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semana mundo unido 2016

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Clever Souza

on 31 May 2016

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Transcript of semana mundo unido 2016

As longas horas de viagem!
Éramos mais ou menos 35 jovens os que participaram da escola. Equador, Bolívia, Peru, Brasil, Coreia do Sul, Burundi e Filipinas eram alguns dos países representados ali.
Por se tratar de uma escola itinerante nós tivemos muitas horas dentro do ônibus, que ficou sendo como nossa "sala de aula", onde o amor era o nosso maior professor.
E ali mesmo no ônibus pudemos ir mais em profundidade sobre as novas culturas que encontrávamos, como por exemplo as 5 relações que nos propomos a viver durantes aqueles dias: com
Deus
, com o
próximo
, com a
natureza
, com os
objetos
e
consigo mesmo
.
Festival pela Paz
A Semana Mundo Unido acabou com o
Festival pela Paz
, no Parque Metade do Mundo. Estavam ali presentes quase 1.500 jovens que através de danças, canções, experiências e teatro gritaram ao mundo
a paz que queremos
. Um jovem indígena, que nos acampanhou durante a semana disse:
"Nós experimentamos durante essa semana em que vivemos que é possível levar a fraternidade, a unidade, a solidariedade e a paz em nossas vidas (...). A humanidade está viva; nosso compromisso é pessoal, mas podemos fazer apenas se nos sentimos parte de uma comunidade. Estamos todos conscientes de que não é fácil, mas sabemos que a unidade e a paz estão, na verdade, cada vez mais presentes na sociedade humana. Hoje vemos a beleza da diversidade e a riqueza das culturas.".
Como foi a SMU?
Com o mote da
interculturaliade
, participamos de uma escola itinerante que viajou por vários povos indígenas/ancestrais do Equador. A cada dia viajamos de cidade em cidade em busca de uma outra cultura, um outro modo de pensar e viver, que nos fazia, aos poucos, perceber a riqueza e a importância do outro, do próximo na nossa vida.
semana mundo unido - Equador 2016
ajornamento/comunhão

Encontro com o padre Antonio Polo, na cidade de Salinas, que nos conta do seu projeto de
economia solidária
implantado nos anos 70.
Depois de 10 horas de viagem, chegamos na comunidade indígena de Shiwakucha, dentro da floresta Amazônica. Em meio a tantas descobertas, vivemos uma verdadeira
experiência de condivisão e inculturação
.
Visita ao Centro Histórico de Quito.
Encontro na Casa Juvenil de Salinas e troca de experências.
Visita a comunidade indígena de Quisapincha.
Na comunidade de Quisapincha fomos a uma "guaca", um local sagrado para o seu povo. Chegando ali, por não sermos da comunidade, devíamos nos apresentar à terra e ao seu deus, para assim sermos aceitos naquele local. Então tivemos que dar três voltas, na direção do sol, ao redor desse local. Ao final, ao invés do dia nublado que fazia, um esplendoroso sol apareceu. Eles nos disseram: "A Terra os
reconhece
e os
acolhe
. Agora podemos fazer
festa
.".
Comunhão
Festival pela Paz
Minha ida à Semana Mundo Unido foi um tanto quanto inusitada. Em meio ao medo do terremoto, aos questionamentos do que eu estava indo fazer ali e o que aqueles dias reservavam para mim... Dei um voto de confiança e fui.
Chegando ali, percebi que a semana seria um contínuo convite para sair de mim e ir ao encontro do outro, para exercitar a "cultura do encontro". E tudo me conduzia a isso, desde o idioma à comida, das paisagens aos hábitos daquele povo.
E isso me fez perceber que para deixar de lado todos os preconceitos, devia tratar de conhecer aquelas culturas.
Com isso, aos poucos, sentia o coração se alargando, pronto a amar todos por completo, a perder-me naqueles dias.
Eram dias intenso e de poucas horas de sono, mas mesmo assim, quando me convidaram a ir junto com um grupo de gen, divulgar o Festival pela Paz em dois canais de televisão - para isso, tivemos que já tarde ir para um outra cidade e no dia seguinte nos acordarmos às 5h - disse "sim" sem nem avaliar meu cansaço.
Cada paisagem era uma meditação, um encontro com a Criação, com Deus... Outra experiência foi tentar limpar esses lugares dos lixos que deixamos pelo caminho, para mim tinha um significado de estar ajudando a obra de Deus, mas, em uma metáfora, limpando a mim mesmo.

Clever Souza - Fortaleza/CE
Discurso de Nadino, um representante índigena, após nossa visita à sua comunidade:
"Sabemos que não podemos mais viver como nossos antepassados; mas não nos sentimos representados nessa sociedade materialista e individualista. Que sentido faz continuar a produzir e possuir, quando no mundo faltam momentos e espaços de partilha? O que devemos criar são espaços de diálogo, espaços de inclusão, espaços de compreensão recíproca (...). Só quando nos escutamos, dialogamos verdadeiramente."
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