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Copy of Arquitetura Sustentável e Bioblimática.

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by

Amanda Nicoletti

on 1 April 2014

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Transcript of Copy of Arquitetura Sustentável e Bioblimática.

Apesar de vários métodos, materiais e alguns estímulos, ainda não encontramos facilmente construções sustentáveis no Brasil.

As leis e normas apenas dão suporte à Sustentabilidade, mas não as direciona totalmente.

Não trata somente de um segmento preocupado com Sustentabilidade, para o real funcionamento, tem que estar envolvido em todo o processo( projeto, responsáveis, materiais, trabalhadores e usuários). Para isso é necessário a educação ambiental para todos entenderem e absorverem o sistema sustentável.

Ainda é considerado um ramo novo, portanto devemos estar atentos a novas tecnologias, pesquisas, materiais para não ficarmos ultrapassados nesta questão.

Não só devemos mudar nossos pensamentos como passá-los, só assim estaremos influenciando e dissolvendo esta ideia.

O custo dos materiais sustentáveis não são acessíveis a todo tipo de público.

Sustentabilidade na Construção Civil

Diretrizes que condicionam uma obra sustentável
Conceito
Principais impactos da construção civil.
Conceito
A Construção Civil consome cerca de 50 a 70% dos recursos naturais extraídos do planeta.

Em edifícios chega a se consumir mais de 40% de toda energia produzida no mundo.

Produz cerca de 35 a 40% de todo o resíduo produzido pela atividade humana.

A produção de cimento gera de 8% a 9% de todo o CO2 emitido no Brasil.
Consome cerca de 66% de toda a madeira extraída.



Gera 30% das emissões globais de gases de Efeito Estufa.
Principais impactos da construção civil.
Sustentabilidade no Processo Construtivo

Certificações no Brasil
Inovações Tecnológicas

Eficiência Energética
"Sustentabilidade é a capacidade de suprir as necessidades da geração presente sem afetar a possibilidade das gerações futuras de suprir as suas". (Relatório de Brundtland-1987)
Ecologicamente correta
Economicamente viável
Socialmente justa
Novos conceitos de projetos sustentáveis, integração de elementos naturais com materiais e técnicas construtivas, com eficiência energética e menor custo.

Técnicas de restauração de edificações ("retrofits") modificação dos sistemas de refrigeração;  adaptação tecnológica das instalações elétricas, hidráulicas,...

Uso de energia nas edificações é muito ineficiente, tendo como consequência:

No projeto
Soluções convencionais, padronizadas, sem efetiva consideração dos ganhos decorrentes de tratamento adequado das especificidades do sítio, da forma, do envelope e dos espaços internos da edificação, tendo em conta os conceitos de eficiência energética;

Não utilização sistemática de modelos de simulação energética das edificações para estudo de prédios novos e pós-ocupados.

Códigos de obras que muitas vezes definem a orientação do prédio independente de uma racionalidade bio-climática.

Orientação inadequada do prédio para garantir uma insolação otimizada, proteção/aproveitamento dos ventos etc. Em muitos casos, isto decorre da existência de códigos de obras e edificações inadequados.



Escolha de materiais que não cumprem o papel de reter ou dispersar a energia no interior da edificação;

Emprego de materiais energo-intensivos para cumprir a mesma função que materiais com menor insumo energético poderiam atender;

Escolha inadequada de equipamentos e de sistemas de supervisão e controle para os serviços oferecidos pela edificação (transporte, iluminação, refrigeração, bombeamento, etc);

Informações não sistematizadas sobre dados climáticos, inadequadas à elaboração de projetos mais exigentes.
No Projeto
Na construção
Desconhecimento de novas técnicas construtivas e de equipamentos que podem reduzir o consumo de energia durante o período de construção, com aumento da segurança e redução do prazo.
 

Uso de aparelhos ineficientes para converter a energia comercial (eletricidade, gás, óleo, derivados do petróleo) em serviços de energia (luz, movimento, calor/frio);

Utilização inadequada ou insuficiente de sistemas de supervisão e controle;

Operação inadequada dos equipamentos existentes;

Não aproveitamento integral da energia renovável (originária do sol sob a forma de calor, luz e vento) disponibilizada pela natureza no local.

Comportamento inconsciente ou desinformado dos usuários.

