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Untitled Prezi

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Rosana Wu

on 1 April 2013

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AIDS e DSTs
causada por vírus AIDS História da AIDS Formas de Prevenção / Profilaxia Tratamento Os principais sintomas da
AIDS aparecem cerca de 10 anos
após a contaminação
com o vírus HIV Sintomas Febre alta persistente;
Tosse seca prolongada;
Suor noturno;
Edema dos gânglios linfáticos por mais de 3 meses;
Dor de cabeça;
Dor em todo o corpo;
Cansaço fácil;
Rápido emagrecimento. Perder 10% do peso corporal num mês, sem dieta e exercício;
Candidíase oral ou genital persistente;
Diarreia há mais de 1 mês e
Manchas avermelhadas ou pequenas erupções na pele (Sarcoma de Kaposi). Principais sintomas Infelizmente amedicinaainda não encontrou a cura para aAids. O que temos hoje são medicamentos que fazem o controle do vírus na pessoa com a doença. Estes medicamentos melhoram a qualidade de vida do paciente, aumentando a sobrevida. O medicamento mais utilizado atualmente é o AZT ( zidovudina ) que é um bloqueador de transcriptase reversa. A principal função do AZT é impedir a reprodução do vírus da Aids ainda em sua fase inicial. Outros medicamentos usados no tratamento da Aids são : DDI ( didanosina ), DDC ( zalcitabina ), 3TC ( lamividina ) e D4T ( estavudina ). Embora eficientes no controle do vírus, estes medicamentos provocam efeitos colaterais significativos nos rins, fígado e sistema imunológico dos pacientes. Cientistas do mundo todo estão trabalhando no desenvolvimento de umavacinacontra a Aids. Porém, existe uma grande dificuldade, pois o HIV possui uma capacidade de mutação muito grande, dificultando o trabalho dos cientistas no desenvolvimento de vacinas. utilização correta de preservativos durante as relações sexuais.
utilização de agulhas e seringas descartáveis em todos os procedimentos médicos
Atenção no local onde fará transfusões de sangue. Pois deve haver um rigoroso sistema de testes para detectar a presença do HIV, para que este não passe de uma pessoa contaminada para uma saudável.
as mães infectadas pelo vírus (HIV-positivas) devem usar antirretrovirais durante a gestação para prevenir a transmissão vertical e evitar amamentar seus filhos. A AIDS surgiu a partir de um vírus chamado SIV,que se encontra no sistema imunológico dos chimpanzés(do país de Camarões)e do macaco-verde africano.Apesar de não deixar estes animais doentes,o vírus SIV é altamente mutante,que deu origem ao HIV,o vírus da AIDS.O SIV presente no macaco-verde africano teria dado origem ao HIV2,uma versão menos agressiva e que demora tempo para provocar a AIDS.Já os chimpanzés originaram o HIV1,a forma mortal do vírus." ."É provável que a transmissão para o ser humano, tanto do HIV1 quanto do HIV2, aconteceu em tribos da África Central que caçavam ou domesticavam chimpanzés e macacos-verdes", diz o infectologista Jacyr Pasternak, do Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo. Não há nenhum consenso sobre a data das primeiras transmissões. O que é mais provável, porém,é que tinham acontecido por volta de 1930. Nas décadas seguintes, a doença teria permanecido restrita a pequenos grupos e tribos da África Central, na região ao sul do deserto do Saara. Nas décadas de 60 e 70, durante as guerras de independência,a entrada de mercenários no continente começou a espalhar AIDS pelo mundo. A AIDS só foi identificada em 1981. Hoje, calcula-se que existam mais de 40 milhões de pessoas infectadas no mundo Anatomia do vírus da AIDS Agente Etiológico: Vírus HIV Remédios para controlar a AIDS O uso de camisinhas previne a contaminação da AIDS Atenção na higiniezação das seringas Lesões cutâneas do Sarcoma de Kaposi Agente Etiológico Sintomas Tratamento Profilaxia Verruga
Genital Papiloma humano
(HPV) Vários tipos de HPV causam verrugas genitais, que podem ser encontradas no pênis, na vulva, na uretra, na vagina, no cérvix, na laringe e na região perianal ou interna do ânus.

