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AS POSTURAS DO CORPO

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by

Gutemberg De Albuquerque

on 24 April 2014

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Transcript of AS POSTURAS DO CORPO

AS POSTURAS DO CORPO
por José Aldazábal, SDB
"Para assegurar esta eficácia plena, é necessário, porém, que os fiéis
celebrem
a Liturgia com retidão de espírito,
unam a sua mente às palavras que pronunciam
, cooperem com a graça de Deus, não aconteça de a receberem em vão. Por conseguinte, devem os pastores de almas vigiar por que não só se observem, na ação litúrgica, as leis que regulam a celebração válida e lícita, mas também que os fiéis

participem nela consciente, ativa e frutuosamente.
"
SC n.11
"Deseja ardentemente a Mãe Igreja que
todos os fiéis sejam levados àquela
plena, consciente e ativa participação
das celebrações litúrgicas, que a própria natureza da liturgia exige e à qual, por força do batismo, o povo cristão, 'geração escolhida,sacerdócio régio, gente santa, povo de conquista' (1 Ped 2,9; cf.2,4-5), tem direito e obrigação"
SC n.14
Nos seminários e casas religiosas, adquiram os clérigos uma formação litúrgica da vida espiritual, mediante uma conveniente iniciação que lhes permitam
penetrar no sentido dos ritos sagrados e participar perfeitamente neles, mediante a celebração dos sagrados mistérios
, como também mediante outros exercícios de piedade penetrados do espírito da sagrada Liturgia.
Aprendam também a observar as leis litúrgicas, de modo que nos seminários e institutos religiosos a vida seja totalmente
impregnada de espírito litúrgico.
SC n.17
A participação do povo

"Para fomentar a participação ativa, promovam-se as aclamações dos fiéis, as respostas, a salmodia, as antífonas, os cânticos, bem como as
ações, gestos e atitudes corporais.
Não deve deixar de observar-se, a seu tempo, um silêncio sagrado."

SC n.30
Problematização
costumes "antigos" x "costumes novos" (tensão entre "progressistas" x "rigoristas");
atitudes de alguns que parecem dar pouca importância a várias posturas;
presidentes da celebração sem expressividade;
falta de catequese sobre as motivações da reforma e o sentido de cada atitude;
Nosso corpo também reza
As posturas corporais, por uma parte expressam a atitude de fé de cada pessoa, e por outra alimenta e favorece a mesma atitude. E o mesmo acontece a nível de comunidade.
O homem, todo ele, com sua identidade inteira, está em relação com os demais, e está, também,na presença de Deus, e expressa seus sentimentos interiores e não só com as palavras, mas também com movimentos, gestos e postura corporal.
a expressividade da pessoa humana engloba toda sua unidade: espírito e corporiedade;
"A atitude comum do corpo, que todos os participantes na celebração devem observar, é sinal de unidade dos membros da comunidade cristã reunidos para a sagrada Liturgia: exprime e favorece os sentimentos e a atitude interior dos presentes"
IGMR n.42
Os critérios do missal
(3ª edição), 2002
A finalidade das normas das posturas é tripla:
1. visa conseguir que toda a celebração brilhe pela beleza e nobre simplicidade;
2. que se compreenda a significação verdadeira e plena das suas diversas partes;
3. que a postura favoreça a participação plena de todos os que celebram.
Instrução Geral do Missal romano

