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Untitled Prezi

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by

Sebastião junior

on 11 November 2013

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Transcript of Untitled Prezi


Origem das Espécies
Hibridismo

Alunos: Jessica Marques
Sebastião Soares
Vitor Elias
Camila Melo
Heny Mignot

Introdução
- Cruzamento entre espécies distintas são feridos de esterilidade.

- Impedem que elas se confundam.

- A esterilidade resulta das diferenças dos sistemas reprodutores das espécies próximas.

- Fatos que apresentam diferenças fundamentais, mas que se confundem:

A esterilidade da espécie em seguida a um primeiro cruzamento;
a esterilidade dos hibridos que provêm desses cruzamentos.
Espécies puras com sistemas reprodutor em perfeito estado
não produzem ou produzem poucos descendentes.
- Os orgãos reprodutores dos híbridos são
funcionalmente impotentes, embora pareçam
perfeitamente conformados.
Espécies puras
elementos sexuais que concorrem para formar o embrião são completos.
Híbridos
os elementos são completamente rudimentares ou mais ou menos
atrofiados.
- A fecundidade de cruzamentos entre variedades é tão inteiramente importante quanto à esterilidade das espécies.
Graus de esterilidade
- Kölreuter e Gärtner: cruzamentos entre espécies são, até certo ponto, feridos de esterilidade.

- Kölreuter considera essa lei como universal (considera como verdadeiras duas formas perfeitamente fecundas entre si).

- Gärtner também admite a universalidade da lei, mas contesta a fecundidade completa.
Cuidados no cruzamento
- Uma planta para ser artificialmente fecundada deve
ser submetida à castração.


- Deve ser encerrada para impedir que os insetos levem o pólen de outras plantas.


- A esterilidade de diversas espécies cruzadas diferem em grau.
Cuidados no cruzamento
- Uma planta para ser artificialmente fecundada deve ser submetida à castração.


- Deve ser encerrada para impedir que os insetos levem o pólen de outras plantas.


- A esterilidade de viversas espécies cruzadas diferem em grau.
- A fecundidade dos híbridos nas gerações sucessivas jamais aumenta, diminui ordinariamente de repente.

- Na maioria dos casos a fecundidade diminui em virtude de uma causa independente.

- Conclui-se que há algum grau de esterilidade nos primeiros cruzamentos ou no que se refere nos híbridos, não podendo porém ser considerado resultado universal.
Leis que regem a esterilidade dos primeiros cruzamentos
- Deduções extraídas de Gärtner.

Trabalho feito com vegetais
- Grau de fecundidade dos primeiros cruzamentos e dos híbridos apresentam desde esterilidade absoluta a fecundidade perfeita.
Experimento de Gärtner
Família A X Família B

Zero absoluto de esterilidade
Gênero A X Gênero B

sementes de esterilidade
absoluta até uma fecundidade
perfeita
- Híbridos que jamais produziram ou produzirão sementes fecundas.

Mesmo com o pólen de uma espécies puras.
- Vestígio de fecundidade, onde a flor híbrida murcha um pouco mais cedo.
Dificuldade do endocruzamento e a esterilidade dos hibridos.

- Híbridos que dificilmente se cruzam e que raramente produzem descendentes.
- Duas espécies puras, Gênero Verbascum,
Cruzam facilmente e produzem híbridos 100% estéreis


Cruzam raramente e com dificildade extrema, uma vez produzidos hibrídos são férteis.
V. Barnadesii
V. Chaixii
Afinidade Sistemática
- Semelhanças que as espécies têm umas com as outras com relação à estrutura e constituição.

Fecundidade dos primeiros cruzamentos entre as espécies e dos híbridos.

Provando o fato que jamais se pode obter híbridos entre espécies classificados em famílias distintas.
Cruzamento recíproco
- Cruzamento pode acontecer entre duas espécies.

Cavalo mais Jumenta e entre Jumento mais égua

- Inteira diferença na sua organização, exceto no sistema reprodutor.
Observado por Kölreuter
Mirabilis longiflora X M. jalapa
resultando em híbridos férteis
Mirabilis jalapa X M. Longiflora
experimentou mais de 200 vezes e não ocorreu fecundação
Mirabilis longiflora Mirabilis jalapa
Mirabilis jalapa Mirabilis longiflora
Origem e causas da esterilidade dos primeiros cruzamentos
- Pensamento inicial de Darwin

- Por que esse pensamento mudou?

