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Untitled Prezi

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Andrea Mussi

on 13 October 2014

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OS PADRÕES DE AMPLIAÇÃO ESPONTÂNEA DE HABITAÇÕES DE INTERESSE SOCIAL EM PORTO ALEGRE, RS, E REGIÃO METROPOLITANA
Defesa de Tese
Andréa Quadrado Mussi
Autora

Prof. Dr. Benamy Turkienicz
Orientador
Motivação
Dificuldades
Objetivos
Hipótese
Referências
Materiais e Método
Resultados
Conclusões
Desdobramentos Futuros
Motivação
Justificativas do projeto da moradia sem previsão de expansão
falta de conhecimento acerca das necessidades e perfil do morador (BENEVENTE, 2002);
padronização de soluções espaciais;
falta de retroalimentação do conhecimento aprendido sobre habitação na prática projetual;
as famílias, em muitos casos, possuíem renda compatível apenas para o programa de construção mínima totalmente financiado;
urgência da execução da obra, em que as famílias precisam optar pelo projeto de construção mínima, a fim de não perder o direito ao lote disponibilizado por órgãos públicos (KOWALTOWSKI, 2003).
O projeto da moradia sem previsão de expansão acaba gerando diferentes problemas quando da ampliação efetiva

as alterações pouco melhoram o nível de conforto dos moradores;
desperdício de materiais e aumento do tempo de construção;
soluções espaciais inapropriadas e/ou adequações irregulares;
compartimentos subdimensionados ou superdimensionados.

Déficit habitacional brasileiro elevado;

PMCMV - habitações de 2 dormitórios próximas da área mínima que a CAIXA indica 36m², devendo prever ampliação;

Motivação para ampliação da HIS
grande número de HIS com dimensões mínimas insuficientes quanto ao dimensionamento de cada compartimento, seja com um programa de necessidades básico completo (quanto à lista funcional de compartimentos) e de acordo com o tamanho da família moradora, ou com um programa de necessidades incompleto (lista funcional incompleta)

falta de flexibilidade interna que adeque a HIS às mudanças da família ao longo do tempo
Dificuldades
falta de análises de uso das HIS. As análises existentes nem sempre evidenciam as modificações pelas quais as edificações normalmente passam ao longo de sua vida (LARCHER, 2005; BRANDÃO, 2006);
falta de vínculo com a origem sociocultural dos usuários (meio rural ou de influências culturais/étnicas distintas). Ao invés do respeito a essas idiossincrasias, predomina a “universalização” de soluções genéricas de HIS, independente da região onde é executada (SZÜCS, 1998);
escassez de estudos, metodologias e ferramentas que abordem a configuração espacial que suporta a vida social doméstica, a participação do usuário e/ou a avaliação da expansibilidade em projetos de habitação (REIS, 2000; KOWALTOWSKI, 1995, 2003; LARCHER, 2005; BRANDÃO, 2006; PALERMO, 2007).

Objetivos
OBJETIVO GERAL
Descrever as transformações de unidades amostrais (Grupo RS) de HIS unifamiliar de dois dormitórios em Porto Alegre - RS, e Região Metropolitana, na busca de padrões de relações espaciais de ampliação espontâneas executadas pelos usuários destas HIS, que permitam, pelo método adotado de análise, serem comparados com projetos de HIS efetuados por um determinado grupo de autores (Grupo Unidades-Exemplo).

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
1. Ordenar os mecanismos utilizados para adaptar através de transformações, principalmente ampliações, uma necessidade do usuário por um determinado programa à construção preexistente de HIS pertencente a uma determinada amostra (definida como Grupo RS) e apresentá-los por meio da inferência de regras espaciais e de configuração dos espaços entre si;
2. Descrever as ampliações espontâneas de HIS mínima em grupo de unidades amostrais localizadas no RS;
3. Aferir se o projeto de um grupo de autores (denominado Grupo Unidades-Exemplo) foram eficazes em contemplar o conhecimento sobre as expansões observadas no estudo das ampliações espontâneas (denominado Grupo RS);
4. Contribuir para que os projetistas reconheçam os padrões espaciais e funcionais de ampliação da HIS mínima e, assim, possam extrair ações para qualificar seus projetos, sejam esses de habitações novas ou de melhorias das construções habitacionais existentes.