A celebração é algo eclesial, não algo de gosto pessoal de quem preside ou da equipe litúrgica; é um bem de toda a comunidade que se encontra sob está legislação.
A postura uniforme
Esta uniformidade é sinal de unidade dos membros da comunidade cristã que se reúne para a celebração, que expressa e fomenta ao mesmo tempo a intenção e a sensibilidade dos que participam dela.
As conferências episcopais
Compete, todavia, às Conferências Episcopais, segundo as normas do direito, adaptar à mentalidade e tradições razoáveis dos povos os gestos e atitudes indicados no Ordinário da Missa. Atenda-se, porém, a que estejam de acordo com o sentido e o carácter de cada uma das partes da celebração.
AS PRINCIPAIS E CLÁSSICAS ATITUDES CORPORAIS DO CRISTIANISMO QUE PARTICIPA DA CELEBRAÇÃO:
DE PÉ, DE JOELHOS E SENTADOS
DE PÉ: COMO POVO SACERDOTAL E FAMÍLIA DE FILHOS
SENTIDO ANTROPOLÓGICO
A POSTURA DE PÉ É CARACTERÍSTICA DO HOMEM, FRENTE OS ANIMAIS
(homus erectus): POSTURA VERTICAL, TODO O SÍMBOLO DE SUA DIGNIDADE COMO REI DA CRIAÇÃO.
SENTIDO TEOLÓGICO
ATITUDE QUE MELHOR INDICA A ATENÇÃO, A PRONTIDÃO, A DISPONIBILIDADE, A CORRESPONSABILIDADE;
PARA OS CRISTÃOS É UM SINAL DE SUA LIBERTAÇÃO, COMO REDIMIDOS POR CRISTO, DE SUA CONDIÇÃO DE FILHO EM FAMÍLIA, DE SUA CONFIANÇA PERANTE DEUS;
PARTICIPA, ASSIM, DA DIGNIDADE DO RESSUSCITADO, UNIDO AO CRISTO GLORIOSO, COMO MEMBRO DO SEU CORPO;
POSTURA TÍPICA DE TODO O SACERDOTE QUE ATUA EM SEU MINISTÉRIO.
FUNDAMENTAÇÃO BÍBLICA
ANTIGO TESTAMENTO
Salomão pronuncia de pé a solene oração de ação de graças na festa da dedicação do templo, oração que escuta também com a mesma toda a assembleia de Israel. (1 R,8)
O profeta que ao escutar a palavra de Deus é convidado: "Filho de Adão, põe-te de pé, que vou falar-te". (EZ 2,1)
MOMENTOS PROPOSTOS PELO MISSAL
Na procissão de entrada
Na proclamação do Evangelho
A Profissão de fé
A oração universal
"o povo, exercendo seu sacerdócio batismal, oferece a Deus seus pedidos pela salvação de Deus" IGMR n.69

Toda a comunidade, respondendo com sua oração as intenções sugeridas, se põe como mediadora - ofício sacerdotal- entre Deus e a humanidade inteira.
ORAÇÃO EUCARÍSTICA
"A assembleia celebrante acompanha o presidente"
Quando o presidente dirige a Deus sua oração pelos demais, faz sempre de pé, e o lógico que nesses momentos a comunidade o apoie com a mesma postura.
A posição básica do presidente como de toda a assembleia é o estar-de-pé (stare, astare).
Jungmann explica sua razão de ser:
"Fica-se de pé diante de quem é mais e a quem se quer honrar, especialmente, se se sabe obrigado a seu serviço. Assim como o sacerdote no altar está de pé diante de Deus, em reverente prontidão, assim também os fiéis; os fiéis são os circunstantes [aqueles que estão de pé ao redor].
Na antiguidade cristã era norma evidente que os fiéis, durante a oração que o bispo ou presbítero pronunciava, em geral também deviam assemelhar-se na posição, de forma que também estavam de pé com as mãos erguidas e voltados para o Oriente".

Para assumir outra posição que não o estar-de-pé, a assembleia era advertida pelo diácono com duas expressões tradicionais que se mantiveram na liturgia romana, em certas circunstâncias penitenciais, obrigatoriamente no Missal de Pio V e facultativamente no de Paulo VI
Assim, a posição que a mais antiga tradição nos ensina a assumir na oração eucarística é estar de pé. Primeiramente por ser a atitude sacerdotal por excelência. De pé o sacerdote oferece nas religiões o sacrifício. Na OE II, o texto latino, na anamnese, dá graças a Deus por nos ter feito dignos de
"
astare coram te et tibi ministrare"

(literalmente: estar-de-pé" diante de ti e servir-te)
, e o cânon romano (OE I) fala dos
circunstantes
(os que estão de pé ao redor [do altar, evidentemente]) para referir-se à assembleia reunida na celebração eucarística.