- Como a esterilidade se torna necessária?

Como a seleção pode desempenhar na esterilidade mútua entre espécies?

- A maior dificuldade que se tem de vencer é a existência de numerosos graus entre a fecundidade a custo diminuída e a esterelidade.

- Cruzamento com das espécies-mãe.

- Indivíduos incapazes de gerar híbridos teriam maior fitness.

Depois de muita reflexão...
Diferenças que determinam a esterilidade nos primeiros cruzamentos e híbridos

Primeiros cruzamentos:
Impossibilidade o óvulo
O elemento pode atingir o óvulo sem provocar o desenvolvimento

- A seleção natural não pode produzir este resultado.

- Gärtner e Kölreuter: encontraram nas plantas provas de que a esterilidade de espécies cruzadas depende de algum princípio independente da seleção natural.

- A maior ou menor dificuldade que se encontra em operar uma união entre os indivíduos e obter deles produtos, parece depender de muitas causas distintas.
Morte precoce dos embriões é uma das causas mais frequentes da esterilidade dos primeiros cruzamentos
M. Salter
Max Wichura




Darwin...
#chateado
Mas as circunstâncias que se encontram os híbridos, antes de depois do nascimento, são muito diferentes, são geralmente colocados em condições favoráveis de existência.
Domesticação dos animais
"Em vista da esterilidade dos híbridos entre os quais os elementos sexuais são apenas imperfeitamente desenvolvidos, o caso é um pouco diferente. Mais de uma vez eu fiz alusão um conjunto de fatos, que recolhi, provando que, logo que se colocam os animais e as plantas fora de suas condições naturais, o sistema reprodutor é muito frequente e gravemente afetado."
Há algumas analogias entre a esterilidade provocada e a dos híbridos
Não depende da saúde geral;
A esterilidade varia quanto ao grau;
Animais e as plantas se tornam imponentes para produzir quando são colocados nas mesmas condições artificiais;
Sistemas reprodutor é afetado.
"Nunca se poderá predizer antes da experiência se tal animal se produzirá em cativeiro, ou se tal planta exótica dará grãos uma vez submetida à cultura; do mesmo que se não poderá saber, antes da experiência, de suas espécies de um gênero produzirão hibrídos mais ou menos estéreis."
"Quando os híbridos se intercruzam, transmitem de geração em geração aos descendentes a mesma organização mista."
Mas Max Wichufra afirmava...
E mais uma vez Darwin...
" A esterilidade é um resuldado comum, de uma perturbação de condições de existência num e noutro, de uma perturbação no arranjo e na natureza pela fusão dos dois organismos num só."
Logo, não podemos, porque um organismo colocado em condições artificiais, se torna estéril.
Paralelismo entre os efeitos e mudanças nas condições de vida e dos cruzamentos.
Havia uma antiga crença muito espalhada, e que se baseia num número considerável de provas que as ligeiras mudanças nas condições de existência são vantajosas para todos os seres vivos.
Ligeiras mudanças nas condições de existência são vantajosas a todos os seres orgânicos, e que por outro lado, cruzamento entre machos e fêmeas de uma mesma espécie, que foram colocadas em condições de existência um pouco diferentes, ou que variam ligeiramente, ajudam o vigor e a fecundidade dos produtos.
Mas, como vimos, os seres organizadores no estado de natureza, habituados durante muito tempo a certas condições uniformes, tendem a tornar-se mais ou menos estéreis quando são submetidos a uma mudança considerável destas condições, como, por exemplo, se são reduzidos a cativeiro; sabemos, além disso, que cruzamentos entre machos e fêmeas muito afastados, isto é, especificamente diferentes, produzem geralmente híbridos mais ou menos estéreis.
Ligeiras mudanças no ambiente
MAIOR vigor na fecundidade
Ambiente
uniforme
MAIOR
esterilidade
"Este princípio, segundo M.Herbert Spencer, é que a vida consiste numa ação e numa reação incessante de forças diversas, ou que delas depende; estas forças, como acontece de contínuo na natureza, tendem sempre a equilibrar-se, mas desde que, por uma causa qualquer, esta tendência ao equilíbrio é ligeiramente perturbada, as forças vitais ganham em energia."
Dimorfismo e trimorfismo recíproco
Muitas plantas pertencentes a ordens distintas apresentam duas formas sensivelmente iguais em número, não diferindo por qualquer relação, a não ser pelos órgãos reprodutores:

