Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Tecnologias de redes locais

No description
by

bruno cruz

on 11 March 2014

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Tecnologias de redes locais

Tecnologias de Redes Alargadas
Tecnologias de Redes Alargadas
-Tecnologia ATM
-Frame Relay
-X.25
ATM
Asynchronous Transfer Mode
(Modo de Transferência Assíncrono)
• Desenvolvida pela ITU-T (União Internacional de Comunicações - Setor de Normalização de Telecomunicações);

• Destinada à utilização em LANs, MANs e WANs;

• Tecnologia cara quando comparada com tecnologias concorrentes;

• Tecnologia atraente para ambientes MAN e WAN pois:
– Utiliza de forma eficiente e dinâmica os recursos da rede;
– Permite a integração de tráfego de características diferentes;
– Permite garantir qualidade de serviço;
Asynchronous Transfer Mode é uma arquitetura de rede de alta velocidade orientada á conexão e baseada na comutação de células de dados.

No Modelo OSI opera no nível 2 - Camada de Enlace.
No ATM estes pacotes são denominados de células. Uma célula é análoga a um pacote de dados, à exceção que numa das células ATM nem sempre contém a informação de endereçamento de camada superior nem informação de controle de pacote. Este tipo de transmissão de dados é escalável, permitindo que as suas células de 53 bytes possam ser transportadas de uma LAN para outra através de uma WAN. A velocidade do ATM começa em 25 Mbps, 51 Mbps, 155 Mbps e superiores como caso de cabeamento em fibra otica na qual pode atingir 622.08Mbps.

Estas velocidades são possíveis porque o ATM foi desenhado para ser implementado por hardware em vez de software, sendo assim são conseguidas velocidades de processamento mais altas.


Quando uma célula passa do utilizador para a rede ou da rede para o utilizador, ela transporta 4 bits, chamados GFC
(Generic Flow Control)
, no entanto quando passa dentro de uma rede ou entre redes, o campo GFC não é usado para expandir o comprimento do campo VPI
(Virtual Path Identifier),
o caminho virtual que representa um grupo de circuitos virtuais transportados ao longo do mesmo que tem 8 bits e representa metade da ligação de identificação utilizada pelo ATM.
Nota: Apesar de ter 8 bits de comprimento numa célula UNI, o campo expande para 12 bits de modo a preencher o campo GFC numa célula NNI.

O ATM suporta dois tipos de interface:
Rede-Utilizador (UNI) e Rede-Rede (NNI).
O VCI
(Virtual Channel Identifier)
é a segunda metade das duas partes do identificador de ligação transportado no cabeçalho do ATM. Este campo de 16 bits identifica a ligação entre duas estações ATM, quando comunicam fim a fim.

O PTI
(Payload Type Identifier)
indica o tipo de informação transportada na porção de 48 bytes de dados da célula ATM.

O HEC (Header Error Control), é a função significativa de um transmissor ATM, consist de um syndrome de geração de erros, a deteção e correção dos mesmos.
•Tecnologia base das primeiras redes públicas
de comutação de pacotes (ex. Telepac em
Portugal)

A recomendação X.25 do ITU-T define os protocolos na interface de acesso para estabelecer e manter as conexões entre um equipamento terminal e uma rede pública de comutação de pacotes.
X.25
– PSE –
(packet switching exchange)
• Centrais comutadoras da rede de comutação de pacotes;
• Transportam os dados entre os DTEs através da rede X.25;
Existem três categorias de dispositivos numa rede X.25:
– DTE –
(data terminal equipment)
• Sistemas terminais (computadores, terminais) que comunicam através da rede X.25
– DCE –
(data circuit-terminating equipment)
• Dispositivos de comunicação (modems, comutadores de pacotes), fornecendo o
interface entre os DTEs e uma PSE.
Estabelecimento de
sessão e
circuitos virtuais

