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CULPA

Trabalho de Psicanálise sobre a Culpa
by

Maiara Minatto

on 20 October 2012

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Transcript of CULPA

Psicanálise CULPA SINGH, Kalu. Culpa. Tradução Carlos Mendes Rosa. 2005: Rio de Janeiro, Ediouro. 80 pg. Introdução LU CULPA ANGÚSTIA, DEPRESSÃO NEUROSE E PSICOSE CULPA PERCUTÓRIA CONCEITOS FILOSÓFICOS
E PSICANÁLITICOS
ACERCA DA
ÉTICA E DA MORAL GRINBERG, León. Culpa e depressão. 2000: Lisboa. Climepsi editores. 288 pg. REFERÊNCIAS Equipe Dayane Scaine
Helena Dal Toé
Maiara Minatto
Neidiana Santos TO DEPRESSIVA Durante quase toda a vida do individuo predomina o instinto de amor ou o destrutivo. A medida que os processos de integração vão progredindo, a culpa depressiva vai se instalando com maior estabilidade. O que caracteriza essencialmente a culpa depressiva é o desejo de reparar o objeto que se sente destruído pelos próprios impulsos destrutivos. O termo de Eu – id, o sentimento de culpa é apenas algo mais que uma ansiedade caracterizada por uma qualidade especial, ansiedade que se sente devido ao conflito entre amor e ódio. Relacionando o sentimento de culpa com o complexo de Édipo, afirma que a culpa implica na capacidade da criança de tolerar e aliviar o conflito que, de fato é um conflito inerente à vida normal. O sentimento de culpa significa que o Eu começa a estabelecer relações com o Supereu. O sentimento de culpa, ainda que inconsciente e aparentemente irracional, implica um certo grau de crescimento emocional, saúde do Eu e esperança. Pode ser considerado como uma manifestação do sentimento de perda pelo prejuízo de um objeto orbital bom introjetado. A ansiedade depressiva e o sentimento de culpa estão estreitamente ligados. Segundo M. Klein, com o aparecimento da angustia depressiva e, particularmente com o começo da posição depressiva, o Eu é levado a projetar, desviar e destruir os desejos, assim como a culpa e a necessidade de reparar, em novos objetos e interesses. A inibição das pulsões depende da capacidade de se privar do objeto, coisa que acontece quando é possível instalar o objeto dentro de si próprio. A posição depressiva marca um processo crucial no desenvolvimento e durante a sua elaboração. O sentimento de dor contido no luto da posição depressiva, juntamente com os impulsos reparados, constituem a base da criatividade e da sublimação. Durante a posição depressiva enriquece-se o pensamento com o aumento da capacidade de abstração e de estabelecer vínculos. O desprezo serve para negar o valor dos objetos como defesa contra a experiência de perda e de culpa. LUTO NORMAL