Referências
Referencial teórico foi dividido em Teorias de Desempenho e Teorias da Competência (baseado em RUWET e CHOMSKY, 1979, KRÜGER, 1986)

A) Analogias substantivas baseadas em Teorias de Desempenho:

Parâmetros de projeto obtidos por inquérito de satisfação dos usuários e levantamento físico

Parâmetros de projeto a partir de estudos existentes. Subdivididos em:
Tipologias de Edifícios: Habitação Evolutiva – Princípio e critérios de projectos, dos estudos de Nuno Portas, 1971, no LNEC – Laboratório Nacional de Engenharia Civil em Portugal;
Habitação Evolutiva e Adaptável das pesquisas de António Coelho e António Cabrita, 2003, no LNEC – Laboratório Nacional de Engenharia Civil em Portugal;
Propostas Projetuais para Habitação Evolutiva;
Modelo de Plantas Baixas de HIS com implementação informática: AUTOMET e TITAM, de Kowaltowski et al. (1995, 2003);
Manual - Habitação Social Evolutiva: Aspectos Construtivos, Diretrizes para Projetos e Proposição de Arranjos Espaciais Flexíveis, de Douglas Brandão (2006);

B) Analogias formais baseadas em Teorias de Competência:
Flemming (1986), Duarte (2001, 2007) e, Eloy e Duarte (2011).
KOWALTOWSKI e PINA, 1995
64 casas autoconstruídas distribuídas em 5 bairros, e 95 casas de 3 conjuntos habitacionais, em Campinas-SP.
SZÜCS, 1998
125 casas térreas em três conjuntos habitacionais da Grande Florianópolis e estabelece diretrizes de projeto.
REIS e LAY, 2002
374 unidades de HIS em 12 conjuntos caracterizados por blocos de apartamentos, sobrados e casas, localizadas na Região Metropolitana de Porto Alegre-RS ocupados nas décadas de 1980 e 1990.
FISCHER e SANTOS, 2003
Estabelecem diretrizes gerais e por compartimentos para favorecer a expansão de HIS, apoiados em estudo de conjuntos habitacionais em Curitiba, totalizando 406 unidades térreas, variando de 20 a 70m² de área útil cada.
Outros Estudos: BOLZAN e MATIELLO, 2003; BITTENCOURT, 2006; SPANNENBERG e SILVEIRA, 2006; SZÜCS e SUCKEL, 2006; MIRON, 2008.
Parâmetros de projeto obtidos por inquérito de satisfação dos usuários e levantamento físico
Tipologias de Edifícios: Habitação Evolutiva – Princípio e critérios de projectos, dos estudos de Nuno Portas, 1971, no LNEC – Laboratório Nacional de Engenharia Civil em Portugal
Parâmetros de projeto a partir de estudos existentes. Subdivididos em:
Habitação Evolutiva e Adaptável das pesquisas de António Coelho e António Cabrita, 2003, no LNEC – Laboratório Nacional de Engenharia Civil em Portugal
Modelo de Plantas Baixas de HIS com implementação informática: AUTOMET e TITAM, de Kowaltowski et al. (1995, 2003)
Manual - Habitação Social Evolutiva: Aspectos Construtivos, Diretrizes para Projetos e Proposição de Arranjos Espaciais Flexíveis, de Douglas Brandão (2006)
Flemming (1986) aplica o método de Gramática da Forma para descrever o estilo Queen Anne House
Duarte (2001) Personalização em série : gramática discursiva a partir das 35 combinações de habitações propostas por Alvaro Siza para Malagueira, Évora, Portugal
Eloy e Duarte (2011) usaram gramáticas descritivas, gramáticas da forma, e sintaxe espacial como ferramentas para identificar e definir os princípios e regras que estão por trás da adaptação de casas existentes para novas necessidades, em Lisboa, Portugal.
Materiais e Método
CS1
CS2
CS3
CS4
CS5
CS6
CS7
CS8
MATERIAIS
Conjuntos Habitacionais da Região Metropolitana de Porto Alegre, RS