• As sessões X.25 são estabelecidas quando um
dispositivo DTE contacta outro para pedir uma sessão de comunicação:
– O dispositivo DTE que recebe o pedido pode aceitar ou rejeitar a conexão;
– Se o pedido é aceite, os dois sistemas iniciam uma transferência de dados full-duplex, podendo qualquer uma das partes terminar a conexão;
• Um circuito virtual é uma conexão lógica criada para
assegurar uma comunicação fiável entre dois dispositivos:
– Um circuito virtual denota a existência de um caminho lógico bidireccional entre dois dispositivos DTEs através da rede X.25;
– Físicamente, a conexão pode passar através de uma série de nós intermédios (DCEs e PSEs);
• Os Circuitos Virtuais podem ser de dois tipos
– Comutados (SVC - Switched Virtual Circuits)
• Conexões temporárias usadas para transferências de dados
esporádicas
• Cada vez que dois dispositivos DTEs queiram comunicar,
torna-se necessário estabelecer, manter e finalizar uma sessão
– Permanentes (PVC - Permanent Virtual Circuits)
• Conexões estabelecidas permanentemente, usadas em
transferências de dados frequentes
• Existem uma sessão permanentemente activa (durante um
período definido contratualmente entre o cliente e a
concessionária de comunicações), podendo ser iniciadas as
transferências de dados sem mais demoras
Nível Físico
– Interface física entre o equipamento terminal (DTE) e um equipamento de terminação de
Rede (DCE)
• Nível de ligação de dados (nível trama)
– LAPB - Link Access Procedures Balanced (variante do HDLC em modo ABM)
– Especifica os procedimentos para estabelecer, manter e terminar uma ligação de dados que
permite o envio fiável de tramas, sujeito a mecanismos de controlo de erros e de fluxo entre
nós
• Nível de rede (nível pacote)
– Oferece um Serviço de Circuitos Virtuais extremo-a-extremo
– Especifica os procedimentos para estabelecer, manter e terminar circuitos virtuais e
transferir pacotes de dados nos circuitos virtuais
– Protocolo X.25 PLP possui mecanismos de controlo de erros e de fluxo

Conclusão
• São muito complexas, sendo por isso bastante lentas, uma vez que têm
de suportar mecanismos para assegurar a integridade da transmissão de
dados e o controlo de fluxo por circuito virtual
– Isto resulta numa considerável sobrecarga, pois em cada nó intermediário, o
protocolo de controlo de ligação lógica envolve a troca de tramas de dados e
de confirmação
• Não havendo garantia absoluta de a rede ser capaz de cumprir esses
objectivos, os sistemas terminais suportam adicionalmente protocolos de
controlo de erro que, operando extremo-a-extremo, acabam por duplicar
algumas funções da rede
• Velocidades de 1200 bps a 64 Kbps
• Taxação em função do tempo e do volume de dados
• Em desuso devido à alta relação custo/desempenho
Serviço de Circuitos Virtuais
Frame Relay
Para ultrapassar as dificuldades do X.25, e aproveitando a evolução tecnológica no sentido de redes mais fiáveis e com menores erros,
surgiram mais tarde as redes Frame Relay, que retiraram muita da complexidade e redundância existente nas redes X.25
-sinalização da chamada é transportada numa ligação lógica diferente da de dados;
-não há necessidade de nós intermédios processarem mensagens de controlo;
O caminho dos circuitos virtuais ocorre na camada 2;
É eliminada uma camada de processamento
A expressão Frame Relay é usada para designar serviços baseados na
comutação (rápida) de tramas, isto é, unidades de dados de
comprimento variável transportadas na camada de ligação de dados

CIRCUITOS VIRTUAIS
Os circuitos virtuais fornecem um caminho lógico bidirecional entre dois dispositivos DTEs através da rede de comutação de pacotes;
São identificadps por um identificador de conexão de ligação de dados (DLCI- data-link connection identifier)
-Estes são normalmente atribuis pelo fornecedor de serviço;
Os seus valores têm apenas significado local, podendo ser modificado à medida que o datagrama atravessa as varias ligações que constituem o circuito virtual .
Full transcript