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PÓS-IMPRESSIONISMO

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by

marcos passarelli

on 8 November 2017

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PÓS-IMPRESSIONISMO
Vincent Van Gogh
Van Gogh nasceu em 1853, na aldeia holandesa de Bramant, filho de um pastor protestante.
Por meio de um emprego numa Galeria de Arte, cuja matriz ficava em Paris, teve contato com os mestres da pintura.
Estudou arte, em lugares como Bruxelas, na Bélgica, Haia, na Holanda e Antuérpia, na Bélgica.
As obras desta fase mostram uma grande preocupação social, abordando temas como a vida difícil dos operários
Em 1886, com o incentivo de seu irmão Théo, que lhe dava apoio financeiro e moral, Vincent foi para Paris e teve contato com os impressionistas.
As obras deste período deixam claros as influências dos amigos de então.
Em "Retrato do Pai Tanguy", vê-se, por exemplo, a grande influência das gravuras
Retrato do Pai Tanguy, Van Gogh, 1887-1888, 92 x 75 cm
Os comedores de batatas, Van Gogh, 1885, 82 x 114 cm
O Japão. capa da revista Paris Illustré de maio de 1886
A cortesã japonesa (releitura de Eisen Ikeda, ou Keisai), Van Gogh, 1887-1888, 105 x 61 cm
Em 1888, Van Gogh fixou-se em Arles, no Sul da França, e, depois de algum tempo, convidou Gauguin para juntar-se a ele na formação de uma comunidade de pintores, mas a convivência foi impossível
O temperamento instável de Van Gogh levou-o à internação em um asilo e ao suicídio em 1890
O quarto de Van Gogh em Arles, Van Gogh, 1888, 72 x 90 cm
Van Gogh pintando girassóis, 1888, 73 x 92 cm
Homem com cachimbo, (autorretrato), 1888, 51 x 45 cm
Buscando uma arte que trouxesse alegria e consolo a todos, Van Gogh encarava sua pintura como uma missão.
Trabalhava de maneira febril e sempre sob imensa tensão.
Em suas telas, as pinceladas impressionistas e pontilhistas tomaram uma direção completamente nova.
Elas eram utilizadas não apenas para a transmissão de efeitos de cor e luminosidade, mas também para a exteriorização das emoções
O escolar (retrato de Camille Roulin), 1890, 63,5 x 54 cm
Paul Gauguin
Durante muito tempo, a pintura foi uma atividade secundária para o parisiense e especulador da Bolsa de Valores, Paul Gauguin (1848-1903), até que ele se decidisse se dedicar à arte para viver.
No entanto, o mercado de arte e os tempos difíceis acabaram lhe trazendo um imenso descontentamento com a sociedade e a cultura ocidentais
Autorretrato, Paul Gauguin, 1893
Gauguin dizia que a arte ocidental havia perdido o vigor, e a sua busca por um mundo selvagem e primitivo levou-o ao Taiti
Antes disso, no entanto, foi fundamental uma passagem pela Bretanha. Na época dessa viagem, longas e fartas pinceladas de cores davam ritmo e contraste às obras, além de organizar espaços e definir as formas.
O artista traduzia o mundo em imagens idealizadas, simplificadas e expressivas.
Visão depois do sermão ou Jacó lutando com o anjo, Gauguin, 1888, 73 x 92 cm
Obra pintada por Gauguin durante sua passagem por Arles em 1888, quando teve uma turbulenta convivência com Van Gogh.
Velhas de Arles, 73 x 92 cm
No Taiti, o artista procurou assimilar os costumes e as ideias dos nativos, transformando de vez sua pintura num aglomerado de formas simples e imensas manchas de cores planas, prenunciando definitivamente os estilos pictóricos que no séc XX seria chamados de "primitivistas"
Obra em que Gauguin mistura o Cristianismo à
cultura do Taiti: "La Orana Maria" (Salve Maria), 1891-1892, 113,7 x 87,7 cm
Cézanne
Paul Cézanne (1839-1906) participou das primeiras exposições dos Impressionistas, mas, revoltando-se contra a crítica, partiu em seguida para a sua cidade natal, Aix-en-Provence, no Sul da França, onde pôde dedicar-se à sua arte sem perturbações
Talvez tenha sido um artistas que melhor percebeu o quanto a arte estava mudando no final do século 19
Autorretrato, Cézanne, 1872, 64 x 53 cm
Ele acreditava que os grandes mestres tinham alcançado a perfeição em equilíbrio e harmonia e tentava trazer para seus quadros algo dessa grandeza e simplicidade
No entanto, também queria utilizar-se das novas descobertas impressionistas sobre luz e cor.
Para ele, a obra ideal seria aquela que observasse as novas descobertas e dedicasse atenção à ordem e à harmonia desenvolvidas pelos antigos
Na infância, Cézanne era amigo de Émily Zola (1840-1902), um dos escritores franceses mais importantes do século XIX
O rompimento entre os dois veio em 1886, quando Zola publicou "L'Ouevre", obra na qual narra a trágica vida e morte de um artista de vanguarda, Claude Lantier, inspirado em Cézanne, cuja incapacidade para resolver o conflito artístico que o acompanhava conduz ao suicídio antes que terminasse sua obra-prima, tremendamente ambiciosa
A falta de segurança de Cézanne, aliada à difículdade de resolução de determinados questionamentos estéticos, resultou em surtos de depressão que o levaram a destruir muitas de suas obras, inclusive um retrato de Zola.
Abandonou suas aspirações aos 22 anos de idade...
Criou então, uma técnica que construia a "profundidade" da imagem por meio não apenas do desenho, mas também das cores.
Outro expediente que usava era sacrificar as formas 'corretas' dos objetos representados, abandonando, em alguns casos, a perspectiva linear em prol de uma sensação de solidez e profundidade
Natureza-morta com maçãs e pêssegos, Cézanne, 1905, 81 x 100,5 cm
A montanha de Sain-Victoire vista de Bellevue, Cézanne, 1895, 73 x 92 cm
Retrato de Ambroise Vollard, Picasso, 1909-1910, 65 x 81 cm
Toulouse-Lautrec
Henri de Toulouse Lautrec (1864-1901) nasceu em Albi, sudoeste da França, filho de uma família rica e aristocrática
O seu interesse, a Arte, acabou levando-o a Paris
Lautrec conheceu o grupo dos impressionistas, mas não compartilhava do entusiasmo deles pela paisagem
Seu tema preferido ara a figura humana e seus diversos aspectos e tipos psicológicos.
Os cenários são geralmente os 'cafés', as casas de shows e os prostíbulos de Paris
O Moulin Rouge, Toulouse-Lautrec, 1892, 123 x 140 cm
Les Ambassadeurs: Aristide Bruant, Toulouse-Lautrec, 1892, 141,2 x 98,4 cm
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