Grupo RS
29 unidades de HIS implantadas em fita no lote
66 unidades de HIS implantadas isoladas no lote

Grupo Unidades-Exemplo
Projetos de HIS de Kowaltowski e Pina (1995), Brandão (2006) e Palermo (2009)
GA1
GA2
GA4
GA3
Grupo de Teste:

29 unidades de HIS implantadas em fita no lote
Grupo de Teste:

66 unidades de HIS implantadas isoladas no lote
Grupo Unidades-Exemplo
Projetos de HIS
Palermo (2009)
Kowaltowski e Pina (1995)
Brandão (2006)
Fonte: Brandão (2006, p. 89).Projeto original do Protótipo I do Projeto Moradia desenvolvido por Luciane Durante e João Sanches, com opções A, B e C desenvolvidas por Brandão.
Fonte: Brandão, 2006, p. 90.Figura 2.19 – Projeto nº XIV elaborado por Brandão (2006), com propostas A, B e C.
Fonte: Palermo, 2009, p. 85.Planta baixa de casa do acervo da COHAB com leiaute presumido.
Fonte: Palermo, 2009, p. 87.Planta baixa da casa do acervo da COHAB com ajuste.
CA7S-T
CA8ST
CA8-T
CA10-T
PARAMETRIZAÇÃO
GRUPO RS: HIS IMPLANTADA EM FITA NO LOTE
GRAMÁTICA DA FORMA

REGRAS DE AMPLIAÇÃO DO EMBRIÃO
11 regras
As regras 3 e 7 se subdividem em mais duas
Total 13 regras
GRUPO RS: HIS IMPLANTADA ISOLADA NO LOTE
GRAMÁTICA DA FORMA

REGRAS DE AMPLIAÇÃO DO EMBRIÃO
9 regras
As regras 3, 4 e 5 se subdividem em mais duas
Total 15 regras

Incidência de transformações dos compartimentos cozinha, sala de estar e dormitórios
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES
Estudo de Kowaltowski e Pina (1995)
Ampliação por meio da inclusão de novo compartimento adjacente a habitação inicial, com função de dormitório e/ou sala (quando não possui no embrião original essa função);
Sem modificação da cozinha. Áreas são próximas ao grupo de teste.
Estudo de Brandão (2006) e Palermo (2009)
se aproximam dos valores menores de medianas de área útil que alguns conjuntos habitacionais do grupo de teste possuem nas funções: cozinha, dormitórios e sala de estar.
Estudo de Brandão (2006)
geralmente inclui:
Novo compartimento adjacente à habitação inicial, com a função na maioria das alternativas de dormitório ou sala;
Quando muda a sala de localização, agregando um novo espaço, faz com o que o compartimento existente se transforme em copa, ocorrendo assim uma ampliação da cozinha por modificação interna.
Estudo de Palermo (2009)
Redistribui áreas e adapta o formato da cozinha no projeto ajustado da COHAB, com área inferior a mediana do grupo de teste mas:
é possível ampliá-la em direção ao recuo de fundos.

SINTAXE ESPACIAL - Comparativo entre os conjuntos habitacionais Costa e Silva e Guajuviras do Grupo RS:
A cozinha é complementar da sala de estar na organização dos espaços. Na amostra do conjunto habitacional Costa e Silva a diferença entre a integração da sala de estar (0,27) e da cozinha (0,85) era de mais de 200%.
Após ampliação a diferença baixou para menos de 100% entre os dois compartimentos (sala de estar com 0,60 e cozinha com 1,12).
O que indica uma tendência de equilíbrio entre os dois compartimentos, quanto à integração no sistema.

