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UFCD - 0136 - Desenho - esboço e perspetiva

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josé gouveia

on 11 November 2016

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Transcript of UFCD - 0136 - Desenho - esboço e perspetiva

‖DESENHO DE SÍNTESE E DESENHO DESCRITIVO
Uma das formas de se realizarem registos gráficos, desenhos figurativos, é dar um maior realce a certos aspetos da realidade visível e omitir outros.
Neste processo eliminam-se deliberadamente alguns elementos fazendo uma síntese do que é considerado essencial no objetivo de estudo.
Mesmo quando os desenhos produzidos se aproximam muito da realidade, eles não são mais do que uma "ilusão" dessa realidade e como tal uma representação possível dela.
Quem desenha faz uma síntese do que vê e representa apenas o que pretende transmitir, de acordo com a finalidade desse registo. Assim sendo, o verdadeiro poder do desenho é o de "manipular a realidade" dirigindo a atenção do observador para os fatos que se pretendem transmitir, servindo como uma poderosa ferramenta de comunicação e transmissão de conhecimento.

UFCD - 0136 - Desenho - esboço e perspetiva
Desenho de síntese
O desenho descritivo, técnico ou geométrico, é elaborado utilizando sistemas de re-presentação, com regras códigos e procedimentos próprios, dedica-se a raciocinar sobre os aspetos da realidade concreta, como volumes e espaços. Possibilita a resolução de numerosos problemas do domínio tridimensional, da engenharia, da arquitetura, do design, etc. Nestes campos o desenho toma o papel de veículo de comunicação das ideias dos projetos. Espaços, edifícios, objetos são imaginados, inventados, reestruturados, registrados a partir das metodologias de projeto que têm como suporte base o desenho rigoroso.
Desenho descritivo
Durante o desenvolvimento de um projeto, os arquitetos recorrem sistematicamente à Dupla e à Múltipla Projeção Ortogonal em plantas, cortes e alçados, sendo ainda dessa forma que o projeto é apresentado às Câmaras Municipais e outras entidades para apreciação e licenciamento Este tipo de representação é bastante rigoroso, é executado à escala e a sua informação é complementada com as cotas referentes às dimensões do edifício - as dimensões globais e de cada divisão.
Quando consideramos três planos de projeção, perpendiculares entre si, obtemos três planos de projeção e três projeções ortogonais.
Este método de representação denomina-se Tripla Projeção Ortogonal ou Projeção Triédrica.
Quando necessário recorre-se ainda a outras projeções ortogonais do sólido, até ao limite de seis utilizando o método da Múltipla Projeção Ortogonal.
Considera-se o sólido envolvido por um paralelepípedo cujas faces correspondem a seis planos de projeção.
Projeta-se o sólido sobre cada um desses planos e obtêm-se seis projeções ortogonais (seis vistas). O conjunto das seis vistas fenece-nos uma informação exaustiva que nos permite visualizar e definir todos os pormenores do objeto.
A eficácia destes métodos (tripla e múltipla projeção ortogonal) na representação das formas tridimensionais é evidente, pelo rigor e simplicidade de execução que permitem. Assim, são particularmente vocacionados para todas as áreas que utilizam o desenho técnico como instrumento de trabalho.
Múltipla Projeção Ortogonal
‖ FIGURAÇÃO E ABSTRAÇÃO
Consideram-se representações figurativas todas as manifestações artísticas (escultura, pintura, gravura, etc.) nas quais o artista representa imagens que apresentam algo que podemos identificar como algo que conhecemos que faz parte da nossa realidade. Como tal, a preocupação do artista é a de representar as formas de modo que o observador - fruidor, ao apreciar a obra, possa identificar o seu quotidiano. As formas e as cores procuram recriar o que se quer representar.
Figuração
A abstração refere-se a todas as manifestações artísticas (escultura, pintura, gravura, entre), nas quais o artista não representa imagens figurativas da realidade, mas sim algo que não existe na realidade concreta. Neste tipo de representação o artista expressa-se livremente, através de formas, cores, linhas e ritmo, alheado, ou não, da realidade; o artista não está preocupado com o mimetismo e em representar nenhuma imagem conhecida em particular.
Abstração
Os ícones são signos que guardam uma relação de semelhança com a coisa representada, que representam um modelo imitativo de um objeto, de uma forma, de um espaço ou uma situação. São o tipo de signo mais fácil de ser reconhecido. Não é necessário qualquer tipo de treino especial para identificar uma fotografia de um gato. Basta ter já visto um gato. Exemplos de ícones são fotografias, desenhos, representações figuradas, estátuas, filmes, imagens.
A origem da palavra iconografia vem do grego “Eykon“, imagem, e “graphia“, descrição, escrita), é uma forma de linguagem visual que utiliza imagens para representar determinado tema.”.
Em termos de semiótica, Ícone “é um signo visual que representa outro objeto por força de semelhança. Assim, Ícones são signos substitutivos (podem ser usados em vez da coisa representada) ”.
Na informática, “ícone é um pequeno símbolo gráfico, usado geralmente para representar um software ou um atalho para um arquivo específico, aplicação ou diretório”.

