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Planejamento e Organização da FH

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by

Gabriella Magalhães

on 17 August 2017

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Transcript of Planejamento e Organização da FH

Organização
Etapa I
Etapa II
Etapas 3 e 4
Planejamento e Organização da Farmácia Hospitalar
Objetivos da Farmácia Hospitalar
Garantir o abastecimento, dispensação, acesso, controle, rastreabilidade e uso racional de medicamentos e de outras tecnologias em saúde;

Assegurar o desenvolvimento de práticas clínico-assistenciais que permitam monitorar a utilização de medicamentos e outras tecnologias em saúde;

Otimizar a relação entre custo, benefício e risco das tecnologias e processos assistenciais; desenvolver ações de assistência farmacêutica, articuladas e sincronizadas com as diretrizes institucionais;

Participar ativamente do aperfeiçoamento contínuo das práticas da equipe de saúde;
Conceitos de Farmácia Hospitalar
FATORES QUE DETERMINAM AS DIMENSÕES DE UM S. F. H :
Tipo de hospital
– Funções que desempenha
– Número de leitos
– Localização geográfica
– Técnicas que emprega
– Sistemas de gestão
- Serviços prestados
EQUIPAMENTOS BÁSICOS
DO SERVIÇO DE FARMÁCIA
LOCALIZAÇÃO
Fácil acesso,tanto para as comunicações externas como as internas do hospital.
– Fácil comunicação externa,que permita uma cômoda recepção dos medicamentos.
– Fácil comunicação interna, que permita a distribução dos medicamentos (stocks o carros de medicamentos) as unidades de enfermaria.
– Proximidade com os sistemas de circulação vertical: elevadores e montacargas.
– É aconselhável que todas as áreas do Serviço de Farmácia, incluidos a CAF, estejam localizados em uma mesma zona.
Tipo de hospital de que se trata:
- Hospital geral.
- Hospital especializado.
- Centro de saúde.
– Organograma do hospital.
Número e classe de serviços
– Número de leitos
– Sistema de informática do hospital.


– Objetivos e funções do serviço de farmácia
– Áreas de trabalhos
– Tipos de trabalhos nestas áreas
– Pessoal das áreas de trabalhos
– Mobiliário e equipamentos das áreas
Análise da situação do próprio serviço de farmácia
Fazer análise da situação hospitalar em geral e em particular do
hospital em questão
Política de Saúde tendo em vista a legislação em farmácia
hospitalar;
– Conhecer as decisões estratégicas e operativas do hospital
– Organograma do hospital
– Números e classes de serviços e de leitos
– Projetos informáticos
– Visitar outros serviços de farmácia nacionais e/ou
internacionais
Comunicações externas
1980
1997
1973
1961
Fase Moderna
" A farmácia hospitalar é um órgão de abrangência assistêncial técnico-científica e administrativa, onde se desenvolvem atividades ligadas à produção, ao armazenamento, ao controle, à dispensação e a distribuição de medicamentos e correlatos às unidades hospitalares, bem como à orientação de pacientes internos e ambulatorias visando sempre a eficácia da terapêutica, além da redução dos custos, voltando-se, também, para o ensino e a pesquisa propiciando um vasto campo de aprimoramento profissional".
PORTO, 1985
Fase atual
Visão industrial
José Sylvio Cimino
"É a unidade tecnicamente aparelhada para prover clínicas e demais serviços dos medicamentos e produtos afins que necessitam para o norma funcionamento."
" o serviço de farmácia nos hospitais constitui um dos seus departamentos mais importantes. É uma atividade que adquiriu especial significado em virtude de ser fator de alta cooperaçãp no equilibrio do orçamento hospitalar, contribuindo de modo decisivo na diminuição do custo do leito/dia."

