainda é reinante, e por isso exige-se que as prescrições do Estado venham encobertas de uma forma própria e predeterminada formal e materialmente, daí surgem uma série de garantias e obrigações.
Max Weber observa que o poder racional ou legal cria em suas manifestações de legitimidade a noção de competência, o poder tradicional a de privilégio e o carismático dilata a legitimação até onde alcance a missão do “chefe”, na medida de seus atributos carismáticos pessoais.
O homem cordial é segundo Chico Buarque de Holanda um homem que age segundo seu coração, capaz do bem e do mal e incapaz de seguir hierarquias rígidas, que busca sempre encurtar distâncias, avesso às formalidades naturalmente. Esse homem é produto de uma história nacional, nascida no meio rural e patriarcal de um Brasil colonial.
Essa maneira de ser brasileira é que fundamenta segundo Sergio Buarque a confusão entre privado e público, existe um mimetismo dos costumes familiares, das “relações primárias” nos âmbitos administrativos e nas relações de hierarquia, o que originam o patrimonialismo típico brasileiro, “as relações que se criam na vida doméstica sempre forneceram o modelo obrigatório de qualquer composição social entre nós”.
Quanto à forma estamental de dominação tradicional, vale ressaltar que ela é muito próxima da dominação legal, pois, como será visto adiante, o funcionário ele tem certo direito pelo seu cargo, certa garantia “legal”, conferindo aos administradores competências típicas do modelo legal-racional de Weber; a divisão em estamentos foi precursora do Estado europeu moderno, a ausência de direito formal porém a classifica como dominação tradicional.
O poder carismático existiu em todas as épocas da humanidade, subsistindo lado a lado com os estatutos e constituições, em certos casos sobrepondo-os, ou evoluindo para um a legitimação estatuída, caracterizando o poder legal. É o caso do Estrátega Péricles em Atenas, do Duce Mussolini, e do Führer Adolf Hitler, todos esses antes mesmo de serem legalmente instituídos de poder já o tinham por seu carisma.
A análise desses exemplos históricos leva-nos a perceber que a autoridade carismática é em geral de caráter autoritário, despótico, mas caracteriza uma força revolucionária, afinal toda revolução elege seus líderes em geral pelo carisma, por suas qualidades de liderança essenciais à revolução. Aconteceu com Robespierre, Marat e Danton na Revolução Francesa, Oliver Cromwell na Revolução Puritana e Martinho Lutero na Reforma Protestante
Se o carisma acaba, o poder também acaba, logo o líder tem que demonstrar suas qualidades constantemente, e uma falha nessa prova leva a diminuição de sua autoridade. Isso acontecia, por exemplo, com os sacerdotes egípcios que eram executados se errassem uma previsão meteorológica.
- O tipo ideal consiste em exagerar as principais e mais marcantes características de cada "tipo" (manifestação social) e reduzir ou descartar as menos importantes ou menos fundamentais, assim como ocorre em caricaturas, nas quais os traços mais marcantes e característicos de cada indíviduo são exagerados, destacados e realçados no desenho que é construído e elaborado.
Comparecer todos os domingos, praticamente no mesmo horário, a um almoço com toda a família reunida é praticar uma ação tradicional.
Comemorar o resultado de um time de futebol é um exemplo de ação emotiva, pois é praticada de maneira espontânea, não planejada, guiada por emoções.
Ao estudar com o objetivo de sair-se bem nas provas, Calvin pratica uma ação racional por objetivo planejada e medida, pensando nas consequências dessa ação.
O revolucionário argentino Ernesto "Che" Guevara exercia um poder carismático, pois muitos o apoiavam e admiravam devido às suas características, ideias e ações pessoais.
Um exemplo de dominação legal é exercida pelo atual presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao ser eleito pelo voto do povo, o poder que o presidente exerce sobre ele está garantido pela lei do país.
Um exemplo da denominada dominação tradicional seria o poder exercido pelo pai (ou homem mais velho) no modelo familiar colonial ocidental. Conforme a tradição, o pai da família tomava todas as decisões e mandava nos outros membros da família, assim como em seus escravos. Esse poder não era questionado pelos dominados, pois tratava-se de uma fidelidade à tradição.
COSTA, Cristina. “Sociologia alemã: a contribuição de Max Weber”, in: Sociologia – Introdução à ciência da sociedade. (2a ed). São Paulo: Moderna, 2001 (pp. 70-77).
FERREIRA, Delson. Manual de sociologia: dos clássicos à sociedade da Informação. São Paulo: Atlas, 2001.
