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Pierre Nora

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by

Rodrigo Cordeiro

on 8 August 2014

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Transcript of Pierre Nora

Pierre Nora
mundialização, a democratização, a massificação e mediatização.
Descontentamento geral

Mundo pós Indutrializado.

Conciência que o passado não é um livro de exemplos .

Sociedade de massa - Ruptura com o passado.
Separação Memória e História
Identifica como fator determinante no desejo de memória de nossa época a problemática fundamental da questão da
mundialização
, processo pelo qual o mundo se torna um só e no qual os meios de comunicação de massa exercem um papel primordial.

Separação Memória e História
História:
Entre a memória e a História a problemática dos lugares
Memória:

Tradição definida
Herança
Sentido e forma
Cumprir o papel do Mito (tal qual comm nas sociedades tradicionais ou seja, fundamentar e organizar)
Narrativa unificadora
Separar e selecionar
Matar os momentos de memória
Passado Distante.

"Memória é o absoluto e a História o relativo "
Vivemos o momento em que as sociedades modernas, no limite de sua transformação da memória em história, a eliminou já quase por completo. Para o autor o presente "é o momento preciso onde desaparece um imenso capital que nós vivíamos na intimidade de uma memória, para só viver sob o olhar de uma história reconstituída".
Lugares de Memória
Resposta a essa necessidade de identificação do indivíduo contemporâneo
Reunificar o individuo fragmentado com o qual lidamos na sociedade contemporânea.
Desilusão com a modernidade
Não há mais chances de totalização de uma sociedade completamente fragmentada, o que torna impossível uma grande teoria, mas, para Nora, a ritualização traria o elemento ausente, ela totalizaria. Ainda que o ritual não sirva mais como formador de identidade, tem a função de coesão e assim, através dos lugares de memória, onde
os indivíduos podem se reconhecer como sujeitos, reuniria aquilo que o fim da história memória provocou: "a multiplicação de memórias particulares, que reclamam sua própria história".
Pierre Nora é um historiador francês associado a Nova História, sendo referência no estudo da memória e identidade francesa, também já se definiu como um historiador da "História Presente" ou seja, interessado no estudo de objetos da atualidade em que a história ainda estivesse presente1 . Entre 1978 e 1981 organizou seminários na École des Hautes Études en Sciences Sociales de Paris que discutiam questões relacionadas a memória e identidade na França e que contribuiram com a elaboração do conceito de lugares de memória
Para Nora, os lugares de memória são espaços criados pelo individuo contemporâneo diante da crise dos paradigmas modernos, e que com esses espaços se identificam, se unificam e se reconhecem agentes de seu tempo, isto é, a tão desejada
volta dos sujeitos: "a atomização de uma memória geral em memória privada dá à lei da lembrança um intenso poder de coerção interior. Ela obriga cada um a se relembrar e a reencontrar o pertencimento, princípio e segredo da identidade. Esse pertencimento, em troca, o engaja inteiramente".
Os lugares de memória, para Nora, são lugares em todos os sentidos do termo, vão do objeto material e concreto, ao mais abstrato, simbólico e funcional, simultaneamente e em graus diversos, esses aspectos devem coexistir sempre.
Mesmo um lugar de aparência puramente material, como um depósito de arquivos, só é lugar de memória se a imaginação o investe de aura simbólica. Mesmo um lugar puramente funcional, como um manual de aula, um testamento, uma associação de antigos combatentes, só entra na categoria se for objeto de um ritual. Mesmo um minuto de silêncio, que parece o extremo de uma significação simbólica, é, ao mesmo tempo, um corte material de uma unidade temporal e serve, periodicamente, a um lembrete concentrado de lembrar. Os três aspectos coexistem sempre (...). É material por seu conteúdo demográfico; funcional por hipótese , pois garante ao mesmo tempo a cristalização da lembrança e sua transmissão; mas simbólica por definição visto que caracteriza por um acontecimento ou uma experiência vivida por pequeno número uma maioria que deles não participou (NORA 1993, p.21-22)
Nora caracteriza esta situação em que o passado vai cedendo seu lugar para a ideia do eterno presente através do uso da expressão
aceleração da história
. Nesse momento, segurar traços e vestígios é a maneira de se opor ao efeito devastador e desintegrador da rapidez contemporânea.

Patrimônio e Memória
As palavras memória e história evocam o mesmo tempo - o passado. Contudo, apesar da matéria-prima comum, é a compreensão oposta a mais difundida entre os especialistas, ou melhor, memória e história não se confundem.

Professora: Verônica Nunes
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