A cozinha e a garagem são complementares da sala de estar na organização dos espaços.
Na amostra do conjunto habitacional Guajuviras a diferença entre a integração da sala de estar (tipo GA: 0,58 e tipo GB: 0,75) e da cozinha (tipo GA: 0,95 e tipo GB: 1,49) era de 29% em GA e de 56% em GB.
Após ampliação a diferença baixou para 3% entre os dois compartimentos (sala de estar com 0,96 e cozinha com 0,93), como pode ser observado na Tabela 3.25. O que indica uma tendência de equilíbrio entre os dois compartimentos, quanto à integração no sistema.
O valor de controle da garagem com 1,53, é maior que o valor da cozinha e da sala de estar.

Grupo Unidades-Exemplo
Regra 1 (três ocorrências)
Regra 2 (três ocorrências)
Grupo RS

Regra 3 (32 ocorrências)
Regra 2 (22 ocorrências)
Regra 1 (16 ocorrências)

CONCLUSÕES
a utilização de Gramática da Forma e Sintaxe Espacial descreveu a estrutura espacial das HIS transformadas no grupo RS, sem vínculo a uma expressão arquitetônica, possibilitando a aferição de semelhanças e diferenças espaciais entre unidades arquitetônicas com o mesmo programa, mas constituídas em terrenos com diferentes configurações, dimensões e localização.;

os modelos de Gramática da Forma e Sintaxe Espacial, combinados com o tratamento estatístico de parâmetros dimensionais, mostraram que há semelhanças entre os grupos considerados. As soluções e recomendações propostas pelo Grupos Unidades-Exemplo são consistentes com as transformações observadas nas HIS do Grupo RS. A coincidência diz respeito à: (i) importância, aferida pelas medidas sintáticas de valor de controle e integração, da cozinha (HIS em fita no lote) e da garagem (HIS isolada no lote) na articulação de todos os espaços, principalmente pós-ampliação, substituindo a hierarquia exercida antes da HIS ampliada pela sala de estar; (ii) coincidência das áreas úteis observadas dos compartimentos ampliados; (iii) operação de ampliação da cozinha no Grupo RS, com a maior incidência sendo translação com escala; e, a segunda, extensão da mesma, compatíveis com as operações possibilitadas pelo projeto de Palermo (2009), do Grupos Unidades-Exemplo, em sua solução de projeto, onde a cozinha pode ser estendida ou sofrer translação com escala ao longo do tempo; (iv) operação de ampliação da sala de estar, uma vez que no Grupo RS a maior incidência é a translação com escala igual à operação possibilitada pelos projetos de Brandão (2006) do Grupo Unidades-Exemplo.

DESDOBRAMENTOS FUTUROS
(i)As regras inferidas poderiam ser aplicáveis genericamente a novos projetos de HIS evolutiva e a projetos de adaptação de HIS que foram construídas sem a previsão de evolução;

(ii)Comparar os resultados obtidos dos estudos da Região Metropolitana de Porto Alegre com mais estudos sobre HIS evolutiva em outras regiões do Brasil;

(iii)Considerando a simplicidade funcional da HIS e da quantidade pequena de regras de ampliação reconhecidas, a automatização do processo de ampliação da HIS mínima seria facilitada, mediante implantação informática e incorporando a parametrização das medidas. ;

(iv)Incorporar regras inferidas de projetos originalmente planejados para ampliar ao longo do tempo. Buscar a unificação das regras de ampliações espontâneas (expertise dos usuários) com as de projetos planejados com este fim (expertise dos projetistas);

(v)Estudar as estratégias levantadas de produção habitacional brasileira com o valor do uso do solo;

(vi) Aprimorar os estudos sobre quais hipóteses de produção habitacional seriam uma estratégia mais adequada à política habitacional atual no Brasil.