Longos pistilos com estamos curtos;
Pistilo curto com estames longos;

Nas plantas trimorfas, há três formas, que diferem igualmente pelo comprimento dos pistilos e dos estames, pela grandeza e cor dos grãos de pólen e por outras relações. Em cada uma das três formas encontram-se dois sistemas de estames, há pois ao todo seis sistemas de estames e três espécies de pistilos;

‘’minhas conclusões foram confirmadas por outros observadores, que, para que estas plantas sejam perfeitamente fecundas, é preciso fecundar o estigma de uma forma com pólen tomado de estames à altura correspondente na outra forma’’

Plantas dimorfas-união legítima e ilegítima;

Plantas trimorfas-união legítima e ilegítima;

‘’Verifiquei este fato fecundando diversas flores, primeiro com pólen ilegítimo, em seguida, vinte e quatro horas depois, com pólen legítimo tomado de uma variedade de cor particular, e todas as plantas produzidas apresentaram a mesma coloração; o que prova que, ainda que aplicado vinte e quatro horas depois do outro, o pólen legítimo destrói por completo a ação do pólen ilegítimo anteriormente empregado, ou impede mesmo esta ação’’

Cruzamento união legítima e ilegítima;


“Quando, por outro lado, se recruza um híbrido com uma ou outra das espécies origens puras, a esterilidade diminui; o mesmo acontece quando se fecunda uma planta ilegítima com uma legítima”

“Em resumo, o estudo das plantas dimorfas e trimorfas parece autorizar-nos a concluir que a esterilidade das espécies distintas cruzadas, assim como a dos seus produtos híbridos, depende exclusivamente da natureza dos seus elementos sexuais, e não de qualquer diferença da estrutura e constituição geral”

X
A fecundidade das variedades cruzadas e de seus descendentes mestiços não é universal 
Poder-se-á alegar, como pretenso argumento esmagador, que deve existir alguma distinção essencial entre as espécies e as variedades, pois que estas últimas, por diferentes que possam ser pela aparência exterior, se cruzam com facilidade e produzem descendentes absolutamente fecundos.

Porque, quando se verifica, por exemplo, que certos cães domésticos indígenas da América do Sul se não cruzam facilmente com os cães europeus, a explicação que se apresenta a cada um, e provavelmente a verdadeira, é que estes cães descendem de espécies primitivamente distintas.

Todavia, podemos supor que, pela continuidade da luta pela existência que têm de sustentar contra numerosos concorrentes, as espécies selvagens devem ter sido submetidas, durante longos períodos, a condições mais uniformes do que tiveram as variedades domésticas; circunstância que pode modificar consideravelmente o resultado definitivo;

Sabemos, com efeito, que os animais e as plantas selvagens, tirados das suas condições naturais e reduzidas a cativeiro, tornam-se ordinariamente estéreis.
Gärtner estudou uma a uma, no seu jardim, durante muitos anos, uma variedade anã de um milho de grãos amarelos e uma variedade de grande talhe e de grãos vermelhos; ora, muito embora estas plantas tenham sexos separados, jamais se cruzaram naturalmente.

- Fecundou então treze flores de uma destas variedades com pólen da outra, e obteve somente uma única espiga com cinco grãos apenas.

- Descendentes Férteis.


Cruzamento de variedades de tabaco;

Alguns descendentes híbridos e outros não;

O sistema reprodutor desta variedade particular deve ter sido modificado de alguma maneira e em qualquer grau.

Estes fatos provam que as variedades cruzadas não são sempre perfeitamente fecundas.


Empresas investindo em sementes híbridas;

Polinização cruzada de Variedades de sorgo;

5 Híbridos de Sorgo;

Sementes híbridas
Kölreuter
Comparação entre híbridos e os mestiços
- Não leva em conta a fecundidade e sim a comparação entre os descendentes de cruzamentos entre espécies com as de cruzamentos entre variedades.

- Gärtner tentou fazer uma linha de demarcação entre as espécies e as variedades, porém não conseguiu mais do que poucas diferenças (Darwin as opinou insignificantes).
- São eles:
descendentes chamados híbridos das espécies;
descendentes chamados mestiços das variedades.
- Na primeira geração os mestiços são mais variáveis, porém os híbridos são mais quando estão submetidos a um longo tempo na cultura, segundo Gärtner.

