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Crescimento e Desenvolvimento Economico

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Guilherme Elias Rosa

on 19 March 2015

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Transcript of Crescimento e Desenvolvimento Economico

Crescimento e Desenvolvimento Economico
Muitas vezes se confundem os termos crescimento e desenvolvimento econômico ou tratam como se fossem sinônimos. No entanto, cabe destacar essa distinção entre ambos os conceitos.

Segundo Siedenberg (2006), crescimento é um processo de mudanças de caráter predominantemente quantitativo, significando aumento em dimensão, volume e/ou quantidade.
Nessa mesma linha de raciocínio, considera-se o crescimento econômico como o aumento da capacidade produtiva e da produção de uma economia, em determinado período de tempo. Normalmente é medido pela variação do PNB ou do PIB
De acordo com Vasconcellos (2000), crescimento econômico é o crescimento contínuo da renda per capita ao longo do tempo.
Nem todo crescimento econômico é benéfico à economia, pois pode estar ocorrendo transferência de excedentes para outros países ou pode estar sendo apropriado apenas por poucas pessoas ou grupos sociais.
Quando o crescimento econômico é relacionado com a população, é necessário que a variação do crescimento econômico seja superior à variação do crescimento demográfico.
Se o crescimento econômico é resultado das mudanças de estruturas e melhoria de indicadores econômicos e sociais, é tratado como desenvolvimento econômico Siedenberg (2006).
É um processo de mudanças sociais e econômicas que ocorrem numa determinada região.
Para Vasconcellos (2000), é um conceito mais qualitativo , incluindo as alterações da composição do produto e a alocação dos recursos, de forma a melhorar os indicadores de bem-estar econômico e social.
Na América Latina, os níveis de renda médios são semelhantes aos níveis de renda dos americanos do século passado, e na Ásia e na África, as rendas per capita são ainda menores, com enormes disparidades na distribuição de renda interna.
Pequena parcela vivendo realmente muito bem, e a maioria bem abaixo do nível de renda médio.
Classificação das fontes de crescimento para analisar as diferenças de desenvolvimento econômico a partir dos elementos que constituem a função de produção agregada do país.
O crescimento da produção e da renda decorre de variações na quantidade e na qualidade de dois insumos básicos: capital e mão-de-obra
As fontes de crescimento são:
a) aumento na força de trabalho, ;
b) aumento do estoque de capital, ou da capacidade produtiva;
c) melhoria na qualidade da mão-de-obra;
d) melhoria tecnológica;
e) melhor eficiência organizacional .

O desenvolvimento é de efeitos amplos, atinge a estrutura social, política e econômica, é elevação do padrão de vida da coletividade.
Não pode ser analisado por meio do crescimento do produto real ou per capita. deve ser complementado por indicadores que representem a melhoria da qualidade de vida, a elevação das condições de saúde, nutrição, higiene, moradia e outras variáveis sociais.
1. Coeficiente de Gini
Criado pelo matemático italiano Corrado Gini.
Parâmetro internacional usado para medir a desigualdade de distribuição de renda.

Coeficiente Gini 2014
Varia entre 0 e 1, quanto mais próximo do zero menor é a desigualdade de renda num país, melhor distribuição de renda.
Em 2013 no Brasil era de 0,495, apesar dos avanços econômicos dos últimos anos, ainda temos uma alta concentração de renda, mas há de se destacar uma melhora, já que em 2008 era de 0,544.
Alguns indicadores ajudam na compreensão entre o crescimento quantitativo e qualitativo.
2. Índice de desenvolvimento humano (IDH)
Incorpora aspectos de relevância para o bem-estar: vida longa e saudável, conhecimento e padrão de vida digno.
Na sua composição cada um desses aspectos é representado por uma variável específica e mensurável: expectativa de vida ao nascer (longevidade),nível de instrução (nível educacional) e nível de renda (nível de vida).
Para o cálculo desse índice usa-se a metodologia a seguir:

• A longevidade é medida pela esperança de vida ao nascer;

• O nível educacional é medido por uma combinação da alfabetização adulta (ponderado de 2/3) com a taxa de escolaridade combinada do primário, secundário e superior (ponderaçãode 1/3);

• Nível de vida é medido pelo PIBreal per capita, em dólares internacionais de Paridade do Poder de Compra (PPC)
A série histórica do IDH para o Brasil entre 1980 e 2011, o valor do IDH subiu 31%, de 0,549 para 0,718.
Este desempenho foi puxado pelo aumento na expectativa de vida, 11 anos, na média de anos de escolaridade, 4,6 anos a mais, e também pela renda nacional bruta (RNB) per capita, quase 40% a mais.
3. Indice de Pobreza Humana (IPH)
Criado pela ONU em 1997, serve como indicador da taxa de pobreza a partir de três dimensões base:
a) Curta duração da vida;
b) Falta de educação elementar;
c) Falta de acesso aos recursos públicos e privados.

2011

4. Índice de Desenvolvimento Humano Ajustado à Desigualdade (IDHAD)

O IDH é uma medida média, por isso mascara a desigualdade na distribuição do desenvolvimento humano entre a população.
O IDH 2010 introduziu o IDH Ajustado à Desigualdade (IDHAD), que leva em consideração a desigualdade em todas as três dimensões do IDH.
O IDH tradicional pode ser visto como um índice de desenvolvimento humano “potencial” e o IDHAD como um índice do desenvolvimento humano “real".
O IDH do Brasil para 2011 é 0,718, descontada a desigualdade do valor, o IDH cai para 0,519, uma perda de 27,7%.
O cidadão brasileiro médio teria quase 30% de risco de não conseguir alcançar o desenvolvimento humano potencial que o país tem para lhe oferecer
o Brasil se insere em um contexto semelhante ao da América Latina, a desigualdade, em especial de renda, faz parte de um histórico que representa um grande obstáculo para o desenvolvimento humano.
A saúde reprodutiva é medida pelas taxas de mortalidade materna e de fertilidade entre as adolescentes;;
A autonomia é medida pela proporção de assentos parlamentares e a obtenção de educação secundária ou superior;
A atividade econômica é medida pela taxa de participação no mercado de trabalho
O IDG substitui os anteriores: Índice de Desenvolvimento relacionado ao Gênero e Índice de Autonomia de Gênero. Ele mostra a perda no desenvolvimento humano devido à desigualdadenas três dimensões do IDG.
O Brasil tem um valor de IDG de 0,449, posição 80 de 146 em 2011, Mulheres representam 9,6% dos assentos parlamentares e 48,8% têm nível de educação secundário ou superior, em comparação com 46,3% dos homens.
Para cada 100.000 nascidos vivos, 58 mulheres morrem, e a taxa de fertilidade entre as adolescentes é de 75,6 nascimentos por 1000 nascidos vivos.
A participação feminina no mercado de trabalho é de 60,1%, em comparação com 81,9% para os homens.
1. Produto Interno Bruto (PIB)
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