Outros tipos de HPV causam verrugas comuns ou achatadas em outras partes da pele, como nas mãos. No entanto, as verrugas nas mãos ou em outras partes do corpo não causam verrugas genitais As verrugas genitais podem ser elevadas ou achatadas e geralmente têm cor de pele. Elas podem ter aspecto de couve-flor. Algumas vezes, as verrugas são tão pequenas e achatadas que não podem ser vistas a olho nu. Lugares comuns para se encontrar verrugas genitais:
As mulheres apresentam, com mais frequência, verrugas ao redor da vagina ou do ânus ou dentro deles, na pele em volta dessas áreas ou no colo do útero.
Os homens apresentam, com mais frequência, verrugas no pênis, no escroto, na virilha ou nas coxas, bem como ao redor do ânus, ou dentro dele, em homens que praticam sexo anal.
Tanto homens como mulheres podem ter verrugas nos lábios, na boca, na língua, no palato ou na garganta (laringe). Outros sintomas são raros, mas podem incluir:
Aumento da umidade na área das formações
Aumento do corrimento vaginal
Coceira no pênis, no escroto, na região anal ou na vulva
Sangramento vaginal, durante ou após a relação sexual O médico pode tratar as verrugas genitais com um tratamento de pele no consultório. Ou, ele pode receitar um medicamento que deve ser aplicado em casa diversas vezes por semana. Esses tratamentos incluem:
Imiquimod (Aldara)
Podofilina e podofilox (Condylox)
Ácido tricloroacético (TCA)
Os tratamentos cirúrgicos incluem:
Criocirurgia
Eletrocauterização
Laserterapia
Excisão cirúrgica (retirar as verrugas por corte)
Se você desenvolver verrugas genitais, todos os seus parceiros sexuais deverão ser examinados por um médico e tratados se também tiverem verrugas genitais. Após o primeiro tratamento, o médico agendará exames de acompanhamento para verificar se as verrugas retornaram.
Mulheres que já tiveram verrugas genitais e mulheres com parceiros que já tiveram verrugas genitais devem fazer exames de Papanicolau ao menos uma vez por ano. No caso de verrugas no colo do útero, as mulheres podem precisar fazer exames de Papanicolau a cada três a seis meses após o tratamento inicial.
Mulheres com alterações pré-cancerosas causadas por uma infecção por HPV talvez precisem de tratamentos adicionais.
Jovens e meninas entre 9 e 26 anos devem ser vacinadas contra o HPV. evitar esse tipo de infecção mantendo um relacionamento sexual com um parceiro único que você sabe não ter doenças.
Os preservativos masculinos ou femininos não oferecem proteção total porque o vírus ou as verrugas podem estar na pele. Mesmo assim, as camisinhas reduzem o risco e ainda devem ser usadas. O HPV pode ser transmitido mesmo quando não existem verrugas visíveis ou outros sintomas. Pare de fumar.
Duas vacinas que previnem a infecção de quatro cepas de HPV responsáveis pela maioria dos casos de câncer de colo do útero nas mulheres estão disponíveis no mercado. A vacina é administrada como uma série de três injeções. Ela é recomendada para meninas e mulheres entre 9 e 26 anos. Hepatite B Agente Etiológico Sintomas Tratamento Profilaxia hepatite B é a irritação e inchaço (inflamação) do fígado devido à infecção pelo vírus da hepatite B (HBV). Após serem infectadas, seus sintomas podem demorar até 6 meses para aparecerem. Os primeiros sintomas podem ser:
Perda de apetite
Fadiga
Febre baixa
Dores nos músculos e articulações
Náuseas e vômitos
Pele amarelada e urina escurecida por causa da icterícia
Pessoas com hepatite crônica podem não apresentar sintomas, mesmo se o fígado estiver sendo gradualmente danificado. Ao longo do tempo, algumas pessoas podem apresentar sintomas de lesão hepática crônica e cirrose do fígado. A hepatite aguda não precisa de outro tratamento além do monitoramento cuidadoso do fígado e de outras funções do corpo com exames de sangue. O paciente precisa descansar bastante, beber muito líquido e se alimentar de forma saudável.
Raramente se desenvolve insuficiência hepática, mas se for o caso, talvez seja necessário fazer transplante de fígado.