WEBER, Max. Ensaios de Sociologia. Ed. Guanabara: Rio de Janeiro, 1981.
WEBER, Max. Textos Selecionados. Abril Cultural: São Paulo, 1980. Coleção "Os Pensadores".
ALENCAR, Chico; CARPI, Lúcia; RIBEIRO, Marcus Venicio. História da Sociedade Brasileira. Rio de Janeiro: 1994, 18ª edição, Editora Ao Livro Técnico,
BONAVIDES, Paulo, Ciência Política. São Paulo: 2000, 10ª Edição, 8ª Tiragem, Malheiros Editores.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. 26ª edição. São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 146
TOLEDO, Roberto Pompeu de. Felipão, um brasileiro: Onde se faz o cotejo entre o técnico da seleção e o "homem cordial" de Sérgio Buarque. Veja, São Paulo, Edição 1 755 - 12 de junho de 2002

http://tinyurl.com/o47dhtk
http://tinyurl.com/nft546w
http://tinyurl.com/lqr4wdn
http://tinyurl.com/n4gcdb3
http://tinyurl.com/kcw8jk3
http://tinyurl.com/prcbymg
http://tinyurl.com/orruonn
Um exemplo de ação racional por valor é o caso de um psicólogo que acaba por se tornar próximo de seu paciente e cria uma relação com o mesmo, percebendo que não pode tratar mais o paciente com a mesma impessoalidade, o psicólogo decide encerrar o tratamento e sugere ao paciente outro profissional. Nesse caso, o psicólogo faz uma pensada, orientado por valores éticos de seu trabalho, pois mesmo que o psicólogo não queira parar o tratamento, ele sabe que não seria ético continuá-lo, pois não está mais apto para isso.
http://tinyurl.com/obaknsu
- O método de Weber (também influenciado pela escola neokantiana) ficou conhecido como método compreensivo.
- Com a tentativa de separar as ciências físicas (da natureza), das ciências humanas, os neokantianos diferenciam os métodos explicativos dos compreensivos.
- O explicativo refere-se às ciências naturais, que se preocupam em determinar a causa imediata dos fenômenos.
- O compreensivo está ligado às ciências humanas, que não se preocupam em explicar os fatos em si, mas sim compreender os processos que levaram a esses fatos e extrair deles o sentido.
- Em seus estudos, Weber percebe a formação de uma nova mentalidade, um
ethos
(conjunto dos costumes e hábitos), propício ao capitalismo, em oposição à atitde contemplativa própria do catolicismo, voltado para a oração, o sacrifício e a renúncia ao trabalho e à vida prática.
- Através dessa obra, é possível perceber de que maneira o sociólogo aplica seus conceitos e sua metodologia.
- Alguns dos principais aspectos da análise são:
1. A relação entre a religião e a sociedade não se dá por meios institucionais, mas por meio de valores introjetados nos indivíduos e transformados em motivos da ação social. A motivação dos protestantes, segundo ele, é o trabalho, enquanto dever e vocação são os únicos resultados que buscam (não o ganho material obtido através do trabalho).
2. O motivo que mobiliza internamente os indivíduos é consciente. Para sair-se bem na profissão, os protestantes tomam uma série de medidas (como renunciar aos prazeres materiais) que o ajudam a adaptar-se facilmente ao mercado de trabalho, acumular capital e reinvesti-lo produtivamente.
3. O cientista deve estabelecer conexões entre a motivação dos indivíduos e os efeitos de sua ação no meio social. É exatamente isso que Weber faz em sua obra.
4. Para construir o tipo idela de capitalismo ocidental moderno, Weber estudou as diversas características das atividades econômicas, tanto no passado quanto no presente. Assim, elabora a ideia de que o capitalismo é uma organização econômica baseada no trabalho livre e orientada para um mercado real; o capitalismo promove a separação entre empresa e residência, a utilização técnica dos conhecimentos científicos e o surgimento do direito e da administração racionalizados.
Fontes
O líder nacionalista indiano Mahatma Ghandi exercia uma dominação carismática sobre seus seguidores, que se sentiam inspirados e o apoiavam por suas ideias de direitos civis, independência e liberdade.
http://tinyurl.com/no3jl5j
Ir à escola todos os dias é um exemplo de uma ação tradicional, já que é uma ação habitual (embora também possa ser considerada um exemplo de ação racional por objetivo, se o indivíduo tiver um objetivo ao ir à escola, aprender, por exemplo.
http://tinyurl.com/n4su62l
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