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FRANCO, Maria Laura P. B. Análise de Conteúdo. 3 ed. Brasíli

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by

Júlia Matos

on 29 September 2013

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Transcript of FRANCO, Maria Laura P. B. Análise de Conteúdo. 3 ed. Brasíli

FRANCO, Maria Laura P. B. Análise de Conteúdo. 3 ed. Brasília: Liber livro editora, 2008, pp. 69-79.
O que é a Análise de Conteúdo?
“Um conjunto de técnicas de análise de comunicação visando a obter, por procedimentos sistemáticos e objetivos de descrição do conteúdo das mensagens, indicadores (quantitativos ou não) que permitam a inferência de conhecimentos relativos às condições de produção/recepção destas mensagens”(Bardin, 1979:42).
etapa da Pré-análise:
a) a pré-análise: fase de organização e sistematização das idéias, em que ocorre a escolha dos documentos a serem analisados, a retomada das hipóteses e dos objetivos iniciais da pesquisa em relação ao material coletado, e a elaboração de indicadores que orientarão a interpretação final.
* A préanálise pode ser decomposta em quatro etapas:
leitura flutuante, na qual deve haver um contato exaustivo com o material de análise; constituição do Corpus, que envolve a organização do material de forma a responder a critérios de exaustividade, representatividade, homogeneidade e pertinência;
formulação de hipóteses e objetivos, ou de pressupostos iniciais flexíveis que permitam a emergência de hipóteses a partir de procedimentos exploratórios;
referenciação dos índices e elaboração dos indicadores a serem adotados na análise, e preparação do material ou, se for o caso, edição;
Etapa: Exploração do material
b) a exploração do material: trata-se da fase em que os dados brutos do material são codificados para se alcançar o núcleo de compreensão do texto.
* A codificação envolve procedimentos de recorte, contagem, classificação, desconto ou enumeração em função de regras previamente formuladas
Etapa: tratamento dos resultados
c) tratamento dos resultados obtidos e interpretação: nessa fase, os dados brutos são submetidos a operações estatísticas, a fim de se tornarem significativos e válidos e de evidenciarem as informações obtidas.
* De posse dessas informações, o investigador propõe suas inferências e realiza suas interpretações de acordo com o quadro teórico e os objetivos propostos, ou identifica novas dimensões teóricas sugeridas pela leitura do material.
* Os resultados obtidos, aliados ao confronto sistemático com o material e às inferências alcançadas, podem servir a outras análises baseadas em novas dimensões teóricas ou em técnicas diferentes.
O tipo de investigação
Apesar de ser orientada nas três fases descritas anteriormente, a análise de conteúdo propriamente dita, vai depender especificamente do tipo de investigação a ser realizada, do problema de pesquisa que ela envolve e do corpo teórico adotado pelo pesquisador, bem como do tipo de comunicações a ser analisado.
Categorização
“A categorização é uma operação de classificação de elementos constitutivos de um conjunto, por diferenciação seguida de um reagrupamento baseado em analogias, a partir de critérios definidos”( FRANCO, 2008:59).
elaboração das unidades
* unidades de registo (“é o segmento mínimo de conteúdo que se considera necessário para poder proceder à análise, colocando-o numa dada categoria.” (Carmo & Ferreira, 1998:257)
* unidade de contexto – “constitui o segmento mais longo de conteúdo que o investigador considera quando caracteriza uma unidade de registo, sendo a unidade de registo o mais curto.” (Carmo & Ferreira, 1998:257).
* Este momento é o da aplicação do que foi trabalhado no momento da pré-análise.
Modelo
Análise de conteúdo
* O início: parte-se das unidades de registo ou de codificação (Bardin, 1977, p. 36) das mensagens dos sujeitos (que podem ser aquilo que de mais pequeno, particular e específico for referido) e do próprio guião da entrevista,
* Após deve-se definir as categorias de análise das mensagens, que podem ser comparadas a “caixas de sapatos dentro das quais são distribuídos objectos”; consistem numa “espécie de gavetas” que permitem a classificação dos elementos referidos (Bardin, 1997, p. 64), ou seja, pode ter-se um armário com várias gavetas, cada uma das quais com uma designação e os objectos serão distribuídos tendo em conta essa designação, isto é, a gaveta a que pertencem.
* Assim, os objectos de cada gaveta devem ter uma relação entre si.
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