NOGUEIRA,1961

Circuito de comunicação
Comunicações internas
Organograma funcional é uma representação gráfica da estrutura organizacional de uma instituição, especificando seus órgãos, seus níveis hierárquicos e as principais relações formais entre eles (LACOMBE; HEILBORN, 2003).
Padrões mínimos SBRAFH
ÁREA DA CENTRAL
DE ABASTECIMENTO FARMACÊUTICO
Acesso independente ao serviço;
Zona diferenciada para recepção e controle de medicamentos recebidos;
Comunicação direta com as zonas de dispensação e gestão administrativa;
Dispor de meios para o controle ambiental
A superfície da C.A.F determina-se em função de:
Nº de leitos
Consumo de produtos volumosos
Localização geográfica
SUBÁREAS DA C.A.F
Especialidades farmacêuticas
Produtos de grande volume
Matérias primas
Material médico-hospitalar
C.A.F Especiais
Termolábeis
Psicotrópicos e entorpecentes
Inflamáveis
Radiofármacos
Medicamentos em ensaios clínicos

– Administração, compras e recepção
– Recepção de visitas e secretária
– Sala do chefe de serviço
– Sala dos farmacêuticos
A área de administração deve estar em direta comunicação com a C.A.F;
A entrada de pessoas no serviço deve estar canalizada com a secretaria do mesmo;
O chefe das seções devem ter uma sala de trabalho que pode ser
compartilhada com outros farmacêuticos.
ÁREA DE GESTÃO E ADMINISTRAÇÃO

ÁREA DE DISPENSAÇÃO
Esta área deve estar separada da zona de
recepção de visitas e pessoal do hospital .
Dispensação ambulatorial e Dispensação intra-hospitalar

DISPENSAÇÃO INTRA-HOSPITALAR
– Sala de espera
– Recepção de prescrição
– Sala da dispensação
– Preparação, registro de medicamentos
– Depósito de carros de transportes
DISPENSAÇÃO AMBULATORIAL
– Sala da dispensação
– Registro dos pacientes
– Sala para a educação do paciente
CENTRO DE INFORMAÇÕES DE MEDICAMENTOS
Superfície destinada a biblioteca
Fácil acesso as zonas de gestão e dispensação
Transformável em sala de reuniões com fins docentes
Fácil acesso aos sistemas de arquivo, comunicação intra e extra hospitalar e reposição de documentos.
ÁREA DE LABORATÓRIOS
03 TIPOS DE LABORATÓRIOS
– Farmacocinética
– Farmacotécnica
– Controle de Qualidade
A resolução RDC nº 50, de 21 de fevereiro de 2002, aprova o Regulamento Técnico destinado ao planejamento, programação, elaboração, avaliação e aprovação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde.
ÁREAS DE MEDICAMENTOS NAS
UNIDADES CLÍNICAS
Depósitos de soluções de grande volume;
Psicotrópicos;
Estantes para depósitos de medicamentos e material médico hospitalar;
Carro de parada;
Farmácias Satélites
Grandes Hospitais
Mal comunicação entre as áreas
Hospitais com vários edifícios
INSTALAÇÕES
– Eletricidade
– Sistemas de proteção

MOBILIÁRIO
– Estantes e módulos em U
– Mesas, cadeiras e bancadas
– Computadores e calculadoras
EQUIPAMENTOS
– Cabine de fluxo laminar
– Seladoras e envasadoras de líquidos
"unidade clínica administrativa e econômica, dirigida por profissional farmacêutico, ligada, hierarquicamente, à direção do hospital e integrada fucionalmente com as demais unidades de assistência ao paciente"
SBRAFH, 1997
ETAPA 3 Elaboração dos esquemas do serviço de farmácia e em
particular nas áreas de trabalho com especificação de mobiliário,
equipamentos, etc.

ETAPA 4 : Conseguir que o processo de planejamento se elabore
com os responsáveis técnicos e direção tanto administrativa, como
técnica do hospital.
ORGANIZAÇÃO
Definição de funções, trabalhos e ações do serviço de farmácia;
Eleição do pessoal adequado em função do trabalho a ser executado.
Aplicação de um conjunto de técnicas que conduzem a

obtenção de uma empresa estruturada.
ORGANIZAÇÃO GERAL
– Direção participativa dos objetivos
– Estabelecer as atividades especiais
– Tempos necessários
– Custos presumíveis
– Incentivos
Definir as funções e ações de cada área do serviço.


Instruções de Trabalho/POPs
Estabelecer horário de funcionamento de cada setor.
Estabelecer incentivos
Normas e Procedimentos que garanta e facilite o a trabalho a ser
realizado
Conclusão
Conhecer perfeitamente as funções do serviço de farmácia
Otimizar o máximo de conhecimentos e a obtenção de pessoal
necessário;
Igualdade da distribuição de trabalho;
Estabelecimento e avaliação de programas pilotos;
Estabelecer responsabilidades e mecanismos de informação dentro do serviço;
inter-relacionar as diferentes seções do serviço;
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