O transplante serve para tratar graves lesões no fígado causadas pela hepatite B crônica. Alguns pacientes com hepatite crônica podem ser tratados com medicamentos antivirais ou com um medicamento chamado interferon peguilado. Esses medicamentos conseguem reduzir ou eliminar a hepatite B do sangue e reduzir o risco de cirrose e câncer no fígado. Hábitos para prevenir a transmissão da hepatite B:
Evite o contato sexual com uma pessoa que tenha hepatite B aguda ou crônica.
Use preservativo e pratique sexo seguro.
Evite utilizar objetos pessoais de outros, tais como lâminas de barbear ou escovas de dente.
Não compartilhe seringas de drogas ou instrumentos de outras drogas (como canudos para cheirar drogas).
Limpe manchas de sangue com uma solução contendo 1 porção de alvejante para 10 de água.
O vírus da hepatite B (e o da hepatite C) não pode ser transmitido pelo contato casual, como mãos dadas, partilha de talheres ou copos, amamentação, beijo, abraço, tosse ou espirro. vírus da herpes simples tipo 1 (HSV-1)é normalmente associado a infecções dos lábios, da boca e da face O vírus da herpes simples 2 (HSV-2) é normalmente transmitido sexualmente. Tratamento Agente Etiológico Profilaxia História Sintomas Herpes Genital Aftas ou úlceras geralmente na boca, nos lábios e nas gengivas, ou nas genitais
Nódulos linfáticos aumentados no pescoço ou na virilha (geralmente somente no momento inicial da infecção)
Herpes de boca
Febre-- especialmente durante o primeiro episódio
Lesões genitais -- podem começar com uma sensação de queimação ou formigamento Pessoas que têm surtos graves ou prolongados (principalmente se for o primeiro episódio), que têm problemas no sistema imunológico ou aquelas que têm recorrência frequente se beneficiam de medicamentos antivirais, como aciclovir (Zovirax), famciclovir (Famvir) e valaciclovir (Valtrex). Pacientes com recorrências graves ou frequentes de herpes oral ou genital podem optar por continuar com os medicamentos antivirais para reduzir a frequência e a gravidade dessas recorrências. É difícil de prevenir a infecção de HSV, pois o vírus pode ser espalhado mesmo por pessoas que não apresentam sintomas de um surto ativo. Evitar contato direto com uma lesão aberta reduz o risco de infecção. Herpes terapia antiviral começou no início dos anos 1960 com o uso experimental de medicamentos que interferem com a replicação viral chamada ácido desoxirribonucléico (DNA) inibidores. O uso original era contra a doença normalmente fatal ou disabilitating como a encefalite adulto, ceratite, em imunocomprometidos (transplantados) pacientes, ou disseminada herpes zoster. Os compostos originais utilizados foram de 5-iodo-2'-deoxiuridina, AKA idoxuridina, IUdR, ou (UDI) e 1--D-arabinofuranosylcytosine ou ara-C, mais tarde, comercializado sob o nome ou cytosar cytorabine. O uso expandido para incluir o tratamento tópico de herpes simplex, herpes zoster e varicela Grande parte do herpes histeria e estigma em torno deriva de uma campanha de mídia início no final dos anos 1970 e pico no início dos anos 1980. Havia vários artigos redigidos com medo de fautor e provocam ansiedade terminologia, como o agora onipresente "ataques", "surtos", "vítimas" e "sofredores". Em um ponto o termo "herpética" mesmo entrou no léxico popular. Os artigos foram publicados pela Readers Digest, notícias dos EUA, e da revista Time, entre outros. Houve até um filme feito para TV chamado "Agonia Íntimo". O pico foi quando a revista Time tinha "Herpes: A Nova carta Scarlet 'na capa em agosto de 1982, sempre estigmatizar a palavra na mente do público. A maior parte desta não é apoiada pela realidade científica, o que é que a maioria das pessoas é assintomática, o vírus não causa problemas de saúde reais para uma grande maioria das pessoas, e uma grande maioria da população da Terra realiza HSV-1, 2, ou ambos . Agente Etiólogico Sintomas Profilaxia Tratamentos Poxvírus As lesões são assintomáticas. Se inflamadas ou irritadas podem desencadear ardência ou coceira.
Nas crianças em geral são afetados o tronco, extremidades (braços, mãos, pernas e pés) e rosto - áreas mais expostas.