Este complexo de atuações causa ineficiências em série, tendo como resultado perdas que se multiplicam, que tornando efeitos pequenos em perdas totais que podem ser expressivas. O efeito combinado de um prédio mal orientado (aumento de 20% na carga térmica) associado a um projeto do envoltória inadequada(retenção do frio reduzida em 30%) e do sistema de condicionamento ambiental ineficiente (mais 20% de consumo de energia), pode dobrar o consumo elétrico

No uso
O CICLO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS DA CONSTRUÇAO CIVIL TRADICIONAL
Alto custo
financeiro

Poluição

+ resíduos
- reciclagem

Grande consumo de
energia e água

Alta geração de resíduos

Grande consumo de
energia e emissão de CO2

“Casa carbono popular”

CONSTRUÇAO CONVENCIONAL INEFICIENTE: ENERGIA E CO2

Uma casa de interesse social da Cohapar de 40 m2 representa em média o lançamento de 9.824,06Kg de CO2 na atmosfera devido ao material utilizado (Stachera e Casagrande, 2005)

A indústria do cimento responde por cerca de 7% da emissão anual de CO2 .

Um pacote de cimento de 50kg pode representar de 30 a 50 kg de CO2 emitido.


Eficiência Hídrica. O que é?

O conceito de Eficiência Hídrica centra-se na redução do desperdício de água, e não na restrição do seu uso. Para a Eficiência Hídrica também contribuem as pequenas mudanças de comportamento dos consumidores, reduzindo o desperdício de água ou optando pela aquisição de produtos mais eficientes.



EFICIÊNCIA HÍDRICA

É fundamental minimizar o impacto ambiental das atividades do homem no seu dia-a-dia, combatendo o desperdício, desenvolvendo ações preventivas e de sensibilização para as melhores práticas ambientais, entre as quais se encontra o Uso Eficiente da Água.


Aplicações do Conceito

Adequação

Adequacçao
Climática

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

Desempenho energético

Desempenho térmico

Forma e Orientação da edificação
Escolha dos materiais construtivos: envoltória
Estratégias de aproveitamento dos condicionantes naturais: insolação e ventilação


Condicionamento térmico passivo
Uso de fontes alternativas de energia
Uso de eletrodomésticos e sistema de iluminação eficientes

Conforto Ambiental
Desempenho térmico

Sombreamento

Redução do consumo de energia elétrica para refrigeração e aquecimento

Aquecimento Solar

Iluminação eficiente
Desempenho energético

Fontes alternativas de energia

Aquecimento solar de água

Eletrodomésticos: Selo PROCEL

Geração de energia solar fotovoltaica interligada à rede

Rede de drenagem pluvial

Cisterna água de chuva

Desvio de água das primeiras chuvas

Descarte de sólidos

Reservatório água de chuva

Reservatório água potável

Aproveitamento Água da chuva

Tratamento de Efluentes
Reuso de Água
Ventilação e insolação

Elemento gerador de mudanças;

Qualidade de vida as atuais e futuras gerações;

Ambiente saudável é direito de todos;

No Brasil: tratamento de lixo adequado e saneamento básico inexistentes em mais de 70% de seus municípios.
substituir a água potável em fins menos nobres como: limpeza de pisos e equipamentos em geral, irrigação, drenagem sanitária, resfriamento e processos industriaistriais, entre outros usos.


TECNOLOGIAS SUSTENTÁVEIS

Aproveitamento de Água de Chuva:


Painéis fotovoltaicos convertem a luz do sol em energia elétrica.

Energia Fotovoltaica:
TECNOLOGIAS SUSTENTÁVEIS


Gerador eólico converte o movimento obtido com o vento em energia elétrica.


TECNOLOGIAS SUSTENTÁVEIS
Energia Eólica:

Painéis coletores responsáveis por efetuar o aquecimento da água através da luz solar.

Aquecimento solar de água:
TECNOLOGIAS SUSTENTÁVEIS

Não tem película plástica, dessa forma ela não se torna selada e tem a porosidade necessária à evaporação da umidade, proporcionando uma melhora significativa no microclima interno, trazendo mais conforto climático.

TECNOLOGIAS SUSTENTÁVEIS
Tinta Mineral:
Maior controle da drenagem pluvial, isolamento acústico e térmico, diferencial estético e ambiental da edificação.

Telhado Verde:
TECNOLOGIAS SUSTENTÁVEIS
Resistência à umidade, imunidade a pragas, dispensa qualquer tipo de manutenção, não degrada, dispensa a pintura com vernizes e tintas, entre outros. O uso da mesma evita ainda, o desmatamento de matas nativas.


TECNOLOGIAS SUSTENTÁVEIS
Madeiras Plástica:
Conclusão
Passos para a construção sustentável (segundo o IDHEA)

1) Planejamento da obra de forma sustentável;

2) Aproveitamento dos recursos naturais disponíveis (ventilação e luminosidade naturais, por exemplo, ao invés de ar condicionado e iluminação artificial durante o dia);

3) Eficiência energética;

4) Gestão e economia de água;

5) Gestão de resíduos;

6) Qualidade do ar e ambiente interior;

7) Conforto térmico e acústico;

8) Uso racional dos materiais;

9) Uso de tecnologias e produtos que não agridam o meio ambiente.