- Ele também admite que os híbridos entre espécies muito vizinhas são mais variáveis do os que provêm de espécies mais distintas.


O grau de variabilidade diminui gradualmente.

- Quando conseguem se propagar durante muitas gerações, é possível notar uma grande variabilidade, tendo até a conservação de um caráter uniforme em alguns.

- Mas no decurso de gerações sucessivas os mestiços parecem ser mais variáveis que do que os híbridos.

- A variabilidade dos mestiços se dá pelas variedades domésticas, sendo essa adquirida recentemente.

Tenha prosseguimento

Uma característica soma com a outra no ato do cruzamento

Variabilidade dos híbridos na primeira geração

Variabilidade ordinária: “sistema reprodutor muito sensível a qualquer alteração nas condições de vida, o que eventualmente pode torná-lo impotente, ou então incapaz de realizar sua função específica, ou seja, de produzir descendência idêntica à de seus genitores.”

- O sistema reprodutor dos pais não são afetados, mas já dos híbridos
são e consequentemente não são variáveis. Só os seus descendentes serão.

Exceto os que foram produzidos a partir de formas cultivadas há muito tempo

- Gärtner afirma que os mestiços estão mais sujeitos a regressar a uma ou outra das formas das origens do que os híbridos.

Híbridos provenientes de plantas cultivadas por muito tempo estão mais sujeitos ao regresso que os híbridos provenientes de espécies naturais.

Max Wichura duvida que os híbridos jamais voltem às suas formas de origens.

Experiência com salgueiros selvagens
Naudin experimentou em plantas cultivadas e diz que existe uma tendência quase universal que os híbridos possam ter o retrocesso.
Segundo Gärtner
Duas espécies muito próximas, quando cruzarem com uma terceira, os híbridos serão totalmente diferentes do que se duas variedades muito distintas cruzarem com outra espécie. Sendo assim, estas produzirão híbridos com pequenas diferenças.

- Porém, Darwin diz que essa conclusão foi baseada em uma única experiência, parecendo ela totalmente diferente com a maioria dos resultados realizados pelo Kölreuter.

As semelhanças relacionadas aos seus respectivos genitores
Capacidade de predominar sobre a outra espécie, imprimindo sua aparência no híbrido resultante

Vegetais híbridos resultante de cruzamentos recíprocos, são parecidos uns com os outros, da mesma maneira como ocorre nos mestiços.

Assim como os híbridos, os mestiços podem readquirir as características dos genitores por uma série de cruzamentos repetidos com os mesmos durante diversas gerações sucessivas.

Prevalência de uma espécie sobre a outra no cruzamento:

Razão da existência de características secundárias;

Um dos sexos tem uma predisposição muito mais forte do que o outro para transmitir a sua semelhança;

Cruzamento se opere entre espécies ou se realize entre variedades.

“Creio, por exemplo, que certos autores sustentam, com razão, que o burro exerce uma ação preponderante sobre o cavalo, de maneira que a mula e o jumento tenham mais do primeiro que do segundo.”

Darwin
Concordando com o Dr. Prosper Lucas

As leis da semelhança de um filho com os pais são as mesmas, que os pais diferem pouco ou muito um do outro, isto é, que a união se deu entre dois indivíduos pertencendo à mesma variedade, a variedades diferentes ou a espécies distintas.


- Então, as leis secundárias mais se harmonizam com a teoria de que não existe distinção essencial entre espécies e variedades.

Aplicabilidade em sala de aula
- O que são híbridos? Dependendo da dificuldade da turma, será dado exemplos;

Os híbridos são muito utilizados no melhoramento convencional por gerarem espécies mais resistentes, o que aumenta a produtividade da espécie cultivada.

2 técnicas para o melhoramento genético:
- cruzamento de mesma espécie no qual é feita uma polinização cruzada entre variedades que possuem características desejadas.
- variação da primeira a polinização ocorre entre espécies diferentes, porém muito próximas, formando uma variabilidade híbrida.

O que são trangênicos?
Trangênico X híbridos
Seria um transgênico um híbrido ou um mutante?
Fonte: Nova escola
Kölreuter
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