LUTO PATOLÓGICO X Para Freud, no luto normal a libido é retirada do objeto amado perdido e deslocado para outro objeto. No luto patológico ele permanece orientado para o Eu, onde se produz a identificação ao objeto. Conceito de luto: inclui personalidade total, modo consciente ou incons-ciente, todas as funções do Eu, atitudes, defesas, relações com os outros. Segundo Freud, o luto consiste essencialmente na reação face a morte ou a perda de um ser amado, ou ainda devido um ideal, a liberdade, a pátria. O luto pode se manifestar através de uma separação, a perda de um objeto, a mudança. É considerado útil a apresentação descritiva dos grados de luto e melancolia, respectivamente. Quando se produz uma desilusão com o objeto, a carga de libido fica retraída no Eu e estabelece-se uma identificação de uma parte do Eu com o objeto abandonado. Resistência natural que, às vezes, pode conduzir a psicose. Os objetos que desejam ser restaurados transformam-se em perseguidores e, por sua vez, revivem-se os modelos paranóides. Muitos seres não podem alcançar o êxito porque tê-lo significa humilhar ou prejudicar os outros, em primeiro lugar o triunfo sobre pais e irmãos. O sujeito em luto é realmente um “doente”, mas o seu estado mental é comum e parece-nos natural, não lhe chamamos de doente.
Durante o luto normal reativam-se ansiedades psicóticas precoces. Cada fase do desenvolvimento significa um luto Renúncia ao seio Período da evolução libidinal Relação sexual com os pais Opera a culpa depressiva tendente a conseguir a reparação dos objetos. Predomina a culpa perseguidores, que transforma os objetos em persecutórios, impedindo a sua restauração. E CULPA É relativamente comum que os sentimentos de angustia, depressão e culpa se confundam entre si. Tanto a depressão como a angustia são expressões de conflito da personalidade. Ambas constituem reações básicas do Eu do individuo, embora com conteúdos inteiramente diferentes. Freud modificou a sua primitiva concepção da angustia em 1926, na sua obra Inibição, sintoma, e angustia. Ele ainda distinguiu a angustia real face a um perigo conhecido da angústia neurótica face a um perigo desconhecido. A angustia consiste essencialmente numa reação face ao perigo na qual o Eu evidencia o seu desejo de sobreviver e se prepara para a luta ou para a fuga. A primeira forma de angustia, a angustia face ao perigo, é profundamente concebida como um medo a castração. A outra forma de angustia corresponde a uma situação de perda ou separação. Na depressão acontece o contrario: o Eu encontrasse paralisado porque se sente incapaz de enfrentar o perigo. Entre os sintomas psíquicos e físicos que se manifestam em todo quadro depressivo, assinalaram-se os seguintes: tristeza, apatia, diminuição em maior ou menos grau da autoestima, sensação de vazio, desespero, sentimento de culpa, insónia e etc. Alguns autores destacam que a depressão é uma reação de emergência face a uma situação critica que o individuo atravessa. Usa-se também para rotular um determinado sofrimento psiquiátrico. Emprega-se, ainda, para indicar um sentimento elementar de tristeza que aparece, inclusive, nas pessoas normais. Para Lewin o termo depressão aplica-se predominantemente a um conjunto que inclui elementos como a agressão contra si próprio, regressão oral narcisista, a tensão entre o Eu e o Supereu. Quanto maior for a regressão, maior será a forma como o Eu tratará um potencial perigo como um perigo real substituindo o sinal de angústia por uma angústia real. Heidegger relacionou a angústia com a esperança, assinalando que estas se alimentavam mutuamente. Sem angústia, a existência correria o perigo de se perder no quotidiano ou aniquilar-se no conseguido; sem esperança, pelo contrario, a existência poderia desmoronar, vitima do seu próprio afundamento. Para Max Schur, os dois tipos de angustia postulados por Freud, podem ser situadas nos extremos de uma série; a sua posição nesta série estará determinada pelo grau de regressão do Eu. (cc) photo by theaucitron on Flickr (cc) photo by theaucitron on Flickr copy paste branches if you need more.... EU SUPEREU Culpa persecutória encontra-se basicamente na origem e evolução de todos os quadros neuróticos e psicóticos. A dissociação e a projeção juntas constituem o mecanismo de identificação projetiva, que é característico das personalidades esquizóides. A utilização excessiva deste mecanismo torna mais débil o Eu, que se sente cada vez menos capacitado para suportar a culpa e a perseguição. Se as coisas se agravarem pode conduzir a uma psicose esquizofrénica. Bion demostrou como os pacientes esquizofrénicos estabelecem transferências prematuras, precipitadas e dependentes.
Segundo ele, existe nestes pacientes um predomínio tão grande dos impulsos destrutivos que até as tendências amorosas são invadidas por eles e convertidas em sadismo.
Por outro lado esses pacientes tem uma grande dificuldade de ligação devido a forte inveja que sentem. Este é um fator causal do aumento da culpa persecutória. As personalidades paranóides caracterizam-se por um manejo muito particular no que respeita ao sentimento de culpa.
Tem tendências a projeta-lo para fora e negá-lo sistematicamente.
Essas pessoas utilizam o delírio de serem perseguidas para negar os seus sentimentos de amor e ódio para com o objeto do delírio e assim iludir a sensação de culpa.
Quando admitem o seu ódio contra seus perseguidores, expressam-no com tantos argumentos que não necessitam sentir culpa. Os sintomas que os neuróticos obsessivos expressam os seus conflitos são: CISMAS Ideias compulsivas (de matar alguém querido, por ex.) Manias de limpeza FOBIAS Superstições Tendências para crueldade :( Outro grupo de pacientes, os Psicopatas ou Impulsivos os quais, face a dificuldade de manejar a culpa no plano mental, tentam faze-lo através da ação.
São pessoas de comportamento versátil que se caracterizam por procurarem satisfação imediatamente os seus desejos, sem poderem suportar qualquer atraso.
Tem uma grande falta de responsabilidade.
Costumam ser informais, as vezes cruéis e sem escrúpulos.
Consideram-se a si próprios vitimas e credores face a família e a sociedade. SINGH, Kalu. Culpa. Tradução Carlos Mendes Rosa. 2005: Rio de Janeiro, Ediouro. 80 pg. A ética surge, a partir
de Sócrates,
como o resultado da ânsia da
salvação do homem. A ética surge, a partir de Sócrates,
como o resultado da ânsia da
salvação do homem. A ética apresenta-se como uma disciplina
filosófica cujos problemas se
referem à sua essência,
origem e objetos. O termo moral, segundo Guillemain, é
ambiguo. Designa tanto uma experiência,
um conjunto de comportamento acompanhados
de julgamentos, como também
a reflexão que acompanha esta experiência. Termo moral: 1 - Define um conjunto de regras
de comportamento
aceitos por uma sociedade ou
por um individuo
num determinado momento; 2 - Refere-se a um conjunto de
regras consideradas absolutas; 3 - Designa a reflexão,
respeitando as regras; 4 - Indica um comportamento dirigido de regras. Mas a consciência moral é uma
consciência de si próprio.
Somos morais – diz Guillemain.