A posição parece óbvia se se considera que, no cristianismo, todo o povo é sacerdotal e é ele, sob a presidência do ministro ordenado, que oferece a eucaristia, o sacrifício de louvor.
O
costume
que se introduziu no Ocidente -
e era regra antes da reforma litúrgica do Vaticano II -, de ficar de joelhos durante o cânon
(e de resto, durante toda a missa, exceto no momento da proclamação do Evangelho, em que se ficava de pé, e da homilia - ou melhor, do sermão -, que se ouvia sentado),
provém de uma mudança de perspectiva: a perspectiva do segundo milênio que, preocupada com a presença real de Cristo na eucaristia, esquecia que na celebração eucarística nos unimos a Cristo para por ele, no Espírito Santo, adorar o Pai, e centrava a atenção na adoração devida ao próprio Cristo, presente no sacramento.

O temor de que a posição de pé signifique negação da presença real de Cristo no santíssimo sacramento faz com que hoje se volte a insistir na posição de joelhos, pelo menos durante as assim chamadas "palavras da consagração" (o relato da instituição).
Rito de comunhão
Pai -nosso
RECEBER A COMUNHÃO
A instrução de 1967,
Eucharisticum Mysterium
, em seu n. 34, havia afirmado: "Segundo o costume da Igreja, os fiéis podem receber a comunhão de joelhos ou de pé". Eleja-se um ou outro segundo às normas estebelecidas pela autoridade competente.
"É mais expressiva a atitude receber a comunhão de pé que significa confiança, dignidade de filhos e o sentido pascal que sempre supõe ao participar da Eucaristia."
Aldázabal, p.116
Há outros momentos de diversas celebrações em que a postura
"ficar de pé"
é muito expressiva:
a profissão religiosa;
as ordenações;
o consentimento nupcial;
o início e o término da liturgia das horas em suas orações finais.
sempre com as mesmas conotações de prontidão, personalização do ato e confiança.

A postura de joelho expressa muito algumas atitudes interiores:
indica humildade perante a presença do mistério ou de uma pessoa a qual nos dirigimos nossa oração: antes Deus somos todos pequenos;
é o modo como mais explicitamente manifestamos nossa postura interior de adoração;
e também de nossa penitência.
Fundamentação bíblica
"Daniel, pois, quando soube que o edito estava assinado, entrou em sua casa (ora havia no seu quarto janelas abertas do lado de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças diante do seu Deus, como também antes costumava fazer.
Então aqueles homens foram juntos, e acharam a Daniel orando e suplicando diante do seu Deus."
Daniel 6,10-11
"Os vinte e quatro anciãos prostravam-se diante do que estava assentado sobre o trono,
e adoravam o que vive para todo o sempre."
Apocalipse 4,10
«[Os fiéis] estão de joelhos durante a consagração, exceto se razões de saúde, a estreiteza do lugar, o grande número dos presentes ou outros motivos razoáveis a isso obstarem. Aqueles, porém, que não estão de joelhos durante a consagração, fazem uma inclinação profunda enquanto o sacerdote genuflecte após a consagração....»
IGMR n. 43
sentados: receptividade e escuta
que estamos em paz, presenciando algo ou em atitude de espera;
a postura que mais favorece a concentração e a meditação, assim permanece o que ensina, o que tem autoridade, o que julga, o que atua como ministro da reconciliação;
e assim também estamos quando escutamos uma leitura ou a homilia: é a atitude do discípulo perante o mestre, expressando sua recepitividade e atenção.

"E Jesus, vendo a multidão, subiu a um monte, e, assentando-se, aproximaram-se dele os seus discípulos";
Mt 5,1
"E a multidão estava assentada ao redor dele..."
Marcos 3,32
MOMENTOS PROPOSTOS PELO MISSAL
durante as leituras e o salmo responsorial;
durante a homilia;
na apresentação dos dons;
depois de receber a comunhão*
Depois de receber a comunhão, a postura de "sentar-se" ajuda os fiéis a concentrar-se em si mesmos, para interiorizar e personalizar o dom que nós acabamos de receber: Jesus Cristo ao dar-se Ele mesmo como alimento.
De joelhos: penitência e adoração
A inclinação pode ser um bom modo, equivalente a genuflexão, de manifestar a consciência de adorante de uma comunidade no momento sagrado da consagração.
AS INCLINAÇÕES SÃO DE DUAS ESPÉCIES:
1. Inclinação de cabeça;
2. Inclinação de corpo;
IGMR n.275
CONCLUSÃO
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