Nos adultos em geral a área genital é a mais afetada.
As lesões são arredondadas, elevadas, firmes, brilhantes, da cor da pele, roxas ou acastanhadas e com uma depressão central característica.
Medem de 2 a 5 mm, mas podem ser maiores. O espalhamento é por auto-inoculação (de uma lesão para outra), podendo chegar a um número abundante de lesões. O tratamento de escolha é a remoção das lesões por curetagem (realizada por médico). Também ocorre involução espontânea das lesões, sem deixar sequelas, após 6 meses a 2 anos do seu início.
O tratamento não é realmente necessário, porém se o paciente quiser podem ser removidas por curetagem ou com nitrogénio liquido ou iodeto. O tratamento geralmente é fácil e rápido, contudo isso depende do organismo de cada paciente. Um tratamento alternativo pode ser feito utilizando-se pomadas, cremes e sabonetes à base de Calendula.
Outro tratamento alternativo é feito com óleo essencial de Tea Tree, conhecido também como Melaleuca. Evitar contato físico com pessoas infectadas. Pode ser transmitido através de contato sexual. Pode, também, ser transmitido pela luta corpo a corpo ou por objetos como toalhas, sendo comum em crianças e em jovens Mononucleose Infecciosa Profilaxia História Tratamento Sintomas Linfócitos atípicos. Ocorrem geralmente em processos infecciosos por vírus. O vírus Epstein-Barr que causa a mononucleose infecciosa induz a formação de linfócitos atípicos com morfologias variáveis. Nessa foto há apenas um linfócito normal (L) e outros três atípicos. Um desses atípicos tem sido denominado por imunologistas por imunoblasto (IB). Na verdade trata-se de um macrófago circulante ou célula apresentadora de antígeno. -feito com repouso relativo por cerca de 3 semanas; quando há um comprometimento hepático grave, deve-se tratar como se fosse uma hepatite viral aguda por, aproximadamente, dois meses; em certas situações pode ser feito o uso de corticóides; quando houver a ruptura do baço, deve ser realizada uma cirurgia pra removê-lo. Não é recomendado o uso de antibióticos quando não há uma infecção bacteriana secundária. Realizam-se também outras medidas terapêuticas visando reduzir a imunossupressão. -Não existe cura ou vacina para a mononucleose infecciosa; a doença é autorresolutiva. O tratamento se resume em repouso, reforço das defesas orgânicas e medicações sintomáticas (analgésicos e antipiréticos). Como não há vacina contra a mononucleose infecciosa, não há como prevenir a doença. É aconselhável que as pessoas não tenham vários parceiros de beijos, como costuma acontecer nas “baladas” atuais de jovens. Foi em 1889, que Pfeiffer estudou e registrou a doença como febre glandular. Bibliografia: Aids. Disponível em: <http://www.brasilescola.com/doencas/aids.htm> Acessado em 25 de março de 2013
Aids. Disponível em: <http://www.aids.gov.br/> Acessado em 25 de março de 2013
Hepatite B. Disponível em: <http://www.minhavida.com.br/saude/temas/hepatite-b> Acessado em 25 de março de 2013
Verruga Genital. Disponível em: <http://verrugagenital.com/> Acessado em 25 de março de 2013
Molusco Contagioso. Disponível em: <http://www.drcaiorosahumaire.com/dermatologia-clinica-/molusco-contagioso/> Acessado em 25 de março de 2013
Mononucleose Infecciosa. Disponível em: <http://www.infoescola.com/doencas/mononucleose-infecciosa/> Acessado em 25 de março de 2013
Herpes Simples. Disponível em: <http://drauziovarella.com.br/sexualidade/herpes-simples/> Acessado em 25 de março de 2013 Conclusão Existem várias DST causada por vírus,
mas elas não se limitam a somente causada por vírus. Existem outros agentes etiológicos como bactéria e fungos.
Todas as DST tem consequências danosas física no corpo humano, o que faz ser importante evitar-las.
A regra é evitar o máximo o possível de contato corporal e o uso de preservativos em relações sexuais.
Colégio Nossa Senhora do Carmo
Teresópolis, 25 de março de 2013
Professor: Marcelo Pellegrino
Aluna: Rosana Su Wu
Matéria: Biologia
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