Segundo Freud, o sentimento de culpa é a
expressão do conflito
de ambivalência e da eterna luta
entre a pulsão de vida e a de morte. O sentimento de culpa nem sempre aparece
no campo da consciência,
e sim recalcado, pode se
manifestar alguns efeitos, como: O sentimento de culpa nem sempre
aparece no campo da consciência,
e sim recalcado, pode se manifestar alguns efeitos, como SENTIMENTO DE CULPA. O CONFLITO EDIPIANO EXPRESSÕES DO Segundo Freud, o sentimento de culpa é a expressão do conflito de ambivalência e da eterna luta entre a pulsão de vida e a de morte. O sentimento de culpa nem sempre aparece no campo da consciência, e sim recalcado, pode se manifestar alguns efeitos, como: Irritabilidade Mau-humor Apatia Depressão Perturações O conteúdo psicológico da culpa é:
não sou bom, mereço castigo! A culpa é a expressão da tensão
entre o Eu e o Superego, como
resultado das fantasias agressivas
contra o pai. Klein, verificou na analise de homens que sentimentos de culpa em relação ao pai querido constituem um elemento integrante importante do Complexo de Édipo e influenciam de forma vital o desenvolvimento desse complexo. Em todas as neuroses se oculta uma certa dose de sentimento de culpa inconsciente, o qual reforça, os sintomas ao utiliza-los como castigo.
Segundo Freud, quando um impulso pulsional sofre o recalcamento, os seus elementos libidinais convertem-se em sintomas e os seus componentes agressivos em sentimentos de culpa. Apatia Mau-humor Perturbações Depressão
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