A.Projetos sem previsão de evolução (HIS mínima):
1.
Estratégia 1
- Projetos de HIS completa de dois dormitórios com as dimensões mínimas exigidas pela CAIXA, sem previsão de evolução, permitindo, geralmente por meio da implantação da HIS isolada no lote, a ampliação espontânea;
2.
Estratégia 2
– Projetos com controle da ampliação pelo projeto do conjunto de habitações;
B.Projetos com previsão de evolução (HIS evolutiva):
3.
Estratégia 3
- Adotam a elaboração de casa de 2 dormitórios com as dimensões confortáveis para cada compartimento, aumentando a área total construída inicial. Nesta lógica, a ampliação com novos compartimentos serve para expandir o programa de necessidades básicas ou aumentar o número de exemplares de determinada função existente, como um terceiro dormitório;
5.
Estratégia 5
– Igual à estratégia 4, mas com mais variantes nas modificações e ampliações dos compartimentos.
4.
Estratégia 4
- Quando permitem ampliações pelo planejamento prévio no projeto da casa original, geralmente preveem um espaço para um novo compartimento, em geral que comporte a função de um terceiro dormitório.
Fonte: RODRIGUES, 2001.
Projetos AUTOMET (Kowaltowski e Pina, 1995) C7S-T e CA8-T, com respectivo projeto mínimo (hachurado).
Fonte: ELEMENTAL, 2014.
Foto de projeto executado de HIS em Iquique, Chile
Fonte: CAIXA, 2011
Estratégias de produção habitacional
União
Extensão
Translação com Escala
Acréscimo de compartimento com a mesma função
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Programa de Pesquisa e Pós-Graduação em Arquitetura
Reassentamento da antiga "Vila Chocolatão" em Porto Alegre.
CONCLUSÕES
(i) Há uma tendência à universalização das dimensões encontradas pós-ampliação no Grupo RS e as quais são condizentes com as empregadas nos projetos do Grupo Unidades-Exemplo, composto por habitações elaboradas a partir de estudos em outras regiões do Brasil, além do Rio Grande do Sul;

(ii) Entre a amostra do Grupo Unidades-Exemplo, os projetos de Kowaltowski e Pina (1995) são os que mais se aproximam das medianas de área útil de todos os conjuntos habitacionais do Grupo RS, em relação às funções: cozinha, dormitórios e sala de estar. Considerando que as áreas implantadas nos projeto do AUTOMET foram baseadas em pesquisas de alterações realizadas em conjuntos habitacionais de Campinas, SP, pode se observar uma tendência à universalização dos dados de área dos compartimentos ampliados dessa região com as dimensões verificadas nos conjuntos habitacionais do Grupo RS, composto por conjuntos habitacionais de Porto Alegre, RS, e Região Metropolitana.

(iii) Os projetos do Grupo Unidades-Exemplo possuem estratégias diferentes para suprir as preferências dimensionais observadas nas HIS do Grupo RS. Os projetos de Brandão (2006) e Palermo (2009) são os que possuem potencial para que posteriormente a HIS amplie progressivamente; enquanto que os projetos de Kowaltowski e Pina (1995) lançam a estratégia de suprir a demanda de área observada nas HIS do Grupo RS. Além disso, esses projetos superam a área construída das HIS transformadas, que já passaram por diversos estágios de ampliação ao longo de sua utilização.

HIPÓTESE
Através da combinação dos dados originados em sistemas descritivos da Sintaxe Espacial (aferindo a hierarquia dos espaços) com os dados da Gramática da Forma (aferindo contiguidades, relações e formato dos espaços) seria possível extrair princípios generativos das expansões de HIS e, consequentemente, comparar formas espontâneas de HIS. Para tanto foram estudadas HIS ampliadas em Porto Alegre/RS e sua Região Metropolitana (grupo RS) e as ampliações comparadas com unidades exemplo de HIS caracterizados por Kowaltowski e Pina (1995), Brandão (2006) e Palermo (2009) pertencentes a Estrategia 5.
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