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Copy of Music Theory

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by

André Gonçalves de Oliveira

on 19 February 2013

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Transcript of Copy of Music Theory

Música "Silêncio" Som Altura Duração Intensidade Tímbre Prâmetros físicos
(Psicofísicos) intervalo escala rítmo células rítmicas pulsação movimento compasso Matéria prima Harmonia Contraponto Morfologia Dinâmica Texturas Fontes sonoras Organologia Orquestração Dinâmica de planos texturais andamento Natureza Homem Cultura características mesuráveis Equivalente a frequência da onda, perceptivamente distingue-se sons agudos (maior frequência) de sons graves (menor frequência). Distância entre duas alturas definidas, medidas em tons e semi-tons. Veja tabela: Segundo H. J. Koellreutter, o som pode ter altura de 3 tipos:

Definida (tom puro - nota musical)- um frequência resultante soando nítida sem q se escute outras.
Ruído - (tom complexo) muitas frequências misturadas sem que nenhuma se destaque.
Mescla - (tom puro + tom complexo) uma frequência realçada em meio a outras tantas soando também. Em Música a palavra "Tom" tem ao menos 3 significados distintos:
Distância entre duas frequências.
Tonalidade de um trecho de música.
Som com altura definida. É a organização de estruturas intervalares. Define um universo de sons (tons) q formarão a Tonalidade. A escala fornece material para a formação de estruturas harmônicas: Tetracordes Acordes Campo Harmônico Cadência Estruturas com 4 notas (som com altura definida) em graus conjuntos e mesma direção. Proporcionam percepção de funções tonais. Estrutura formada por sobreposições de intervalos de terças. Conjunto dos acordes possíveis em uma dada escala. Acordes que formam a Tonalidade. Sequêcia de funções tonais (posicionamentos na dinâmica tonal). Pode ser representada por sequências de acordes ou tetracordes Este esquema trata de estruturas formadas por elementos e regras próprias do Sistema Tonal Em Música, Harmonia indica a experiência de uma Dinâmica do discurso sonoro. Tal Dinâmica Tonal é promovida perceptivamente por meio do uso de acordes e tetracordes para promover expectativas que serão, ou não, realizadas. Dinâmica Tonal Tônica Dominante Sub-dominante I V IV III VI II VII Eixo Forte = 4a Justa ascendente Diagrama espacial de relação de estrutura e função tonal entre acordes . 4 tipos de tetracordes: Dominante: T-T-ST
II Grau: T-ST-T
Sensível Menor: ST-T-T
Trítono: T-T-T 4 tipo de acordes: Maior:

Menor:

Diminuto:

Aumentado: 3a. M 3a. m 3a. m 3a. M 3a. m 3a. m 3a. M 3a. M O Sistema Tonal desenvolveu 2 modos (formas, estruturas intervalares) diferentes de escalas diatônicas: Diatônica Maior: [ T-T-ST-T-T-T-ST]


Diatônica Menor*: [T-ST-T-T-T-ST-T] *Existem possibilidades de modificação da Escala Menor alterando-se o sétimo e o sexto graus. O som é um fenômeno que ocorre no tempo. Nesse sentido, mais do que falar em um objeto sonoro, ou um som com certa unidade matérica, é preferível falar em "evento sonoro". Das relações entre eventos sonoros mais ou menos longos do que outros é que aparece a célula rítmica. Estabelecimento de uma marcação constante e regular cuja unidade será referência para medição das durações. Velocidade da pulsação. É um conjunto de elementos para registrar e organizar o movimento de uma música, quando esta apresenta uma métrica com pulsações como referência rítmica. A música tonal utiliza-se de agrupamentos de pulsações. Tais agrupamentos são delimitados por marcações mais fortes na primeira pulsação de cada bloco. Cada pulsação também é chamada de um tempo e a primeira de cada grupo de pulsações é o tempo forte, enquanto as outras pulsações (tempos) do grupo são chamadas de tempos fracos. Organização das durações dos sons na música. Na música tonal o rítmo aparece da ordenação das células rítmicas em frases e estruturas morfológicas ordenadas pelo compasso. C.H. Maior: [IM - IIm - IIIm - IVM - VM - VIm - VIIdim] C. H. Menor: [Im - IIdim (IIm) - IIIM (IIIaum) - IVm (IVM) - Vm (VM) - VIM (VI#dim) - VIIM (VII#dim)] Figuras de valor de duração - estrutura relacional das figuras referentes ao tempo de duração de determinado som.

Barras de compasso - indicam onde começa um novo impulso no movimento impulso-repouso. Também indicam sobre final e repetição de trechos musicais.

Fórmula de compasso - Não se trata de uma operação aritmética de divisão, mas é uma estrutura com dois números, reprsentando distintos elementos do compasso. Compasso Símples: X Y De quantas em quantas pulsações (tempos, ou "unidades de tempo" = u.t.) há um novo impulso. Número que indica figura de valor que corresponde a pulsação, ou a unidade de tempo = u.t. Compasso Composto: W Z 3.X (1/3).Y Na fórmula de compasso composto o número de cima indica a triplificação do número de pulsações (u.t.) entre cada tempo forte. W/3 = X Na fórmula de compasso composto o número de baixo representa uma figura de valor de duração de tempo que equivale a 1/3 da pulsação (u.t.). A u.t. aqui é sempre uma figura pontuada. Z.3 = Y Há uma composição no seu movimento. Cada pulso é marcado por três outros sub-pulsos. Daí o nome de compasso "composto", uma vez que suas pulsações (tempos) são compostos de uma sub-pusação ternária. Tabela de Relações de Figuras Rítmicas: Tipos de Barras de Compasso (a) padrão; (b) dupla (1ª definição); (c) dupla (2ª definição); (d) início da seção a er repetida (ritornello); (e) repetir (ritornello) Confira os números que representam as figuras de valor: Técnica composicional para a polifonia. "Punctus contra punctus" era o termo utilizado na Id. Média. Tal técnica chegou ao sistema tonal via sistema modal. Organiza as consonâncias e o tratamento das dissonâncias em estruturas melódicas simultâneas. Possibilita preferencialmente textura polifônica. Tipos de estruturas melódicas:

Monodia - quando apenas uma linha melódica (ou rítmica) acontece.

Polifonia - quando mais de uma linha melódica (ou rítmica) acontece simultaneamente a outra. Homofonia - tipo de polifonia na qual uma ou mais linhas melódicas (ou rítmicas) são acompanhadas por um "bloco" de vozes isorrítmicas. Os sons nos parecem diferentes também quanto à sua intensidade. Se a frequência de onda representa sua altura, a instensidade é dada pela amplitude dessa mesma senóide que represente fisicamente o som. Na música tonal, os parâmetros mais privilegiados foram a altura, seguido da duração. À percepção de intensidade a música tonal não ofereceu escalas, nem relações entre tais escalas ou seus graus. No entanto, na execução musical sempre se levou em consideração a intensidade como recurso expressivo, o que a música tonal organizou sob o conceito de Dinâmica.
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