‖ DESENHO ICONOGRÁFICO
NOÇÕES DE PERSPETIVA
A perspetiva é um método de representação que transmite ao observador a aparência que as formas assumem à distância, bem como, as três dimensões que estas possuem, não passando a representação tridimensional, de um jogo de ilusão. Neste tipo de representação, um objeto que está mais próximo do observador aparenta ter dimensões diferentes do que está mais longe, mesmo que ambos os objetos tenham dimensões iguais.
Dentro das perspetivas existem:
As
perspetivas
e as
perspetivas Axonométricas
são todas as representações bidimensionais de um objeto tridimensional, nas quais se observam, de forma direta, as três dimensões do objeto.

Perspetivas Cónicas
As perspetivas cónicas são as mais associadas à ideia que geralmente temos de perspetiva, pois são as que mais se assemelham à interpretação feita pelos nossos olhos.
Perspetivas Axonométricas
Este sistema fundamenta-se na projeção cilíndrica (ortogonal ou obliqua) e consiste na projeção, sobre um único plano chamado plano axonométrico, das figuras referenciadas a três eixos - os eixos coordenados x, y e z, perpendiculares dois a dois e con-correntes num ponto O (origem das coordenadas).
Os planos definidos por cada par de eixos são os planos coordenados que, neste sistema, são planos auxiliares de projeção.
A expressão da tridimensionalidade através de uma única representação bidimensional resulta da posição desse referencial triortogonal em relação ao plano axonométrico e da direção das retas projetantes. Estes dois fatores determinam o tipo de axonometria - oblíqua ou ortogonal.
Perspetivas Axonométricas ortogonais
Nas axonometrias ortogonais, o referencial de eixos coordenados x, y e z é projetado ortogonalmente no plano axonométrico. Os três eixos coordenados são oblíquos ao plano axonométrico; consequentemente, os três planos coordenados são oblíquos a este plano.
As projeções ortogonais x', y' e l', dos eixos coordenados, designadas por eixos axonométricos, são concorrentes no ponto O', projeção axonométrica (ou perspetiva axonométrica) do ponto 0.
Podemos diferenciar
três tipos de axonometrias ortogonais
, a
isométrica
, a
dimétrica
e a
trimétrica
, consoante a inclinação dos eixos coordenados em relação ao plano axonométrico.

Perspetivas Axonométricas Oblíquas
Nas
axonometrias oblíquas ou clinogonais
, um dos planos coordenados é paralelo ou coincidente com o plano axonométrico, pelo que se recorre à projeção Oblíqua (as projetantes são oblíquas ao plano de projeção). Nestas axonometrias incluem-se a
perspetiva cavaleira
e a
perspetiva planométrica ou militar
.
Isometrias
Na isometria os eixos axonométricos fazem ângulos iguais entre si (120º). O triângulo fundamental é equilátero.

Na dimetria dois pares de eixos axonométricos formam ângulos iguais e o terceiro par forma um ângulo diferente destes - os ângulos são sempre obtusos (superiores a 90º e inferiores a 180º).
O triângulo fundamental é um triângulo isósceles.
Trimetrias
Na trimetria os eixos axonométricos formam entre si três ângulos diferentes (ângulos obtusos).
O triângulo fundamental é um triângulo escaleno.
Perspetiva
Central ou Cónica
Axonométrica
Oblíqua
Ortogonal
Cavaleira
Militar
Isométrica
Dimétrica
Trimétrica
Cavaleira
Na perspetiva cavaleira, o plano coordenado xz (ou x0z) é paralelo (ou coincidente) ao plano axonométrico. Os eixos coordenados x e z projetam-se perpendiculares entre si.

Dimetrias
Militar
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