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Mecanismos de Defesa

Aula da Disciplina Psicologia e Nutrição (UFRGS) 2.2012
by

Jana Zappe

on 13 September 2012

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Transcript of Mecanismos de Defesa

Mecanismos de Defesa Psicologia e Nutrição UFRGS 2.2012 Id EGO SUPEREGO Mecanismos utilizados pelo ego para se defender de um conflito (Freud);

Conjunto de operações cuja finalidade é reduzir qualquer modificação capaz de pôr em perigo a integridade e a constância do indivíduo biopsicológico. O ego está em jogo e é o agente destas operações (Laplanche & Pontalis, 1992);

O aparelho psíquico está construído como um conjunto organizado de barreiras contra as estimulações internas (instintos, pulsões) e externas que o invadem. As defesas são um conjunto de operações que, reduzindo ou suprimindo tais estímulos, tentarão manter o aparelho no princípio da constância (Kusnetzoff, 1982);

Diversos tipos de processos psíquicos cuja finalidade consiste em afastar um evento gerador de angústia da percepção consciente (Friori, 1981). Conceito Histeria Desenvolvimento do conceito de defesa A paciente do Dr. Breuer, uma jovem de 21 anos, de altos dotes intelectuais, manifestou, no decurso de sua doença, que durou mais de dois anos, uma série de perturbações físicas e psíquicas mais ou menos graves. Tinha uma paralisia espástica de ambas as extremidades do lado direito, com anestesia, sintoma que se estendia por vezes aos membros do lado oposto; perturbações dos movimentos oculares e várias alterações da visão; dificuldade em manter a cabeça erguida; tosse nervosa intensa; repugnância pelos alimentos e impossibilidade de beber durante várias semanas, apesar de uma sede martirizante; redução da faculdade de expressão verbal, que chegou a impedi-la de falar ou entender a língua materna; e, finalmente, estados de `absence‘ (ausência), de confusão, de delírio e de alteração total da personalidade (FREUD, 1909). Histeria adquirida Conversão

Fobias e Obsessões Deslocamento

Psicoses Alucinatórias Rejeição

Projeção As Neuropsicoses de Defesa (Freud, 1894) As neuropsicoses de defesa (Freud, 1894):
histeria adquirida;
fobias e obsessões;
psicoses alucinatórias

origem comum: DEFESA contra uma REPRESENTAÇÃO INCOMPATÍVEL através da separação entre o afeto e a representação; Hipnose - divisão da consciência;
Experiências traumáticas;
Conversão histérica;
Ab-reação - cura pela fala; Tinha havido, no verão, uma época de calor intenso e a paciente sofria de sede horrível, pois, sem que pudesse explicar a causa, viu-se, de repente, impossibilitada de beber. Tomava na mão o cobiçado copo de água, mas assim que o tocava com os lábios, repelia-o como hidrófoba. Nesses poucos segundos, ela se achava evidentemente em estado de absence. Para mitigar a sede que a martirizava, vivia somente de frutas, melões etc. Quando isso já durava perto de seis semanas, falou, certa vez, durante a hipnose, a respeito de sua “dama de companhia” inglesa, de quem não gostava, e contou então com demonstrações da maior repugnância que, tendo ido ao quarto dessa senhora, viu, bebendo num copo, o seu cãozinho, um animal nojento. Nada disse, por polidez. Depois de exteriorizar energicamente a cólera retida, pediu de beber, bebeu sem embaraço grande quantidade de água e despertou da hipnose com o copo nos lábios (Freud, 1909). RECALQUE Mecanismos de Defesa Tipo particular de defesa/momento primário da operação defensiva - presente em diferentes patologias e no funcionamento normal;

O mais eficaz e o mais perigoso de todos os mecanismos de defesa - origem do inconsciente e dos demais mecanismos;

Operação pela qual o sujeito procura repelir ou manter no inconsciente representações (pensamentos, imagens, recordações) ligadas a uma pulsão;

Produz-se nos casos em que a satisfação de uma pulsão - suscetível de proporcionar prazer por si mesma - ameaçaria provocar desprazer relativamente a outras exigências;

Operação dinâmica - contra-investimentos;

Recalque primário e recalque secundários - sintomas, sonhos, atos falhos. Divisão/Cisão Mecanismos de Defesa A vida psicológica não é uma unidade;


Divisão em duas partes: boa/ruim - normal na infância;


Realidade externa Princípio da
Realidade
X

Realidade interna Princípio do
Prazer Negação

Projeção

Racionalização

Formação reativa

Identificação

Regressão

Isolamento

Deslocamento

Sublimação Mecanismos de Defesa Uma pessoa não adoece por possuir defesas e sim pela sua ineficácia ou pelo mau uso que faz delas; "(...) a neurose não repudia a realidade, apenas a ignora; a psicose a repudia e tenta substituí-la. Chamamos um comportamento de ‘normal’ ou ‘sadio’ se ele combina certas características de ambas as reações — se repudia a realidade tão pouco quanto uma neurose, mas se depois se esforça, como faz uma psicose, por efetuar uma alteração dessa realidade (Freud, 1924).
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