A indústria da construção é o setor de atividades humanas que mais consome recursos naturais no planeta, capaz de produzir um grande número de resíduos todos os dias, causando sérios danos ao meio ambiente.


falha nas definições ou detalhamentos do projeto;

falta de precisão nos memoriais descritivos;

mão de obra desqualificada;

qualidade inferior dos materiais adotados;

manejo, transporte ou armazenamento inadequado dos materiais;

Fatores que contribuem para produção de RCC


'
falta de fiscalização durante a execução da obra;

falha na técnica escolhida para a construção;

falta de processos de reutilização e reciclagem no canteiro.
Em cada uma das etapas da obra acontecem perdas e desperdícios de materiais, gerando RCC tanto na sua concepção quanto na execução e posterior utilização.



Fatores que contribuem para produção de RCC


Além das construções, as reformas, ampliações e demolições são outras atividades altamente geradoras de RCC.
A redução das perdas e desperdícios passou a ser importante fator para a sobrevivência das construtoras e para a adequação ao mercado, porém a necessidade de minimizar a geração dos RCC, não resulta apenas da questão econômica, pois se trata fundamentalmente de uma ação importante para a preservação ambiental.

A resolução 307/2002 do CONAMA estabelece e determina a execução de um Plano Integrado de Gerenciamento de RCC, na qual os diferentes tipos de resíduos gerados em obras de construção deverão ser classificados e descartados da seguinte forma:

De acordo com a Agenda 21/1992, os 3Rs constituem os primeiros passos da hierarquia de objetivos que formam a estrutura de ação necessária para o manejo ambientalmente saudável dos resíduos, sendo:








Antes, deverá haver uma etapa previamente estabelecida visando a não geração dos resíduos nas construções.



É importante que a concepção do projeto arquitetônico tenha preocupações com a modulação, com o sistema construtivo a ser adotado, com o tipo dos materiais a serem empregados e com a integração entre os projetos complementares, sempre na busca da não geração de resíduos.








Fase de Planejamento


Outra preocupação fundamental é com o aperfeiçoamento do detalhamento dos projetos de tal maneira que não ocorram perdas por quantitativos inexatos.











A fase de levantamentos orçamentais e de compras deve ser executada com a mais rigorosa exatidão possível de tal forma a não gerar perdas de materiais devido ao excesso na compra.

Fase de Planejamento


Esta é uma fase particularmente importante, pois através do gerenciamento de RCC busca identificar e quantificar os resíduos conseguindo dessa maneira, planejar a redução, reutilização, reciclagem e a destinação final dos mesmos, contribuindo assim, para a diminuição do impacto ambiental.


Caracterização


A segregação dos materiais deverá ser realizada ao término de um serviço especifico ou no fim da jornada de trabalho procurando potencializar a reutilização ou reciclagem do resíduo, preservando-o de contaminações e assegurando sua qualidade. Uma vez segregados, deverão ser armazenados adequadamente para que possam ser aproveitados numa futura utilização no canteiro de obras ou fora dele. Tal prática garante ainda, a limpeza no canteiro de obras.


Triagem ou Segregação

Desde a fase da concepção do projeto, deve-se pensar na ideia da reutilização de materiais. Esse pensamento deve nortear o planejamento da obra possibilitando, por exemplo, a adoção de escoramento e andaimes metálicos, que poderão ser utilizados até o final da obra, pois são totalmente reaproveitáveis.


Reutilização e Reciclagem na Obra

Fazer com que os materiais que seriam descartados com um determinado custo financeiro e ambiental retornem em forma de materiais novos e sejam reinseridos na construção é uma maneira de evitar que novas matérias-primas sejam retiradas do meio ambiente.



Reutilização e Reciclagem na Obra

Sobras de madeiras – podem em ser transformadas em móveis, carvão vegetal e até mesmo em casas. Esta prática minimiza os aterros e o impacto do desmatamento.


Reutilização e Reciclagem na Obra

Sobras de Metais - os metais utilizados na construção civil podem ser reaproveitados em estruturas de ferro ou reciclagem.


Reutilização e Reciclagem na Obra

Sobras de Cortes Cerâmicos – esse material que normalmente seria descartado pode ser cortado em pequenas peças formando novos revestimentos.


Reutilização e Reciclagem na Obra

Entulho - os entulhos podem ser triturados e utilizados como aterro;


Reutilização e Reciclagem na Obra

Grupo
Amanda Nicoletti
Arleny Alves
Gabriela Rezende
Giovana Toledo
Graziela
Mariana Bacha
Rafael da Silva
Thamires Bueno
Wesley Ribeiro



O LEED orienta e atesta o comprometimento de uma edificação com os princípios da sustentabilidade antes, durante e depois de suas obras;

É a principal certificação para construção sustentável no Brasil.

Existem 8 tipos de selos LEED.

4º no ranking das costruções verdes que
buscam o selo LEED, com 429 edifícios.
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